História Over Again - Imagine (Jonghyun - Yoongi - JungKook - Bin) - Capítulo 55


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Categorias Amanda Seyfried, Bangtan Boys (BTS), Big Bang, Cara Delevingne, Chloë Grace Moretz, GD & TOP, G-Dragon, Histórias Originais, Lana Del Rey, Lee Dong Wook, Mitologia Asteca, Mitologia Grega, Mitologia Nórdica, Mitologia Romana, Park Hye Min (Pony), SHINee, Stray Kids, Yoo Seung-ho
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jonghyun Kim, Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Lana Del Rey, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
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Palavras 4.371
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Lírica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Poesias, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hot, para quem gosta de hot e com muito amor, para quem ama esses meninos❤

Capítulo 55 - O que você fez comigo?


Fanfic / Fanfiction Over Again - Imagine (Jonghyun - Yoongi - JungKook - Bin) - Capítulo 55 - O que você fez comigo?

Yang ON

Acordo com uma grande dor de cabeça, sentindo alguém em baixo de mim — Puta merda, o que eu fiz? —. Abro primeiro um dos olhos, desejando encontrar alguém menos pior que da última vez, então vejo Hope. Ele se mexe e eu caio no lado dele, ainda no banco. Ele abre os olhos e me encara, eu fecho os olhos na hora.

Hope: — Eu vi isso! — Chega mais perto e beija minha bochecha. — Bom dia senhorita Yang!

Yang: — Bom dia! — Abro meus olhos e ao vê-lo com o cabelo bagunçado, sorrio. — Deixa eu ajeitar, bem aqui! — Eu ia pentear seus cabelos com os dedos, mas antes que eu pudesse, ele corta meu ato. Pegando minha mão, a leva até seu rosto e fecha os olhos enquanto a sentia.

Hope: — Suas mãos são tão suaves... — Ele a beija, seu gesto faz com que eu não sinta nem a ponta de meus dedos. Se aproximando cautelosamente, meus olhos se fecham instintivamente e ele me beija. Eu agarro seu rosto com as duas mãos enquanto nossas línguas exploram uma à boca do outro.

Eu nunca senti isso, nunca me senti tão vulnerável perto de alguém. Eu não estava nua apenas de corpo, senti Hope me despindo bem mais, era íntimo, era mais. — Ao nos separar, nos encaramos. Passo uma das mãos em seu cabelo e ele me olha preocupado. —.

Hope: — Eu fiz algo de errado? — Enxuga uma lágrima que nem pensei existir em meus olhos.

Yang: — Des-culpa. — Meu choro se intensifica — Que porra tá acontecendo comigo? —.

Hope: — Calma Yang! Ei, o que houve? — Ele me abraça. — O que houve? Eu fiz alguma coisa? Te machuquei?

Yang: — Só me abra-ça! Não, não me-lar-ga porfa-vor!  — Ele me agarra com mais força  — O que eu tô fazendo? O que é isso? —.

Hope: — Shii... Shiii... Tá tudo bem, tá bom? — Afagava meus cabelos enquanto me abraçava e eu inexplicavelmente não sentia vergonha de estar chorando nos braços de um cara que eu fiquei ontem a noite e mal conhecia. De repente fica tudo silêncio e ele começa a cantar:

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숨을 크게 쉬어봐요

Inspire profundamente

당신의 가슴 양쪽이 저리게

Até que o seu peito comece a ficar

Dormente

조금은 아파올 때까지

숨을 더 뱉어봐요

Expire até que comece a doer pouco

당신의 안에 남은 게 없다고

느껴질 때까지

숨이 벅차올라도 괜찮아요

Até você sentir como

Se não houvesse mais nada dentro de você.

느껴질 때까지

숨이 벅차올라도 괜찮아요

아무도 그댈 탓하진 않아

Tudo bem se a sua respiração ficar um pouco curta,

Ninguém vai te julgar

가끔은 실수해도 돼

Você pode cometer erros de vez em quando

누구든 그랬으니까

Todo mundo erra

괜찮다는 말

Se eu te disser que está tudo bem,

말뿐인 위로지만

Eu sei que são apenas palavras

누군가의 한숨

그 무거운 숨을

내가 어떻게

헤아릴 수가 있을까요

Quando alguém respira

Tão pesadamente assim

Como eu posso ver

Através disso?

