História Outlaw Queen -One Shot's - Capítulo 7


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood
Tags Erótico, Evilqueen, Outlaw Queen, Outlawqueen, Robinhood
Visualizações 65
Palavras 2.586
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Nesse eu tbm dei uma viajada muito loka aki!

Capítulo 7 - Bandit! Outlaw Queen


Fanfic / Fanfiction Outlaw Queen -One Shot's - Capítulo 7 - Bandit! Outlaw Queen

Meus guardas me informaram sobre aquele tal Rei dos Ladrões, parece que vive em uma vila perto das minhas terras, e eu tenho um plano pra me encontrar com ele e não ser reconhecida. Tirei minha maquiagem deixando apenas a sombra nos olhos, fiz uma trança desajeitada, não tinha mais jeito pra isso, e por fim, vesti uma roupa mais simples, tipo uma ladra. Peguei um de meus cavalos, coloquei selas e equipamebte de corrida, que eram os mais vendidos.

Cheguei até a taverna onde ele trabalhava, comecei a rondar a área, tinham algumas meretrizes, um bordel do lado da taverna. -Ele deve ter bia diversão -penso, logo me aproximando da taverna. Quando entro, evitei falar com as pessoas, apenas cheguei no balcão e não sei se era ele, mas se fosse, não esperaria que fosse tão bonito.

-Com licença,... -digo com minha voz fina, o loiro me olha de forma sorridente, realmente não me reconheceu. Abaixei meu rosto para evitar que me reconhecesse. -Eu estou procurando um ladrão, Robin Hood. -digo, ele se apoia no balcão e me olha desconfiado.

-Quer alguma coisa pessoal com ele? -ele pergunta, eu já sei que é ele, por si ele já se dedurou.

-É você, não é? -digo, ele riu e novamente se afastou indo até outro, senti um braço no meu ombro e me virei assustada. -Quero nada contigo, Nottingham. -digo, aquele xerife era um perseguidor de Robin Hood, mas ele não fez nada exceto dar de ombros e se afastar.

-E então, qual seu nome? -ele pergunta, tinha que pensar em um nome rápido, mas eu sou idiota e não pensei, o que eu disse?

-Meu nome é Regina. -ele passou a ficar um pouco desconfiado, mas sorriu, pareceu gostar mesmo do meu nome. -Você se dedurou, Robin, sei que é você.

-Pois é, sou eu. -ele diz irônico, achei que tinha pagado o maior mico da minha vida. -O que uma mulher como você faz num lugar como esse? -ele pergunta, eu não ia dizer: "Tu tá preso", ali na frente de um monte de gente, então, falei o que já tinha falado.

-Eu estava te procurando. Ouvi falar que rouba dos que tem muito para dar aos que tem pouco. É verdade ou só blefe? -pergunto, ele me da um copo com cerveja, fazer o que? Eu bebi. Não gosto de beber.

-No meu tempo livre eu banco o ladrão. -ele diz irônico me fazendo rir, evitava rir muito alto, minha risada era grosa e mesmo bancando outra pessoa, ainda era a de Rainha Má. -E posso saber por que veio atrás de mim?

-Eu... Sinto interesse no que você faz. Gostaria de te ajudar. -digo. Quem nunca teve que improvisar uma historinha não sabe o que é desespero. Por sorte ele acreditou, ele tinha um olhar forme, ainda por cima era bonito demais. -E... Sinto um certo interesse em você. -digo, ele fez uma posição mais sexy dessa vez, fazendo eu me lubrificar um pouco.

-Que tipo de interesse? -ele pergunta, fico calada e penso em dizer coisas sobre mim que ele não sabia, então, disse coisas sobre a Rainha Má.

-Sexualmente. Meu pai vive dizendo que... Isso é um pecado gravíssimo, é errado. -digo, realmente meu pai dizia isso pra mim, Luxúria é um pecado grave. -Mas, eu parei com essas coisas faz dois anos e já sei me controlar. -digo, ele voltou a sua posição normal, desanimado. -Então, aceitaria minha ajuda?

-Toda ajuda é bem vinda. Pode ficar por perto ou aqui na taverna até a noite, te levo pro acampamento.

