História Ox433 - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Nicki Minaj
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Nicki Minaj, Park Jimin (Jimin)
Visualizações 4
Palavras 1.003
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drabble, Drama (Tragédia), Droubble, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Lemon, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá! Sejam Bem-vindos ao segundo capítulo de OX433!
Me desculpem qualquer erro.
Favoritem e comentem!
A produção YOURSELF deseja uma boa leitura a todos ♡



Moonly;

Capítulo 3 - C a p í t u l o 2


Fanfic / Fanfiction Ox433 - Capítulo 3 - C a p í t u l o 2

 

CAPÍTULO 2

 

Acho que aquelas pessoas não tinham mais nada de importante para fazer, a base que eu andava pelo corredor extenso da delegacia modernizada, olhares tortos e viradas de cabeças bruscas me acompanhavam também, alguns assovios de gozação, e risadas debochadas, duvido que eles teriam a mesma coragem que eu de virar alvo do governo. 

 

Eram apenas bandos de controlados e putinhas do que Min Yoongi diz, robôs humanos como eu costumo falar.

 

Estava com a mão por dentro do bolso do meu sobretudo escuro, estava um frio devastador em Seul, mesmo estando com a cabeça quente, aquele frio não era nem um pouco reconfortante.

 

Senti uma mão pousar em meu ombro, me obrigando a parar no meio do corredor para me virar.

 

— Jeongguk?

 

Questionei confuso, oque ele estaria fazendo aqui? a essa fora? e como ele sabia que eu havia acordado? 

 

— Boa noite, detetive. — Fez uma reverência, e me lançou um olhar acolhedor — Fico feliz que esteja acordado, a crise que se encontrava era preocupante.

 

— Jeongguk, você não tem que falar assi..—

 

— É minha forma de trabalhar, detetive, espero que entenda.

 

Olhei por cima de seus ombros, algumas pessoas nos encarando, pareciam que iam sugar minha alma e do meu irmão juntas, mais assim que respondi com um olhar pior, elas se viraram, fingindo trabalhar.

 

— Nós podemos conversar em outro lugar, soldado? — Voltei a olhar Jeongguk.

 

— Como quiser, detetive.

 

Entrei em uma das salas dos cabos da policia que aparentava estar vazia, me encostei na mesa e cruzei os braços, enquanto olhava Jeongguk fechar a porta. Assim que fechou, se virou para me olhar, e abriu um sorriso de coelho, mais foi por poucos segundos sua reação fraternal, pois logo se arrumou como um soldado. 

 

O rosto jovial se trancou assim como seu maxilar em uma linha de L, os cabelos pretos, os olhos curiosos percorriam o meu rosto e o meu corpo, estava procurando os machucados dos dias anteriores, os braços fortes para trás, sua altura não era mais alta que a minha, mais não ficava atrás. O jovem retirou o seu quepe e deixou na mesinha de centro.

 

— O congresso me mandou aqui, para vê-lo, e pedir as verdadeiras desculpas sobre o incidente, Min Yoongi pede as devidas desculpas.

 

— Você ainda trabalha para o tampinha, né? — Ri e balancei minha cabeça em descontentamento — Jung lhe recrutou direitinho..

 

— Detetive se me permite, o General Jung, não tem nada a ver com meu comportamento, muito menos o senhor presidente. — Se aproximou mais de mim — Eu apenas cumpro as regras do meu posto no exercito, senhor.

 

— Eu não acredito que Yoongi tenha se preocupado comigo, soldado — O olhei de canto de olho, ele estava começando a perder a paciência — Se fez isso, é por que não quer que eu fique na cola dele, e o congresso é ele quem manda também.

 

— Senhor, eu..—

 

— Você trabalha para corruptos, pessoas que mataram diversas pessoas por que só se preocupam em tirar nossa voz e dinheiro — Aumentei mais o meu tom de voz, mais nem olhava em sua cara — Pessoas que mataram nossos pais, estão destruindo nosso país, silenciando os rebeldes! — Bati com força a minha mão na mesa, o assustado brevemente — Você também é a porra de um assassino, eles quase me mataram!

 

Apontei para sua cara assustada por minha reação tão inesperada.

 

— Você é um assassino também, Jeongguk.

 

— Eu não sou um assassino, Namjoon.

 

Desfez aquela pose de soldado e soltou um suspiro alto de frustração, e andou até mim, sua expressão não tinha mais nenhum sorriso de coelho, apenas um semblante triste o soldado cheio de medalhas e conquistas carregava.

 

— Eu não sou um assassino, estou tentando salvar sua vida — Pressionou seu dedo contra meu reator — Eles só não o desligaram por que eu disse que você era meu irmão, até cogitaram em me rebaixar, ou seja me demitir, por que meu irmão é a merda de um rebelde que trabalha para a policia, e fica se revoltando contra o presidente, um dos homens mais poderosos da Coreia inteira, e o meu chefe. — Fez uma pausa para respirar — Por que você não acredita em mim? não acredita que eu posso te salvar, que Min Yoongi pode te salvar?

 

— Ele não vai me salvar, por que eu não preciso que ninguém me salve! — Retirei seu dedo do meu reator, que parecia estar começando a esquentar com toda essa conversa.

 

— Você sempre foi esse homem, arrogante, debochado, esnobe, aproveitador, confiante— Cuspiu os adjetivos na minha cara — Mais eu sei que dentro dessa casca, existe um menininho assustado e inseguro.

 

— Vai sonhando Jeongguk, o único menininho que tem aqui é você.

 

— Você sabia que isso de congresso e desculpas foi tudo mentira? — Confessou, seu rosto estava começando a tremer assim como suas mãos, ele iria chorar por algo tão besta? 

 

— Como?

 

— Eu arrisquei meu trabalho para vim vê-lo, ver se tinha acordado, ver se estava bem, não precisava de alguma coisa, dinheiro, comida, informações — Fungou depois de ter deixado uma lágrima cristalina deslizar por seu rosto angelical — Era para eu estar com o General Jung, e a Tenente Maraj, mais eu estou aqui, com você, em vez de fazer a segurança do presidente do nosso país.

 

— Jeon, escuta..

 

— Eu estou falando. — Limpou os olhos com a manga do uniforme — Eu não quero ser ausente para você como nossos pais foram, mais você me deixa sem escolha, uma hora me respondendo como se eu fosse um zé-ninguém, outra hora me dando coice por eu querer te proteger, assim você afasta todos que te amam.

 

Se afastou de mim bruscamente, me deixando sem reposta, dando um nó na minha garganta, fiquei sem argumento pela primeira vez na vida, isso me chocou. Jeongguk pegou seu quepe da mesa de centro da sala, e colocou em sua cabeça novamente, e foi até a porta, a abriu, mais antes me lançou um olhar de fundo.

 

— Eu não tenho medo de você, Joon — Usou um apelido que usava quando criança contra mim — Mais um detetive deveria ter medo de um soldado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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