당신의 한숨

그 깊일 이해할 순 없겠지만

괜찮아요

내가 안아줄게요

숨이 벅차올라도 괜찮아요

Quando você respira

Mesmo que eu não entenda a profundidade disso,

Está tudo bem.

Eu vou te abraçar!

아무도 그댈 탓하진 않아

가끔은 실수해도 돼

누구든 그랬으니

괜찮다는 말

말뿐인 위로지만

Tudo bem se a sua respiração ficar um pouco curta

Ninguém vai te julgar,

Você pode cometer erros de vez em quando

Todo mundo erra

Se eu te disser que está tudo bem,

Eu sei que são apenas palavras

누군가의 한숨

그 무거운 숨을

내가 어떻게

헤아릴 수가 있을까요

Quando alguém respira

Tão pesadamente assim

Como eu posso ver

Através disso?

당신의 한숨

그 깊일 이해할 순 없겠지만

괜찮아요

내가 안아줄게요

Quando você respira

Mesmo que eu não entenda a profundidade disso

Está tudo bem

Eu vou te abraçar

남들 눈엔 힘 빠지는

한숨으로 보일진 몰라도

나는 알고 있죠

작은 한숨 내뱉기도 어려운

하루를 보냈단 걸

이제 다른 생각은 마요

깊이 숨을 쉬어봐요

그대로 내뱉어요

Ainda que seu suspiro

Pareça sem ânimo para os outros

Eu sei

Que o seu dia foi tão complicado

Que está sendo difícil pra você até mesmo respirar

Não pense em mais nada

Inspire profundamente e expire

Do jeito que você quiser

누군가의 한숨

그 무거운 숨을

내가 어떻게

헤아릴 수가 있을까요

Quando alguém respira

Tão pesadamente assim

Como eu posso ver

Através disso?

당신의 한숨

그 깊일 이해할 순 없겠지만

괜찮아요

내가 안아줄게요

정말 수고했어요

Quando você respira

Mesmo que eu não entenda a profundidade disso

Está tudo bem,

Eu vou te abraçar!

Obrigada por se esforçar tanto e permanecer de pé

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Hope: — Está tudo minha Yang...

Yang: — Por-que você tem-tem... que ser tão-tão ro-mân-ti-co? — Falo soluçando. — Por-que não saiu de fi-fininho?

Hope: — E perder a oportunidade de ver essa bela mulher na minha frente acordar? Depois de uma noite maravilhosa que vivi ao lado dela, seria perder muito. — Eu me aproximo e o beijo novamente. Ficando em cima dele, começo a morder e beijar seu pescoço. — Mas já, tão cedo? — Começa a gargalhar.

Yang: — Vo-cê tá, tá me rejeitando? — Começo a chorar novamente.

Hope: — Não, não, não, não... Pishi... — Ele me abraça. — Só estou brincando com você, meu bebê. Vamos fazer o seguinte, vou levar você para tomar café e depois vamos para minha casa para você tomar um banho e depois, se você quiser, posso levar você em casa ou para sair, ok? — Assinto ainda com beicinho. Ele senta comigo ainda em seu colo.

Yang: — Dormimos mesmo aqui? — Olho para o estacionamento da boate, vendo poucos carros.

Hope: — Pelo jeito, alguém não quis esperar! — Olha para a sua blusa, que eu estava vestindo. — Ficou perfeita em você, mas acho que vai precisar disso... — Pega minha lingerie em cima do banco e me entrega. Sorrio ao pegar de sua mão.

Yang: — Acho que também vai precisar disso aqui... — Entrego sua box.

Hope: — Com toda certeza!

Pegamos nossas roupas espalhadas pelo carro. Visto o meu vestido, mas coloco a camisa de Hope por cima do mesmo. Ele estava dirigindo apenas com o blazer e sua calça. Paramos no sinal e ao ver o reflexo da bela manhã  sobre seu corpo perfeito, pendo minha cabeça para o lado, coloco um dos braços apoiados sobre a porta, levando um dos dedos a boca, o mordiscando ao vislumbrar aquele homão sentado, bem ali, ao meu lado. Hope sorrir, suponho que após perceber meu olhar sobre ele.

Hope: — Não faz isso! — Sorri ao me olhar rapidamente.

Yang: — O quê? — Levo uma das mãos à sua perna e a deslizo sobre o liso tecido da sua calça, chegando até o zíper da mesma.

