História Pacify Her (NejiHina) - Capítulo 3


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Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Neji Hyuuga, Personagens Originais
Tags Cry Baby, Gaahina, Hinaneji, Hinata, Incesto, Itazumi, Melanie Martinez, Narusasu, Naruto, Neji, Nejihina, Nejixashley, Obsessão, Painkonan, Sakuino, Shikatema, Tenlee, Traição
Visualizações 137
Palavras 2.309
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Famí­lia, Festa, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura \0/

Capítulo 3 - Aparências


Fanfic / Fanfiction Pacify Her (NejiHina) - Capítulo 3 - Aparências

Há uma responsabilidade injustas que vem do fato de ser filha única -- você cresce sabendo que não tem o direito de desapontar, não tenho nenhum direito de morrer. Não há um substituto por perto; é você. Isso a torna desesperada para ser Impecável , e também a deixa embriagada de poder. É assim que os déspotas são feitos. – Garota Exemplar

Los Angeles, Califórnia – EUA

Mansão Hyuuga

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Transições na vida costumam ser marcadas por grandes eventos como: aniversários, formaturas, e casamentos. Mas as grandes transições muitas vezes surgem de pequenos momentos quando paramos e olhamos quem nós somos, e o que queremos para nossa vida. Porque toda vez que vemos o quão longe chegamos também vemos o quanto ainda nos falta percorrer.

E tudo isso estava fazendo um grande eco na cabeça de Hinata.

Durante o maravilhoso almoço que teve ao lado de Hizashi e Neji, a jovem pôde pensar claramente em pontos importantes para seu futuro, e o primeiro deles foi: a carreira que gostaria de exercer.

Como um boa pessoa saudável – para os seus padrões controladora, Hinata teve muitas vontades. Que foram ser, desde a Presidente do planeta Marte... até uma tradicional médica que salva vidas em programas humanitários. Mas, hoje em dia ela tem os dois pés no chão, não almeja mais ter o controle de Marte – uma verdadeira pena, ao seu ver.

Não se pode ter tudo.

—  Quero cursar medicina, assim como os meus pais. – ela respondeu calmamente quando Hizashi fez a pergunta.

— Isso é maravilhoso, querida. – O mais velho falou, com os olhos brilhando compassivamente. — Tenho certeza que será uma profissional excelente, assim como eles foram.

Hinata sorriu genuinamente.

—  Obrigada, padrinho.

Neji que estava calado desde que se juntou a eles, também parabenizou a prima formalmente.

— É uma ótima escolha, prima. – indagou serenamente. — Conte comigo para o que precisar.

— Valeu, Neji. Tenho certeza que irei precisar de apoio e ajuda na UCLA.

O moreno mastigava seu último pedaço de carne, e tomou um gole do vinho que estava servido na mesa.

— Bom, eu não entendo nada sobre o campus de medicina da UCLA. Meu curso fica do outro lado da universidade, e medicina praticamente tem um campus próprio, dividindo espaço apenas com os alunos de psicologia. – ponderou um instante antes de continuar. — Ashley é veterana de medicina, tenho certeza que terá boa vontade em ajudá-la.

Hizashi sorriu com a ideia da sobrinha fazer amizade com a jovem Campbell, para ele, aquilo seria maravilhoso.

— Querida, isso é ótimo. – afagou as mãos da garota. — Ashley é uma boa garota, tenho certeza que serão amigas.

Hinata hesitou, não queria ser grossa ou mal agradecida. Havia acabado de chegar, e obviamente não sabia como as coisas funcionavam ali. A adaptação seria lenta, porém, ainda assim não tinha ido com a cara da namorada do primo. E o seu radar nunca falhou, não seria agora que iria cometer tal erro.

Não era ciúmes.

Não.

Jamais.

Até porque estava mais do que decidido que os seus sentimentos platônicos e juvenis, certamente já haviam sido superados.

Há muito tempo.

Logicamente, não era ciúmes.

