História Ox433 - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Nicki Minaj
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Nicki Minaj, Park Jimin (Jimin)
Visualizações 14
Palavras 1.368
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drabble, Drama (Tragédia), Droubble, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Lemon, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá! Sejam Bem Vindos ao primeiro capítulo de OX433!
Me desculpem qualquer erro.
Favoritem e comentem!
A produção YOURSELF deseja uma boa leitura a todos ♡



Moonly;

Capítulo 2 - C a p í t u l o 1


 

C A P Í T U L O 1

 

Minha cabeça estava pesada, na verdade tudo estava pesado, meu corpo estava, mais eu não tocava no chão, pelo contrário, parecia estável. Meu oxigênio estava começando a fazer falta nos pulmões, algo viscoso estava me cobrindo por inteiro, minhas pálpebras dificilmente abriram, minha mão continuava dormente como todo o resto do meu corpo.

 

Aonde diabos eu estou? E o que eu estou sentindo? parece queimar todos os meus neurônios, minhas narinas doem com o efeito daquele troço viscoso invadindo as minhas cavidades nasais pondo tudo para dentro de mim, tudo estava queimando.

 

O oxigênio fez falta assim que tentei puxar o ar, falhando miseravelmente, meu corpo estava inundado com aquele troço gosmento, minha garganta começou a fechar que nem uma porta eletrônica.

 

Abri os olhos com rapidez.

 

Eu estava submerso.

 

Sai do tanque me debatendo como pudi, desesperado, com uma das mãos no peito procurando algum machucado e a outra tentando agarrar uma arma inexistente pela beirada, cuspindo todo aquele troço viscoso para fora de mim, puxando o ar com força, precisava respirar, minha visão estava embaçada, eu precisava de Arc novamente, precisava daquela merda de substância rolando no meu sangue de novo.

 

Assim que me acalmei, olhei ao redor, sentir o peso do lugar e desabei no gel que estava mergulhado. Limpei meu rosto como deu, e passei para trás meus cabelos úmidos cor de uva.

 

Descansei meus braços na lateral do tanque, procurei respirar e entender que merda aconteceu ontem a noite, respirei fundo, aquele gel mexia com meu corpo inteiro, minha garganta doía, ardia minhas narinas, aquela merda estava me afogando.

 

Não me lembro de muita coisa, apenas de mim, me defendendo de um soldado, ou general, alguém fardado e robotizado, o vi sacar uma pistola de surpresa do paletó e mirar em mim, e depois disso, apaguei.

 

— Se metendo em roubadas de novo, Kim? — Uma voz masculina, daquelas que parecem que circulam em complexos de justiça, ecoou no cômodo monótono — Deveria estar acostumado com o tanque.

 

Não respondi.

 

A conclusão atravessou minha percepção como um tijolo.

 

Ergui o olhar, tubos e tubos de iluminação em neon azul, cilindro de metal fosco, vários tanques iguais aos meu, tendo uma fileira de vinte iguais, o ar estava gelado, as eras eram cinzas e verde musgo.

 

Eu conhecia o sujeito à minha frente, os alguns metros de altura, os cabelos grisalhos, a pele negra com bastantes sinais de nascimento em seu rosto, o rosto já consumido pela idade, ele vestia trajes pretos, os olhos combinavam com o traje, azuis cor do gel to tanque, me observava com fria calma.

 

— Olá Kovacs, vai listar meus direitos? Ou sei lá, contar para a policia? — Torci meu lábio e fiz um barulho que parecia uma frigideira ligada fritando algo — Já somos da policia, que coisa! Perdeu a oportunidade de me entregar — Bati brincalhão o punho na lateral, o lançando um olhar confiante.

 

— Namjoon, neste momento você não possui direito nenhum.

 

— Como se eu me importasse.

 

Olhei para ele e vi um sorriso sinistro naquele rosto. Dei de ombros e revirei meus olhos.

 

— Então princesa, vai ficar ai encarando o meu corpinho ou vai me contar oque aconteceu? 

 

Ele hesitou por um momento, arfou, deu uma olhada ao tanque ocupado ao meu lado, e imitou o meu dar de ombros.

 

— Claro, por que não? Meu detetive favorito. — Sorriu, só eu senti um tom de deboche na sua voz? — Você, isso, você mesmo, Kim Namjoon — Apontou para mim a base que iria se aproximando com um sorriso assustador no rosto — Foi mexer com oque não era da porra da sua conta. — Abandonou a expressão sinistra, e voltou a ficar friamente sério — Tentou investigar o governo, se meter de rebelde, sozinho, e ainda sem me avisar.

 

— Você deveria largar esse trabalho, se fica tristinho por que não te convidei para o bate papo — Aconselhei fazendo força contra o tanque.

 

— Uma mentirinha que custaria sua vida, Kim — Me lançou uma toalha assim que sentei na lateral da piscina de gel.