Hope: — Meu Deus! — Perde rapidamente o controle do carro. — Calma Yang!

Yang: — Eu estou calma senhor Hope... — Digo com um sorriso maldoso. Destravo o cinto, arrasto o banco para trás ao pressionar a alavanca, então me ajoelho no chão.

Hope: — Ei, ei, ei... O que você vai fazer?

Yang: — Só relaxa, Hope! Está tão tenso...

Hope: — Yang, espera, ei, aaaaah... — Suspira com os lábios separados e tentando manter o controle do carro enquanto eu estava com seu membro na boca.

Hope: — Aaaaaah... Yang... — Pressiona com força o volante tentando se controlar.

Eu continuo a chupá-lo, minha língua e a cabeça de seu pênis brincavam. Começo a movimentar minhas mãos e ele arfa, agarrando a parte do banco onde reencostava sua cabeça. Com minha outra mão, arranho levemente seu abdômen, seus músculos faziam com que minhas unhas enfrentassem pequenas protuberâncias, por causa das curvas de seu tanquinho. Ele se contorce e seu membro fica mais duro. Me deu vontade de rir por ver que claramente eu estava o torturando. Começo a aprofundar ainda mais ele dentro da minha garganta. Controlando o fôlego e lhe causando prazer.

Hope: — Aaaah Yang...  Aperto suas pernas enquanto o engulo e o tiro de dentro da boca. Meus lábios beijam suavemente seu membro quando o tiro completamente. Eu o via ir à loucura. 

Ele dobra o carro com tudo, eu me seguro para não me bater. Me levanto e ele rapidamente me ajuda a montá-lo. Coloco meus braços em volta de seu pescoço, ele me aperta sobre seu corpo enquanto se movimenta em mim. Puxo seu cabelo para trás e mordo seu queixo. Ele abre os botões da sua camisa, que eu estava usando e logo depois, abre o zíper do meu vestido, o puxando e deixando meus seios descobertos.

Ele começa sugá-los com força, me atormentando, me fazendo ficar ainda mais molhada com ele dentro de mim. Me jogo para trás assim que ele crava seus dentes em meu mamilo, a buzina é tocada, mas não ligamos. Com minhas pernas tremendo, o ar instável e revirando os olhos ainda fechados, explodo em prazer nele.

Ele continua estocando dentro de mim, eu começo a gemer alto no pé de seu ouvido e comprimindo o início de meus gritos enquanto o beijava, ele aperta minha cintura.

Yang: — Aaaawwn... Mais forte, mais... — Ele arfa para trás. Beijo seu pescoço enquanto sinto seu líquido dentro de mim.

Hope: — AAAAAH...

Me aproximo novamente de seu ouvido e digo: — Gostoso e molhado dentro de mim... Eu amo assim. — Ele ri. — Eu estava com fome disso... — Seus olhos eram cintilantes sobre mim.

Hope: — Agora vamos saciar sua fome de outra coisa. — Sorrio e lhe dou um selinho.

Yang: — Sim, senhor.

Coloco as alças de meu vestido. Ao se aproximar para fechar o zíper do vestido para mim, comigo ainda em seu colo, ele beija meu pescoço. Fecha os botões da camisa que eu vestia, então pego minha calcinha e saindo dele, para voltar para meu banco, ele dá um leve gemido e eu sinto uma corrente passar sobre meu corpo. Ele se arruma, fechando suas roupas.

Hope: — Que garotinha mais sapeca!

Yang: — Culpa sua... — Gargalho cobrindo a boca.

Hope: — Eu gosto disso.

(...)

Uma senhora coloca meu hambúrguer com batata frita na mesa à minha frente. Eu nem sabia que estava com tanta fome, mas ouço minha barriga falar comigo. Pegando meu lanche, dou uma grande abocanhada. Olho para Hope, que me encarava sorrindo com os lábios.

Hope: — Sempre gulosa... — Passo um de meus pés em sua perna. Ele se mexe sobre a cadeira.

Yang: — É mesmo?

Hope: — Insaciável, diria! — Pega seu lanche, incrédulo com minha atitude. Gargalho e bebo meu suco.

