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História Entre o Amor e o Ódio - Imagine Oh Sehun - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Oiii Bolinhos!!
Espero de coração que gostem, por favor deem todo seu amor a essa fic, pois ela é muito importante para mim.
Boa leitura!

Capítulo 1 - "capitulo 1"


Fanfic / Fanfiction Entre o Amor e o Ódio - Imagine Oh Sehun - Capítulo 1 - "capitulo 1"

 

 Estava sentada no sofá de minha casa vendo televisão quando escuto meu celular tocar, ergo meu corpo procurando pelo telefone. Quando o acho, vejo que ser minha mãe. Fiquei desconfiada com aquela ligação, pois ela quase nunca me ligava sempre estava ocupada demais com seus amantes, porém poderia ser importante então resolvi atender.

 

...

 - Alô?

 

- Oi minha filha! como você está?

 

- O que você quer?

 

- Nossa filha, quem vê você falando pensa que eu nem ligo pra minha bebê.

 

- Vamos logo ao ponto, qual o motivo da ligação?

 

- Tá bom é o seguinte, vou ser direta já que você adora me tratar mal; consegui ganhar a sua custodia na justiça, a partir de semana que vem você vem morar comigo.

 

- O QUE? ISSO É MENTIRA, NÉ! COM ISSO ACONTECEU?

 

- O juiz aceitou a liminar para que você passe uns meses comigo. Então você vai ficar uns meses aqui comigo.

 

- Não acredito, eu já tenho 19 anos. Posso mandar na minha vida e não vou morar com a senhora!

 

Sinto muito, mas foi uma decisão do juiz e não há nada que...

 

...

 

 Fiquei tão chocada que acabei desligando o telefone, não acreditava que iria morar com ela. Saí como uma louca pela casa a procura do meu pai, porém quando estava no meio das escadas que davam acesso ao segundo andar, foi que me lembrei de que ele não estava em casa. Voltei para o sofá e tentei ligar para ele, mas foi em vão, o celular estava desligado.

   Deitei pensativa no sofá e comecei a pensar no pesadelo que seria morar com ela. Minha "mãe" nunca se importou muito comigo, ela quase nunca falava de mim ou vinha me visitar, o que mais importava para ela era o dinheiro. Desde pequena meu pai paga a ela uma mesada mensal para que ela não nos perturbe, porém faz alguns meses que ele parou de depositar o dinheiro. De repente escuto a porta abrir. Direciono meu olhar para o barulho e avisto meu pai passando pela porta, sua expressão era de tristeza e decepção. Rapidamente corro em sua direção, aconchegando-me em seus braços.

 

- Pai você tá sabendo que vou morar com aquela mulher? - Ele simplesmente não conseguia olhar em meus olhos.

 

- Sim filha, o advogado acabou de me contar. – Fitava fixo o chão.

 

- Mas eu não posso pai, e a faculdade? Meus amigos? Minha casa? Vou largar tudo?

 

-Eu já liguei para o advogado, mas ele disse que o juiz deu a sentença final. Sinto muito, meu bem, eu tentei de tudo...

 

-Papai por favor eu não quero ir, me deixa ficar! - Estava quase me arrastando no chão.

 

- Filha, você sabe que mesmo já tendo 19 anos você não tem autonomia de si e que só poderá ter sua ‘’ maioridade’’ quando completar os estudos, foi um acordo entre nós, lembra? –Sua voz estava tremula, sabia que ele estava tão machucado quanto eu.

 

 Não conseguia me conformar com aquela decisão, então corri em direção ao meu quarto, estava com muita raiva e me recusava a ir morar com aquela mulher. Tranquei a porta do quarto e comecei a chorar compulsivamente.

 

- Princesa abra por favor, precisamos conversar. –Escutei batidas na porta.

 

  Mesmo com raiva sabia que aquilo não era culpa dele, afinal a culpa era do desgraçado do juiz.  Abri a porta para ele. Conversamos mais de horas e ele me explicou todos os detalhes da viajem, eu ia ficar em torno de quarto meses morando com ela. Sendo assim, meu pai estava estritamente proibido de me visitar, pois tinha sido decisão do juiz.

 

-Não se preocupe, meu amor. Não deixarei lhe faltar um centavo e te ligarei todos os dias. – Envolve meu corpo em um abraço apertado, demonstrando todo seu amor. Apenas aceitei o fato de que teria de ir para Busan, mesmo contra minha vontade.

 

                                                 

[...]

 

  Aquela havia sido umas piores semanas de minha vida, simplesmente não suportava a ideia de ir morar com aquela mulher.

   Enquanto me perdia em meus pensamentos e ao mesmo tempo escutando os conselhos do meu pai, ouço número do meu voo sendo chamado, despedi-me dele já com lagrimas nos olhos, aquele era meu mundo que agora já não iria mais pertencer a mim. Não suportava a ideia de ficar longe dele, amava-o com todas as minhas forças.

  Acabamos de nos despedir e fui em direção ao avião, entrei com meus pensamentos todos em meu pai e como ele iria sofrer longe de mim. Sentei em meu respectivo lugar ao lado de uma senhora. Estava tão mal de pensar em tudo aquilo que acabei dormindo.

