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História Overdose (abo) - Capítulo 1


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Notas do Autor


Boa tarde, baby's, então, essa é uma fanfic antiga que eu tinha publicado em uma outra conta minha há uns anos, só tem dois capítulos escritos até então, esse e o próximo. Não sei como irei publicar, mas devido a quantidade de palavras serem muitas eu acredito que demore um pouco, até porque eu tenho mais duas fanfics esperando por atualização. Eu alterei algumas coisas no capítulo e o betei.

Crédito no Gif cujo peguei do Pinterest.

Logo, eu espero que vocês curtam essa história tanto quanto eu, fiquem em casa, não saiam, aproveitem a quarentena fazendo o que gostam.

Boa leitura.

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Overdose (abo) - Capítulo 1 - Prólogo

Capítulo 1

Prólogo: Gatinho? 

_Ato I_

Praguejou e xingou alto entre os dentes quando pela quinta vez só naquela manhã errara o feitiço cujo tinha se submetido a aprender, o Naruto odiava o fato de ter que estudar os feitiços em casa com um professor particular assim como o seu irmão ao invés de estudarem em uma escola local do reino igual a qualquer adolescente normal de dezessete anos, isso acontecera por dois motivos: era um ômega e era o príncipe herdeiro do trono do seu povo até que se soubesse o gênero do loiro caçula. O que não mudaria muita coisa, afinal o Naruto era o mais responsável e o mais velho dos três irmãos não queria herdar o trono.

De início o Uzumaki não fora muito aceito pelo povo, muito menos pelo Conselho de seu reino, porém com a sua mãe incapaz de gerar vida mais uma vez e o fato de seu irmão mais novo, o Deidara, ainda não ter tido o seu cio, revelando o que seria, não os deixavam com muitas opções, apenas expectativas, no entanto o loiro não seria capaz de governar todo aquele reino sozinho, por isso assim que atingisse a maior idade seria mais uma vez submetido a um "sacrifício", seria quando ele iria escolher um alfa para si e isso era o que mais reconfortava o Conselho e o povoado, pois eles se sentiriam mais seguros tendo um alfa no poder.

Não se sentira muito feliz quando soube que falhou miseravelmente na tentativa de ser um alfa assim como o seu irmão postiço ou até mesmo um beta, não estava nem um pouco a fim de se casar e quando teve o seu primeiro cio cujo se sentiu deveras estranho e para piorar a sua situação fora levado para uma torre distante do reino para que não chamasse a atenção de nenhum alfa, foi deveras em vão, pois o Naruto fora “socorrido” por um. Um dia, foi o suficiente para “estragar” a sua vida, um alfa invadira a torre deixando todos os betas que guardara o local desacordados e outros bastante feridos, supostamente uma luta.

O alfa teria sentido a presença do loiro de longe, assim que o mesmo entrou em seu quarto o loiro se encontrava nu e se contorcendo em agonia, era o mínimo, o rapaz lhe tornou seu naquele dia, desde então ele lhe deu duas criaturinhas que ao ver do ômega ele não seria capaz de amá-las nem em um milhão de anos, estava errado, assim que os gêmeos nasceram o Naruto se derreteu, os garotinhos estavam destinados a irem morar em um lugar afastado até que atingissem o seu primeiro cio acusando o que seriam, porém não foi capaz de entregá-los ao seu irmão postiço, o Sai, para que o mesmo levasse aqueles pequenos seres para longe. Foi a partir disso que o Minato decidiu que os ômegas de sua família não passariam mais os cios fora do castelo e quando esse período chegasse todos os alfas do recinto teriam que deixar o estabelecimento até que aquilo tudo acabasse, não forçaria os mesmos a aceitarem um alfa quando eles não queriam, seria muita covardia de sua parte como pai que ama seus filhos.

Não suportaria ficar longe de dois bebês cujo carregou, penou, relutou contra os seus cios juntos, recusando qualquer ajuda de alfas, decidiu que a partir daquele dia ficaria com aquelas crianças e cuidaria delas mesmo que elas não tivessem pai e mesmo que não se lembrasse da fisionomia do mesmo. Isso tudo acontecera aos seus quatorze anos de idade, o que implicara dizer que os pirralhos já estariam perto de seus três anos de idade cada – nessa faixa etária – nenhum dos dois se incomodavam com o fato de não terem pai, já estavam felizes em demasia com a sua “mamãe”.

Bufou irritado lançando o seu livro de magia longe e deixando a sala de aula que fora construída para justamente os bruxos reais deixando o seu irmão e o seu professor  - que era beta - atônitos, odiava aquilo com todas as suas forças, por que nascera bruxo? Seguiu até o quarto de seus filhos abrindo a porta minimamente, sorriu ao ver que o Menma acariciava levemente o rosto do adormecido loiro ao seu lado na cama enorme de casal, entrou e fechou a porta atrás de si rumando até os menores, se sentou na ponta da cama e afagou a cabeça do moreno e a do loiro lhes lançando um sorriso divertido o que foi retribuído.

