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História Pada Mi Perdeto - Capítulo 1


Escrita por: Supremacia_Tomarry e Lunar_627

Notas do Autor


Segundo sorteio, na verdade é o primeiro que participo mas enfim.

Sou péssima em descrever qualquer coisa mas juro que tentei, e também é a primeira vez que posto algo no spirit, então talvez tenha alguns erros.

E eu recomendo não ir ver meu perfil Lunar_627 aqui no Spirit, eu não posto nada então seria perda de tempo você ir olhar. Porém eu sou mais ativa e posto coisas no wattpad, meu perfil lá é Akhary_627.

Outra coisa, teve uma parte que usei um trecho do livro quase sem alteração nenhuma.

Ultima coisa juro, eu escrevi a história pelo pc e geralmente eu escrevo pelo celular, então tem coisas que não sei onde ficam e provavelmente tem erros demais.

Capítulo 1 - Capítulo Único.


-Harry Potter, não é?
Perguntou Viktor Krum a Harry na biblioteca de Hogwarts em plena segunda feira, sério que o dia já ia começar assim?
            -Uh... É, mas só Harry está bom.

-Certo. Você já esteve na Bulgária alguma vez?

Harry gelou.

-B-bulgária? O que te faz pensar que eu já estive lá?

Harry disse, praticamente gritando “Ei estou mentindo!”, ele suava frio e estava começando a se sentir trêmulo, ele definitivamente não queria ir para Azkaban com 14 anos. Para ser honesto, ele não gostaria de ir para lá nem em um milhão de anos.

-Nada. É só que eu lembro de ter visto um garoto muito parecido com você por lá... Andando com uma mulher que era conhecida por ser praticante de magia negra.

-Você deve ter se enganado, provavelmente era só alguém parecido...

-Pode ser, mas não conheci muitas pessoas com um cabelo tão bagunçado como o seu...

-Ei! Não que seja mentira, mas isso foi muito rude da sua parte.

-Bem, deixando isso de lado, eu tenho que ir. Desculpe o incômodo.

-Ah não foi nada, tchau...

E então Viktor saiu de lá, e Harry soltou todo o ar seus pulmões prendera... Enquanto começava a pensar como passaria essa informação para Tom sem ser cruciado até a morte.

 

Agora, por que o grandioso Harry Potter ficaria tão nervoso com uma pergunta dessas?

 

 

 

 

Com um rugido, as chamas ficaram verde-esmeralda e mais altas do que Fred, que entrou nelas e gritou “Beco Diagonal!” e desapareceu.

-Você precisa falar bem claro, querido - disse a Sra. Weasley a Harry quando George mergulhou a mão no vaso. - E se certifique se está saindo na grade certa..

-Na o quê certa? - Perguntou Harry, nervoso, enquanto as chamas rugiam e arrebatavam George de vista.

-Bem, há um número enorme de lareiras de bruxos para você escolher, sabe, mas se você falar com clareza...

-Ele vai acertar, Molly, não se preocupe - disse o Sr. Weasley, servindo-se de Pó de Flu, também.

-Mas, querido, se ele se perder, como é que iríamos explicar à tia e ao tio dele?

-Eles não se importariam - tranquilizou-a Harry. -Duda ia achar que teria sido uma piada genial se eu me perdesse dentro de uma lareira, não se preocupe.

-Bem... está bem... você vai depois de Arthur - disse a Sra. Weasley. - Agora, quando entrar no fogo, diga aonde vai...

-E mantenha os cotovelos colados ao corpo - Aconselhou Rony.

-E os olhos fechados - recomendou a Sra. Weasley. - A fuligem...

-Não se mexa - disse Rony. -Ou pode acabar caindo na lareira errada... 

-Mas cuidado para não entrar em pânico e sair antes da hora; espere até ver Fred e George.

Harry, fazendo força para guar tudo isso na cabeça, apanhou uma pitada de Pó de Flu e avançou até a beira do fogo. Inspirou profundamente, lançou o pó nas chamas e entrou; o fogo lhe lembrou uma brisa morna; ele abriu a boca e imediatamente engoliu um monte de cinzas quentes. 

-B-be-co Diagonal - tossiu.


Quando finalmente a sensação de tontura passou, Harry abriu os olhos, apenas para imediatamente perceber que estava no lugar mais errado o possível... Não era tãooo ruim assim, parecia aconchegante mas... O fato de estar em um lugar completamente diferente do que deveria estar estava deixando Harry a beira de um ataque de pânico...

Olhando ao redor, Harry logo percebeu que aquele lugar parecia ser uma loja... Uma loja bruxa, porque havia várias coisas estranhas que ele nunca tinha visto antes, então sim, era uma loja bruxa. Espera... E se ele estivesse perto de Voldemort?! Isso foi a gota d'água para Harry, ele estava saindo daquela loja AGORA, ele não ficaria ali por nem mais um segundo sequer.

