História Paciente 106 - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Nina Dobrev
Personagens Justin Bieber
Tags Drama, Mistério, Psicóloga, Psicopata, Revelaçoes, Romance
Visualizações 38
Palavras 1.033
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


B
O
A

L
E
I
T
U
R
A
<3

Capítulo 10 - Consigo perceber o fascínio dele por si


Fanfic / Fanfiction Paciente 106 - Capítulo 10 - Consigo perceber o fascínio dele por si


                                                                                                   2 meses depois...
New  Orleans
Clinica de Psiquiatrica
10:00 PM
Consulta extra/Noturna

Passaram cerca de dois meses desde que sou a psicologa de Justin Bieber,os meus colegas da clínica mostraram-se rendidos ao meus trabalho,não acreditando na melhora do paciente 106.
Apesar do que todos pensam Justin não está curado,ele próprio o admite dizendo que apenas está mais aberto devido ás nossas conversas e á minha companhia,o loiro têm se mostrado cada vez mais disposto a responder ás minhas perguntas até as que envolvem o passado,a conversa em que estamos no momento envolvia a família dele,um dos tópicos mais sensiveis para ele.
-Essa mulher que falas criou-te,tens que ter algum tipo de sentimento por ela.-Digo terminando um momento de siêncio aterrador.
-Diga-me Doutora,se a sua mãe a tivesse abandonado num Hospício sem razão aparente, ainda assim a considerarias alguém essencial para a sua sobrevivência?-Ele pergunta num tom de voz baixo mas firme.
-Já falamos sobre isto,o caderno é razão suficiente para a tua mãe se preocupar com a tua saúde mental,tinhas nomes de crianças,pessoas inocentes,familias com quem a tua mãe e a tua irmã partilhavam um elo.-Respondo calmamente
-Mas elas não eram o foco,não da minha cabeça.Elas sempre quiseram ser as personagens principais num filme de terror,eu dei-lhes o que queriam.-Ele deita-se no estrado da cama branco do quarto dele e olha para o teto.
-Tu disseste que elas não eram o teu foco,então o que era?-Pergunto apontando a minha questão no bloco.
-Isso realmente importa?-Ele questiona fechando os punhos.Suspiro.
-Se não quiseres falar sobre isso,tu sabes que basta dizeres.-Ele anui.
-Eu não quero falar sobre isso agora.-Ele sorri de lado e olha para mim lentamente,estamos a metros de distância. -O que vai fazer esta noite doutora?
Gargalho com a pergunta,ele ergue as sobrancelhas confuso.
-Vou jantar fora.-Digo simples com um sorriso leve.
-Vais com o Hastings?-Pergunta-me.Nego.-Então com quem?-Ele pergunta num tom de voz arrastado.
-A tua Mãe,ela convidou-me.-Digo reticente e Justin levanta-se num impulso rápido.-Algum problema?
-Para além do óbvio doutora?-ele pergunta nervoso.-A minha mãe é uma mulher sem coração,você e ela não acho que vá resultar,Caroline és demasiado boa para estar numa mesa com ela.
-Ela é tua mãe Justin.-Reprendo o Paciente.
-Tu és mesmo atraida para a escuridão do...-No momento em que ele ia terminar a frase a energia da clínica falha.
Não vejo nada,a porta do quarto abre-se automaticamente e a luz de emergência acende-se,esta é de um verde flurescente que me ataca os olhos.Vejo Justin com um sorriso macabro,o que me intimida.
Se esta porta abriu ,quantas não terão aberto.Tenho que ir ver o que se passa.
Um barulho de passoas rápidos como se alguém tivesse a correr surge e o meu coração acelera.
-Justin?-Olho em redor e ele não está ali.Merda 
Saiu pela porta ,o corredor enorme está escuro,oiço passos e risos mas a minha visão não deteta movimento,estranho porquê o som é cada vez mais constante.Uma mão é pousada no meu ombro,fico estática por leves segundos mas quando pretendo correr,a pessoas manifesta-se.