- Dormiu bem? – Perguntou ao garoto que se encontrava acordado e que inalava aquele delicioso cheiro de seu pai ômega, por mais que fosse fraco por ele usar os seus supressores já que servos alfas trabalhavam no castelo.

- Sim, mami, me ajuda a acordar o irmãozão? – Pediu lhe lançando um olhar fofo cujo não deu abertura para o Naruto reclamar por ele ter lhe chamado de “mami”.

- Claro, amor. – Concordou direcionando o seu olhar ao mais novo, alguns míseros segundos, e o mexendo delicadamente. – Vamos, Boruto, acorde, já são dez horas da manhã, você precisa comer, você tem aula de magia cedo hoje, receberemos visita. – Avisou próximo ao ouvido do menor para não precisar elevar a sua voz, odiava obrigar os seus filhos a praticarem magia tão novos, mas era necessário, sem falar que aquilo não os incomodavam de forma alguma muito pelo contrário, eles adoravam.

Se afastou um pouco ao ver que o seu filho abrira os enormes olhos tão azuis quanto os seus e os do Menma, coçou os mesmos com as costas de suas mãos e sorriu docemente para os outros, agradecera internamente o fato das cortinas não estarem abertas lhe fazendo penar por causa da claridade, se sentou na cama e fitou todo o local como se procurasse algo, assim que o fez suspirou aliviado desviando o olhar do objeto para que os seus familiares não suspeitassem.

- Bom dia! – Saudaram o Naruto e o Menma em uníssono rindo em seguida com tal coincidência.

- Vamos levantar, certamente o café de vocês já está na mesa. – Ressaltou se pondo de pé ao lado da cama e deixando o quarto. – Tomem uma ducha e desçam, estarei à espera de vocês na sala de jantar. – Dito isso ele fechou a porta e seguiu o seu caminho.

O Naruto não estava com saco para receber visita naquele dia, ele estava com dor de cabeça e sentia o seu cheiro oscilar e ficar forte chegando a poder fazer com que os supressores não tivessem mais utilidade sobre o seu corpo, decidiu rumar até o seu quarto recusando ajuda que algumas servas lhe ofereciam, o melhor a se fazer era se banhar, de nada ia adiantar se ficasse nervoso ou ansioso esperando o pior da visita que receberia, uma declaração de guerra? Um novo conflito? Tudo menos isso, já tinham perdido civis demais na última guerra que tiveram com outros seres sobrenaturais, foram julgados por desafiar os deuses e segundo o reino inimigo eles estavam ali para puni-los pelas divindades, achava tal declaração um pouco rude e falsa, porém não podia contestar, até porque a afronta já tinha sido aceita pelo seu pai.

Passaram uma semana lutando contra o reino cujo era governado pelo Orochimaru onde ao seu lado estava o Kabuto, o seu alfa e o seu herdeiro, o Mitsuki, também alfa, fora uma semana cujo parecia mais ter sido um ano seguido, sem descansar um minuto sequer, fora encerrada com vários bruxos mortos por terem abusado muito de seus poderes, porém também com várias daquelas cobras e serpentes mortas, e a batalha só se encerrou quando um raio caiu no meio do campo, com isso o Minato entendeu que não era vontade dos deuses que eles lutassem e que o moreno, rei do reino inimigo, estaria mentindo, mas o mesmo lhe dissera que os deuses apenas estavam entediados e que eles já tinham feio o suficiente para o seu “divertimento”, o encarou feio, ele fazia o mesmo com o seu sorrisinho debochado como se pudesse ler o que se passava em sua mente, o Naruto sabia que era o alvo da naja, se ele fosse morto seria um ponto para si, mataria o Deidara depois e deixaria que o tempo se encarregasse de levar o loiro rei, era nessas horas que se arrependia de ser mortal.

Se perdera em seus pensamentos, só acordara para a realidade quando ouviu batidas em sua porta, saiu da banheira se enrolando em um roupão branco cujo fora deixado há pouco tempo pelo fato dele está seco e cheiroso, bocejou cansado e se despreguiçou fazendo com que os seus músculos relaxassem mais, deixou o banheiro indo até a porta do seu quarto e ao abri-la se deparou com duas orbes negras e um sorriso típico do rapaz, revirou os olhos, também odiava aquilo.

- O que você quer, Sai? – Indagou sem muita paciência ao irmão.

- Seus babys estão lhe aguardando na sala de jantar, uma das servas está os alimentando já que a mamãe desnaturada deles não o fez. – Falou com sarcasmo enfatizando a palavra cujo o Naruto odiava ser chamado.

Soltou um “tsc” audível ao mais velho e bateu a porta em sua cara. – Já estou indo.

