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História Over The Rainbow - Capítulo 19


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Capítulo 19 - Cerejeira


Quando Gumball fecha a porta inevitavelmente minha visão fica turva por causa das lágrimas. Eu não queria agir assim com ele, mas se ele ficasse, nós iríamos brigar de qualquer jeito e não é isso que eu quero. Tento pensar em outra coisa rapidamente, mas a primeira lágrima densa insiste em cair.


Flame vem me tirando do sério há algum tempo e depois de falar absurdos como aquele eu não pude deixar de explodir, tanto de ciúmes, quanto de raiva e indignação. Ouvir tudo aquilo mexeu comigo, e doeu de verdade. O que eu posso fazer? Flame é bonito, é inteligente, e pra completar é rico, quais as chances que eu tenho? Eu conheço bem minha posição, e essa é uma das coisas que me fazem sentir inseguro, eu só canto numa banda e tenho um rosto bonito, o que eu posso oferecer se não isso?  Claro que é o que muitas pessoas procuram, afinal o ruivo não é o único desejado da escola - dou risada pelo tamanho do meu ego -.  Mas quem eu quero de verdade está muito acima desse patamar de pessoas que me desejam.


Saber que o rosado passou o dia todo com o garoto de aparências, vulgo Flame, é um ponto que só ressalta o que ele disse pra mim, que eu e Gumball não iremos dar certo. Afinal, que tipo de assunto eu teria com a tia dele? Sobre móveis ou coisas do tipo?! No que eu poderia opinar, já que a melhor coisa que tenho em casa é um simples sofá de couro vermelho?


Não é o ciúmes que me corrói, mas sim o sentimento de insuficiência e o medo de perder meu namorado que me transformam. Não é todo dia que uma coisa dessas cai do céu. E sendo sincero, eu nunca recebi tamanho carinho senão de Simone ou Caroço. Eu tenho medo de perdê-lo, e proteger isso com garras e dentes é uma coisa que farei sem hesitar...




Pov. Gumball  

Depois que meus pensamentos se acalmaram após alguns minutos andando, a dor no maxilar havia se instalado ainda mais, como pude me esquecer do soco que levei... Eu sei que quando chegar em casa uma tia tagarela e um amontoado de caixas estarão me esperando e fico com dor de cabeça só por lembrar, eu queria simplesmente deitar na cama e não fazer nada hoje. 


- Bubba Gumball. Você não lembra do que eu te disse mocinho? -Assim que passo pela porta ouço um grito.

- Como assim? -Olho pra ela meio confuso mas cansado demais para ter qualquer tipo de argumento.

- Eu não quero que você chegue tão tarde em casa, não se lembra querido? Com tudo que vem acontecendo não é seguro! - Eu até posso compreender a atitude protetora dela, se não soubesse que ela não dá a mínima pra mim e que isso ns4ão passa de falsidade.

- Aliás, eu sei com que você estava... Marshall Lee não é uma boa influência pra você Gumball.

- Ué, por que isso agora?

- Flame me disse algumas coi... -Ela para quando se toca do que está dizendo, o que me deixa mais furioso ainda, e faz aumentar meu tom de voz automaticamente.

- Ah sim, Flame... Então você deveria saber que eles brigaram hoje. Já que você preza tanto por comportamento! - Vejo o rosto sínico de surpresa dela, como se ligasse. 


Quando chego no quarto, abro um grande sorriso com a mais genuína felicidade quando vejo minha cama de pé. Mesmo vendo que tudo no andar de baixo já está pronto, fico bem surpreso por encontrar tudo por aqui organizando também, parece que tia Gumbald fez um belo trabalho em desempacotar as coisas. Eu praticamente afundo no colchão novo quando me jogo no mesmo, é como se eu estivesse nas nuvens. Quero ficar assim por horas, mas o senso ético me faz levantar para tomar banho. Enquanto a água cai em mim, eu me dou conta que fazer tudo que ela fez hoje sozinha é humanamente impossível...


