História P. S. I Love You -Stony - Capítulo 5


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Categorias Deadpool, Homem-Aranha, Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Bucky, Dr. Bruce Banner (Hulk), James Rupert "Rhodey" Rhodes, Peter Parker (Homem-Aranha), Steve Rogers, Thor, Wade Willson (Deadpool)
Tags Spideypool, Steve Rogers, Stony, Tony Stark
Visualizações 700
Palavras 1.380
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey meus amores!! Como estamos?? Estou apaixonada por esse capítulo. Aqui eu explico o "infinito vezes infinito". Acho esse bordão deles tão fofo que eu resolvi explicar aqui.
Uma ótima leitura a todos e até amanhã!

Capítulo 5 - I love him, Peter


                                                                          V.

                                                                I love him, Peter

 

Tony ligara para Peter pela manhã. Ele precisava desabafar e queria conversar com o amigo, depois da consulta de Steve no hospital.

-Tudo bem? -Tony perguntou para o marido.

Steve se virou para o mesmo.

-Tudo. Acho que está tudo pronto.

Tony deu espaço para que o companheiro pudesse passar. Ainda era estranho para Steve andar por aquela casa, por aquele corredor... ele estava tentando ser o mais gentil possível com Tony, mas ele não conseguia, nem quando o mesmo o chamava de  “amor.”

Tony chamara um táxi para os dois e o caminho até o hospital foi o mais silencioso possível. O que poderia ser dito? Steve não sabia o que fazer, assim como Tony também não.

 

(...)

 

O médico analisou os pontos na cabeça de Steve.

-Parece que está tudo bem com você. -O doutor Richards comentou, enquanto anotava alguma coisa em uma receita. -Sente alguma espécie de dor?

-De vez em quando a minha cabeça dói. -Steve comenta.

-E sua memória? -ele quis saber.

Steve dá de ombros.

-Eu contei tudo o que eu me lembro.

-Não se lembrou de mais nada?

Steve fez que não com a cabeça e Tony engoliu em seco.

-Senhor Stark, eu vou receitar alguns remédios para dor, ok? Dê a ele todas as manhãs, ok?

Tony concordou com a cabeça antes de pegar a receita e guardar dentro do bolso da sua calça.

-Está a nossa próxima consulta, Steve.

 

(...)

 

Tony deixara Steve em casa, como o mesmo havia pedido e ligara para Peter logo em seguida, perguntando se o mesmo poderia encontrá-lo na cafeteria.

Tony estava apreensivo e Peter podia notar isso no amigo.

-Ei... como você está?

Tony ergueu seus olhos para o mesmo, enquanto Peter puxava uma cadeira para poder se sentar.

-Eu estou levando, à medida do possível, mas parece impossível.

-Por quê?

Tony deixou transparecer as lágrimas em seus olhos.

-Ele não se lembra de mim. -Tony diz. -Não se lembra de nada que a gente viveu.

Peter suspirou, antes de acariciar a mão de Tony. O mesmo observou o ato do amigo, mas não o afastou. Peter deu um meio sorriso para ele.

-Eu tenho certeza de que o Steve irá se lembrar do que vocês viveram, pode ter certeza.

Tony dá um meio sorriso, antes de brincar com a aliança em seu dedo.

-Tomara. Eu estou disposto a reconquistá-lo. Só tenho que saber se ele está disposto a receber o meu amor.

-Ele seria doido se não estivesse.

Tony deu uma gargalhada fraca, mas logo, as lágrimas rolaram por seu rosto.

-Ei... não chora, Tony.

-Eu o amo, Peter. -Tony aperta seus dedos sobre sua blusa, no lugar do seu coração. -Mais do que a mim mesmo.

Peter solta um suspiro, antes de acariciar o rosto de Tony e enxugar as lágrimas do amigo.

 

(...)

 

Steve pegou a  “caixa das recordações” no closet, junto da filmadora, antes de se sentar na cama.

-Tudo bem... por onde eu começo? -ele pergunta para si mesmo, enquanto procurava por alguma fita que ele poderia ver primeiro. Ele encontrou uma com a data 06/02/2011. Steve colocou-a na filmadora, antes de ligar e assistir ao filme.

Ele estava vendo televisão quando Tony se aproximou dele. Steve tomava uma garrafa de cerveja e comia alguns doritos, quando Tony se jogou ao seu lado no sofá.

-Dê um olá para mim, Steve.

Steve o ignorou e continuou comendo. Tony riu.

-Pode largar essa câmera por cinco segundos?

Tony balançou a cabeça em negativa e Steve suspirou antes de negar com a cabeça.

-Eu sabia. Porque eu te peço mesmo?

-Porque você acha que pode me fazer mudar de ideia.