Deu as costas para a porta e foi até o seu guarda-roupa, escolheu um quimono de corpo todo, ele era de cor laranja e alguns detalhes pretos, cores que certamente lhe agradavam, sorriu ao se olhar no espelho e ver que estava lindo, modéstia não era bem o seu nome do meio, saiu do quarto e foi até onde os seus pirralhos estavam, os seus supressores já não estavam fazendo tanto efeito quanto esperava, por isso resolveu por não usá-los, cio? Talvez, já estava em época, teria que avisa ao Minato disso.

- - -

_Ato II_

Logo a noite chegou, “Maldita seja” pensou o loiro enquanto andava em direção ao jardim do palácio, o jantar seria ao ar livre a pedido dos visitantes, seguia apressadamente até o local tinha se atrasado devido a ter se perdido novamente em seus pensamentos enquanto se trocava em seu quarto, se odiava por isso, ultimamente estava muito avoado, não podia se manter dessa forma, talvez fosse por isso o motivo de não está conseguindo fazer as magias e poções direito, cio, maldito cio, só podia ser ele, estava passando a pensar em várias coisas do passado do que se lembrara quando de fato tinha que contá-las. Chegou enfim ao local do jantar e as servas fizeram uma breve reverência, deixando o Menma e o Boruto nas mãos do pai a partir dali já que o Minato ordenara que nenhum servo se aproximasse do local, exceto o que fora escolhido para servi-lhes.

- Desculpem a minha demora, o Boruto se atrasou no banho. – Mentiu na cara-de-pau cutucando o seu filho com o pé e vendo o Menma fazer o mesmo.

- Tudo bem, querido, sente-se. – Pediu o moreno de olhos perolados com um sorriso gentil no rosto apontando elegantemente para a cadeira onde o Uzumaki deveria se sentar.

Assim o fez vendo o ruivo que fora solicitado a servir os demais puxar as cadeiras para os seus filhos se sentarem.

- Traga o jantar. – Ordenou o Minato ao ruivo cujo foi atendido prontamente.

Assim que o jantar foi servido a todos o tal ruivo ficou no canto próximo ao arco que cobria o local que era rodeado por belas flores onde as famílias reais se reuniam, o cheiro do Naruto pareceu lhe incomodar, odiava o fato de ser alfa, era o seu sonho servir a família real de seu reino, porém quando soube que era um alfa desanimou e se desencantou, queria tanto aquilo, mas não podia, seria um risco aos ômegas do castelo, principalmente ao herdeiro, no entanto ao ter a sua carta respondida pelo próprio Minato Namikaze sentiu a sua esperança se encandear, mesmo sendo alfa lhe foi permitido tal cargo mesmo aos seus dezoito anos de idade, poderia servir ao exército assim com o próprio loiro rei o sugeria, entretanto não queria, queria está lá, de pé ao lado do rei enquanto simplesmente lhe servia a comida, não queria trabalho melhor, via o Namikaze com uma fonte de inspiração, tinha um enorme respeito para com o mesmo. O Sasori era órfão então assim como o Sai ele era tecnicamente tratado como da família, por mais que sentisse que o seu “irmão” o provocasse de propósito muitas vezes, como quando se despia sem aviso prévio em sua frente, no entanto não precisava se preocupar ainda, não se sabia o que o Deidara era, talvez beta, ou alfa, certamente não podia vê-lo com outros olhos que não fossem os fraternos.

- Vamos falar de negócios. – Anunciou o loiro mais velho seguido de um aceno positivo de sua esposa com a cabeça, mas deixou vários ali na mesa com dúvidas, não os culpara, tinha dito que seria apenas uma visita, porém eles já deveriam saber que o Namikaze sempre tinha segundas intenções quando se tratava de reinos vizinhos.

- Sim, cá lhe apresento a minha filha, Minato-san, a Hanabi. – Gesticulou para a garota ao seu lado para que a mesma se pusesse de pé e foi o que ocorrera. – Ela é uma alfa, ou até mesmo o meu sobrinho, o Neji. – Foi a vez do outro perolado se pôr de pé permitindo que a sua prima se sentasse.

O Naruto fechou os olhos massageando a têmpora, já sabia aonde aquilo ia parar, praguejou mentalmente, já falara mil vezes ao seu pai que não precisava de um alfa, mas ele não lhe dera ouvido em hipótese alguma, no começo talvez sim, ele respeitava sua decisão de ficar só e comandar o reino sozinho se seus pais se aposentassem ou morressem, no entanto, o Minato deveria estar sofrendo pressão do Conselho, era tudo culpa deles, aqueles malditos velhos que formavam o Conselho, ouviu uma risada baixa perto de si e abriu os seus olhos vendo que vinha do Sai tal risada em tom de escárnio, encarou indiscretamente o irmão que nem percebera quando o seu cheiro saíra de controle, todos os olhares alfas se voltaram para si.