— Tenho certeza que ela é mesmo uma ótima garota. – mentiu. – E bastante ocupada também, como toda boa veterana. Sendo assim, não se preocupem. Eu me viro bem. – sorriu docemente, torcendo para que tenha soado convincente o suficiente.

— Imagina... – Neji iria retrucar, porém Hinata se adiantou.

— Vou me sentir melhor assim. – tocou a mão do primo por cima da mesa, e a apertou levemente. Sentiu um pequeno choque, e quase ofegou pela surpresa que aquele simples contato lhe proporcionou. — Caso precise, eu mesma irei procurá-la. – concluiu, puxando a mão rapidamente, disfarçou bem a tensão e desconforto que subitamente estava sentindo.

Neji olhava para ela com um semblante impassível.

Será que ele havia sentido também?

Não, impossível.

Ela pensou.

— Certo. – foi a resposta do primogênito. — Bem, eu preciso dar uma saída. – levantou-se.

— Aonde vai? – Hizashi quis saber. — Empresa?

— Não, fiquei de ajudar Itachi com alguns assuntos. – informou, fazendo menção de sair. — Volto mais tarde.

Hizashi assentiu, e logo voltou a falar chamando a atenção do moreno.

— Filho, leve Hinata para dar uma volta. – pediu. — Sabe, naqueles lugares de jovens, com músicas, bebidas e essas coisas que vocês costumam fazer.

O rapaz arqueou uma sobrancelha ponderando a situação.

Hinata estava prestando atenção na conversa, e deixou um mínimo sorriso escapar quando Neji deu de ombros e assentiu em concordância antes de sair.

— Que tal a sobremesa, agora? – o patriarca sugeriu feliz, mirando a travessa de rolinhos de canela.

— Estou louca para comer o melhor doce do mundo. – ela aceitou risonha.

E assim o momento entre os Hyuugas continuou.

° ° °

Um suspiro. Dois suspiro. Três suspiro.

Hinata estava ansiosa, não sabia a que horas sairia com o primo, e nem para onde iriam. Talvez fossem ao shopping, ou para algum restaurante, ou até mesmo um pub elitista – a última opção era mais a cara do moreno, definitivamente. Jogada em sua nova cama, acabou sorrindo com tal pensamento.

É mais uma vez seus pensamentos foram remetidos ao rapaz. E isso não estava certo, ela sabia e tentava se convencer a parar com aquilo imediatamente. Hizashi havia lhe acolhido, aberto as portas do seu lar, e vinha lhe tratando como uma filha.

Não era certo alimentar um amor bobo, que jamais iria para frente, e ainda mais agora, que morava ali com eles.

— Toma vergonha na cara, querida. Você cresceu, e ele também. Supere! – murmurou entediada.

Suspirou, e começou a analisar melhor o lugar que chamaria de quarto a partir daquele momento. Ela poderia afirmar com todas as letras que não estava surpresa pela grandiosidade e pelo luxo que o cômodo exalava. Cortinas de seda lilás, cama kingsize extremamente confortável, carpete felpudo entorno de um mini escritório para estudos, um closet enorme, e uma varanda com vista privilegiada para o jardim lateral e boa parte da piscina.

— Como não me acostumar? – perguntou para si mesma. — Agora eu entendo, papai. O dinheiro e todo o luxo que ele pode proporcionar é realmente viciante, e isso o torna perigoso.

Mas não para Hinata.

Ela não era uma simples garota que se deixava deslumbrar, afinal, mesmo não sendo criada na soberba… ela ainda era uma das herdeiras do império Hyuuga.

Corrompê-la não era uma tarefa fácil.

° ° °

Los Angeles, Califórnia – EUA

Fraternidade Girl Fox's, Campus UKonoha

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Para Ashley Campbell, a vida social era uma verdadeira cadeia alimentar.

