História Paciente 106 - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, Nina Dobrev
Personagens Justin Bieber
Tags Drama, Mistério, Psicóloga, Psicopata, Revelaçoes, Romance
Visualizações 28
Palavras 928
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


+1 aproveitem meus anjos
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Capítulo 11 - Não desejaria nada mais do que uns momentos consigo


Fanfic / Fanfiction Paciente 106 - Capítulo 11 - Não desejaria nada mais do que uns momentos consigo


-Eu vejo a maneira como a desejas,como a olhas neste exato momento enquanto ela têm uma arma apontada á cabeça,sentes medo.-A tal de Alice diz,Justin alterna o olhar entre mim e ela.Respiro fundo.
-Chega deste Jogo.-Justin dá um passo na nossa direção,e a ruiva destrava a arma fazendo Justin parar com um olhar intenso. 
-Tens razão meu amor,chega deste jogo.-Ela sorri macabramente e aproxima-se rapidamente de mim encostando o cano frio da arma na minha testa.
Ela parece tremer por uns miseros segundos mas rapidamente a mão estabiliza pressando com mais intensidade a minha testa,respiro fundo e o meu coração palmita a uma velocidade absurda,quero gritar mas em vez disso o meu corpo encontra escapatória nas lágrimas que começam a correr pelos meus olhos que rapidamente são fechados e pressionados,sei o que vai acontecer a seguir e não quero ver.
Nunca me considerei alguém com medo da morte mas pelos vistos estava enganada,eu estava aterrorizada,deixei muito por dizer e fazer.
Oiço passos a aproximarem-se de mim sou afastada do cano da arma e volto a ser puxada e sinto o meu corpo embater numas costas fortes,a minha mão aperta agora outra com intensidade,abro os olhos com alguma curiosidade,Justin estava á minha frente como se me protege-se e a rapariga,Alice que tinha a arma apontada á minha cabeça está agora concentrada em Justin mas ainda com a arma apontada na nossa direção.
-Sai da frente dessa nojenta.-A mulher ofende-me e eu começo a tentar soltar-me da proteção de Justin,mas ele usa a mão livre para me prender atrás dele.
Ele estava a proteger-me.
-Baixa a arma Alice e vamos os dois embora,tu sabes se fizeres isso eu matava-te com as minhas mãos.-Justin diz num tom ameaçador,o meu coração aperta a ouví-lo dizer aquelas palavras.
O que ele está a fazer com o meu coração?
-Não acredito que estás a proteger a psicologa,disseste que me amavas e no final abandonas o que nós tinhamos por...-ela pausa num resmungo de raiva -Ela.
-A Caroline não é tua rival.-Ele diz e aperta a minha mão
-Prometes?-Ela pergunta num sorriso" inocente" e Justin acena com a cabeça.
-Agora dá-me a arma.-Ele pede e ele anui.
Ela entrega-lhe a arma,e um suspiro de alívio sai pelos meus lábios.
-Agora vai para a cave,vou ter contigo em uns minutos e vamos embora deste sitío.-Justin diz-lhe e a rapariga bate com o pé no chão como uma criança.A luz verde que embate nos seus olhos so torna a cena mais estranha.
-Porquê?-Ela queixa-se,olhando para mim com desprezo evidente.
-Faz simplesmente o que te mandei,Alice.-Justin diz num tom alto e a mulher baixa a cabeça e segue o seu caminho.Saindo da sala rapidamente.
-Agora que estamos só os dois ...-Ele pausa virando-se para mim. -Parece que sou eu com a arma,está com medo,doutora?-Ele pergunta fixando os seus olhos nos meus.
-Eu sei que não me vais magoar,sei disso desde o momento em que te vi.-Digo baixo e ele sorri guardando a arma no bolso de traz.

-Devo ter cerca de 20 minutos antes da energia voltar.-Ele diz olhando para o relógio de parede.-Não posso demorar muito mais.
-Foste tu.-A minha boca abre-se em espanto.-Planeaste a tua fuga,quando tudo se estava a encaminhar para ti,todos estavam a ver a tua melhora,sairias daqui em pouco tempo.-Digo com certezas e ele gargalha.
-Oh doutora,aprecio a sua inocência mas eles nunca me deixariam ir.-Olho para ele confusa. -Todos eles me temem,não me mandariam para casa onde a vizinhança seriam pessoas a quem eu tinha como alvos.Você seria condenada por toda a cidade nessa decisão.-Ele explica.
-As pessoas mudam e eu não te tenho medo de ti.-Digo calma.
-Talvez devesse.-Ele diz dando um passo na minha direção.
-Ainda agora me salvaste.-digo baixo e ele engole em seco.
-Sou inconstante.-Ele responde.-Seria melhor para ti se acreditares que sou o psicopata que todos pensam.
-Eu não acredito.-Digo sem pensar.
-Sabe doutora sempre me questionei sobre algo...-Ele analisa-me.-Nunca me perguntou.
-Perguntar sobre o quê?-Questiono o jovem loiro.
-Se eu o tinha feito.Se eu tinha matado a Katy,a sua melhor amiga.-Quando ele formula a frase o meu coração pára.Olho diretamente para ele.
Engulo em seco.
-Nunca me disses-te e eu admito que não tive a coragem de o perguntar.-Respondo.-E tu Justin,porquê nunca me falaste sobre isso.
-Sendo sincero,acho que sempre me perguntei o que seria de nós depois disto de sermos paciente e psicóloga,acho que sempre pensei em sair daqui e poder falar consigo,confessar se era inocente ou culpado e porquê eu te conheço sei que terias a resposta certa para mim e o sol brilharia nos teus olhos e teriamos mais uma das nossas conversas e eu não desejaria nada mais do que uns momentos consigo.-Ele conta e eu anuo 
-Quem sabe um dia...-Deixo a ideia no ar.
-Espero que brevemente.-Ele remete no mesmo tom calmo.E vira-me as costas provavelmente pensando em partir,antes de o fazer digo algo que o faz virar para trás.
-Desculpa.-Digo num sussuro. -Eu falhei para contigo,falhei como terapeuta,não te consegui salvar,espero que um dia alguém consiga.
Ele olha para mim como se eu tivesse dito uma loucura e aproxima-se de mim a passos rápidos,por instinto recuo um passo ficando colada entre a parede e o corpo dele.
-Oh doutora...-Ele passa uma das suas mãos pela minha cintura,a minha respiração acelera.-Só você ter aparecido na minha vida já me salvou.
Os lábios dele tocam os meus de maneira lenta,mas não me beija,os seus lábios são repousados na curvatura do meu pescoço onde ele me morde,um grito escapa dos meus lábios,ele gargalha macabramente.
E sussurra no meu ouvido:
-Adeus Doutora.
Ele desaparece.
 


Notas Finais


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