- Naruto, você está no cio? – Perguntou o Minato apreensivo.

- N-Não, papai, o meu cheiro fica assim forte quando eu estou nervoso. – Explicou corando um pouco ao sentir tantos olhares sobre si.

- Pois se controle. – Mandou lançando um olhar feio cujo foi ignorado com sucesso, o loiro maior soltou um “tsc” no ar e voltou a sua atenção ao Hyuuga a sua frente. – Voltando ao que estávamos falando... – Continuou falando, o Naruto não conseguiu ouvir mais nada, apagou na mesma hora.

"Alfa.

Alfa..

ALFA... se aproxima."

As únicas palavras que soaram em sua cabeça após o seu momento de falta de visão e perda total dos sentidos se permitindo cair para o lado e preocupar os presentes para o jantar ao ar livre.

- - -

_Ato III_

Acordou sentindo a sua cabeça latejar, já era uma dor corriqueira, todos os dias tinha dores de cabeça, forçou os seus olhos a focarem e viu que ao seu lado o seus irmãos se encontravam, se surpreendeu, os dois estavam dormindo sentados, o Deidara estava com a cabeça encostada no ombro do Sai enquanto o mesmo tentava os manter naquela posição desconfortável, o Naruto oscilou o seu cheiro e viu o seu irmão mais velho se acordar já liberando a sua presença de alfa fazendo o louro ao seu lado que já se encontrava acordado dar risada.

- Já acordou debochando, Naru? – Perguntou com o seu nítido tom de sarcasmo sem mover um músculo para que não acordasse o Deidara.

-Mas é claro. – Se permitiu brincar um pouco antes de se sentar na cama e ver a rara expressão séria no alfa. – Por quanto tempo eu dormir? – Indagou passando as suas mãos pelos seus fios dourados.

- Dois dias. – Disse em um suspiro só. – Como se sente? – Retrucou preocupado.

Ambos ouviram a barriga do ômega roncar e o mesmo olhou para o moreno sorrindo sem graça. – Com fome. – Admitiu coçando a nuca, um ato típico dele.

- Idiota! Vem, vamos comer. – Chamou se levantando e suspendendo o Deidara em seus braços.

- Vai acordá-lo não? – Questionou levantando-se da cama e seguindo até o banheiro para tomar uma ducha, o seu banho não estava pronto, porém ele ajeitaria por si só. – Vou demorar um pouco. – Anunciou fechando a porta.

- Vou deixar o Dei aqui, caso ele se acorde até você terminar ele vai com a gente, caso não desperte ele fica, passou a madrugada acordado preocupado com você. – Respondeu se encostando na porta do banheiro se permitindo inalar o aroma adocicado do ômega que estava do outro lado da porta.

O Naruto sorriu, certamente, o seu irmão se preocupara bastante consigo, tinha que parar de fazer tantas bobagens para não preocupar mais ainda o menor, isso poderia afetar o cio dele assim como acontece consigo às vezes. – Eu estou sentindo a sua presença, Sai. – Comentou rindo ao ver que o mais velho se afastara da porta e tentava se compor. – Desejando o próprio irmão?! Seu incestuoso. – Brincou tirando a sua roupa e entrando na banheira após ela estar cheia com água morna.

- Deixe de bobagem, Naruto. – Riu também. – Sabe que é cheiroso, que atrai olhares até de betas para si e ainda faz questão de provocar não usando os seus supressores. – Acusou com a voz baixa para não acordar o caçula, porém alta o suficiente para que o ômega ouvisse.

- Não sei do que você está falando. – Tentou se defender entrando na brincadeira juntamente com o irmão.

Depois de seu banho de cerca de meia-hora ele deixou o banheiro pedindo que o Sai saísse do quarto para que assim ele pudesse trocar de roupa, assim foi feito, ele foi até o seu guarda-roupa e escolheu um outro quimono, dessa vez dourada com detalhes brancos, ele era de seda e todo soltinho, deu um nó não muito forte colocando uma cueca por baixo e saiu em direção a cozinha, no entanto não achou o seu irmão por lá, com isso pôs-se a procurá-lo, estava estranhando a pouca movimentação pelo castelo, nunca era assim, passou pelo corredor dos quartos de hóspedes para então se direcionar ao jardim e pôde ouvir cochichos, tentou ao máximo suprimir o seu cheiro para que se aproximasse da porta, pelas presenças provavelmente seria o seu pai e o rei Hyuuga, respirou fundo, sabia que o que estava fazendo era errado, no entanto a sua curiosidade era maio do que o seu bom senso.

- Você acha que ele vai aceitar esse casamento? – Perguntou o Hiashi.