- Oi, que bom que você conseguiu tirar a maioria das coisas das caixas só hoje. -Eu subestimei a capacidade dela, então fiquei surpreso.

- Na verdade o Flame mandou algumas domésticas aqui para me ajudar, elas fizeram um ótimo trabalho! - Meu rosto surpreso e gentil volta ao normal depois de saber a verdade.

- Eu vi que as coisas mais difíceis de montar já estão prontas também, o sofá, as camas... Elas fizeram tudo isso?!

- Não meu bem. Você não entendeu que Flame mandou vários ajudantes pra quando você chegar não precisar fazer nada? Veio pessoas pra ajudar a montar as coisas, pra limpar, organizar... 


Não fico surpreso porque seria bem a cara dele fazer isso, mas mesmo assim, isso chega a ser assustador. Agora eu só penso em como agradecer, ainda mais depois dos ocorridos de hoje. Eu to cansado de tanto drama, mas sei que isso é temporário...



Quando chego na escola, espero logo ver Marshall Lee. E graças às forças do universo ainda não vi Flame. É compreensivo que os dois faltem hoje... mas não pensei que eles, orgulhosos que são, ligariam pra opinião alheia. No almoço eu me encontro com Caroço e ele diz que Marshall não veio por problemas com o pai, no mesmo instante eu fico bem preocupado mas ele me conta que isso já aconteceu muitas outras vezes, que é melhor eu me acostumar. 


Eu só queria que como num passe de mágica tudo estive bem de novo, conversar sobre as coisas que acontecerem com o Lee não é uma coisa tão confortável pra mim agora. Não pensei que ele seria tão ciumento assim, eu não consigo entender... mas talvez ele tenha uma justificativa, eu espero que tenha.

Quando eu saio da escola penso em ir até sua casa, mas se o seu pai está lá, o clima deve estar bem pesado, então eu só ligo.


- Oi... Marshall?

- Oi Bubba! -Ele diz animado e nem parece aquela pessoa de ontem. Ainda mais pra alguém que está com problemas com o pai.

- Tudo bem?

- Ah, nem tanto... Mas que bom que você ligou!

- Por quê?

- Eu pensei em te levar pra sair... Acho que você vai gostar.

- Agora?!

- No fim de semana, não se preocupe. - Ele ri.

- Olha, a gente precisa conversar... você sabe...

- Eu sei disso, mas acho melhor fazermos pessoalmente. Amanhã.

- Por quê você não veio hoje? -Pergunto mesmo sabendo a causa.

- Bom, meu pai voltou... É complicado sabe, coisa de família. Eu e ele brigamos mais uma vez...

- Ah sim... - Eu queria ajudá-lo de alguma forma, mas se ele prefere não falar, eu não insisto em saber mais. - Se você precisar de qualquer coisa, eu estou aqui pra te ajudar, ok?

- Eu preciso ir. Ele tá me chamando... Tchau Bubba!

- Tchau, Marsh. -Eu fico feliz, mas surpreso por ver ele nesse humor mesmo com tantas coisas acontecendo.


Quando já estou a alguns passos dos portões do colégio, um carro super luxuoso, e vermelho, para ao meu lado da rua. Eu já imagino quem seja então já me preparo emocionalmente.


- Gumball! Oi! -Ele sai com o cabelo perfeito, com roupas perfeitas. Mal consigo imaginar como ele ficou naquela situação ontem...

- Oi Flame.

- Eu não pude vir hoje, mas mesmo assim queria te ver.

- Mas porquê você não foi em casa? - Ele e tia Gumbald não se dão bem?

- Mas eu fui... -Ele fica nervoso e gagueja quando, aparentemente, disse algo que também não queria. -Eu fui... mas imaginei que você, não estava, lá, ainda... -Ele ri nervoso.

- Hum, entendi. -Abro um sorriso falso, querendo logo sair disso.

