História Padre (Imagine Lay) Livro 1 - Capítulo 6


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Comedia, Exo, Harem, Hentai, Lay, Padre, Regional, Religião, Romance
Visualizações 2.784
Palavras 2.362
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção, Fluffy, Harem, Hentai, Literatura Feminina, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá fanáticos de plantão!👋

Sentiram saudades do nosso padre totoso?? Pois é, hoje será tempinho de fanfics e já postei a do LuHan lindo e já já tem mais.

Apreciem com moderação!😘

Capítulo 6 - Arrependimento.


Fanfic / Fanfiction Padre (Imagine Lay) Livro 1 - Capítulo 6 - Arrependimento.

A mão do padre Yixing subia e descia na minha coluna, causando um arrepio no meu corpo. Parecia mentira, mas realmente o santo padre estava me beijando e eu? Eu não tive outra opção que não fosse me deixar levar.

Aquilo era pecado, SUPER pecado, beijar um padre com tanta paixão daquela forma, mas padre Yixing não estava colaborando. Sua boca era macia e tinha gosto de menta.

Logo senti sua língua pedir passagem e só Deus sabia naquele momento o quanto minha consciência mandava parar, mas meu corpo não obedeceu e abri a boca, deixando sua língua se adentrar.

Foi como se várias borboletas estivessem voando no meu estômago. O coração acelerou e quando dei por mim, estava viciada nos lábios e nos beijos do padre.

Por favor, alguém me acuda que eu quero ir pro céu!!!

Padre Yixing rolou ficando por cima do meu corpo, o que só fez o fogo virar uma labareda. Estávamos nos condenando no pecado que era aquele beijo.

Uma de suas mãos apertou minha cintura por cima da bata, como se quisesse subi-la. Não vou mentir que deixaria o padre Zhang fazer de mim o que quisesse, mas algo não aconteceu.

De repente ele me soltou ficando de pé com os olhos arregalados. Aquele deve ter sido o momento que percebeu o que estava fazendo.

__ Eu... eu... eu... eu sinto muito... sinto muito, madre! _ele se curvou tremendo e eu continuei no chão sem saber o que fazer. __ Me... me... me desculpe... Eu não devia ter feito... feito isso... _pisquei algumas vezes, então ele estendeu a mão. __ Acho melhor voltarmos para a paróquia. _encarei sua mão e depois seus olhos.

__ Vá na frente, padre... eu vou em seguida. _respondi fraco olhando para qualquer canto que não fosse o olhar arrependido do padre.

__ É perigoso ficar aqui sozinha e...

__ Nasci e cresci aqui... vá logo! _dessa vez fui um pouco ríspida, então ele só assentiu e desapareceu mata à dentro.

Assim que a sombra do padre desapareceu, abracei meus joelhos iniciando um choro descontrolado. Não conseguia controlar, a decepção foi muito grande, meu primeiro beijo ter terminado naquela maneira.

Se iria se arrepender, por quê me beijou?

Meu peito doía e eu não sabia porque, nunca fui muito sonhadora com o romance, mas não queria que meu primeiro beijo terminasse daquele jeito, com arrependimentos.

Levantei do chão limpando minha bata, respirei fundo e segui pela caatinga até a paróquia. Fui andando devagar para não chegar junto com o padre Yixing.

Não sei como seria pra frente, mas se as coisas ficaram daquele jeito e ele mesmo estava arrependido, então seguiria meu trabalho na paróquia, depois de sofrer o castigo do meu pecado, claro.

As ruas de Ponta Redonda estavam vazias como sempre, todos já haviam estar dormido e eu era a única a perambular sem rumo. Avistei a escadaria da igreja desejando nunca chegar lá.

Abri a porta que dava acesso aos aposentos pastorais respirando fundo. Me enchi de coragem e desci as escadas para ir ao meu quarto, porém um barulho me chamou atenção.

O som vinha do quarto do padre Yixing e era o som mais conhecido por mim, um chicote dilacerando a carne. Encostei o ouvido e pude ouvi-lo chorando baixinho, enquanto fazia sua reza de arrependimento.