Onde só os mais fortes sobrevivem, e ponto. E ela poderia dizer que era uma sobrevivente. Sua família não exigia menos do que a excelência de cada indivíduo, e não aceitava fracassos de forma alguma. Desde pequena foi induzida a ser a melhor; a melhor aluna, a melhor filha, a melhor bailarina, a melhor tenista, a melhor modelo teen, a melhor universitária de medicina. E agora, ela mesma não aceitava menos do que isso, seu currículo estava repleto de vitórias, e assim continuaria sendo. Foi com o seu currículo impecável, e a popularidade alavancada, que se viu caindo nas graças do cobiçado herdeiro Hyuuga.

E ela estava mais do que bem com aquela conquista.

Finalmente tinha o seu objeto de desejo em mãos.

— E então, como foi a comitiva de iniciação? – uma loira usando a tradicional vestimenta de cheerleaders perguntou, enquanto mexia no celular. — Tsunade deu descanso para as calouras?

Ashley estava exausta, recepcionar todo aquele povo e repetir as mesmas informações por horas não foi fácil. Mas ninguém além dela tinha qualificação para tal função de honra.

— Foi um saco, todo ano é a mesma coisa. – deu de ombros. — E Tsunade pegou pesado, muito mais do que nos anos anteriores. – riu divertida. — Uma caloura ficou tão nervosa que vomitou.

Ino Yamanaka balançou a cabeça negativamente.

— Esse negócio não é pra mim.

— Medicina?

— Sim, tem que ter sangue frio em certas situações. – fez uma careta. — E eu não tenho.

A morena começou a massagear os pés.

— Concordo. – a Campbell assentiu. — Não consigo imaginar você sendo médica, assim como não me imagino cursando moda. – explanou. — Cadê as meninas? – quis saber, enquanto olhava a minúscula saia da outra que estava no sofá, e sorria ladino.

— Estão se arrumando, hoje tem show da Misbehave no Nara's.

— Hum. – murmurou, tendo algumas idéias em mente. — Você não vai?

Ino voltou os olhos oceânicos para a melhor amiga, só agora captando onde a garota queria chegar com todas aquelas perguntas. — Não sei, talvez sim… talvez não. Tudo vai depender da sua proposta. – sorriu maliciosa, instigando-a.

A Campbell gargalhou, e se aproximou mais um pouco, chegando perto o suficiente para sentir o aroma cítrico que exalava da capitã das Girl Fox's. Ino era uma verdadeira tentação para si, nunca conseguiu resistir aos encantos daquela diaba.

— A minha proposta... é a de você ficar, e me deixar te chupar todinha. – Ashley sussurrou no ouvido da Yamanaka. — Até você gozar na minha boca, e com os meus dedos enterrados na sua bocetinha.

Ino sentiu o corpo inteiro esquentar, e sem controle algum dos próprios atos, puxou a amante para um beijo erótico e cheio de sentimentos conturbados.

Tudo aquilo era muito, muito errado.

Embora nenhuma das duas se importasse realmente com as consequências, acreditavam que poderiam lidar com a intensidade daquele segredinho sujo.

— Ash… – a garota gemeu, quando sentiu a Campbell invadir sem cerimônia alguma a sua intimidade quente e molhada.

— Shiii... gostosa, não queremos que as garotas ouçam você gemer o meu nome, não é? – a loira investiu forte contra ela, enquanto Ino rebolava lasciva e voltava a beijar os lábios vermelhos e apetitosos de Ashley.

Dizem que Los Angeles é a cidade do pecado, onde o diabo volta e meia resolve tirar umas merecidas férias… bem, talvez as lendas urbanas não sejam de toda mentira.

° ° °

Los Angeles, Califórnia – EUA

Mansão Hyuuga

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Seus cabelos longos e pretos como a noite ainda estavam levemente molhados e espalhados pela cama, totalmente em desordem. Hinata estava cansada da viagem e todo o lance do fuso horário era uma droga. Não tinha vontade alguma de sair, e só estava fazendo esse esforço para agradar Hizashi. Ele parecia muito empenhado em deixá-la inclusa nas atividades familiares, e obviamente ela não estava ansiosa para sair com o primo, sozinhos.

É claro que não.

Suspirou novamente fechando os olhos.

Um. Dois. Três.

Levantou-se.

