História Out of This - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~Anagassen

Postado
Categorias Girls' Generation
Personagens Jessica, Taeyeon, Tiffany, Yoona, Yuri
Visualizações 65
Palavras 1.923
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Orange, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Beeem, essa fic será atualizada toda semana, é um promessa minha a mim mesma kkkk
Ela é, em todos o sentidos, um desafio para mim, mas que tem me empolgado muito. De verdade.
Agora a história começa efetivamente e vamos ver a trajetória de Yuri até chegar ao ponto do prólogo.
Enfim, sem mais delongas, vamos lá.

Capítulo 2 - Um recomeço?


Hoje era um dia realmente importante. Construir uma empresa com a sombra do sobrenome Kwon não era tão fácil quanto parecia ainda mais com meu pai querendo se meter em tudo o tempo inteiro. Ainda uso o sobrenome Kwon pela força e algumas facilidades que ele traz na negociação.

Mas conseguir finalmente fazer a compra de uma empresa de publicidade que vinha surgindo, mas com bastante força, e, o melhor de tudo, conseguir sozinha, havia me dado um prazer que eu não sabia explicar.

Finalmente, o dia de assumir a empresa havia chegado. Acordei cedo, peguei uma camisa cinza e uma gravata preta com um colete um tom mais escuro que o da camisa. O blazer era apertado acentuando minhas curvas, um tom mais escuro que o do colete e a calça no mesmo tom do blazer com saltos pretos. Sempre usava ternos para trabalhar, pois achava que trazia uma certa imponência além de um ar de confiança no que eu estava fazendo para os outros.

Quando desci as escadas e me preparava para sair, avistei Yoona sentada a mesa da cozinha tomando café.

– Não sabia que ainda estava aqui.

Falei num tom frio. Não era exatamente minha intenção ser grosseira, mas ela sabia que não devia estar aqui essa hora.

– Eu acabei dormindo mais do que devia... Senhora.

Percebi que seu olhar que estava direcionado a mim enquanto falava, agora baixou até o chão.

– Tudo bem. Eu tenho um dia realmente cheio hoje. Então eu ligo para você, mas acredito que só nos veremos na sexta-feira.

Falei já indo em direção a porta. Percebi que ela concordou com um rápido aceno e voltou a tomar o seu café.

Entrei no meu Porsche 911 grafite a acelerei até a empresa. CaTadvertising ficava bem no centro de Nova York e isso acabava me deixando com um trânsito que eu não gostaria de enfrentar sempre.

Cheguei a empresa já subindo para o último andar. Percebi que a dinâmica da organização me agradaria. Não havia salas, tirando um que possivelmente seria para reuniões. No mais, todos trabalhavam num espaço, cada um com seus computadores e um grande provavelmente para divulgações de ideias.

Fazer campanhas publicitárias para empresas nem sempre era simples, mas era um ramo que realmente me interessava e depois de finalmente sair da financeira do meu pai, parecia ser o certo a se fazer. De longe, percebi que todos trabalhavam de um jeito mais descolado, mas isso em nada abalou minha confiança quanto a minha vestimenta. Era assim que eu gostava de me vestir.

Mal percebi que todos os olhares se voltaram para mim. Prontamente ajeitei minha postura e falei num tom de voz em que todos escutariam.

– Bom dia. Acho que alguns já sabem quem eu sou, mas mesmo assim irei me apresentar. Meu nome é Kwon Yuri e a partir de hoje irei conduzir a empresa com vocês.

Falei e percebi que a grande parte balançava a cabeça concordando já ciente de que eu havia adquirido a empresa. Uma mulher se aproximou com um sorriso no rosto.

– Será um prazer poder trabalhar contigo, senhorita Kwon. Me chamo Tiffany Hwang.

Sorri brevemente para ela que continuava sorrindo. A antiga dona me falou que Tiffany era praticamente a alma desse negócio e que tomava conta de tudo quando ela parecia não ter interesse. Talvez por esse motivo tenha me vendido.

– Espero conseguir atender as expectativas de vocês. Sei que é difícil confiar em alguém que vem de uma empresa financeira, mas acreditem, eu realmente estou onde eu acho que posso ser melhor.

Falei e percebi que algumas pessoas, dessa vez, prenderam a sua atenção a mim.

