História Pacify Her - Imagine J-hope (Incesto) - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Hoseok, Incesto, Jimin, Sayke
Visualizações 633
Palavras 1.315
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Poesias, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi!

Boa leitura. 😘😍

Capítulo 6 - "A viagem é longa" - V


Fanfic / Fanfiction Pacify Her - Imagine J-hope (Incesto) - Capítulo 6 - "A viagem é longa" - V

— Jiminnie! Por favor! — Solucei alto, eu nunca havia passado por uma situação daquelas.

— Fique quietinha, amor. — Sorriu travesso e pôs um pano em minha boca, tentei lutar cotra o mesmo, mas minha vista escureceu.

(...)

— Onde eu estou? — Sussurrei para mim mesma, minha garganta estava seca e eu estava morta de fome, parecia que eu não me alimentava à dias.

O lugar qual estava, era um quartinho, fedorento e sujo. Senti minha barriga doer, olhei para baixo  – Acariciando meu ventre. Eu estava com oito meses, minha barriga está enorme. Soltei um grito quando a dor se intensificou.

— S/N?! — Jimin havia entrado naquele moquifo e corrido até mim. — O que aconteceu, pequena? — Sussurrou aflito.

— Contrações...

— Você está próxima à dar a luz? — Disse acariciando meus cabelos, afastei sua mão.

— Estou... Onde está meu Hobi? — Perguntei preocupada, o menino a minha frente ficou sério e se distanciou.

— Jimin! — Chamei sua atenção.

— Eu dei um jeitinho nele... — Sorriu travesso. E eu senti meu estômago embrulhar.

Meu Hobi...

— Por que está destruindo minha vida, Park Jimin?! — Gritei já aos prantos.

Eu amo você garota! — Gritou puxando seus fios para trás.

— Nos conhecemos à tão pouco tempo... — Sussurrei abaixando minha cabeça, observando minhas unhas mal-cuidadas.

— Esse pouco tempo foi o bastante para que eu me apaixonasse por seu sorriso! — Sorriu.

— O que há com você, ChimChim?

O moreno caminhou até mim, e se sentou ao meu lado.

— Eu queria tanto, tanto, ser amado novamente... — Sussurrou encostando sua cabeça em meu ombro.

— Me diga, o que lhe aconteceu?

— Eu já perdi tantas pessoas amadas... Minha mãe, meu pai, minha irmã morreram, mas minha "namorada", digamos, que tínhamos um namoro escondido, saiu viva, de um acidente em que eu estava dirigindo o carro.

Isso afetou o psicológico dele.

— Como sua família morreu? — Acariciei suas madeixas tentando reconfortá-lo.

— Morreram em um acidente de carro, eu não estava no dia. Eles saíram tão contentes. Eu havia perguntado o porquê daquela felicidade toda. Omma sorriu, e me disse: "Sua irmã passou direto na escola, seu appa ganhou um cargo superior no serviço dele, e eu meu filho, eu estou completamente contente, por ter uma família tão maravilhosa. Você virá, certo?" e havia negado, disse que tinha muitos trabalhos da faculdade. Ela sorriu, e me elogiou, dizendo o quão maravilhoso eu era. Depois de algumas horas, apenas recebi a notícia de que o carro havia capotado várias, e várias vezes. Após longos dias, tentando me recompor, eu saí a procura de remédios, e eu conheci uma menina, Sana! Que é minha atual namorada.

Pisquei várias vezes, tentando ingerir o que o mais velho havia falado.

— Sana?!

— Sim, uma ruiva. Ela é linda. Mas após outro acidente de carro, elas acabou se machucando feio, eu estava dirigindo, mas por incrível que pareça, eu não saí com um arranhão.

Puta que pariu.

— Jimin, quando amamos, nós queremos ver a pessoa amada, feliz, mesmo que não seja em nossos braços.

— Eu lhe deixarei ir embora...

Menina me dê sua mão

Pense bem antes de agir

Se não for agora, lhe espero lá fora

Então deixe me ir

— Eu posso mesmo ir, Chimchim? — Perguntei calmamente.

O moreno sorriu fraco e assentiu.

— Adeu- — O menino não deixou com que eu terminasse minha fala.

— Não, não vou me despedir porque dói... Seja feliz S/N.

— Você é um grande amigo...

Eu tive que perder para poder dar valor. Eu perdi, tudo, e todos. — Sussurrou, seus olhos se fecharam calmente, e eu o pus sua cabeça no banco e saí rapidamente dali.

Pedi um táxi e informei o endereço, o taxista me olhava estranho, deve ser porque estou com roupas sujas e cabelos em pé.

Assim que chagamos na frente de minha casa, pedi para que o mesmo, esperasse. Eu iria buscar seu dinheiro e logo pagaria-o. Peguei o dinheiro na sala e o paguei.