Depois disso, fiquei por perto, mais longe dos outros, notava que Robin às vezes me olhava, apenas retribuía com um sorriso.

Já era noite, eu estava cansada, Robin já tinha parado de trabalhar e chamou outro para ficar no seu lugar, eu já estava dormindo em cima do meu braço, que já doía.

-Quer dormir aqui? Tenho um quarto sobrando. -ele diz, olho pra ele ainda com sono, afirmei com a cabeça. -Venha. -ele pegou uma chave e me entregou, subimos as escadas e ele abriu a porta, entrei com Robin. -Pode ficar aqui. -ele diz, sorrio, ele deu meia volta, mas, segurei seu braço fazendo-o olhar pra mim.

-Você não... Quer nada comigo? -pergunto fingindo desaponto, ele sorri malicioso e morde os lábios, mas aparentava ser um homem difícil. -Nem um... Pouquinho? -pergunto, até que ele vira seu corpo pra mim, peguei seu ombro nas minhas mãos, o puxando pra mais perto.

Ele mesmo tomou meus lábios, aproveitei que ele estava distraído e fiz um movimento discreto com a mão trancando a porta. Eu não tinha costume com o contato, a mão na minha bunda, as pessoas me respeitavam. Minha mão partiu pra seu colete e o desabotoo com bastante força de vontade. A maneira que ele tirou minha blusa foi repentina, me fazendo dar um gritinho de susto. Ele parou para admirar meus seios, era muito estranho pra mim, ele ficar olhando só pra isso. Apenas ignorei e tirei a camisa dele fora, me esfregando no seu abdômen. Ele foi para meu pescoço, e esse local me causa espasmos e gemidos, e aqui não foi diferente, fui jogada na cama como um animal, mas gostei do comportamento dele. Minhas roupas já estavam no chão, ele sugava meus seios com um verdadeiro animal, eu odiava ficar embaixo, então revirei e fiquei em cima dele, ele apertava minhas costelas e eu me encaixo nele por acidente, estávamos com os corpos colados. Comecei a cavalgar em cima dele, mas estava sendo complicado.

Acordei abraçando as cobertas, cobrindo apenas meus seios e parte da barriga, eu estava sozinha, Robin tinha ido embora, fez eu me sentir ridícula ali sozinha na cama. Peguei minhas roupas, mas estavam rasgadas, podia usar minha magia, mas ele iria desconfiar. Mas, foda-se, usei minha magia e vesti um longo vestido azul com bordas pretas, Soltei o cabelo e tentei ficar o máximo diferente possível.

-Acabou com minha blusa, Robin! Você é agressivo. -digo me aproximando dele, ele da uma risadinha debochada, veio até mim e estranhou o vestido. -Eu... Encontrei. É bonito.

-Ficou ótimo em você. Então, você não tem que voltar pra sua casa?

-Por quê? Quer que eu volte? -pergunto fingindo desaponto, ele apenas se aproximou de mim e riu baixo.

-Não, mas... Você parece ter uma família que gosta de você. -ele diz, mal sabia ele o que eu vivia, mas não contei nada. -Não vai voltar?

-Vou, e... Obrigado por hoje a noite. Foi muito bom. -digo, dando um um beijo em sua bochecha e indo em direção a porta.

Quando chego no castelo, a primeira coisa que fiz foi tirar meu vestido, ele era muito desconfortável. Bem, tudo que descubro sobre esse ladrão é que ele é um mulherengo, mas me deixou totalmente satisfeita.

No outro dia, fiz o mesmo, voltei aquela taverna em uma tarde, me sentei a frente do balcão.

-Oi. Não tem problema se eu voltei, não é? -pergunto e ele nega com a cabeça, se aproxima de mim e me da um copo. -Então,... Antes de ontem nós...

-Eu sei. Foi muito bom, sabia? -ele diz mordendo os lábios e me olhando malicioso. -Que bom que voltou. -ele diz, coloco o copo mais pra longe, olho pra ver se tinha alguém perto.

-Então, toparia dar uma volta comigo? -pergunto, ele faz uma cara de decepção, olhou para os pés. -O que foi?

-Talvez, mas... Posso mais à noite. -ele diz, levo minha mão até o rosto dele e acariciou, ele tem uma barba rasa e uma pele macia. -Você gosta dessa barba, hein? Posso deixar o Jhon no meu lugar e saímos agora.