Padre Zhang estava se castigando por ter cometido o pecado de me beijar. O som do chicote e dos gemidos de dor dele, me deixaram enjoada.

Corri para o pequeno banheiro colocando todo meu jantar para fora. As lágrimas desciam sem parar e as lembranças de uma infância rodeada de castigos cruéis, só me deixavam mais enjoada.

Mal consegui dormir de noite, com a imagem do padre me beijando e depois se arrependendo. Ainda podia sentir seus lábios nos meus e o gosto delicioso de sua boca. Nem todas as rezas do mundo me fariam esquecer o que vivi naquela noite.

[...]

Me ajoelhei perante a santa, fiz o sinal da cruz e com as mãos juntas iniciei a reza. Pedi por perdão, pedi que ela tirasse de mim aquelas lembranças e pedi principalmente que arrancasse do meu peito aquele novo sentimento.

Desde o ocorrido, padre Zhang nem sequer olhava na minha cara e todas as noites ouvia seu lamento e o som do chicote ferindo sua pele. Aquilo doía muito em mim e estava decidida a abandonar a paróquia e voltar para o convento.

__ Virgem santa, rogo-te pela minha alma... estou em pecado e não sei mais o que fazer, porque não consigo controlar meus próprios sentimentos, pois estou amando um homem, mas não qualquer homem, um homem proibido e não quero ser a ruína dele... por favor me ajude... _do clamor se iniciou o choro, estava em agonia.

Então em meio as lágrimas, senti uma mão tocar meu ombro. Praticamente saltei com o susto e para minha surpresa, outro padre estava bem diante dos meus olhos.

No seu rosto havia um pequeno sorriso e pude perceber que era diferente, aquele padre era asiático, assim como o padre Yixing.

Será que é chinês também?

__ O que abate tanto uma serva do Senhor? _sua voz era suave e boa de se ouvir, na verdade era muito bonito também.

Meu Deus!!! O que estou pensando?

__ Ah... eu.... eu...

__ Hyung? _viramos e o padre Zhang apareceu. __ Você veio?! _de repente seus olhos se direcionaram pra mim, então limpei rapidamente as lágrimas.

__ Com sua licença! _meneei a cabeça e segui para fora da igreja, foi aí que vi a pessoa que mais desejava ver.

[...]

__ Aquele padre é da catedral? _Dináh assentiu mordendo seu pedaço da manga.

Estávamos sentadas debaixo de um pé de manga, tinha pegado um pouco de sal na cozinha e ficamos apreciando o que a melhor parte da nossa infância deixou.

__ Padre Kim MinSeok! _ela respondeu pausadamente encarando o nada. __ Ele me deixa nervosa. _encarei a mais nova com o cenho franzido. __ Às vezes diz umas coisas estranhas, às vezes me olha de uma forma estranha... _abraçou o próprio corpo.

__ Se está desconfortável com ele, então por quê não volta para o convento? _ela me encarou.

__ Deus me livre de voltar pra lá! _fez sinal da cruz. __ Se pudesse, nunca mais veria a madre Livramento.

__ Pensei que tivesse que voltar todos os dias?!

__ Houve um assalto no caminho até a catedral, então minha mãe acabou aceitando que eu ficasse nos aposentos da igreja.

__ E você está bem? Os assaltantes não te machucaram? _perguntei preocupada, mas ela negou com a cabeça e sorriu.

__ Depois disso eu rezei pelas vidas deles e agradeci por terem nos assaltado. _soltei uma risada, porque só a Dináh para dizer aquelas coisas. __ Mas e você com o padre chinês? Eu vi que estava chorando.

Não conseguia esconder nada dela e simplesmente me desmanchei em lágrimas. Contei tudo em seus mínimos detalhes, aquela história toda estava me sufocando.

As inúmeras rezas que fiz não diminuíram o peso que carregava e falar com Dináh foi um alívio. Ela me abraçou forte e disse que tudo iria ficar bem.