Assim que terminamos de comer, vamos até o caixa. Uma garota de olhos verdes e cabelo loiro nos atende. Ele ainda estava com o blazer aberto, ela o seca com os olhos assim que percebe. Ao notar seus olhos sobre ele enquanto Hope pegava sua carteira. Eu o abraço de frente, encostando minha cabeça sobre seu peito. A encarando por cima de meus ombros, lhe lanço um sorriso maldoso e digo apenas com os lábios: — "Ele é meu, vadia!" — Ela me fuzila com os olhos e enquanto Hope tirava o dinheiro da carteira. Sorrindo, o paro e lhe beijo.

Hope: — Amor, calma! — Diz afastando nossos lábios. — Deixa eu pagar logo.

Yang: — Juro que me controlo. — Sorrio a encarando novamente.

Hope: — Obrigado senhorita! — Diz a garota.

Yang: — Pode ficar com o resto do troco, percebi que você gosta disso! — Falo segurando as mãos de Hope e saindo com ele de lá.

Hope: — Que pesado, senhorita Yang!

Yang: — Assim que trato quem tá de olho no que é meu. — Puxo seu blazer, fazendo nossos corpos se colarem.

Hope: — Sou seu agora?

Yang: — Não é? — Ele se afasta de costas, até que nos encostemos em uma parede. Olha para os dois lados e não vendo ninguém por perto, me beija no pescoço, subindo até o meu ouvido. Com a voz rouca, diz: — Ainda duvida? — Agarro seus ombros e subo nele, o beijando. Só deu tempo dele segurar minhas pernas. Aprofundei meu beijo até que ficássemos apetentes um pelo outro.

(...)

Hope: — Chegamos! — Estaciona o carro na frente de uma casa, o tanto luxuosa. Abro a porta e desço. Analiso o lugar e sorrio. Ele sai do carro e vem por trás de mim.

Yang: — Espero que more sozinho!

Hope: — Sim.

Yang: — Booom... — O puxo pelas mãos, e vamos em direção a entrada. Ele pega a chave para abrir a porta, assim que abre, pego impulso e pulo em suas costas. Ríamos como duas crianças aprontando.

Hope: — Preparada para conhecer toda a casa, senhora pepeca? — Começo a ficar sem fôlego de tanto rir do jeito que me chama.

Yang: — Pepeca? Não tinha um pior, não?

Hope: — Mucura?

Yang: — Acho que pepeca é mais elegante, tá bom desse jeito!

Hope: — É mesmo? — Me dá um selinho por cima dos ombros.

Ele me mostrou cada cômodo da casa, então me levando à sala, me deixa em cima de seu piano.

Yang: — Vamos tomar um banho?

Hope: — Vou preparar a banheira. Pode colocar suas roupas na máquina enquanto isso. Tem um roupão limpo no armário do quarto que fica perto da cozinha.

Yang: — Ok. — Ele se vira para ir ao banheiro. — Ei? — Ele me olha.

Hope: — Sim?

Yang: — Tá esquecendo de alguma coisa... — Aponto para minha boca. Ele vem com um sorriso estravagante nos lábios e pegando com as duas mãos em meu rosto, me beija. Seu beijo era terno e lento dessa vez, desfrutávamos de cada sensação que ele nos trazia. Mordendo meu lábio inferior, puxa lentamente até que nos separamos. Olho para baixo sorrindo.

Hope: — Minha pepeca! — Aperta meu nariz.

Yang: — Se não beijasse tão bem, já teria ido embora, depois dessa! — Rimos. Me ponho de pé, abro a camisa. — Pode me dar uma ajudinha?

Hope: — Claro! Para tirar, sempre é um prazer! — Dou um sorriso maldoso enquanto mordo os lábios.

Ele abre o zíper e eu deixo o vestido deslizar por meu corpo, até que caia sobre chão. Ele me vira e me olhando de cima a baixo, me olha nos olhos.

Hope: — Você é perfeita. — Me aproximo e envolvo meus lábios aos seus. Paro sorrindo enquanto desço uma das mãos até chegar dentro da sua box.

Yang: — Você não sabe o quanto! — Ele suspira. — Acho melhor ir logo preparar esse banho. — Tiro minha mão de dentro da sua calça, pego minhas roupas no chão e vou em direção à cozinha sorrindo e deixando-o para trás, apenas na vontade.

Entro na área de serviço e ligo a máquina de lavar,  colocando meu vestido e sua camisa dentro da mesma. Vou até o quarto que ele havia dito que tinha um roupão e pego o mesmo. Me enrolo nele e prendo meu cabelo em um coque. Voltando para a cozinha, abro a geladeira e procuro uns brinquedinhos.