- Olha, bater no Marshall Lee ontem foi horrível, eu sei. Mas você sabe como essa gente é, não é?

- Essa gente? - Meus olhos e sobrancelhas arqueiam por ouvir isso.

- Sim Gumball! Eles sempre querem tirar proveito de pessoas como nós! Você deve saber bem como é isso.

- Pessoas como nós Flame? - Não posso acreditar nisso, como ele tem coragem de dizer uma coisa tão nojenta assim? Então insisto em perguntar mais uma vez 

- Bubba, não se faça de desentendido. -Ele sorri. -Vamos, eu te levo pra casa. - Ele pega no meu ombro.

- Eu tenho que recusar, prefiro ir andando. Eu gosto de passar um tempo sozinho entende? - Tiro suas mãos de mim.

- Falando em tempo, o que você achou dos móveis novos, e você gostou da decoração? -Quando ele fala, uma luz ascende na minha cabeça, me lembrando o que ele havia feito.

- Ah sim, eu gostei bastante! E muito obrigado mesmo por ter mandado ajudantes, você não tem noção de como foi bom pra mim. - Eu esboço um sorriso, dessa vez verdadeiro, mostrando que realmente fiquei agradecido.

- Não foi nada, sabia que ia te ajudar.

- Nem sei como te agradecer, muito obrigado! Mas agora eu já vou indo antes que escureça, titia está paranóica! Tchau... - Eu falo já dando costas pra ele, seguindo meu caminho.

- Mas eu sei como você pode me retribuir! - Me viro pra trás esperando uma resposta, e eu rezo para que não seja nada absurdo... - Aceita minha carona! - Ele pisca.

- Ah... -Dou risada um pouco nervoso. -É... Ok... -Eu me pergunto, por quê não? Ele vai até a porta do passageiro e faz questão de abrir pra mim. Quando eu sento naquele estofado de couro parece que eu estou numa nave, não preciso reparar em todos os detalhes pra saber que o carro realmente é perfeito.

- Que bom que você aceitou. -Ele passa a mão por minha bochecha, e eu me afasto um tanto.

- Não pense que você está perdoado Flame. - Sou sarcástico tentando descontrair um pouco.


Nós conversamos durante o caminho mas eu não consigo me sentir confortável ao lado dele, eu sei que o carro pode ir bem mais rápido, mas diferente de Lee, ele faz questão de andar devagar...



__________________

Mais uma manhã na escola e não é nada diferente se não pelo fato de que essa é minha primeira aula vaga desde que cheguei aqui, como não tenho muitos amigos ainda, eu vou pra biblioteca procurar algo que possa me distrair nesses minutos livres. Talvez ler a sinopse de um livro de romance, ou até quem sabe, ler uma poesia. Recentemente, navegando pelo celular, eu descobri que tenho interesse em saber o valor nutritivo de cada alimento e suas propriedades, o que pode parecer bem estranho, mas pelo fato de que amo gastronomia, não é tão surpreendente pra mim, então quem sabe procurar alguma coisa a respeito seja interessante também.


Quando subo os andares, entro na biblioteca que é bem iluminada pela luz solar e tem um maravilhoso cheiro de livros e madeira. Me interesso pela capa de um livro de poesias que vejo isolado num lado de uma estante, então o pego e vou até uma das mesas, essa que fica do lado da grande janela que é invadida pela árvore de cerejeira e suas flores, as flores rosas que despencam na mesa e no chão do lugar, seu cheiro é totalmente viciante e tranquilizante. Mesmo com o vento forte de hoje, as grandes nuvens no céu ben azul me passam a sensação de paz, coisa que há tempo eu não tenho, então eu respiro fundo e começo minha leitura aproveitando bem o clima que a grande árvore me passa.


Ainda agora era somente eu e a bibliotecária entre as grandes estantes cheias de livros, até que escuto o barulho da porta meio enferrujada de madeira se abrir, eu não ligo muito então logo volto o foco para as palavras. 


