História - painkiller. - Capítulo 1


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol
Tags 1blacknight, Angst, Chanbaek, Drama
Visualizações 24
Palavras 539
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, LGBT, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


yeol!centric

Capítulo 1 - - vazio.


Manhã de domingo. Manhã sem sonhos, e uma quantidade excepcional de café. Quando acordo, não há um azul intenso no céu, ou nuvens como algodão flutuante passeando acima. Na verdade, o céu tinha aquele tom sujo de cinza, meio desbotado e muito feio de chuva prestes a desabar em nossas cabeças. Pela visão da minúscula varanda do meu apartamento, espio a padaria, a pequena biblioteca e poucos transeuntes, indo e vindo apressados no ritmo de seus próprios mundos.

E está tão frio. Pelo menos, frio demais para um verão, este que, por sinal, não tem refletido as paisagens ensolaradas e os encontros em campos verdes com os quais você sempre sonha, e com os quais talvez, esteja sonhando neste momento.

É estranho não te ver, tocando a campainha, com os fones de ouvido enormes e embaralhados, vestindo um dos suéteres que te comprei em alguma liquidação, me trazendo um café da manhã fresco. Reclamando sobre a enorme pilha de trabalhos que tinha pra terminar, que a cada visita só acabavam por triplicar de tamanho pois nós dois sabemos que você só deixava meu lar às dez e meia.

É estranho como por querer um pouco mais de ti terminei sem nada de nós.

Me sinto quebrado. Tão vazio quanto as paredes. Tão sem vida quanto todo este lugar. Era meio surreal a forma como cores surgiam do nada e o sol resolvia acordar sempre que você abria um dos seus enormes sorrisos. E agora que não tenho mais nenhum deles, acho que tudo decidiu morrer.

Essa dor de cabeça vai me matar qualquer hora, sabe. Acho que preciso de alguns analgésicos, e talvez você pudesse me trazer alguns se a situação entre nós não fosse tão desconfortável e embaraçosa. Eu ainda te vejo às vezes, pela cidade, mas mesmo contigo olhando na minha direção, tu nunca parece me ver. Foram muitas palavras ditas, e eu entendo que você precise de um tempo mas a solidão é quase sufocante.

E toda vez que eu penso sobre como provavelmente nunca mais vou experimentar um toque seu, toda vez que penso sobre nossas aventuras pelo bairro à meia noite, e toda vez que eu penso naquela noite quando o álcool me fez vomitar palavras demais, essa maldita dor só faz piorar.

Talvez só seja uma parte confusa da vida. Talvez você esteja certo e eu seja dramático demais, e dependente demais das coisas que amo. Mas esta solidão é quase sufocante e tudo que preciso agora é que as explosões na minha mente cessem logo.

Mas, se eu pudesse te dizer qualquer coisa, neste instante, eu não te diria desculpas, pois não me arrependo de uma sílaba sequer que tenha escapado de minha garganta. Eu te diria que, eu te diria as mesmas palavras de novo. E de novo. E de novo. As mesmas, que você sempre teve medo. 

É manhã de domingo. Manhã sem sonhos, e uma quantidade excepcional de café. Ponho minha xícara de lado, abro gentil o mesmo computador que ganhei de ti, fecho as cortinas enquanto o chuvisco suave enrola a cidade num cobertor encharcado, preparo uma tigela cheia demais com aveia e antes de começar o piloto da nossa sitcom predileta, eu vou ao banheiro e tomo uns analgésicos.


Notas Finais


fala galerinha do bem deixa o like 1 comentario e ganhe na mega sena estudos confirmam


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