E em um ato impulsivo -como sempre- Harry basicamente correu para fora da loja, só para desejar voltar imediatamente...

Aquilo não era o Beco Diagonal de jeito nenhum! Não estava nem perto de ser o beco diagonal, as únicas semelhanças eram os objetos -e pessoas- estranhas que passavam.

Haviam casas -ou eram prédios? Harry não fazia a menor ideia- coloridos até demais, eram rosas, verdes, azuis, amarelos, vermelhos e toda cor que se podia imaginar. E as roupas das pessoas eram tão coloridas quanto as casas -prédios?- do lugar. As mulheres no geral estavam usando vestidos brancos e vermelhos ou roupas de frio que eram mais coloridas que as casas... Os homens basicamente usavam camisas brancas de manga longa com uma calça preta.

Aquilo era diferente de tudo que Harry já tinha visto... Apesar disso, aquelas pessoas não pareciam maus como... como aquele-que-não-deve-ser-nomeado, elas pareciam apenas normais e... gentis de alguma forma.

Ah é, algumas delas não paravam de dar olhares estranhos para Harry, provavelmente porque uma criança com roupas pretas parada no meio de uma rua movimentada olhando para todos os lados era um pouco fora do normal...

Sacudindo a cabeça, como o bom grifinório que é, Harry decidiu falar com alguém, não poderia ser tão ruim, certo?

.....

Não demorou muito para ele descobrir que estava muito, mas MUITO errado. Resumindo, Harry decidiu falar com uma senhora que estava sentada em um banco de madeira na porta de uma daquelas casas -lojas, prédios, ou qualquer coisa do tipo- que estava costurando. E a pobre velhinha não entendeu nada muito menos Harry...

-Hã... Oi, a senhora saberia me dizer que lugar é esse? Foi a minha primeira vez usando a lareira, e acho que acabei me perdendo...

-Какво?

-.... Que lugar é esse?

-За какво говориш хлапе?

E então ele meio que se exaltou um pouco e falou um pouquinho de nada mais alto...

-QUE LUGAR É ESSE?!

A coitada da velha parecia completamente confusa, assustada e irritada tudo ao mesmo tempo.

-Престани да крещиш! Не ви ли научиха родителите ви да уважавате старейшините си ?!

-Acho que você não sabe falar inglês...

A senhora revirou os olhos e começou a murmurar algo que se parecia com uma reclamação.

-Тези деца днес ... По мое време имаше уважение! Но днес? Днес дори няма и сянка от това! Тези млади хора просто стават все по -груби, крещят на по -възрастните, не се подчиняват на по -възрастните ... И каква ще бъде следващата стъпка? Започнете да удряте възрастните хора?!

E ela realmente não parou de falar... Harry já estava começando a se preocupar, e se ninguém falasse inglês nesse lugar estranho? Então ele não poderia voltar pra casa! 

Ou era o que ele pensava, até uma mulher que era quase morena -mas não era, ao mesmo tempo que não era branca- que com certeza era uma adulta e tinha cabelos castanhos e lisos resolver falar com ele.

-Você não é daqui certo?

Ela falava inglês... mas não falava muito bem, havia algo na fala dela que o lembrava  da senhora -que surpreendentemente- ainda estava resmungando algo.

-Não sou... Foi a minha primeira vez usando a lareira e acabei vindo parar aqui... Eu não sei nem onde é aqui!

-Oh... a primeira vez? Que estranho, geralmente você já teria usado antes... Você não parece ser muito novo.

-Ah... é porque fui criado com trouxas...

-Entendo... Bem, você está na Bulgária!

-B-bulgária?

-Isso mesmo.

-Ah... Isso é meio longe da Inglaterra não é?

-40h de viagem.

-A Sra. Weasley vai morrer de preocupação! Eu preciso voltar logo!

-Ei amiguinho calma, respire fundo ok? Que tal primeiro nos apresentarmos? Eu sou a Nadezhda Angelov, e você é...

-Harry, só Harry.

Mesmo estando perdido e bem longe da Inglaterra, o fato de que finalmente pode se apresentar, não falar seu sobrenome e ainda por cima não ser questionado sobre sua cicatriz praticamente fizeram seu dia.

-Harry... É um nome bonito, sabia que seu nome significa “Governante do lar”?

-Ow... Eu não sabia disso...

-Bem agora sabe! Para facilitar, você pode me chamar só de Nade, assim fica mais fácil falar meu nome.

-Uh... ok.

Nade sorriu para ele e em seguida pegou na mão de Harry e começou a leva-lo para algum lugar pelo meio das pessoas. E Harry não fez muita questão de questionar, afinal, ele era uma criança que havia sofrido abusos e para ele qualquer adulto que o tratasse bem estaria ótimo no geral.