Contei que iria largar a paróquia, mas ela disse para ter calma e paciência, pois evitar a situação e fugir era o caminho dos fracos. Minha prima travessa já estava crescida.

No fim da tarde ambos os padres se despediram, eram amigos de longa data e fizeram o seminário juntos. Dináh prometeu que me veria de novo, assenti e mesmo em um clima estranho, eu e o padre conseguimos ficar um ao lado do outro nos despedindo de nossos amigos.

__ Madre?! _ao ouvir aquela voz atrás de mim, todos os meus pelos se arrepiaram.

__ Sim, padre Zhang? _respondi sem me virar.

__ Me encontre na sala pastoral... precisamos conversar! _engoli em seco.

O que ele quer conversar? Me dê forças Senhor!

Caminhei em passos caudalosos até a sala pastoral. Estava nervosa e temendo o que sairia dos lábios do padre. Talvez fosse me mandar de volta para o convento, ou me castigaria com alguma penitência.

Assim que cheguei de frente a porta, meus dedos tremeram e não consegui girar a maçaneta. Fechei os olhos reunindo as forças e bati, então ouvi um "entre" rouco e entrei.

__ Deseja falar comigo, padre? _entrei devagar nervosa.

__ Sente-se madre! _indicou a cadeira à sua frente e a forma fria que prenunciou essas palavras, indicava que nada de bom viria. __ Nem sei por onde começar. _tirou os óculos do rosto e respirou fundo.

Pelo começo, ora!

__ O que aconteceu.... o que aconteceu no açude foi... foi...

__ Foi um erro?! _completei e o padre me encarou.

__ Sim! _suspirou pesado abaixando a cabeça. __ Eu não devia... não devia ter feito aquilo com você... não tinha direito... direito...

__ Está tudo bem, padre Zhang! _o cortei, então seus olhos me fitaram.

Eu parecia bastante calma por fora, mas por dentro tinha vontade de chorar, bater em seu peito e dizer que ele era um cretino por me beijar e depois fugir. Não estava sendo fácil me manter firme.

__ Não está tudo bem! _ele se alterou e o vi puxar os cabelos. __ Você é meu braço direito, a única pessoa nessa cidade que posso confiar... não quero estragar tudo por causa de um... de um... por causa de um...

__ Beijo?! _outra vez completei. __ Não se preocupe tanto, padre! Eu não guardo rancor ou mágoa do senhor por isso. _ele me encarou triste. __ Juro perante a santa que estou bem! _forcei um sorriso. __ Foi um momento de fraqueza entre ambos, minha mãe diria que foi obra do diabo. _respondi.

__ Eu não acredito no diabo, S/N! _e lá estava ele me chamando pelo nome, lhe encarei com o cenho franzido. __ As pessoas fazem as coisas erradas porque decidem fazer... o ser humano em si não precisa de diabo para pecar... é só uma desculpa. _murmurou esfregando as têmporas.

__ Mesmo assim... não quero que deixe de fazer a obra do Senhor por conta disso. _respondi fazendo-o respirar fundo. __ Até os enviados de Deus pecaram, porque somos humanos e humanos erram, então não se castigue por algo que Deus perdoou, ele não é nenhum carrasco para nos punir tão levianamente.

Naquele momento eu não estava me reconhecendo, falar aquelas coisas para o padre Zhang. Vamos ser sinceros que no fundo nem eu acreditava em minhas palavras.

O mesmo suspirou, apoiou os cotovelos na mesa de mogno e cobriu o rosto com as mãos. Entendia a agonia dele, estava preso em um cargo que lhe tirava toda liberdade de amar e ser amado por alguém.

Por um momento houve apenas silêncio, permaneci sentada encarando o padre que por sua vez ainda estava com o rosto coberto pelas mãos. Então me levantei da cadeira e de dentro do bolso da bata tirei uma goiaba.

__ Sabe o que eu e meu irmão fazíamos quando as coisas estavam ruins? _ele tirou as mãos do rosto e me encarou. __ No quintal da nossa casa havia uma enorme goiabeira, tão alta quanto um prédio... _sorri com a lembrança. __ Lá era nosso esconderijo secreto, quando ficávamos triste...