 

Peguei a toalha no ar e limpei mais um pouco meu rosto, queria desintoxicar aquele gel do meu corpo, estava começando a arder minha alma.

 

— Você não tem jeito mesmo... — Assegurou e começou a perambular o local, sabia que estávamos sozinhos então. — Você poderia ter sido desconectado, tantas coisas poderiam ter acontecido, imagina se você vira um substituto? Seria visto como uma putinha na mão do governo — Se virou para me encarar nos olhos — Você abriria mão de Jeongguk?

 

— Jeongguk... — Resmunguei, olhei um dos meus braços, vendo a marca minima que nós fizeram quando pequenos, a instalação dos chips militares — Ele está sabendo do que aconteceu? — Nem percebi que já estava de cabeça baixa, pensando.

 

— Foi ele que arrastou seu corpo desacordado para o tanque, detetive. — Cruzou os braços acima do peito — Ele achava que você estava morto, tomou um tiro bem no seu reator, estava aceitando que seria desativado.

 

Coloquei a mão no meio do meu peito, sentindo aquele ferro gelado e luminoso nas palmas da minhas mãos trêmulas de frio, estava fundo em um certo ponto da tecnologia que servia para me manter vivo.

 

— Foi Seokjin que organizou seu sistema, trocou seu reator, aplicou o chip. — Deu uma pausa, esperando eu levantar a cabeça, e assim fiz, o lancei um olhar deprimido — Todos ficamos preocupados com você, Jeongguk poderia ter perdido o seu posto de soldado com o General Jung, colocou todos expostos a Min Yoongi, está percebendo oque poderia ter provocado?

 

Novamente não o respondi.

 

Torci o reator para o lado e aquela falta de ar não me incomoda tanto, ele saiu na palma da minha mão, o olhei, estava intacto, novinho em folha, Seokjin fez um ótimo trabalho.

 

— Mostre-me um diagnóstico do meu corpo.

 

Aquela nuvem azul de informações apareceu na minha frente, a olhei com atenção, Kovacs podia ser visto pelo telão transparente, ele parecia feliz de me ver, até pudi ver um sorriso naquele rosto sério.

 

— Espero que tenha tido um bom dia senhor, e lhe desej—

 

— Tá, tá, meu corpo.

 

— Como quiser — Muitos gráficos começaram a aparecer na minha frente, moléculas, DNAs, e pela minha surpresa todos estavam em azul. — O seu corpo está cem por cento, senhor.

 

— Algum dispositivo desconhecido instalado, enquanto eu estava desacordado? 

 

Kovacs arregalou os olhos, mais não tardou em rir, eu o olhei desconfiado, mais esperei o progresso terminar de me escanear por completo.

 

— Dispositivo desconhecido detectado, na parte inferior de sua cabeça.

 

Levantei minha mão, pronta para tocar o local anunciado, toquei com a ponta dos meus dedos ossudos, e não sentir nada, além de minha pele morena gelada como neve.

 

— Kovacs? — O chamei, baixando o reator, e olha que surpresa.

 

Ele não estava lá.

 

O desgraçado meteu no pé.

 

— T.A, oque o Kovacs fez?

 

— Aplicou um rastreador em sua cabeça, senhor.

 

Gargalhei, me levantei da lateral rapidamente, coloquei o reator no meu peito, esperei alguns segundos para ele se centralizar.

 

— Olha só, parece que eu virei o adolescente rebelde, entendi. — Pigarrei, buscando andar para sair daquele local — T.A, roupas por favor, de preferência refrescantes. — Bati as palmas

 

Eu que estava apenas com uma calça branca e o peito desnudo, andando quase correndo pelo corredor frio, descalço. A quentura das roupas foram consumindo meu corpo alto e moreno, essa era a vantagem de ser um emissário inteligente, playboy, e um gênio, além de ser um baita detetive. Como mágica já estava vestido, a tecnologia é incrível, eu estava morrendo de frio, fui consumido pela roupa, e agora, estou quentinho.

 

Mais esse não é meu objetivo, preciso conversar com Bang e Seokjin, não quero ver Kovacs nem pintado de ouro na minha frente.

 

— A princesa quer saber aonde eu estou, é oque ele terá.

 

Sorri ambicioso com o plano surgindo na minha mente.

 

Minha visão foi preenchida pela notificação de mensagem, minha pupila tinha algumas tecnologias a mais que os outros, assim podemos falar sem ser tão complicado, abri a caixa de mensagem.

 

— Tudo nessa vida tem um preço, Namjoon — Kovacs parecia estar se divertindo com a situação — Bang queria você nas mãos dele, não fui eu, você arrumou confusão, será o passarinho dele.

 

Riu no final e fechou.

 

— Não por muito tempo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Eae? Gostaram? Querem mais? Errei em alguma coisa?
Comenta ai!


Moonly;


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