- Oi Rosinha. -Marshall Lee passa a mão por meu cabelo quando se senta ao meu lado, fazendo com que eu olhe um pouco surpreso já que não havia o visto hoje.

- Oi Lee. 

- Nós precisamos conversar, não é? -Ele fala contraindo os músculos do seu rosto, me passando a impressão de que ele sabe que fez algo de errado.

- Sim... - Sorrio fraco querendo mostrar que apesar das suas atitudes, eu estou disposto a perdoá-lo.

- Desculpa ter te tratado daquele jeito quando você tentou me ajudar... Eu ainda tava muito nervoso com tudo, e o que Flame tinha me dito não saia da minha cabeça, eu acabei sendo um pouco grosseiro com você... - Não era como se eu não o entendesse, mas era isso que eu mais queria ouvir: desculpas.

- Tudo bem Marsh, eu entendo o seu lado de certa forma. Mas o que ele te disse de tão ruim assim? - Não duvido do potencial que o ruivo tem de estragar as coisas, e com tudo que ele me disse ontem, eu já posso ter uma ideia do que possa ter aborrecido Marshall.

- Ele foi arrogante comigo falando que eu e você somos de mundos diferentes, por isso não daríamos certo juntos... - Eu arqueio minhas sobrancelhas outra vez, e agora não por ter ficado surpreso, mas sim indignado, ainda não consigo acreditar em tamanha bobagem! - E que você e ele são parecidos, que a sua tia não me aprovaria porque eu sou só um cantor de meia-tigela, e essas coisas entendeu? - Ele diz com um olhar de: "Você me entende? Me perdoa por favor, quem tá errado não sou eu", que até seria cômico se não fosse trágico.

- Eu sei que pra você isso pode ter feito sentido, mas eu e Flame não somos nada parecidos! Sem contar que Tia Gumbald não tem nada a ver com a gente Lee! - Eu digo tentando convencê-lo.

- Pensando melhor ontem, eu entendo, eu sei que você não é assim Bubba... Mas é difícil quando tudo que ele falou faz sentido.

- Sim, sim. -Falo meio cabisbaixo agora, ele não tem culpa disso afinal. Ouvir coisas do tipo, realmente deve ter sido um completo desaforo.

- Não foi a primeira vez que ele me tira do sério também! - Ele diz olhando diretamente pra mim, pedindo que eu o entenda. Mas eu não podia pensar em outra coisa se não seus lábios.


Vê-lo com tanto medo de me magoar me deixa mais apaixonado. Ouvi-lo pedir desculpas quase que como súplicas é lindo de se ver, então inevitavelmente eu abro um grande sorriso enquanto o observo se explicar. 

Estar num lugar que inevitavelmente é tão romântico preenche meu peito de amor, ver os raios de sol bateram em seu rosto aquecendo nossas peles, ver as folhas rosas se espalhando com o vento e o sossego que o silêncio e o cheiro típico de biblioteca dão é uma anestesia de amor. 

Depois de apresentar todos os fatos e se justificar, ele espera paciente uma resposta de um Gumball bobinho, com a cabeça apoiada nas mãos, um pequeno sorriso, olhando completamente apaixonado para seu amado. Eu só consigo o admirar, admirar cada mecha de cabelo fortemente escuro, admirar o brilho que seus olhos rubros têm, seu nariz perfeito, e até seus grandes cílios. Desço meu foco até seus lábios vermelhos, o que além de me dar uma irresistível vontade de senti-los, faz eu ter certeza que o ser na minha frente é perfeito em todos seus míninos detalhes.