Subi as escadas observando a casa silenciosa, entrei no quarto e vi Hoseok dormindo calmamente. Ao redor de sua testa, havia uma faixa branca, e vários hematomas estavam espalhados por seu corpo. Cheguei perto do mesmo, e acariciei seu rostinho angelical, meu Oppa abriu os olhos vagarosamente, e quando percebeu quem era a pessoa a sua frente, seus olhos marejaram e sua boca abria-se e fechava-se, na tentativa de dizer algo.

— Minha menina... — Disse baixo enquando lágrimas rolavam por seu rosto. — Eu quero tanto que isso seja real, que não seja um sonho... Eu lhe procurei por todos os lugares possíveis, chamei a polícia! — Dei um selinho demorado, para fazer com que o mesmo calasse a boca.

— O que ele fez com você, Oppa? — Indaguei chorosa o apertando contra meus braços.

Hoseok soltou um gemido de dor, e eu, soltei-o rápido.

— Park Jimin me espancou... Eu tentei relutar, mas fui fraco, S/N... — Sussurrou olhando para baixo.

Não, você não foi fraco! Você é meu herói, Oppa!

— Eu amo você, meu bebê!

— Eu amo mais, Oppa! — Disse fofa.

Alguns minutos se passaram e eu apenas desfrutava dos carinhos de meu Oppa, e ele desfrutava dos meus. Eu queria que nós ficassemos assim para sempre; Unidos e nos sentindo amados um pelo outro.

Hoseok quebrou o silêncio – Qual estava sendo agradável.

— A Sana está curada, ela... Veio aqui após receber alta.

— E o que ela disse? — Perguntei curiosa.

— Ela veio se despedir, disse que eu nunca à faria feliz, e que nunca me amou.

— E o que você falou, Oppa?

— Eu disse a mesma coisa, mandei ela ir embora, e ela disse que eu nunca encontraria alguém que nem ela. E eu disse "que Deus te ouça".

Hoseok gargalhou e eu também.

— Ela está fora do nosso caminho agora, Princesa. — Disse alegre e eu beijei sua bochecha.

— O que iremos fazer em relação à nossos pais, Oppa? — Indaguei receosa.

— Eu não sei... — Pensou durante alguns segundos. — O que acha do Brasil?

Sorri largamente.

— Eu amo o Brasil, Oppa! — Me empolguei.

— Não será fácil S/N, mas isso é por nossa felicidade. — Disse baixo.

— Eu te amo tanto...

Alguns dias depois

Sala

Seul

Eu e Hoseok já estávamos de malas e almas prontas para uma nova vida. Para um novo começo. Pela primeira vez, estou sentindo a liberdade e a adrenalina correndo por minhas veias. Mamãe ainda estava na casa de minha tia Jennie, pelo que entendi, minha tia estava muito mal, e corria grandes riscos de perder a vida. Sinceramente, sinto que meu coração está sendo dilacerado e pisoteado, eu não queria dar mais uma perda de presenta à minha mãe, ela não merece isso... Ninguém merece. Mas sofrer, faz parte da vida e das pessoas.

Deixarei um bilhete explicando à ela.

"Oi mãe, esse momento deve estar sendo dificílimo para a senhora, não é mesmo. Eu me sinto tão estúpida por estar, lhe deixando de uma forma tão errada e triste. Eu espero que a senhora não me odeie, eu ainda sou sua princesinha, seu bebê, não é mesmo.

Eu e Hoseok estamos namorando, e logo e logo iremos casar. Bem, é um choque não é mesmo? Eu sei... Pense com carinho, Omma, deixarei minhas redes sóciais e telefones de comunicação aqui embaixo.

Não me odeie, eu te amo!"

Após terminar de ler o bilhete, pela quadragésima vez. O deixei sob a mesa e fui até o andar superior, Hoseok ainda estava se arrumando, e eu fui até o mesmo, e abracei sua cintura.

— Preparada?! — Perguntou contente.

— Mas é claro!

— Irei pegar as malas e já desço, amor. — Ditou sorrindo largamente.

Desci as escadas e decidi ver um pouco de TV antes de sair. Logo de cara, parei em um noticiário, com a foto de um menino... Jimin?!

O garoto, Park Jimin, foi encontrado enforcado em sua casa. Com apenas vinte anos, o pobre jovem, cometeu suicídio."

Hey amor, sei que está difícil eu falar de amor

Por que lá fora é tanto ódio e rancor?

Eu preciso tanto te falar

A viagem é longa, então faça a mala.


Notas Finais


Música: Deixe-me Ir - Acústico 1Kilo
Estou de olho em quem disse que ia comentar, huh? KKKKK.

Até mais!

Perfil: @Sayke


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