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História Outsider: Aquele fadado a viver em constante dor - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


Olá, mais uma vez pessoal
Espero que esteja tudo bem com vc6
Estou postando mais um cap desta história, que uma bem curta por sinal, logo ela terá seu final
Espero que todos acompanhem e deixem seu apoio, mas caso não puderem fazer isso peço que apenas leiam ela, isso já me deixa muito grato.

Capítulo 2 - Corrompidas


Com o decorrer do tempo, os espancamentos pioravam, meu pai achava que eu não sentia dor e ele estava certo, eu era apenas capaz de sentir oque as vozes me diziam para sentir.

Foi neste mesmo período que a conheci, finalmente fui capaz de escutar aquela voz que era baixa e chorosa, seu tom não era tão alto quanto as outras vozes, mas eu sempre pude escuta-la tão bem.

Foi a partir deste momento que minha face apática se alterou um pouco, podia se notar uma leve melancolia em meu rosto desde então.

Na escola ou estava sofrendo bullying ou sendo evitado, aqueles ao meu redor costumavam seguir por esses dois caminhos. Exceto q os primeiros se cansavam de me incomodar, afinal eles não conseguiam nada mexendo comigo.

Eu não fui capaz de perceber na época, mas cada vez que passava por uma situação dessas, onde encarava esses alunos metidos a valentões e os evitadores de problemas que o garoto sem expressão poderiam causar, as vezes iam cada vez mais possuindo um tom mais sombrio.

A coisa se intensificava ao chegar em casa, acho que esses dois ambientes contribuíram para as mudanças nas vozes. Pra quem se achava capaz de entender oque cada uma delas queria dizer, eu fui bem descuidado nisso, mas creio que eu não poderia ter feito nada quanto a isso.

Não consigo me lembrar ao certo quando foi, apenas sei que em um certo ponto elas começaram a me dizer coisas um tanto quando macabras. Elas não paravam de dizer pra eu silenciar todos aqueles que diziam coisas sobre mim pelas coisas, quebrar todos os ossos daqueles que levantaram a mão pra mim.

Eu agradeço imensamente ao meu irmão que conseguia me manter calmo a todo momento, perto dele eu não era capaz de escutar nada, podia sentir que eu era eu mesmo nesse momento. Até cheguei a pensar que poderia suportar tudo isso se ao menos estivesse perto dele.

Infelizmente eu estava totalmente errado, com o tempo passando e eu ficando cada vez mais nesses ambientes, tudo estava fadado a ter um fim trágico, só estava me forçando a acreditar que ainda existia uma possibilidade de ter um bom final.

Tudo ficou ainda mais fora de controle em uma noite fatídica, uma noite em que tudo estava silencioso, tudo exceto minha mente, lá era onde o verdadeiro caos teve início, um local onde ninguém imaginaria, ou talvez alguém pudesse, apenas que esse alguém acreditava fortemente que esse dia nunca chegaria.

O dia em que eu escutei pela primeira vez aquela risada maníaca e incontrolável, que despertou em mim uma sede de sangue formada pelo acumulo de ódio por tudo e todos desse mundo.

Você pode achar q isso é completa bobagem e paranoia minha, mas escute até o final.

Não fui tomado por esse instinto totalmente no começo, tive a capacidade de perceber as mudanças e me trancar no banheiro. Lá me olhei no espelho e vi que meus olhos estavam vermelhos, tão vermelhos quanto o sangue.

Quando encarei minha face em meio ao espelho, eu tive medo, instintivamente eu percebi oque iria fazer e isso me trouxe medo. Aquele que tanto quis sentir qualquer emoção por conta própria, se decepcionou ao perceber o que aquilo significava.


Notas Finais


Espero que nos encontremos futuramente, tanto nesta história quando em outras
Até mais ver meus amigos. Isto não é um adeus, é apenas um até logo.


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