Pego leite condensado, morangos, um vinho e procuro algumas taças. Chegando no quarto, Hope estava tirando a roupa. Me encosto no assoalho da porta, admirando a vista. Ao terminar, ele se vira e quando me percebe, sorri.

Hope: — Por que está aí em silêncio?

Yang: — Gosto de observar essas coisas caladinha... Sem atrapalhar.

Hope: — É? — Vem até mim e me beija. — E o que você está aprontando? — Olha para as coisas que eu tinha em mãos.

Yang: — Vai saber logo, logo.

Hope: — Nosso banho tá pronto.

Yang: — Primeiro vamos brincar. — Coloco vinho em uma das taças e viro de uma vez.

Hope: — De quê?

Yang: — Deita! — Falo olhando para cama.

Hope: — Não paga nem um lanche?

Yang: — Faço mais que isso!

Hope: — Vamos ver... — Fala se deitando na cama e rindo.

Pego o leite condensado que havia colocado em uma taça e faço uma linha de seu peitoral, até chegar em seu abdômen e depois, em cima de seus mamilos. Pego pedaços de morango, que havia fatiado e coloco em cima da linha que fiz, e dois deles, coloco em cima de seus mamilos, pontos esses, estratégicos.

Hope: — Virei uma banana split.

Yang: — Shiii! — Coloco um dedo encostado em seus lábios, para que se cale. Ele o morde e o chupa. É inevitável não rir saliente e mordiscar os lábios depois disso. Passo uma das pernas por cima dele e abro lentamente meu roupão, seus olhos eram fixos em mim. Vou até ele engatinhando sobre a cama.

Beijo seus lábios, então começo a descer devagar. Mordo seu queixo forte, o ar quente de nossos corpos, começa emanar pelo ambiente. Beijo seu pescoço e saboreando seu gosto, chupo ele. Seu corpo se contrai.

Digo com a voz rouca: — Quietinho! — Ele assente, me encarando e engolindo a seco.

Chego em seu peitoral. Minha língua funcionava como um mártir do prazer. Sugo e mordo ele, sua resposta foi um grande tapa em minha bunda. Sorrio e continuo meu dilema. Indo até seu mamilo, chupo, mordisco e como o morango. Ele tinha a respiração completamente instável, começando até mesmo a gemer. Depois de iniciada minha jornada de abuso ao prazer, que eu sabia que lhe causava, vou até seu outro mamilo e faço o mesmo.

Hope: — Aaaah... Yang, eu quero você...  O encaro sorrindo e descendo, minha língua não para. Não perco contato com seus olhos em chamas, mordo seu abdômen, por onde passo. Seu corpo parecia entrar em crise quando eu repuxava sua pele com meus dentes, bem lentamente, permitindo ele sentir sagazmente tudo que eu desejasse.

Quando chego no fim de seu abdômen, começo minha grande brincadeira. Pego a taça de leite condensado e derramo um pouco em meus lábios, passando logo após isso, minha língua enquanto o encarava. Ele me semicerra com os olhos, seu corpo parecia estar sendo contido por ele próprio, para que resistisse a mim. Vou até seu membro e derramo leite condensado nele.

Yang: — Agora sim, minha grande e grossa banana split...

O coloco em minha boca, ele joga a cabeça para trás, afundando entre as almofadas. Chupo cada vez mais forte e derramo ainda mais leite condensado, fazendo escorrer até seus testículos. Começo a chupá-los enquanto minhas mãos deslizavam em seu membro. Hope delirava entre as almofadas e eu só almentava o nível de minha tortura.

Deslizo minha língua até a cabeça de seu pênis novamente e fazendo um movimento circular com ela, o coloco completamente dentro da boca. Eu o sentia na minha garganta. Ele começa a gemer alto, chegando até a gritar enquanto eu aguentava longos segundos sem respirar.

Ao tirá-lo da boca, volto apenas a chupá-lo. Ele puxa os lençóis e eu então movimento ainda mais minha mão em sincronia com minha língua. Sinto seu membro endurecer cada vez mais e então, ele chega em seu ápice dando um alto gemido, soltando o ar pela boca e agarrando forte qualquer coisa ao seu redor. Sugo seu líquido e engulo. Ele se levanta rapidamente e vem até mim com desespero nos olhos. Me puxa e me joga na cama — Ali começaria nossa guerra pelo poder, pelo comando... —.