__ Você quer que eu suba em uma árvore? _arqueou a sobrancelha confuso.

__ Não padre! _ri. __ Coma essa goiaba. _estendi a fruta e ele a pegou. __ Faça algo simples que te deixe feliz, algo que te faça lembrar que a vida não é tão complicada como pensa. _seus olhos fitaram os meus e por alguns segundos fraquejei.

Eu era seu braço direito, tinha que o apoiar e ficar ao seu lado todo o tempo. Jamais ficaria entre o padre e sua vocação, mesmo que o maldito coração ousasse me trair, mas não desvirtuaria alguém por benefício próprio.

__ Irmã S/N?!

__ Sim padre!

__ Me perdoe! _sorri de lado.

__ Está perdoado padre! _fiz uma reverência. __ Com sua licença, mas tenho trabalho na cozinha e o senhor tem missa. _ele assentiu e saí daquela sala com o coração na mão, todo quebrado.

Jurei para mim, para os céus e para meu coração que esqueceria aquele homem, eu era uma freira e tinha que me pôr no meu lugar. Ouvi um dia no tempo de colégio que quem ama, deixa ir e eu deixaria o padre ir.

Os dias se passaram como uma brisa e o trabalho na paróquia não parava, principalmente com as eleições chegando, a cidade ficou uma zona.

Os comentários que circulavam pela cidade era a chegada do filho mais jovem do prefeito que estava estudando fora. Nas calçadas só se ouviam isso, claro, cidade pequena, todo mundo sabe da vida de todo mundo.

Os dias estavam cada vez mais quentes, então a batina me deixava sufocada ao ponto de quase ter um treco. Resolvi trocar as roupas de freira pelas tradicionais vestimentas de noviça.

Não era novidade fazer isso, porque em tempos quentes, isso era um hábito muito comum das freiras do convento, menos as madres superiores que preferiam assar naquelas roupas quentes.

Era basicamente uma saia solta cobrindo os joelhos preta, uma blusa de linho branca de mangas compridas, um sapato de verniz e o capuz preto. Não era mais confortável do que a batina, mas era bem mais fresca.

Era sábado e tinha meu ritual de ir a feira, então quando atravessei o salão da igreja, vi padre Yixing na porta olhando para a rua e assim como eu, decidiu usar roupas mais leves.

__ Sua bênção padre?! _ele se virou e sua expressão era de total confusão.

__ Ah... Deus te abençoe, minha filha. _respondeu fraco.

__ Vou a feira, deseja alguma coisa? _algo parecia incomodar o clérigo, desde nossa última conversa, ele pareceu voltar ao normal, mas naquele dia estava pensativo.

__ Não, não preciso de nada... ah... pode ir. _meneou a cabeça e entrou na igreja.

O que houve com ele?

Fiz meu caminho até a feira, cumprimentei as pessoas e as vezes parava para conversar com algumas mulheres. Então vi que em uma das barracas as maçãs estavam lindas e muito vermelhas, o que me fez morder o lábio sorrindo.

__ Bom dia, senhor Reinaldo?_cumprimentei o senhor dono da barraca.

__ Bom dia, irmã Maria! Hoje vai levar maçãs? _assenti sorrindo.

__ Elas estão belíssimas! _o homem me deu uma sacola e pediu que eu escolhesse, então por um descuido, deixei que uma caísse no chão. __ Oh não! _me abaixei para pegar, mas outra mão fez por mim, então ergui a cabeça e um jovem alto, com um belo sorriso segurou a fruta.

__ Aqui está! _estendeu a maçã com um sorriso lindo.


Notas Finais


Eita que as coisas estão ficando interessantes... Deixei spoiler de como seria um dos padres e quem seria.

Passando também para deixar o link de uma fic divosa da minha amada capista, por favor deixem aquele like e comentem o que acharam
https://spiritfanfics.com/historia/two-moons-8106526

Vejo vocês nos comentários! 😉

💋💋💋 no ❤


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