Steve concorda com aquilo.

-Tudo bem. O que você quer filmar? Me diz.

Tony pega a mão de Steve que está com a aliança e foca a lente na câmera bem ali.

-Eu quero filmar o meu marido, posso?

Steve dá um sorriso para ele. Um sorriso sincero, doce e gentil. Claro que Tony poderia filmá-lo, quando ele quisesse.

-Claro que pode, amor.

Tony sorriu e puxou Steve do sofá, levantando-se junto com ele. A câmera tremeu um pouco com o tal ato.

-Diz para mim o que eu quero ouvir, Steve.

Steve deu de ombros. O que Tony queria saber? O que ele queria ouvir?

-Eu não sei o que você quer saber, espertinho.

Tony riu antes de ajeitar a câmera em sua mão.

-Você sabe o que eu quero ouvir. Eu digo isso para você o tempo todo, Stee. Quero ouvir de você agora.

-O que você quer ouvir? -Steve perguntou, colocando as mãos na cintura e dando um sorriso brincalhão para o marido.

-Eu quero ouvir que você me ama.

Steve engoliu em seco ao ver os olhos castanhos e brilhantes de Tony. Tony dizia para o mesmo que o amava, a maior parte do tempo, mas Steve quase nunca dizia isso para ele.

-Vai amor, eu quero ouvir! -Tony disse, sorrindo. -Diz que me ama, amor. Diz que me ama. Diz para a câmera o que você sente por mim, diz.

-Eu amo você, Tony. -aquilo saiu com naturalidade dos lábios de Steve. -Eu amo você até o fim. Infinito vezes infinito.

Tony sorriu diante daquela declaração de Steve.

-Eu também, amor. Até o fim. Infinito vezes infinito.

Steve sorriu e Tony o chamou com o dedo. Tony focou a câmera nos dois e forçou Steve a olhar para a mesma.

-Quando assistir a esse vídeo, não me odeie por estar filmando esse momento, por favor. Permaneça com um sorriso em seu lindo rosto. Um sorriso que amo demais.

Steve sorriu para ele e Tony beijou delicadamente os lábios do marido.

-Será que deu para pegar? -Steve perguntou entre os lábios do companheiro.

-Com certeza. -ele declara e olha para a câmera novamente, assim como Steve.

Tony beija a bochecha de Steve e se vira para a câmera e diz:

-P. S. Eu te amo.

 

(...)

 

"Você vai se sujar com esse algodão doce!" Steve o repreendeu, mas Tony apenas mostrou a língua para ele.

"Anthony Edward Stark pare já com isso! Você não tem mais cinco anos. Já tem 32. Aja como alguém da sua idade!"

Mais uma vez Tony não lhe dera ouvidos e continuou a caminhar com o ar frio de Nova York batendo contra o seu rosto. O céu era estrelado e havia várias estrelas ali.

Ele esperou Steve caminhar e ultrapassá-lo e pulou em suas costas, assustando o companheiro que caiu com ele na grama.

"Tony! O que diabos eu faço com você, me diz?" Steve perguntou, tentando manter-se sério, mas as gargalhadas já escapavam de seus lábios.

Tony deu de ombros e continuou rindo.

"Apenas me ame e me deixe te amar. Apenas isso, Stee. E, se você deixar eu te amar até o último dia da minha vida, você jamais será infeliz. Eu prometo a você."

O coração de Steve disparou em seu peito, principalmente quando Tony tirou uma aliança de dentro do seu bolso e colocou-a sobre o dedo anelar de Steve, beijando os nós dos dedos do mesmo.

O sorriso de Tony era gigante. Era assim que Tony Stark era: alegre, doce, divertido e gentil. Era o seu jeito. Ele era assim com todos, mas com Steve ele conseguia ser um completo bobalhão, principalmente quando o amava mais do que tudo.

"Uma vez me disseram que o amor era infinito e que eu iria encontrar esse amor. Eu discordei. Eu disse: o amor não é apenas infinito. Ele é infinito vezes infinito. Ele não tem fim mesmo depois da morte. E eu encontrei o meu amor. Aquele que eu quero para sempre ao meu lado. Eu te amo, Steve. Infinito vezes infinito. Um amor que não tem fim."

As lágrimas rolavam pelo rosto de Rogers e ele tentou enxugá-las, mas foi em vão. Ninguém nunca fizera uma declaração de amor igual a essas para ele antes. Era a primeira vez.

"Infinito vezes infinito?" a voz de Steve era um sussurro. "Não há tamanho e nem palavras que possam ser colocadas o que eu sinto por você."

"Só precisa dizer infinito vezes infinito e não importa aonde eu esteja, eu voltarei para você. Meu coração é seu, assim como todo o meu ser também é."



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