Eu o aguarro, cruzando minhas pernas em seu quadril. Ele me segura pela nuca, entra em mim, meus músculos se contraem ao reconhecer a viciosa sensação de tê-lo dentro de mim. Finco minhas unhas em sua costa e as deslizo. Ele arfa e então se levanta comigo montada nele.

Indo comigo até a parede e me pressionando na mesma, segura minhas pernas pela parte inferior de meus joelhos. Eu o agarro pelos ombros me impulsionando para cima enquanto gemia sentindo o ar me faltar.

Hope: — Aaaaaaaa...

Yang: — Não para... Eu preciso de mais, mais Hope... Enfia gostoso...

Ele me leva até a cama e me deitando, segura em meus ombros, estocando violentamente e me fazendo entrar em seu ritmo. Meus calcanhares são justapostos no colchão da cama, meu corpo é levado até ele. Ele segura minha cintura e meu corpo vai para trás, chegando ao seu limite, ao seu completo limite. Ele suga meus seios, fazendo minhas pernas tremerem e meus olhos revirarem.

Não suportava mais nada, eu jamais havia chegado ao ponto de ter um orgasmo pelo orgasmo. Ele cai em cima de mim. Fecho meus olhos, sabendo que ele continuava dentro de mim. Acaricio seus cabelos com meus olhos ainda fechados e um aberto sorriso nos lábios. Ele se escondia em mim. Ficamos assim por longos minutos, na verdade, acho que adormecemos por uns 15 minutos imperceptíveis.

Yang: — Acho que precisamos levantar.

Hope: — Aaaah não... — Me abraça, como se me impedisse e eu começo a rir.

Yang: — Tenho que voltar pelo menos para o almoço e você... Você tem que se limpar.

Hope sorri ao olhar para seu abdômen e diz: — Tem certeza?

Yang: — Não... — Começo a rir e ele me olha, apoiando seu queixo entre minhas costelas.

Hope: — Eu ficaria aqui para sempre com você, sabia?

Yang: — É? — Puxo ele para mim e o beijo. — Mas agora precisamos tomar um bom banho!

Hope: — Você que manda! — Ele me coloca no colo.

Yang: — A senhorita pepeca vai no colo novamente?

Hope: — Claro! — Me dá um selinho e vamos para o banheiro.

Hope me coloca na banheira,  pega o vinho e as duas taças. Após nos servir, entra e me puxa para mais perto, virada de costas para ele.

Yang: — Upiiii... — Ele gargalha com a zorra que faço com as espumas.

Hope: — Vou lavar seus cabelos! — Deixa a taça em cima da beirada da banheira,  pega o shampoo e derramando em suas mãos, começa a esfregar em meu cabelo.

Talvez eu nunca conte a ele, mas aquela era a melhor sensação que eu já havia tido ao estar com um cara. Hope e eu éramos carnais, a ponto de saciarmos nossos desejos quando chegássemos ao limite juntos e conectados, a ponto de pela primeira vez, dele me fazer sentir como se já o conhecesse a séculos, por tanta intimidade.

Ele molha delicadamente meu cabelo e passa o condicionador. Tendo o seu cheiro em mim, aquilo era minha terceira maravilha do mundo. Ele esfrega minhas costas e a massageia, me fazendo ir às nuvens. Quando termina, eu me viro para ele.

Yang: — Agora sou eu! — Ele sorri e me entrega o shampoo, depositando um singelo beijo no alto da minha cabeça.

Coloco shampoo em minhas mãos e começo a esfregar bem lentamente seus cabelos. Ele suspira, como se aquilo o acalmasse. Me sinto feliz por dentro, após perceber sua reação. Molho sua cabeça e passo o condicionador, fazendo dois chifresinhos nele.

Ao olhar no reflexo do espelho, que ficava em nossa direção, ele começa a gargalhar e se vira para mim.

Hope: — Sua pestinha! — Mergulha sua cabeça na banheira e então quase que deitados dentro da mesma, nos beijando.

(...)

Pego minhas roupas já enchutas, as coloco e tendo meus cabelos tão macios e leves, apenas os penteio e vou até Hope, que já estava fechando o guarda roupa, assim que chego no quarto.

Yang: — Então...

Hope: — É...

Yang: — Pois é...

