História Our Times Happy (Yoonmin) - Capítulo 3


Escrita por: e leticiaayoongi

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Personagens Originais, Suga
Tags +18 Pelo Yaoi, Assassinato, Corredor Da Morte, Drogas, Horror, Suícidio, Yaoi, Yoonmin
Visualizações 134
Palavras 444
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Policial, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Foi rápido, não? Fiquem aqui com mais uma anotação azul! Talvez o capítulo 2 sairá ainda hoje
Boa leitura
Espero que gostem
~Mãe do Day6

Capítulo 3 - Anotação Azul 02


Fanfic / Fanfiction Our Times Happy (Yoonmin) - Capítulo 3 - Anotação Azul 02

"Pobre passarinho sem patas

que perdeu a mãe,

aonde você irá

quando ventos agitados soprarem?

Querido vento, você sabe?

Querida chuva, você sabe?

O que vai levá-los dessas matas? "



​Anotação Azul 02

 

Minha cidade natal... Você me perguntou sobre a minha cidade natal. Mas será que alguma vez eu realmente tive um lar? Eu respondi que, se for cidade natal você se referia ao local onde nasci, então a resposta seria Yangpyeong, na província de Gyeonggi, perto de Seul, e esperei sua próxima pergunta. Mas você não perguntou mais nada. ​Era uma aldeia pobre, ​falei. ​Havia uma represa logo depois de uma colina relvada, e nossa casa estava sempre fria. ​Parei ali.​ Tudo bem,​ disse você,​ não precisava falar sobre isso se não quiser.​ Mas não era que eu não quisesse - eu não podia. Quando desenterro essas memórias, é como se um coágulo negro de sangue preenchesse a minha boca.

Meu irmão caçula, WonPil, e eu costumávamos brincar ao sol na beira da represa. Um dia, WonPil apanhou da vizinha. Ele tinha ido até a casa dela implorar por arroz, mas ela disse que WonPil deixou tudo cair no chão. Então, enquanto ela e o marido estavam fora trabalhando, peguei uma grande vara de madeira e bati nos filhos deles até seus narizes sangrarem. Depois disso, nenhuma outra criança quis brincar conosco. Então sempre fomos só nós dois. Algumas vezes, se uma pessoa caridosa nos dava sobras de arroz frio, nós nos escondíamos no celeiro de um vizinho para não acordar o nosso pai desmaiado de tão bêbado e nos revezávamos mordendo a bola gelada de arroz. Sempre fazia sol na represa, e, quando tínhamos sorte, conseguíamos até macarrão instantâneo com os pescadores que vinham de Seul. Em dias de mais sorte ainda, íamos até uma loja a uns oito quilômetros e trazíamos cigarros para eles em troca de algumas moedas.

Levei muito tempo para perceber que estávamos esperando por nossa mãe, que havia fugido de casa. E foi só depois de muito, muito tempo que percebi que, apesar de tudo o que eu me lembrava dela serem o rosto inchado e os machucados que cobriam seu corpo castigado pelas surras que levava de nosso pai, eu esperava que ela voltasse para casa, com hematomas e tudo, e matasse aquele homem, que começava a nos bater no instante em que acordava de seu torpor embriagado naquele quarto abafado. Eu queria que ela viesse nos salvar. Minha lembrança mais antiga na vida é a de querer matar. Mas, já que aquele sentimento de espera - ainda que eu não soubesse pelo que esperava - nunca se dissipou completamente. Acho que isso aconteceu quando eu tinha cerca de 7 anos.


Notas Finais


E foi isso meu povo
Espero que tenham gostado
Comentem aqui embaixo o que acharam
Aceitamos melhorias e críticas
Sigam o nosso perfil, tem muitas histórias boas por vir
Obrigada por lerem♡
~Mãe do Day6


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