- Eu não quero que você pense que eu sou um troglodita que bate em qualquer um que aparece pela frente, mas... - Quando sei que as desculpas já não são necessárias, num ato rápido eu selo nossos lábios, senti-los juntos era uma necessidade naquele momento. Ele rapidamente abre sua boca aprovando meu ato, então pega em minha nuca aprofundando mais o beijo, o que prova que pra ele também era um desejo. E esse, diferente dos muitos outros que tivemos, é um beijo calmo e doce. Nossas línguas se movimentam em perfeita sincronia e calmaria sem nenhuma batalha por dominância, o vento entra forte dessa vez, refrescando ainda mais nossos corpos que começavam a ficar quentes. 

Eu levo minhas mãos até seu cabelo, massageando-os num ato de carinho. Ele inclina um pouco pro lado sua cabeça, deixando nossos lábios ainda mais encaixados. Ele passa a sua mão calmamente por toda a extensão das minhas costas sem nenhuma luxúria, só paixão. Nosso beijo fica mais molhado, sem exagero, só perfeição. Sinto que o movimento de nossas línguas transmite tudo que sentimos um pelo outro, e isso é a cereja do bolo para uma cena perfeita de clichê romântico. 

E se nossos pulmões não precisassem de ar, nós continuarimos. Mas ele se afasta, e vejo seus olhos brilharem. 

Nós não falamos sequer uma palavra, ele está olhando para todos os detalhes que há em meu rosto, e eu estou fazendo o mesmo. Ficamos assim por alguns minutos até que infelizmente nosso momento tão romântico é quebrado pelo estridente som do sinal. 


- Eu gosto muito de você Bubba. -Eu abro um sorriso ainda mais largo ao ouvir.

- Eu também gosto muito de você Marshall. -Ele me dá um selinho molhado.

- O que você acha de irmos num parque esse fim de semana?! 

- Parque?

- Sim, aqueles cheio de árvores onde as pessoas andam de bicicleta e passeiam com os cachorros!

- Sim! Eu sei o que é um parque! -Dou risada.

- O que você acha?

- Eu acho incrível! - Acabo de ter uma ideia brilhante. - E podemos fazer um piquenique! - Falo empolgado.


Nós conversamos sobre isso até nos separarmos e voltarmos para nossas salas.

*

- Oi Menta! - Encontro-a na cantina quando já é intervalo e conversamos mais sobre Flame, eu falo o que aconteceu e o que ele me disse quando nos encontramos ontem na saída da escola, também falo o que Marsh disse ainda hoje, e só agora conseguimos entender tudo. 


Na saída, eu me deparo com Lee por coincidência.


- Olá! - Ele diz surpreso quando me vê saindo pelo portão praticamente no mesmo instante que ele. - Vem sempre aqui gracinha?

- Depende de quem pergunta. - Entro na brincadeira e pisco pra ele já seguindo os nossos caminhos.

- É o seu namorado! - Ele sorri.

- Meu namorado?! Ah sim, meu namorado! - Dou risada quando vejo o rosto dele, e então ele me pega pela nuca iniciando um beijo, que assim como o outro é cheio de amor e calmaria, mas logo nos separamos.

- Tá ansioso pro fim de semana?

- Sim! Espero que faça bastante sol. 

- E como tá sua casa? Falta muita coisa pra arrumar?

- Na verdade não, tudo já está no lugar.

- Foi bem rápido né?!

- É, eu e titia fizemos tudo muito rápido, mas também faltam alguns pequenos detalhes.. - Não digo que quem me ajudou, indiretamente, foi Flame. Não depois dos últimos ocorridos.


Nós conversamos sobre assuntos qualquer enquanto nossos caminhos são os mesmo, tudo é bem leve e alegre, fico com vontade de sorrir por qualquer coisa quando eu estou com o moreno, me sinto nas nuvens. E tudo por causa das explicações de mais cedo, se não, provavelmente, ainda estaríamos meio estranhos.


Notas Finais


eu achei esse cap meio paradinho, mas o próximo vai ser legalzinho eu prometo kkkkk e desculpa algum erro ou coisa do tipo, eu não revisei muito bem :(


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