- Ele não tem escolha, é uma aliança que está em jogo aqui, vocês têm o que queremos e nós também temos o que vocês querem, é uma coisa por outra, até porque bruxos e anjos não são inimigos. – Respondeu o Minato simplório. – O Naruto é um ômega e ao contrário de vocês não somos imortais, o povo não quer um ômega no poder e não sabemos o dia de amanhã, talvez eu esteja morto assim como a Kushina, então temos que garantir o futuro e a segurança de todos, o Naruto já tem os seus herdeiros, agora é só rezar aos deuses para que um deles seja alfa. – Concluiu e pelo barulho ele andava de um lado para o outro no quarto.

O Uzumaki levou ambas as mãos à boca evitando que qualquer ruído saísse por ela, ele estava desesperado, como o seu pai podia fazer isso consigo? Era assim como ele lhe via, uma moeda de troca incapaz de dar conta de um reino sozinho? Porque não falou na sua cara, estava disposto a receber toda a bronca, mas o Minato sabia muito bem que o Naruto não queria se casar, ele já se sentia completo com os seus dois filhos, não queria de forma alguma outro alfa passando pela sua vida, a experiência de uma noite com o pai de seus filhos já tinha sido o suficiente para o mesmo se desencantar da vida de sobrenatural, para a sua sorte não era imortal, assim que quisesse daria adeus a vida e esperaria que os deuses lhe recebessem de braços abertos.

- Então ele pode se casar com o meu sobrinho, o Neji, ele já tem vinte anos e tem mais cabeça que a Hanabi que tem dezoito, será melhor para todos nós. – Comentou o Hyuuga após alguns minutos de silêncio no quarto.

O loiro mais velho se virou para ele e lhe estendeu a mão cujo foi apertada logo em seguida. – Trato fei... - Parou de falar ao sentir um cheiro bastante conhecido, correu até a porta, mas já era tarde demais, o Naruto já tinha batido a porta que dava para o jardim do castelo. – Droga, Naruto! – Exclamou irritado.

Foi correndo até o jardim e só parou quando se sentira tonto, o que danado estava acontecendo com o seu corpo? O seu cio segundo os seus cálculos só seria daqui à duas semanas. Irritado, era dessa forma que se sentia, chutou um arbusto onde continha algumas flores e grunhiu de dor ao sentir que alguns espinhos lhe cortara, passou as mãos pelos cabelos, totalmente nervoso e se assustou com o que sentiu.

"Orelhas?" – Pensou estreitando os olhos, por sorte andava com um espelhinho pequeno sempre, o sacou do quimono e o direcionou para a sua cabeça o soltando em seguida no chão fazendo-o se quebrar.

Alfa” – Mais uma vez soava em sua cabeça enquanto corria desesperadamente de volta para o palácio. – “O alfa está perto.

Ignorou essas vozes em sua cabeça, apressando os seus passos e assustando alguns guardas que lhe perguntavam se estava bem, ele apenas respondia com um aceno de cabeça enquanto cobria as suas orelhas de cor laranja com as mãos, entrou no castelo como um furacão, o furacão Naruto e foi até a Kushina ignorando também os chamados do seu pai que tinha o Hiashi em seu encalço, só que dessa vez toda a família real do reino dos anjos estava lá com o mesmo. Se jogou nos braços de sua mãe que ficou atônita com tal atitude repentina do filho, ele chorara exasperado sem tiras as mãozinhas de sua cabeça, logo o Sai entrou no quarto preocupado e se juntou aos dois no abraço na tentativa de acalmar o ômega.

- O que houve, Naru? – Perguntou a ômega ruiva alisando as costas do menor assim que o Sai se separou.

- M-Mamãe, eu tenho algo a te contar. – Falou receoso. Ele tirou as mãos do topo de sua cabeça revelando as belas orelhas laranjas e voltando a chorar em seguida.

Os dois que acalentavam o Uzumaki arregalaram os olhos, como assim orelhas? Não estava entendendo mais nada, o seu filho era bruxo assim como todo o seu clã, apenas o clã do Minato que era de feiticeiros, mas meio que dava no mesmo, magia e magia é magia de qualquer forma, apertou mais o filho em seus braços em menção de acalmá-lo, mas estava tão nervosa quanto, o cheiro de ambos oscilavam isso fez com que o Sai deixasse o quarto, tinha muito respeito para com os dois e não queria usar a sua presença ali.

- Calma, meu bem, vai ficar tudo bem, venha, vamos falar para o Minato. – Pediu se levantando da cama com uma certa dificuldade por ainda ter o seu filho agarrado a sua cintura.

O Naruto não contestou mesmo que tenha ouvido tolices mais cedo, porém tinha que descobrir qual o motivo de ter orelhas de gato em sua cabeça, estava trêmulo, o seu pé ainda doía por causa dos espinhos, no entanto ele era um Uzumaki não era uma dorzinha boba que ia impedi-lo de saber o que estava acontecendo com o seu corpo logo para então fazer um curativo, era bobagem, um sanguinho de nada não o mataria.

