História P. S. I Love You -Stony - Capítulo 7


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Categorias Deadpool, Homem-Aranha, Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Bucky, Dr. Bruce Banner (Hulk), James Rupert "Rhodey" Rhodes, Peter Parker (Homem-Aranha), Steve Rogers, Thor, Wade Willson (Deadpool)
Tags Spideypool, Steve Rogers, Stony, Tony Stark
Visualizações 586
Palavras 1.296
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey meus amores!! Como estamos?? Deixa eu esclarecer algumas coisas aqui:
Primeira: a cena final com aspas e em itálico, são as lembranças do Tony. As lembranças que não foram gravadas em vídeos. São lembranças dele. Então, toda cena final, teremos uma lembrança do Tony.
Segunda: Harleen é a Arlequina. Eu amo demais ela e a amo junto do Bucky. Pra mim eles formam o casal perfeito. Amo mesmo.
Enfim. Era só isso mesmo.
Uma ótima leitura a todos e até amanhã!

Capítulo 7 - Tony always made you happy


                                                                         VII.

                                                       Tony always made you happy

 

Steve sentia como se todo o ar simplesmente estivesse esvaído dos seus pulmões. Ele pegou aquela fita e abraçou-a junto ao seu peito. Tony havia gravado a sua dor e de certa forma, agora, ele sentia um pouco mais aliviado depois de ver aquela fita. Tony soube como acalmá-lo naquela época, será que ele saberia agora também?

Steve enxugou as lágrimas presentes em seus olhos e se levantou, deixando a caixa com as fitas e a filmadora, em cima da cama. O desespero tomou conta do seu corpo novamente e ele não sabia o que fazer. Ele fincou suas curtas unhas nos pontos em sua cabeça, percebendo sua cabeça toda doer diante daquele ato.

Ele só queria voltar no tempo... talvez se, se lembrasse de tudo novamente, a dor seria menor do que era agora. Era como se tivessem arrancado seu coração de dentro do seu peito e deixado um lugar vazio no lugar em que ele costumava ficar. Steve andou por aquele corredor, tentando correr para o lado de fora da casa e assim que abriu a porta de entrada, deparou-se com Bucky.

-Bucky... -sua voz era ofegante.

O moreno deu um pequeno sorriso para ele.

-Ei, campeão. O que aconteceu? -a voz de Bucky soava preocupação, ainda mais depois de ver Steve chorar.

Steve o puxou para um abraço e enterrou seu rosto no ombro do amigo. Bucky não estava entendendo mais nada, só sabia que tinha que fazer alguma coisa para consolar o amigo.

-O que houve? -Bucky quis saber.

-O meu pai morreu... -Steve soluçou ao dizer.

Bucky fechou os olhos por um momento. Aquele assunto de novo. A morte do pai de Steve. Bucky nem sabia como Steve havia conseguido seguir em frente, sem pensar a cada cinco segundos no pai.

-Eu sei... -Bucky sussurra, enquanto acaricia o cabelo do amigo.

 

(...)

 

Steve parecia estar um pouco mais calmo depois de Bucky ter preparado água com açúcar para o mesmo. O seu corpo não tremia mais como antes e ele também, parara de chorar e de soluçar.

-Como você está? -Bucky quis saber.

Steve deu de ombros.

-Já estive melhor.

Bucky pegou a mão do amigo em suas mãos. Steve estava revivendo todo o sofrimento novamente e ele não sabia o que fazer. Ele não era Tony para poder acalmá-lo... ele não tinha toda a calma e toda a paciência que Tony teve com o mesmo durante duas semanas inteiras...

-Eu não sou o Tony, Steve, me desculpa. -Bucky diz e Steve olha para o mesmo. -Ele que soube te acalmar.

Steve soluçou um pouco antes de acabar de tomar o resto da sua água.

-Como eu era, Bucky? -Steve quis saber. -Como eu fui durante dez anos?

Bucky deu de ombros.

-Você foi quem você sempre foi.

-O que eu fiz de diferente? Disseram para mim que eu tomo cerveja quando como macarrão... que eu era filmado continuamente...

Bucky soltou um suspiro.

-Sim, você adquiriu novas manias, assim como o seu marido também.

-E como eu sou com ele, Bucky? -Steve quis saber. Ele sentia uma vontade repentina de saber tudo sobre os dez anos que havia perdido da sua vida.

Bucky deu de ombros novamente.

-Sei lá... Tony sempre tinha um sorriso no rosto e sempre gostava de te provocar, ele dizia que você ficava fofo quando ele te provocava. -Bucky riu ao dizer aquilo e Steve deu um leve sorriso. -Vocês sempre foram muito felizes juntos, Steve. Sempre foram o casal perfeito.