— Vamos lá, Hinata Hyuuga. Você é capaz, linda e empoderada.

Dito isso para si mesma, a morena pegou o celular que estava jogado ao seu lado e verificou as horas, notou também algumas mensagem que recebeu enquanto estava submersa em seus pensamentos utópicos. A maioria das mensagens eram dos amigos que deixou no Japão, e céus, como ela já estava saudosa.

Com um suspiro resignado rumou ao closet, recém inaugurado e arrumado.

Por não saber onde iriam, optou por um vestido preto que comprou em Amsterdã durante a última viagem que fez com sua família. Hanabi e Hinata iriam para uma boate e a primogênita não havia levado nenhuma roupa de balada, e assim que viu o vestido na vitrine de um brechó vintage sabia que era o escolhido.

Hanabi.

Não evitou de sorrir amarga e tristonha, essas lembranças eram um misto de dor, desespero, inconformismo e ao mesmo tempo doces… como o mais genuíno manjar dos Deuses.

Voltou o olhar para o vestido, a peça além de curta, era justa e de renda na parte do busto, em baixo contava com uma saia rodada de couro, e para compor escolheu uma jaqueta curta, essa também sendo de couro. Separou para os pés um par de botas pretas, cano curto e extremamente confortáveis. Por fim, cacheou as pontas dos cabelos negros e fez uma maquiagem em tons nude e olhos carregados no delineador e esfumado nas pálpebras.

Enquanto terminava de passar perfume, Chanel 05, ouviu batidas na porta. Após murmurar um "entre", viu Hizashi encostado no batente.

— Uau. – falou, assobiando logo em seguida. – Você está linda, querida.

Hinata sorriu com o elogio sincero do mais velho.

— Obrigada, padrinho. – agradeceu. — Espero não ter exagerado, ou talvez arrumada demais.

O Hyuuga sorriu cúmplice.

— Neji não falou para onde vão? – questionou.

Hinata suspirou.

— Não, nenhuma dica. – deu de ombros. — Na verdade, nem o vi depois que voltou da rua.

Hizashi assentiu.

— Tem um barzinho, onde os jovens vão com muita frequência. É da família, Nara. Sei que é administrado pelo filho do Shikaku, um ótimo garoto.

Os olhos dela brilharam.

— Interessante, me lembro vagamente do Shikamaru. — Hinata caminhou até o tio. — Neji e ele viviam juntos.

O patriarca sorriu com a lembrança dos garotos quando crianças.

— Itachi Uchiha completava o trio.

— Isso.

— A amizade permanece até hoje. – revelou.

Ela adorou saber disso, mais do que ninguém sabia como é difícil preservar os laços mais importantes e significantes da vida.

O que não deixa de ser triste no seu caso.

— Isso é maravilhoso. – comentou melancolia, sem conseguir disfarçar a tristeza.

Hizashi percebeu a mudança na voz da afilhada, e não pode deixar de sensibilizar-se.

— Querida, laços verdadeiros podem ser construídos aonde quer que você esteja. – sorriu com ternura. — O recomeço faz parte da vida.

— O senhor acha mesmo?

— Eu tenho certeza, meu bem. – sem conseguir conter a súbita vontade, o homem puxou-a para um abraço acolhedor, e cheio de promessas. Ele jamais iria deixá-la desamparada. — Qualquer um que se torne seu amigo, é uma pessoa sortuda.

Hinata fungou, não iria chorar e borrar a maquiagem.

Não mesmo.

— Obrigada. – aquelas palavras realmente foram especiais. — Agora, não me faça chorar.

Hizashi gargalhou.

— Vamos, descer. – lembrou-a. — Neji já deve está impaciente com a nossa demora.

Hinata assentiu e seguiu o patriarca.

Continua...


Notas Finais


AAAAAAAH é isso meus amores. Espero que tenham gostado, conto com o feedback de vocês ❤️❤️ e os do capítulo anterior serão respondidos, não desistam de mim. Fim de ano é puxado demais.

Beijão e até a próxima att 😘


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