- Minato! – Chamou a ruiva assim que viu o marido andar de um lado para o outro com os braços para trás enquanto o Hyuuga mais velho tentava o acalmar assim como os alfas do local, exceto pela ômega de cabelos longos e moreno azulados que se limitava a se esconder atrás de seu pai.

- O que houve com... - Parou de falar assim que avistou as orelhas em sua cabeça, todos, com exceção da Kushina que já tinha se alarmado antes, arregalaram os olhos, o Naruto abaixou a cabeça, incomodado, ainda chorando e fungando. – Por que tem orelhas de gato no meu filho? – Perguntou para a sua mulher.

- É isso que eu também estou querendo saber. – Respondeu no mesmo tom rude que ele. – Vamos levá-lo as ninfas, elas saberão o que fazer. – Não foi um pedido, foi uma ordem.

O loiro mais velho rosnou irritado, não queria ter que sair do palácio, seria uma falta de respeito para com os Hyuugas.

- Vamos junto. – Anunciou o Hiashi deixando o Minato surpreso, mas logo um sorriso satisfeito brotou no rosto de ambos.

- Temos que deixar alguém aqui, não posso ficar, o Sai é o meu braço direito, também não pode. – Disse pensando um pouco e tentando achar uma solução.

- A Hinata fica. - Falou mais para a garota do que para o rei.

- O Deidara está dormindo, ele irá ficar também. – Relatou o Sai se aproximando da movimentação.

- Ótimo, obrigado, Hiashi. Não temos muito tempo até escurecer, o cheiro do Naruto está muito forte, talvez seja por causa disso, vamos dobrar a escolta e rezar para chegarmos ao reino Yamanaka se sermos atacados ou algo do tipo. – Falou aos demais e logo se virou para um dos guardas. – Preparem a carruagem o quanto antes. – Ordenou a ele.

- Sim, majestade. – Fez uma breve reverência e saiu.

- Sasori, faça o favor de não chegar perto da princesa Hinata e cuide do Deidara. – Mandou a Kushina cujo foi atendida instantaneamente finalizando o assunto e seguindo até o lado de fora do castelo tendo  todo o resto em seu encalço.

- - -

_Ato IV_

O Deidara acordou-se sentindo tudo girar, acordara por causa do calor, certo, era verão, porém o tempo não necessariamente estava de “matar” e era exatamente o que ele estava sentindo, um calor agoniante, tirou o lençol fino de seu corpo o jogando para o lado, foi até a tomada e acendeu a luz do quarto já que estava escuro, fechou a cortina, soltou o nó do seu quimono vermelho e permitiu que o mesmo fosse escorregando pelo seu corpo até chegar no chão, voltou a se deitar na cama, queria tomar um banho, porém uma certa dor não deixou que ele o fizesse. Estreitou os olhos e sentiu o seu pênis começar a se enrijecer, estranhou aquilo, não tinha feito nada para ficar excitado.

Não deu nem dois minutos para que ele estivesse totalmente duro e se contorcendo loucamente na cama de seu irmão, ela tinha o cheiro forte do Naruto, ou pelo menos era o que pensava, inconscientemente começou a tocar o seu membro ereto, estava sendo desconfortável, ele pulsara descontroladamente de maneira que chegasse a lhe incomodar, rolou de um lado para o outro se masturbando e mordendo o lábio inferior para não gritar com a excitação e com a dor que sentia, o cheiro que logo identificou que emanava de si começou a oscilar em um campo maior, sabia o que aquilo queria dizer, ele era um ômega e precisara de um alfa, sorte sua, na questão de política não precisara se meter já que estava comprovado que ele e o Naruto eram ômegas.

- A-Ahhh... mmmm – Gemia manhoso e alto na eminencia que logo aparecesse o que necessitara.

O Sasori assim como mandou a rainha não se aproximara da Hinata, ele a deixou em um quarto de hóspede e pediu para que alguns guardas betas se responsabilizassem pela segurança da princesa Hyuuga, foi até a cozinha checando se estava tudo certo, ela estava impecavelmente limpa e as ômegas cozinheiras estavam relaxando um pouco, era a única hora que pudera fazer isso, sorriu como um comprimento à elas, ele tinha sorte de ser muito querido naquele local, as que “não tinham a benção dos deuses” segundo o que alguns servos falavam eram odiadas e maltradas pelos demais, sem falar que o ruivo era o servo mais próximo da família real, era a ele que confiavam as coisas mais importante, se sentia grato por isso e sabia que a sua avó, a Chiyo se orgulhara de si.

Foi até o quarto dos filhos do Naruto e bateu na porta recebendo um “entre” como resposta logo após, o Boruto estava pulando freneticamente na cama enquanto o Menma estava deitado na mesma com o corpo balançando para cima e para baixo a medida que o loiro pulara, sorriu ao vê-los tranquilo.