Steve brinca com os seus dedos. Casal perfeito. Aquilo não existia, ele nunca acreditou que aquilo existia.

-Claro que vocês tinham suas desavenças... -Bucky continua. -Mas Tony nunca revidava ou perdia a paciência com você. Ele deixava que você extravasasse sua raiva e depois... ele esperava que vocês fizessem as pazes.

Steve olhou para o seu amigo. Bucky tinha um sorriso no rosto quando falava da relação de Tony e Steve.

-Tony sempre te fez feliz. -Bucky disse aquilo com naturalidade. -Ele sempre queria que você tivesse um sorriso no rosto e sempre tentava te mimar.

Steve passou uma mão por sua boca, sentindo a aliança arranhar os seus lábios.

-Você sempre disse que Tony era o marido que você pedira a Deus. -Steve olha para o amigo, assim que o mesmo pronuncia essas palavras. -Ele sempre estava presente e sempre esteve com você quando você precisou.

Steve sentiu as lágrimas queimarem em sua garganta.

-E ele me filmava todos os dias. -Steve disse e Bucky concordou com a cabeça. -Por quê?

Bucky respirou fundo.

-Ele dizia que era uma maneira de expressar o que sentia por você. Ao final de cada vídeo ele dizia que te amava.

Steve fechou os olhos por um momento, sentindo duas lágrimas rolarem por seu rosto.

 

(...)

 

Tony sentiu seu celular vibrar em seu bolso. Ele viu o nome da mãe de Steve na tela e estranhou,antes de atender.

-Sarah? Algum problema?

-Tony, o Steve está com você? -a voz de Sarah era aflita.

-Não, porque? Aconteceu alguma coisa? -a voz de Tony soou preocupada.

Sarah respirou fundo. Não, ela não iria aguentar passar por tudo aquilo novamente.

-É o Joseph, Tony...

Não precisou que ela dissesse mais nenhuma palavra. Tony se levantou de sua cadeira, derrubando a mesma e Peter olhou para ele, estranhando a atitude do amigo.

-Pode pagar a conta, Peter? Eu tenho que ir para casa. Steve está com um problema.

Peter fez que sim com a cabeça e viu Tony sair às pressas por aquelas ruas.

 

(...)

 

Não, não, aquilo de novo não. Tony não aguentaria passar por toda aquela dor novamente. Ele soube na época como a história da morte de Joseph, afetara Steve profundamente. Passar por isso novamente... iria acabar com ele.

-Fica firme, amor. Eu já estou chegando. -Tony sussurrou para si mesmo.

 

(...)

 

Bucky conduziu seu amigo até a sala, fazendo o mesmo se sentar no sofá. Steve ainda tentava processar tudo o que tinha acontecido.

-Não deixe essa notícia te abater, por favor. -Bucky pediu para o amigo.

Steve concordou com a cabeça e ouviu o clique da porta, vendo um Tony ofegante entrar logo em seguida.

-Steve... -Tony disse, enquanto tentava recuperar seu fôlego. -Eu estou aqui, meu amor.

Steve sentiu as lágrimas voltarem e se levantou do sofá, correndo em direção a Tony. Ele se jogou nos braços de Tony, afundando seu rosto no ombro do marido e apertando seus dedos na camisa do mesmo.

Tony acolheu o companheiro em seu abraço, beijando o ombro do mesmo.

-Eu estou aqui... -Tony sussurrou para o mesmo, antes de beijar o rosto do mesmo e deixar Steve chorar em seu ombro.

 

(...)

 

"Se algum dia eu te esquecer..." Steve começou, seus olhos fixos na varanda, olhando para o pôr do sol.

"Por favor, nem continue. Acho que não aguentaria se você não se lembrasse mais de mim."

Steve sorriu e virou-se para Tony.

"Se algum dia você me esquecer... saiba que eu farei de tudo para te ter novamente. Não importa se demorar cinco, dez, vinte, cinquenta anos... não irei desistir de você."

Ele tirou a camisa e exibiu no ombro a tatuagem que tinha ali. A sua única tatuagem. Tony também tirou a sua camisa e debaixo do peito esquerdo havia a mesma tatuagem. Um infinito dentro de outro infinito.

"Fizemos essas tatuagens para que nunca nos esqueçamos um do outro. Não importa a distância." Steve completara.

Tony abriu um sorriso.

"Quando eu a toco, eu te sinto perto de mim. Sinto você perto de mim mesmo quando não está."

Steve tocou o rosto do companheiro e Tony fechou os olhos.

"Infinito vezes infinito."

"Lembre-se do quanto eu te amo, daqui até a morte. Lembre-se que sempre será infinito vezes infinito." Tony completou.



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