-Seria ótimo. -digo, o acompanho até esse Jhon e evitei olhar pra ele.

-Jhon, pode ficar no bar o resto do dia? -ele pergunta, Jhon era um cara baixo e, sem querer ofofender, não parecia que me reconheceria, cobri parte do meu rosto com o cabelo e ficou ótimo.

-Ah, claro! Mas... Por que?

-Eu vou sair um pouco. Obrigado se for ficar no meu lugar. -ele diz, Jhon saiu e Robin me levou até o lado de fora da taverna, nos sentamos do lado de fora. -Então, sabe cavalgar?

-Acho que você sabe a resposta. -digo piscando o olho, se é que ele entendeu o duplo sentido. -Brincadeiras a parte. Eu adoro cavalgar. Tenho, inclusive, meu próprio cavalo. -digo, ele sorri e tem um sorriso tão bonito...

-Tá bem. Então, vamos? Tenho alguns cavalos. -ele diz, me levanto e ele me leva até os estábulos. -Esse é Nero. Vai se dar bem com ele.

-Tudo certo. Aonde vamos? Tem uma lagoa muito bonita perto do m... Do palácio da Rainha. -digo, ele fez uma expressão assustada, mas parece que confia em mim.

-Não acha arriscado?

-Achei que gostasse. -digo e ele sorri, montamos nos cavalos e fomos em direção a lagoa.

Tinham muitas árvores no caminho, mas árvores que eu, na minha opinião, são lindas. Deixamos os cavalos numa árvore e ele ficou admirando a lagoa.

-Nossa! É muito bonita! -ele diz, pego em seu braço e fico em sua frente, apertei seu bíceps, era tão forte! Me aproximei dele, o beijei. Fomos indo mais fundo, tiramos nossas roupas, entramos na água. -É gelada.

-Não. Ignora isso, meu objetivo aqui é outro. -digo, voltei a beija-lo, ele dói para o meu pescoço deixando chupões, e um deles ficou marcado bem no meio do pescoço. -Nossa! Se nos pegam nessa lagoa... Estamos muito fudidos. -digo e nós dois rimos.

-Você me trouxe, então, você aguente. -ele diz, beijando meus lábios e apertando meu quadril.

Se passaram uns dias, e falando sério, eu não quero mais prende-lo, temos uma boa amizade, muito além disso... Mas, mesmo com isso tudo, eu tenho que dizer pra ele, tenho medo de sua reação, se ele me abandonar ou algo do tipo? Mas deixa-o mais importante é a sincesinceridade.

-É... Podemos conversar um pouquinho, Robin? -digo me aproximando dele, o levando pra bem longe da taverna. Estávamos na beira da estrada, ele tinha um sorriso no rosto. -Então, preciso te dizer uma coisa. Mas antes, quero dizer que eu... Eu... Bem, acho que você sabe o que quero dizer.

-Se for o que estou pensando, também gosto de você Regina. Mas você é muito estranha, sabia? -ele diz irônico, me fazendo rir. Robin se aproxima EME da um beijo demorado, e meu medo só aumentava.

-É sério, preciso te contar algo. Muito importante. -digo, ele começou a se preocupar, eu comecei a enlouquecer, sei lá. -É que... Robin, antes de te contar, o que eu sinto por você não mudará. -digo, ele cruzou os braços e começou a me estranhar. -É que eu sou... Bem, veja você mesmo.

Depois disso, me envolvia em minha fumaça roxa e voltei a ser a Rainha, ele ficou impressionado, mas também decepcionado, tentei me aproximar dele, mas ele se afastou.

-Robin, por favor,.... -tento me aproximar, ele se afastou, como se me empurasse. -Robin, não faz isso comigo, por favor.... -sussurro e me aproximo dele.

-Não. Você mentiu pra que? Queria me matar?! -ele pergunta, afirmei com a cabeça, ele fechou os olhos, eu tinha uma expressão preocupada. -Por isso você conhecia todos aqueles lugares, você os frequenta.