- Os demais saíram, eles... – Pensou bastante antes de responder, afinal os garotos tinham apenas três anos. – aconteceu um imprevisto e eles tiveram que sair, só quem se encontra aqui são a princesa Hinata e o príncipe Deidara, qualquer coisa que precisarem me chamem, okay? – Perguntou vendo-os assentirem com a cabeça, suspirou aliviado.

Deixou o quarto fechando a porta do mesmo e seguiu até o quarto do Deidara para ver se o mesmo ainda se encontrara dormindo, no entanto antes que ele pudesse chegar lá ele sentiu um cheiro diferente, muito bom por sinal, já sentia o seu membro querendo se manifestar, era cheiro de ômega, de lubrificação de ômega para ser mais exato, tentou conter os seus instintos, seguiu até o local de onde estava vindo o cheiro e se deparou com a porta do quarto do Naruto, franziu o cenho, o Uzumaki mais velho fora para a reunião com os seus pais e o seu cheiro não era aquele, então quem poderia ser?

Abriu a porta sem bater, se fosse um intruso teria que combater usando o que aprendera com o Minato em particular, arregalou os olhos quando viu o príncipe caçula se contorcendo na cama, ele estava masturbando o seu pênis e estocava a sua entrada com dois dedos dentro de si, mantinha as pernas abertas e quando o Sasori emanou a sua presença ele sentiu, os olhos azuis se abriram e se direcionaram até o ruivo, ele parou de se tocar, mas manteve as pernas abertas, com as suas habilidades de bruxo cujo tinha aprendido bastante com o seu professor fez com que a porta se fechasse atrás do Akasuna e o trouxesse para si, os olhos do mesmo já estavam nublados.

- P-Por favor, alfa, me ajuda. – Pediu com a sua típica voz manhosa voltando a se contorcer.

O Sasori sabia que não podia, ou pelo menos achava que não, a regra era: todo ômega tem a “obrigação” de saciar o alfa quando está no cio e vice-versa. Porém o ruivo era um mero servo do castelo, não podia fazer esse tipo de coisa com um príncipe, ele tinha sangue real correndo em suas veias, não queria “sujá-lo” com o seu de plebeu, tentou recusar, recuar, mas o cheiro dele era demasiado entorpecedor, as suas pernas se moveram sozinhas assim como o resto de seu corpo, se apressou em tirar as suas roupas, já estava inebriado com aquele cheiro doce que se inalado por muito tempo chegara até a causa diabetes.

- Eu vou te ajudar. – Respondeu no automático, como se não fosse ele falando, mas a verdade é que a sua “cegueira” por causa do cio do ômega era apenas um pretexto para fazer o que já sentira vontade há muito tempo.

Pegou as pernas do ômega e as enroscou em sua cintura, se deitou sobre o mesmo beijando o seu pescoço, esfregara o seu membro já ereto contra o dele, as duas glandes se acariciavam perante o pré-gozo, segurou os pulsos dele acima de sua cabeça o impedindo de se mover, o loiro estava muito agoniado e isso poderia resultar em machucar o mesmo por penetrá-lo precocemente, ele rebolava contra o seu colo falando coisas sem nexo em seu ouvido, sentiu o mesmo ser mordido e aumentou a sua presença sentindo mais lubrificação escorrer pela entrada do Uzumaki.

Mordiscou de leve o pescoço dele ouvindo o mesmo grunhir, o prazer o deixava cego, certamente não fazia aquilo por querer realmente, e sim por necessidade. Saiu lambendo o loiro desde o pescoço até um dos mamilos dele, contornou-o com a sua língua e o sugou, era muito delicioso, cada centímetro daquele ômega era bom demais, trocou as posições ficando por baixo dele e o sentando sobre o seu quadril, ele rebolou, parecia uma vadia, o Sasori levou as mãos até os fios longos e loiros do garoto e os puxou com força levando a cabeça do menor até seus lábios e invadindo a boca dele com a sua língua, fora aceito com sucesso, ambas as línguas duelavam por dominância, não deixara o Deidara ganhar, mordeu o lábio inferior dele com força e o puxou, o pequeno grunhiu de dor, aproveitou isso e pôs-se a chupar a língua macia dele.

Descera as suas mãos até a cintura fina dele a apertando, dera um tapa forte na bunda do mesmo se certificando de que ficara uma marca vermelha bem visível, o jogou na cama novamente e pôs as suas pernas sobre cada um de seu ombro, posicionou o seu pênis na entrada dele e passou lentamente vendo-o lhe olhar com uma cara feia e se divertindo com aquilo.

- Anda logo, alfa. – Rosnou arranhando o braço do ruivo que apertara as suas coxas.