– Agora, eu vou ter uma breve reunião com Tiffany, para que ela possa me atualizar dos nossos clientes e como podemos direcionar e organizar tudo o mais rápido possível.

Caminhei em direção a sala que detectei como sendo para reuniões e fui seguida por Tiffany.

Sentei e percebi que ela parecia nervosa. Fitei seus olhos intensamente tentando extrair o máximo que pudesse dela. A antiga dona me dera todas as recomendações sobre Tiffany e nenhuma foi negativa. Decidi agir instintivamente.

– Quanto você tem no banco para investir nesse negócio?

Perguntei e percebi seus olhos se arregalarem e ela sentou ao meu lado.

– Por um tempo eu pensei em comprar, mas eu não tinha... o dinheiro, você sabe, era muito.

Falou timidamente e prontamente eu percebi que ela era o tipo perfeito de pessoa para se trabalhar junto. Ela amava aquela empresa mais do que a própria pessoa que fundou e isso não era algo que pudesse ser pago.

– Você ainda não respondeu minha pergunta.

Falei num tom frio.

– 25 mil.

Respondeu sem pestanejar e eu percebi que ela realmente vinha juntando dinheiro para isso.

– Lhe dou 40% da empresa por esse valor.

Percebi que a cor que coloria sua face foi se esvaindo e, por um curto momento, fiquei preocupada. Claro que a empresa valia muito mais do que isso, mas eu precisava de alguém com sentimento de dono para tocar o negócio comigo.

– M-m-mas...

– Tenho algumas condições.

Cortei antes que ela pudesse dizer alguma coisa.

– Você não pode sair da empresa nem vende-la nos próximos 5 anos e a palavra final ainda continuará sendo a minha. É pegar ou largar.

Percebi que ela me analisava talvez tentando entender minhas intenções pela oferta. Por fim, parece que se convenceu.

– Fechado!

Exclamou e o sorriso que vi antes logo voltou aos seus lábios. Era o sorriso mais lindo que já vira, não podia negar. Sorri também e apertei sua mão.

O restante do dia foi extremamente corrido. Apenas assinando papeladas de transferências. Tiffany ficou ao meu lado o tempo inteiro e isso só me confirmou que eu havia tomado a decisão certa em torna-la minha sócia da empresa.

--

Cheguei simplesmente exausta e tudo que eu queria era tomar um banho e deitar. Para minha surpresa, Yoona encontrava-se na sala deitada no sofá com uma lingerie vermelha só porque sabe que essa cor me mata.

Fechei os olhos tentando manter minhas ideias no lugar. Aproximei dela e estiquei a mão.

– Preciso das chaves do apartamento.

Falei num tom comedido. Percebi que minha decisão tinha sido a melhor quando vejo seus olhos marejados. Yoona estava se apaixonando e isso era a última coisa que eu queria dela.

Para o meu alívio, ela pegou suas roupas, tirou as chaves de dentro da bolsa e me entregou. Olhei para ela um pouco preocupada, mas ela sabia como as coisas seriam quando assinamos o contrato. Era puramente sexual e ela aceitou ser minha submissa.

Esperei que ela se vestisse e a acompanhei até a porta. Depois que ela saiu sentei no sofá. Folguei a gravata e abri o colete. Realmente gostava da minha relação com Yoona, mas me envolver sentimentalmente estava fora de questão.

– Uma pena.

Falei e num impulso levantei e subi as escadas praticamente correndo tirando a gravata do meu pescoço por completo no processo. Cheguei até meu quarto. Postei-me na frente do espelho e fui retirando lentamente a minha roupa. Primeiro o colete, depois a camisa de botões. Ao deixa-la deslizar pelos meus ombros já consigo visualizar algumas das cicatrizes. Passo a mão por uma próximo a costela particularmente grande e fecho os olhos quando a lembrança de como ela foi causada me inunda.

Continuo o processo tocando cada uma delas. Fecho os olhos e as imagens aparecem muito nítidas na minha mente.

Hyomin me olhava com um desejo. O chicote em sua mão e meu corpo suado já mostrava o quanto eu havia apanhado. Sentia o desejo passando por todo o meu corpo e ao mesmo tempo uma sensação de humilhação que eu não deveria me condicionar a isso.

