História Overdose de pensamentos - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Tags Angst, Crítica Social, Drabble, Favshyojong, Insanidade, Poeticshes
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Palavras 303
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drabble, Drama (Tragédia), Lírica

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


sempre quis usar essa frase como título. enfim, tava assistindo um clipe daquelas músicas que um a cada cinquenta conhecem na net, era triste, mas eu estava focada em achar algo que me interessasse. como eu gosto de ler comentários, um me chamou a atenção, a qual dizia: "o pior é que pessoas assim estão sempre distantes, em outros colégios e cidades diferentes. o destino as faz sozinha." e isso me deixou triste, mais do que qualquer outra coisa. o link vai tá lá em baixo.

Capítulo 1 - O destino nos faz solitário


“O destino as faz sozinha.”



Me pergunto o porquê de haver injustiça, enquanto a dor bate no meu peito. O tic-tac tina e encaro o replay, a música não é triste, mas a letra amarga. Me pergunto o que fiz em vidas passadas e se vali todo o processo de renascimento ‘pra essa vida. Fala sério, será que consegui mudar algo? Cada ação tem uma reação no mundo, como a diferença daquela lista que implora ajuda em prol dos animais em extinção [causada por homens que se acham o prior da humanidade]. Como será que o Destino debate esses detalhes com a Vida? Alucino. O destino nos dá circunstâncias para nos deixarmos sozinhos. É loucura, não é? A pessoa capaz de fazer a diferença na minha vida pode estar lá na Oceania e a que se sente como eu presa em uma disputa de tirania. Puff! Minha filosofia triste se tornou tediosa. Eu penso demais e sou incompreendida, é o que diz àquele teste. Eu sinto demais e me entorpeço de dúvidas, tusso ‘pra fora a alergia que o cigarro de conceitos me traz e me vejo morrendo de uma overdose de pensamentos [enquanto cuspo palavras sem nexo].

Que utopia desgraçada minha mente foi criar, que nem pode ser desmascarada como os contos de fadas. Ninguém tem coragem de apontar a arma pra mim (nem mesmo eu), e saciar esse desejo de matar o físico dos anos dois mil que tá preso em uma mente da época grega. Ninguém quer entender o que eu penso, o que me consume, o que me faz ser essa desvairada [desvalida] que saí pelas ruas com roupas de marginais, cabelo bem hidratado e lábios pintados com sangue de uma crise de alma. Ah, oras. Acaba logo esta merda antes que eu me exploda como homens na segunda guerra.


Notas Finais


tem alguns "ganchos" remetentes a suicídio, se não estiverem bem com isso, não vejam. https://youtu.be/0ufmOrCp9jE


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