 

...

-Senhorita?

 

  Acordei assustada com a aeromoça me chamando, quando me levantei e olhei ao redor percebi que só restava eu de passageira no avião. Então pego minha mala e vou em direção ao aeroporto, chegando lá procuro minha mãe, mas não a encontro, decido ligar para seu telefone. Caminho em direção de algumas cadeiras dispostas no meio do área de embarque, coloco minhas malas ao meu lado e ligo para ela. Entretanto apenas chamam e ninguém atendia, penso que ela poderia estar a caminho, logo aguardo encontrá-la. Fiquei sentada lá por mais alguns minutos, com certeza ela havia esquecido de ir me buscar, já esperava isso dela. Espero por mais alguns minutos e volto a ligar, só que desta vez ela atendeu?

 

-Meu Deus! A senhora estava com esse telefone aonde? Eu morri de te ligar e a senhora não atendeu. Eu já cheguei, tô aqui no aeroporto lhe esperando como o combinado.

 

-Me desculpa filha, eu tinha ido no supermercado e esqueci o telefone em casa.

 

-Você vem me buscar ou não?

 

-Sinto muito, mas estou super ocupada aqui em casa e não vai ter como eu ir ai.

 

-Como assim!? Você vai me deixar largada aqui!? Eu não conheço nada em Busan!

 

-Desculpa S/n, mas não poderei ir. Você vai ter que vir de táxi.

 

-Mas como eu vou? Nem sei onde a senhora mora. 

 

-Eu te dou o endereço e você vem, ok?

 

-Não tem outro jeito, né.

 

Depois de me repassar o endereço ela desligou o telefone. Sabia que isso iria acontecer, aquela mulher não se importa comigo.

 

  Saí de onde estava sentada, guardei meu celular e fui em direção da saída. Saí do aeroporto e fui em direção da rua, minha sorte foi que um táxi havia acabado de estacionar para deixar um homem, portanto aproveitei e fui em direção dele, abri a porta e dei o endereço para o senhor que dirigia.

 

 Aquela mulher realmente morava longe do aeroporto. Pelo caminho não observei muito a paisagem, pois liguei para o papai contando tudo que havia ocorrido e falar que eu estava bem, ele ficou bem furioso com ela e disse para eu ligar imediatamente para ele caso acontecesse qualquer coisa, já estava morrendo de saudades do papai. Quando estávamos perto o motorista me alertou.

 

-Acho que chegamos senhorita. –Freia o carro.

 

 Olhei pelo vidro do carro e estávamos parados em frente a uma casa bege com um jardim na frente, ela não era uma mansão nem nada do tipo, mas também não era um barraco. Era uma casa normal estilo classe média. Desci do taxi e paguei o moço, peguei minha mala no porta-malas e fui em direção da casa, atravessei a rua e quando cheguei mais perto toquei a campainha. 

   Passaram dois minutos e ninguém atendeu, comecei a tocar insensatamente a campainha, com raiva, quase quebrando-a, até que vejo a porta se abrir e quando vejo era Sandra Park. Estava quase a mesma, havia mudado pouca coisa, apesar de ser uma estelionatária e interesseira ela era muito bonita. Ela me olhava fixa, como se não me reconhecesse e de repetente em um rápido movimento me envolve em seus braços

 

-Meu Deus filha! Como você cresceu, está mais linda do que nunca. -Disse me olhando, enquanto suas mãos estavam dispostas em meus ombros.

 

-Me poupe de fingimentos, como se você se importasse comigo. -Digo revirando meus olhos e tirando suas mãos de meus ombros.

 

-Para com isso S/n, você sabe que eu te amo. – Tenta acariciar meu rosto, mas viro-o.

 

-Se me amasse não teria me abandonado com meu pai. – Já estava começando a ficar irritada.

 

-Bom filha... O passado é passado, vamos focar no presente. – Eu percebia a falsidade em sua voz.

 

-Sei. -Disse em tom de ironia.

                                         

-É melhor entrarmos, venha querida. -Ela começou a me puxar para dentro da casa.

 

  Entrei logo atrás dela carregando minha mala. A casa era bem bonita por dentro, me senti uma total estranha ali, contudo teria que me acostumar com aquilo, aquela casa seria minha nova morada pelos próximos meses.

 

-Sente-se no sofá querida, vou trazer um copo de água, você deve estar com sede. –Sai do cômodo, deixando-me sozinha na sala. 

 

   Peguei minha mala e fui em direção ao sofá, sentei-me lá e fiquei esperando ela voltar. Entretanto ao olhar para a estante, notei várias fotos de Sandra, levantei-me rapidamente e fui olha-las. Eram retratos das viagens, festas com vários amigos, pessoas famosas e empresários, porém uma foto ao longe me chamou a atenção; era de Sandra com um homem bem mais novo que os demais, aproximei-me foto rapidamente, entretanto escuto um barulho de porta se abrindo e me viro rapidamente em direção do barulho e me deparo com um homem belo e alto a me observar fixamente.


Notas Finais


Então o que acharam? Por favor comentem, preciso de todo o apoio de vocês nessa fase de recomeço.
Até o próximo capitulo.
Beijinhos da Unnie 😘💖


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