Hope: — Vamos?

Yang: — Vamos.

(...)

Destravo o cinto, assim que chegamos na frente da casa do titio. Olho para frente, estávamos calados desde quando saímos da casa dele.

— Quando vamos... — Falamos em uníssono. Rimos com disso. Hope pega em minha mão e a beija, então olha para mim.

Hope: — Eu quero te ver mais vezes. Ontem, hoje e agora, você anda sendo a melhor companhia que já tive. Podemos ir no cinema; sair para jantar; andar de patins; ir à competições de dança ou apenas andar na rua, sem rumo nenhum, mas quero repetir mais vezes nossos encontros. Eu realmente amei passar o dia com você, Yang. — Eu o encarava, nossos olhares eram fixos, límpidos e profundos, um sobre o outro. Tudo às plenas claras — tudo em intensa reciprocidade. —.

Abaixo minha cabeça, com um sorriso nascendo em meus lábios. Eu estava feliz e não haviam palavras para definir o que eu sentia. Passo a mão sobre os meus cabelos, que recaem em meus ombros assim que o faço, então encaro o menino de olhos brilhantes que estava em minha frente.

Yang:  — Eu amei passar o dia com você, Hope! — Vou até ele e o abraço. Continuamos assim por muitos minutos, era um abraço doloroso de despedida.

Yang: — Me manda mensagem quando chegar, quero saber se chegou bem!

Hope: — Sim. — Sorrio e me viro para abrir a porta do carro. — E a propósito... — Olho para ele e assim que me viro, ele me beija. Suas mãos delicadamente seguravam minha cabeça. Os lábios da minha perdição. Ao abrir meus olhos e encará-lo, ele me encara profundamente. — Eu não queria deixar você ir.

Yang: — E eu não queria ir! — Dou um sorriso murcho.

Hope: — Vamos até à porta, quero levar você até lá, pelo menos. — Assinto.

Ele abre a porta e depois dá a volta no carro para abrir para mim. Me dá a mão, então passando um dos braços em volta de mim, vamos até a entrada de casa.

Assim que chegamos à porta e paramos, nossos olhares se cruzam novamente, mas tento desviar, pois eu estava muito triste em saber que ele já ia embora.

Yang: — Então é isso... Boa tarde Hope! — Suspiro ainda não conseguindo encará-lo e me viro para entrar. Ele me puxa por um dos braços e me abraça.

Hope: — Eu sei que você não está bem. Eu não estou conseguindo ficar bem sabendo que vou ter que passar o dia inteiro só pensando em você. — Ele afaga meus cabelos e minhas lágrimas caem. — Obrigado pelo dia maravilhoso ao seu lado, mas pode me prometer uma coisa? — Ele para ao perceber o silêncio quanto a minha resposta e olha para baixo (já que sou menor que ele), percebendo algo de errado. — Yang? — Quando nota minhas lágrimas, fica desesperado. — Ei, não, não, não... Não chora...

Yang: — Des-des-culpa... — Ele enxuga minhas lágrimas. — O que você quer que eu, que eu pro-prometa? — Digo tentando me controlar.

Hope: — Que não vai esquecer de mim, nem de hoje, ontem ou agora.

Yang: — Ain-da preciso prometer? Não é no-notável? — Falo com a voz embargada.

Hope: — Oh, minha Pepeca... — Sorrio em meio às lágrimas.

Então toco a campainha e volto a lhe abraçar.

Yang OFF

Hope ON

Meu coração estava tão dolorido, eu estava odiando vê-la daquela forma. A porta se abre e ao nos encarar, S/N se escora no assoalho da porta sorrindo. Jogo língua para ela, que ri com meu ato e o copia. Então olha para a Yang, que não desgrudava de mim.

(S/N): — Acho que já chega né, senhorita Yang?

Yang: — Sai daqui, sua bruxa má! — Fala resmungando, embalada em meus braços.

(S/N): — Vai logo Hope, antes que ela te faça ficar! — Se aproxima e puxa Yang, que segura forte em minhas mãos. Então sinto seus dedos escaparem dos meus. S/N a leva para dentro e acena antes que a porta se feche.

Meu coração se aperta — Ah Yang, o que você fez comigo? —. Demorei um bom tempo até conseguir sair dali e mesmo quando dobrei a esquina, no final da rua, quis voltar.

Hope OFF


Notas Finais


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