Olhei em seus olhos e, naquele momento, percebi que eu nunca ficaria livre disso. Eu era escrava do meu desejo e Hyomin sabia muito bem como me manter desejando eternamente ela.

– Senhora, por favor...

Falei com a voz arrastada desejando a dor que não tardou a vir, dessa vez o chicote pegou na minha costela e senti o sangue sair lentamente escorrendo pela lateral do meu corpo. Joguei a cabeça para o lado tentando afastar os cabelos do rosto. Encontrava-me de joelhos a seus pés, a mãos algemadas para traz.

Ela sorriu e, numa puxada rápida, me levantou. Percebi que ela pegou um dildo, chupou ele e passou a roçar na minha intimidade. Abri rapidamente as pernas para dar mais acesso a ela.

– Vamos ver quanto tempo você aguenta sem cair...

Suspirei em expectativa. Antes ela vendou meus olhos e colocou uma mordaça em minha boca. Ali no escuro, desejando o toque de Hyomin, me fez perceber que eu nunca me senti tão vulnerável em toda minha vida.

Engasguei-me com a mordaça quando senti ela colocar grampos apertados nos meus seios. Minhas pernas tremeram e eu senti que poderia me desmanchar apenas com aquilo. Mas eu precisava de mais, muito mais.

Respirei fundo e me firmei. O silêncio na sala era inquietante fazendo com que eu desejasse ainda mais seu toque. Que demorou. Não sei quanto tempo, mas mais do que eu poderia suportar.

Sem piedade, ela enfia o dildo inteiro em mim me fazendo gemer e, pela segunda vez, minhas pernas tremerem. Os gemidos saíam abafados devido a mordaça. Sentia suas mãos tocando na minha bunda, apertando, enquanto o movimento de vai-e-vem dentro de mim se intensificava. Senti sua respiração no meu ouvido e uma chupada forte no lóbulo.

– Se você gozar e continuar em pé eu posso lhe fazer gozar de novo.

Minhas pernas tremeram pela terceira vez. As estocadas dentro de mim não diminuíam, gritei contra a mordaça quando senti me desmanchar no dildo ainda dentro de mim. Senti que estava perdendo minhas forças, mas de um jeito inexplicável consegui ficar em pé.

Senti quando suas mãos se afastaram de mim.

– Você quer mais?

Perguntou e eu apenas acenei concordando sabendo que ela estava vendo. Meu corpo inteiro tremia, mas o desejo de ser dela de novo, de deixar ela fazer o que quisesse comigo era maior do que qualquer outro pensamento. Não existia dignidade quando se tratava do que Hyomin podia fazer comigo.

Sem um aviso prévio, ela enfia o dildo novamente em mim. Eu já estava completamente encharcada facilitando com que o objeto entrasse facilmente em mim. Dessa vez ela não tirou, manteve ele dentro de mim e ligou o vibrador. Se me perguntassem qual das duas sensações eu escolheria, eu nunca saberia responder.

Minhas forças estavam todas direcionadas para me manter em pé, mas quando Hyomin deu uma estocada mais forte, juntamente com o vibrador senti meu corpo literalmente se desmanchar e as pernas cederem. Hyomin me segurou em seus braços e me arrastou até a cama. Deitou-me de lado com um cuidado que eu não estava acostumada a receber dela.

Abri os olhos e percebi que apertava a cicatriz na costela com força. Lágrimas se formaram em meus olhos. A sensação do toque dela em mim trazia uma repugnância de quem eu era, de quem eu ainda sou que eu não sabia explicar.

Eu não sabia o que pensar ou o que sentir, a única coisa que tinha certeza era de que nunca mais queria que alguém me tocasse daquele jeito... Que não queria que ninguém me tocasse de jeito nenhum.

Arrastei-me até a cama, mais esgotava do que antes e deitei abraçando os joelhos. Apesar de todo o cansaço que sentia, essa, com certeza, seria uma daquelas noites em que passaria em claro com meus fantasmas que não me deixavam em paz.


Notas Finais


E aí?
Gente, como vocês perceberam, essa história tem um pouco de 50 tons de cinza, mas não vou seguir muuito os livros, até porque eu não os li realmente.
De qualquer forma, gostaria de saber se está agradando, no que preciso melhorar, de verdade, aceito qualquer crítica que possa tornar a história melhor.


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