-Shiii.É o William.-A voz do meu segurança tranquiliza-me,respiro fundo.
-O que se passa aqui?-Pergunto e ele parece nervoso,ele puxa-me para um dos quartos vazios que continha uma das luzes flurescentes.
Consigo finalmente ver,vejo o rosto de William,tenho quase vontade de o abraçar mas contenho-me por uma questão de profissionalismo.
-Alguém cortou os fios de eletricidade através do exterior,e quando digo fios quero dizer todos eles,todos os pacientes da Ala de Psiquiatria Anormal estão espalhados pela clínica,trancamos as entradas principais,esperando que não arranjem outra forma de sair.-Ele responde á minha pergunta anterior.
-Os outros?-Pergunto lembrando-me de Natalie.
-Estão todos trancados na sala principal,eras a única a ter consulta na altura,calculo que o paciente 106 não te tenha agredido.-Ele comenta.
-Ele não o fez mas porquê tinhas a certeza?-Pergunto curiosa.
-Eu posso estar atrás da porta mas eu vejo o paciente 106 antes e depois de você o consultar e digamos que vejo a diferença.-Ele diz e ouvimos passos ,vejo uma sombra atrás dele...
-WILL...
Quando grito para o alertar é tarde de mais,o som de uma pancada é ouvido e William cai no chão desacordado,não tenho reação.Quero fugir mas o meu corpo está frio e sem reação,a sombra aproxima-se de mim e eu dou um passo atrás até estar totalmente encostada a parede fria atrás de mim,posso ver o rosto da agressora claramente,é me conhecido,é uma mulher ruiva que trabalha como enfermeira na clínica á um mês,Havia-me cruzado com ela algumas vezes quando ia fazer a consulta com Justin ,ela estava a conversar com ele e dar-lhe os comprimidos diários,acheio normal...achei-a normal.Talvez estive-se errada.
Ela sorri para mim de forma assustadora e depois manda o taco de basebol para o chão e tira algo da mala,quando ela me aponto o objeto percebo rapidamente que é nada mais nada menos que uma arma.
Eu estava muito errada.Quem diabos é esta mulher?
-O que queres de mim?
-Pergunto rápido.
Ela não responde,limita-se apenas a olhar-me de cima abaixo,ainda com a arma na mão ameaçadoramente apontada para a minha cabeça.Estou a tremer,é quase como um frio a percorrer-me a espinha.
-Consigo perceber o fascínio dele por si.-Ela diz num tom rouco ,ela baixa a arma por breves segundos para me tocar no rosto,viro a cara e ela afasta-se a gargalhar. -Acho-a admirável doutora,a sua dedicação aos pacientes,a sua inteligencia e a forma como lida com a vida,mas o respeito que tenho por si é tapado pelos meus ciúmes insanos.É realmente uma pena.
-Maluca.-Digo num tom ofensivo.
-Então Doutora Caroline,parece perturbada.-Ela diz numa risada voltando a apontar-me o cano da arma.
-Alice!-A voz de Justin chama-a e ela olha para trás num sorriso doce.
-Olá meu amor,ainda bem que apareceste.-Ela diz animada sem deixar de me apontar a arma.
Olho para Justin que retribui um olhar tímido,voltando rapidamente a olhar para a tal Alice.
-Larga a psicóloga e vamos embora daqui.-Justin diz num tom cruel.
-Falas como se esta mulher fosse para ti uma simples psicóloga,mas ela não é...-Justin interrompe-a aproximando-se a passos largos.
-Mas ela é apenas isso,uma psicóloga -pausa-Rídicula.-Ele olha para mim quando o diz,sei que ele não queria dizer,isso alivia o meu coração. -Alice,não podes achar que tenho sentimentos por ela...
-Eu não acho ,eu tenho a certeza.
 


Notas Finais


O que acharam? <3


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