-E então Harry, não vai me dizer quantos anos você tem? 

-Eu tenho 12...

-Oh, mesmo? Desculpe pela surpresa, mas você parecia um pouco mais novo, você parecia ter 10 ou 11 anos... Seus pais não te dão comida o suficiente?

Por mais que Nade parecesse preocupada e realmente quisesse ajudar, Harry não podia deixar de ficar deprimido e sentir vontade de simplesmente não responder.

-Meus pais morreram... São meus tios que cuidam de mim.

-Sinto muito Harry... Deve ter sido horrível perder eles...

-Eu não lembro muito... Aconteceu quando eu era pequeno. Meus tios me disseram que eles morreram em um acidente de carro... Mas Hagrid me disse que na verdade eles foram mortos por Vol- digo, aquele-que-não-deve-ser-nomeado...

-Aquele que não deve ser nomeado?

-Voldemort...

-Oh... Entendo.

Se Harry tivesse visto o sorriso que se formou no rosto de Nade, ele provavelmente teria saído correndo o mais rápido possível.

 

 

 

 

 

Cerca de uma hora e meia depois de terem andado por aí, Harry começou a sentir fome, mesmo assim ele permaneceu quieto, mas como uma vidente Nade logo sugeriu parar em uma loja local para fazer um lanche.

-Então Harry, você quer um doce ou um salgado?

-Hã... um doce?

-Ótima escolha! Que tal um Mekitsa?

-Mekitsa? O que é isso?

-Bem, é como uma rosquinha, só que com iogurte na massa e polvilhada com açucar. Também pode ser polvilhada com mel, queijo ou geléia. E então vai querer?

-Pode ser... Você não vai comer?

-Não estou com fome agora pequeno.

Disse Nade sorrindo gentilmente.

Depois de alguns minutos a comida chegou, e para a surpresa de Harry, aquela coisa era realmente boa! Ele achou que talvez não fosse tão bom por ter iogurte na massa mas era maravilhoso.

Logo que terminaram o lanche, Nade voltou a pegar a mão de Harry e guia-lo pelas ruas do local.

-Uhm, Nade, quando você vai me levar para casa?

-Oh...Você quer mesmo voltar agora?

-O que você quer dizer?

-Bem, eu já vive aonde você vive Harry, eu sei quem é Voldemort, como não saberia? E assim, aqui na Bulgária não há nenhum perigo sabe? Por que você voltaria para lá? Apenas para ficar com medo, de que a qualquer momento ele poderia atacar você...

-....

-Vamos não fique assim, se você quer tanto ir para casa e correr riscos eu te levo de volta, só acho que se eu fosse você ficaria por aqui por um tempo... Talvez até pra sempre.

-Eu não tenho casa aqui, não conheço ninguém muito menos sei falar a língua que falam aqui...

-Você me conhece não é?

-Sim mas...

Nade então suspirou.

-Harry, eu estou curiosa, o que faria Voldemort vir atrás dos seus pais?

-Ele matou meus pais porque eles eram inimigos.

-Só isso?

-Só.

-E se eu te disser que isso é mentira?

-Do que você está falando-

-Você está cansado não é? Que tal dormir na minha casa e amanhã eu te levo para casa?

-Ok....

Novamente, Nade sorriu...

 

 

 

 

 

 

A casa de Nade nem sequer podia ser chamada assim, o lugar era uma mansão praticamente.

-Essa é sua casa?

-Eu sei, pequena demais não é?

-O que?! Isso nem é uma casa é uma mansão!

Nade riu do espanto -e admiração- de Harry.

-Eu sei, eu sei. E então, prefere ir dormir ou tomar um banho antes de dormir?

-Isso não seria incômodo demais?...

-Você nunca me incomodaria Harry, se quiser tomar um banho é só subir as escadas a direita e virar na quarta porta a direita.

Depois do banho -que foi tão demorado ao ponto de Harry achar que talvez estivesse virando uma uva passa- Nade o fez questão de o colocar no melhor quarto de hóspedes que ela tinha.

-Uh... Boa noite eu acho...

Nade sorriu e Harry sorriu de volta. 

-Obrigado por tudo. De verdade.

-Não foi nada. Vá dormir Harry...

A ultima coisa que Harry ouviu foi o barulho de uma varinha sendo agitada fazendo as luzes do quarto se apagarem, e um sussurro que provavelmente foi feito por Nade.

-Лека нощ, момче, което оцеля.