-Você... Mudou de sentimentos agora que sabe quem sou eu? É assim? Robin, você mesmo disse que me amava, por isso estou te contando. -digo, sem resposta, ele tinha a cara fechada e sentia raiva de mim. Comecei a chorar só de pensar que ele me odeia.

-Não chore, por favor! -ele pede, limpo as lágrimas e faço uma cara mais séria. -Eu não... Mudei meus sentimentos, mas acredito que você tenha mudado. Sua personalidade e muito orgulhosa.

-Robin, me dê uma chance.

-Pra que? Você jogar fora depois? -ele diz, não hesitei e quand me dei conta já tinha dado um tapa na cara dele.

-Desculpa, não foi intencional. -digo, mas ele passa a mão onde lhe dei o tapa, baixei o rosto. -Então? Mereço uma oportunidade?

-Você é uma mulher bonita, tem mais coisas pra fazer do que ficar esperando um ladrão te dizer que "sim", não se iluda com isso! Pois minha resposta continua sendo não.

Quando ele saiu, as lágrimas começaram a escorrer pelo meu rosto, sem razão alguma, mas afinal, por que eu me importava? Usei minha magia e voltei Lara o palácio, queria poder morrer depois daquele fora. Olhei para as minhas poções, corri até lá na esperança de encontrar algo que poderia me ajudar, mas nada. A não ser que fizesse.

-Vamos, por favor... -digo a mim mesma, eu tinha a agulha nas mãos, era só fincar no meu dedo e pronto, eu não ia mais sofrer, mas antes, fui até meu espelho. -Mostre-me o Robin. -ordeno, e fiquei por um tempo observando, até que uma mulher se aproxima, e não pude crer no que vi, ele fez com ela a mesma coisa que fez comigo.

Voltei àquela maldita taverna, em passos apressados, todos me olharam mas eu ignorei todos, cheguei a frente de Robin e ele me olhou torto, estava ainda coma quela mulher, eu senti ciúmes até o último fio de cabelo.

-Você é um idiota! -digo e logo dou um tapa na sua cara. -Dessa vez foi intencional, da próxima vez que se meter comigo, pense: "Coração é terra que pé de homem não pisa". -digo e vou embora, aliviada. Robin foi atrás de mim, agarrou meu braço com força. -O que foi?

-O que foi isso?!

-Ah, me desculpa, Sr. Ignorante, mas eu não posso dar um chiliques de vez em quando? -pergunto irônica, logo rindo. -Eu não me importo mas se você me diga sim ou não, os dois vão me levar pro mesmo caminho.

-Ah, você ainda está emburrada com aquilo? Eu estava nervoso, eu tinha acabado de descobrir que você era a.. Rainha Má! E eu estava apaixonado por você! E você é... Anti-paixão.

-Escuta, você é um idiota, só isso! E não acredito que transei com você! -digo e me viro, indo embora, mas, ouço um risadinha dele e apro.

-Eu acredito, e foi muito bom! -ele diz irônico, me virei e fiz uma cara de quem estava desconfortável. -Vem aqui. -ele pede, mas cruzo os braços. -Você está pedindo. -ele veio na minha direção, eu não o temia, até ele me colocar em seus ombros e começar a me carregar pra longe.

-Robin! Me ponha no chão! -ordeno, mas ele não diz nada, apenas me atira no gramado e se deita ao meu lado. -Que vergonha, Robin!

-Por que? -ele pergunta, subindo em cima de mim, com seus braços ao redor das minhas costelas. -Meu não virou um sim.

-Seu não pode ter virado qualquer coisa, ainda será um não. Robin, você está querendo ficar comigo porque se sente obrigado, e eu não quero te forçar a nada. Então, tenho coisas pra fazer. -digo, me levantando e limpando minha blusa, logo o sinto me puxar e me beijar.

-Eu amo você. -aquelas clássicas palavras...

-Eu te amo não é gíria pra falar pra todo mundo. -digo, o sinto apentar mais minha cintura, me pressionar mais nele.

-É sério, eu te amo.

-Espero que seja verdade... -digo manhosa, lhe dando um abraço e chorando um pouco no seu ombro. -Também amo você, mas... Não dá. Então, volte ora sua taverna, cuide dos seus problemas e eu cuido dos meus...

-Posso te ver qualquer dia desses?

-Talvez eu te encontre na estrada... 



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