História Paciente 106 - Capítulo 13


Escrita por:

Postado
Categorias Justin Bieber, Nina Dobrev
Personagens Justin Bieber
Tags Drama, Mistério, Psicóloga, Psicopata, Revelaçoes, Romance
Visualizações 43
Palavras 1.003
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


+1 anjos,espero que apreciem e desculpem a demora,falta de criatividade e todas essas coisas que já estão habituados,de qualquer forma espero que gostem. <3 <3

Capítulo 13 - Alguém com quem poderia curtir na discoteca.


Fanfic / Fanfiction Paciente 106 - Capítulo 13 - Alguém com quem poderia curtir na discoteca.


New  Orleans
Discoteca New Orleans
03:28 AM

A música é alta acompanha o ritmo acelarado do meu coração após a acusação ao paciente 106,sinto-me de certo modo culpada se realmente ficar provado que ele cometeu o crime,eu seria cumplice de um homícidio,teria deixado um paciente e assasino escapar da ala psiquiátrica devido a uma ligação pessoal,era um crime e eu podia ser presa por tal.
Mas algo me diz que ele não o fez,algo do meu passado que parece saber que ele nunca magoaria ninguém.
Que a Katy foi uma trágica coincidência e que ele era apenas um rapaz mal interpretado,que precisava de apoio e nunca o recebeu pois foi enclausurado como um animal sem piedade e sem provas de tais crimes,o caderno era a única coisa que me faz concordar com a clínica e a mãe do rapaz para que fosse iniciado um proceso psiquiátrico mas nada tão extremo como o que lhe aconteceu.
Sou tocada no ombro,vejo a diretora da clínica e agora uma grande amiga.Natalie.
-Eu queria disser apenas que a culpa não é tua,o Justin sempre foi um rapaz estranho.-Ela afirma no meu ouvido.-Um solitário.
-Só porque consta nos relatórios,não quer dizer que seja a verdade,Natalie.Ele é um rapaz decente.-Contraponho.
Ela olha para mim como se me quisesse perceber.
-Carol,ele assasinou uma rapariga a sangue frio...Tu não podes nem o deves defender,és a psicóloga dele não a advogada.-Pausa para olhar em redor.-Se ele voltar para a clínica,vou retirar-te do caso.
-Não o conheces como eu.
-Talvez não Caroline,és minha amiga e vou afastar-te do caso por isso mesmo.-Ela sorri como se me tivesse feito um favor. -Agora que dissemos tudo,vamos divertir-nos.-Ela aponta para Dean que tem dois copos na mão e vêm na minha direção.
-Queres conversar?-Ele entrega-me a bebida.
-Falei com a tua irmã,chega por hoje.Preciso de ar.-Digo dando um gole na bebida.-Vou lá fora.
-Eu vou contigo.
-Preferia que não o faças,não serei boa companhia.-Digo alto devido á coluna por cima de nós.
 -Fica.Beija alguém e diverte-te.-Aconselho ao rapaz que me olha confuso,como se tivesse dito uma barbaridade.
Comigo levo apenas o copo,as traseiras de uma discoteca não era o local mais habitado do mundo mas era exatamente isso que eu precisava,um local silencioso onde pudesse ser apenas eu,os meus pensamentos e a música pop abafada.
Estou presa numa teia de pensamentos conturbados,a minha bebida não sera suficiente para me soltar,as minhas mãos tremem fazendo o íquido negro do copo balançar.Vodka preta comprovo com mais um gole.
-Não devia beber doutora.-Um grunhido vindo das sombras desperta os meus sentidos.
Procuro pela forma da pessoa que interrompeu a minha tranquilidade,mas tudo o que vejo é escuridão no canto do beco.
-Aproxima-te,eu sei que és tu.-Digo bebendo toda a bebida num gole rápido.-Precisamos falar de qualquer forma.-Um riso é ouvido e como num filme a preto e branco ele surge,vestido com um casaco de fato treino preto e umas calças jeans rasgadas no joelho.
Podia ser um rapaz totalmente normal.
Alguém com quem poderia curtir na discoteca sem qualquer problema,é atraente e misterioso.
Capaz de roubar a atenção de qualquer jovem com um desejo louco de sexo.

O problema é que eu penso em fazê-lo sabendo a verdade sobre ele e isso não é normal,muito menos para uma doutorada em psicologia anormal.Muito menos sendo ele meu paciente.
Só pensar em tal....É pecado.
-Diz-me que não o fizeste!-Peço e o Justin ri-se .
-Deixe-me adivinhar,refereste á rapariga?A Brasileira linda de morrer...Literalmente.
-Estás a admitir o crime?
-E se estiver doutora,é perfeito para si pode finalmente concluir a sua análise sobre o psicopata 106.-Ele diz num murmuro.
-Não acredito em ti,franzes as sobrancelhas quando mentes.-Refiro baixo.
-A este ponto querida Caroline,nem eu próprio sei se o fiz ou não.Todos dizem que sim,os jornais e até falam de como o fiz. -Ele encolhe os ombros e gargalha pegando na arma pesada usada na fuga.
-Acha que a matei com esta arma?-Nego com a cabeça,ele volta a guardá-la no bolso.
Estou encostada á parede,o copo de plástico já está algures no chão imundo e tenho o paciente 106 á minha frente com um sorriso malicioso nos lábios,não sei ao certo o que aconteceu nestes segundos mas talvez a pequena quantidade de bebida me tenha dado uma coragem absurda.
Chamo-o com o dedo indicador e ele sorri novamente,merda ele é realmente belo e de certa forma isso tira-me a sanidade toda em poucos segundos.
Ele aproxima-se com aqueles olhos negros de luxúria a encarar-me como se estivesse nua e fragilizada,como naquele maldito sonho em que ele me penetrava sem pudor e me fazia dele.Quero-o novamente e quero agora.
Puxou rapidamente pelo pescoço e junto os nossos lábios de imediato,ele rejeita-me e afasta a boca dele da minha.
-O que pretendes com isto,Doutora?
-Sentir novamente,sentir algo.
-O Hastings não dá mesmo conta do recado,sempre soube que eras demais para aquele idiota.-Revela tocando os meus lábios. -Quando eras minha,nunca estavas insatisfeita.
-Estava viciada.-Falo em choque.Ele beija-me o pescoço.
A mão dele puxa o meu vestido até á minha cintura,tenho apenas umas mini cuecas brancas em renda que o fazem lamber os lábios e tocar a minha vagina ainda por cima do tecido mas rapidamente o retira e me vira de costas,abrindo as minhas pernas.Oiço ainda o fecho das calças a abrir,respiro fundo e já estou em extâse.
-Sim querida,estavas viciada em mim e na minha pila dentro de ti.Eu era o teu vício,quem te disse o contrário mentiu.-Ele sussura no meu ouvido quando se enterra totalmente dentro de mim.
-Merda.-Gemo alto.
-Não gemas tão alto,não queres que isto seja um show público pois não,querida?-Nego e ele continua os movimentos rápidos e prazerosos,naquela posição o climax viria rápido.
-Tive saudades de me enfiar assim em ti.-Num sussuro,ele penetra-me mais uma vez e atingimos o orgasmo juntos.                                         

E antes de ter tempo de me recompor,ele já tinha desaparecido,deixando para trás uma psícologa nua,usada e desprotegida de uma futura gravidez devido á falta de preservativo,uma das coisas que tratarei logo na manhã seguinte comprando a pílula do dia seguinte.


Notas Finais


Que tal?


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...