O Akasuna fez o que ele lhe pedira, penetrou devagar já que sabia que o ômega era virgem, como ele já tinha se preparado por si só antes da sua chegada, não precisara mais fazer isso, pôs apenas a glande dentro do menor ouvindo os gritos de dor dele, pena, fora o que sentira dele, porém já estava ali, não tinha como voltar atrás, pressionou mais o seu quadril segurando os braços do loiro para que ele não machucasse a si mesmo ou lhe apressasse, seria pior, forçou mais um pouco, o suor de ambos já estava pingando, estava sendo difícil, no entanto o Sasori conseguiu se pôr por completo no príncipe.

Esperou um pouco até que a expressão sofrida dele se desmanchasse e assim que sentiu o fogoso rebolar freneticamente em seu colo começou a se mover para dentro e para fora do mesmo, o cheiro deles já estavam se fundindo e aumentando o raio de distância, teria que ser rápido se quisesse que ninguém os flagrasse, aumentou a velocidade das estocadas se inclinando para consequentemente as pernas do mais novo se abrirem, por si só ele tirou as suas pernas dali e voltou a contornar a cintura do alfa o puxando para perto, atacou a boca dele de forma necessitada e explorou a mesma com a sua língua quente e habilidosa, fruto de anos de prática no espelho, e com gelo, levara a mão direita até a nuca do mais velho e puxou os seus cabelos ferozmente, não era violento, até estava se estranhando, porém não podia controlar a sua força.

Pendeu a sua cabeça para trás permitindo que o alfa beijasse o seu pescoço, se deliciou com isso, os dentes dele passavam pela sua pele já irritada e vermelha, gemia com os toques e mais ainda quando sentiu que a sua bendita próstata foi atingida, agora sabia o que o seu irmão queria dizer com “prazer”, ele sempre lhe contara como foi a primeira dele com o tal alfa pai de seus filhos, sofria no cio, ele permitia apenas que o Sai o satisfizesse um dia de cio que no caso era o terceiro dia, ele dizia que era um desafio para si mesmo, nunca entendera o seu irmão, ele não batia muito bem da cabeça ao seu ver, como ele não gostava de sentir tal prazer?

Sentiu os seus músculos se contraírem e principalmente o seu interior chegando ao seu ápice e gozando sobre o seu próprio abdômen e no do Sasori, suspirou aliviado, por ora a sua febre passara, até que por azar voltaria e ia implorar pelo alfa novamente, sentiu o nó do Akasuna se formar e o mesmo lhe segurou para que não se mexesse e pudesse segurá-lo direitinho, não sabia muito sobre aquilo, porém o que o seu irmão dissera é que se o alfa soltar o nó de vez é capaz que engravide assim como ele mesmo.

Deu graças aos deuses quando o ruivo saiu de dentro de si, já estava ficando desconfortável, se jogou na cama do loiro mais velho derrotado, teria que pedir para que uma serva limpasse o mais rápido possível, se não acontecesse isso seria capaz do Naruto se ferrar por causa do cheiro de outro alfa ou até si mesmo. Viu o servo se levantar rapidamente da cama se vestindo, sorriu gentil para ele.

- Obrigado, hn. – Pediu vendo as bochechas do outro corar.

- E-Eu só vim avisar que os demais saíram do palácio, eles foram visitar o reino Yamanaka. – Foi breve se dirigindo até a porta.

- Ei! – Gritou o loiro fazendo o alfa parar na hora, por mais que ele estivesse com vergonha tinha que obedecer as ordens do príncipe. – Então quer dizer que eles só chegam amanhã, pode me fazer companhia essa noite? – Indagou com um sorriso travesso nos lábios.

- Me desculpe, príncipe, tenho que tomar conta do príncipe Menma e do príncipe Boruto, o motivo cujo os reis saíram apressados foi o pai dos mesmos. – Explicou embolando a língua de vez em quando.

- O que houve com o meu irmão? – Questionou com o cenho franzido e se sentando na cama cobrindo o seu corpo com o lençol fino de antes.

- Ele... está com orelhinhas de gato na cabeça. – Respondeu gesticulando como se mostrasse as orelhinhas, o loiro até riria e acharia fofo se não estivesse tão preocupado.

Se espantou, já era de se esperar. – Tudo bem... vou cuidar dos meus sobrinhos. – Anunciou antes de se levantar da cama e grunhir reclamando de dores no quadril, o ruivo corou ficando mais vermelho que o próprio cabelo.

- D-Deixa que eu vou. – Avisou antes de deixar o quarto em uma carreira só, o Uzumaki riu, mas logo o sorriso se desmanchou se jogando na cama.

"Como é que eu vou pedir que limpem esse quarto se nem andar até o banheiro eu consigo?" – Pensou o menor antes de voltar a se entregar ao sono novamente.


Notas Finais


Obrigada por lerem. 💕
Se puderem deixar a opinião de vocês eu ficaria muito agradecida. Até a próxima.


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