 

 

 

 

 

 

No outro dia, Harry estava animado para ir para casa, apesar que ao mesmo tempo estava triste, não conhecia Nade -e a Bulgária- a muito tempo, mas realmente havia gostado dela e do lugar, ambos lhe passavam uma sensação boa. Pelo que devia ser a milionésima vez desde o dia anterior, veio a mente de Harry o que Nade disse sobre o jeito que seus pais morreram ser mentira... E então, finalmente decidiu confrontá-la sobre isso.

-Bom dia, Harry!

-Uh... Bom dia, Nade.

-O que foi? Por que essa cara?

-O que você quis dizer sobre ser mentira?

-Do que está falando Harry?

-Você disse ontem que o jeito que meus pais morreram foi mentira... O que quis dizer com isso?

Nade, pela primeira vez desde o dia anterior havia ficado séria e sorrindo de um jeito estranhamente frio...

-Eu quis dizer exatamente o que eu disse, Harry.

-O que?...

-Por que Voldemort iria perseguir seus pais?

-Porque eles eram inimigos...

-Errado.

-O que?

-Voldemort não perseguiu nenhum de seus inimigos, só chegavam a se enfrentar nas linhas de batalha. Ele perseguiu seus pais por um motivo.

-Que motivo?

-Um motivo que nem Dumbledore, Hagrid, os Weasley’s ou qualquer um dos seus “amigos” ou “família” te disseram. Voldemort não estava perseguindo seus pais, ele estava atrás de você.

-De mim? Como assim?

-Foi feita uma profecia sobre uma pessoa que derrotaria o Lorde das Trevas, porém, apenas duas pessoas se encaixavam nessa profecia. Harry Potter e Neville Longbottom.

-NEVILLE?!

-Conhece?

-Ele é meu colega... Ele não é ruim nem nada, mas ele é medroso, não acho que conseguiria....

-Bem, independente de qualquer coisa, preocupado com essa ameaça, o Lorde das Trevas mandou alguns de seus seguidores matarem Neville enquanto ele cuidaria de você. Porém, tudo deu errado e Voldemort acabou sendo “morto”.

-Mas ele não foi morto, ele voltou.

-Ele voltou por causa de uma magia das trevas... Não é algo que você deva saber. Enfim, o que eu quis dizer quando disse que mentiram para você foi isso.

-Quer dizer que todos mentiram para mim?

-Sim, existem ainda mais mentiras, mas eu não devo de contar.

-Mais?!

-Exatamente.

-Por que não pode me dizer?

-Você faz parte do lado da luz não é? Não posso te contar...

-Você não faz parte da luz?...

-Não, eu faço parte das trevas.

Harry arregalou os olhos e sentiu seu coração acelerar. Nade era um membro das trevas, ela com certeza iria entrega-lo a Voldemort.

-Pode se acalmar Harry, não vou fazer nenhum mal a você.

Mas Harry ignorou o que Nade disse e começou a procurar por sua varinha.

-Não adianta, eu guardei sua varinha já esperava essa reação.

-....

-Se acalme, não vou fazer nada. Não são todos das trevas que são psicopata malucos sabia? Muitos de nós apenas querem que a magia das trevas não seja tratada como magia do mal. Sei que você não vai acreditar, mas que tal me dar uma chance?

Harry assentiu, mesmo estando relutante com isso.

-Obrigada, bem, magia das trevas não automaticamente significa que é do mal, magia das trevas são apenas feitiços que precisam de mais emoção para funcionar, enquanto a magia da luz não precisa de tanta emoção.

-É só isso?

-Só isso.

-Eu  achava que magia das trevas eram magias que machucavam...

-Bem não são, tudo depende da sua intenção... Há mais coisas que eu gostaria de contar, mas acho que você tem que voltar não é?

-Ah é mesmo...

-Vamos até o primeiro andar, lá tem uma lareira.

Depois de um caminho estranhamente silencioso  até a lareira, Nade voltou a falar.

-Que tal você me mandar cartas quando quiser?

-Eu posso?!

-Claro.

Harry sorriu e apesar de tudo, ele finalmente voltou para “casa”, e teve que ouvir e lidar com uma Sra. Weasley extremamente preocupada por bem mais de uma hora.

 

 

 

 

 

 

É, Harry se lembrava bem desses dois dias na Bulgária. E se lembrava mais ainda do que veio a seguir... Foi uma ladeira gigante de acontecimentos que o deixaram praticamente sem dormir, conversar muito com a Nade até ter uma grande parte da história esclarecida, encontrar o Lorde das Trevas em pessoa (Sem ele tentar te matar, o que é definitivamente um progresso.), ter acessos de raiva, mais acessos de raiva, meio que mudar de lado e ainda por cima começar a praticar magia negra... Tudo isso em três anos, e só agora ele descobre que Viktor Krum o viu com Nade. Ele estava tão ferrado...


Notas Finais


Tá ai, espero que tenha gostado aklfjkklaskkf


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