História Painting Flowers - Capítulo 26


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Drama, Gay, Jikook, Kookmin, Namjin, Romance, V-hope
Visualizações 12
Palavras 2.333
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hoiii, sim, isso é um especial, ou seja: num tem nada a ver com o capítulo passado, mas tem haver com a história ;^;
Num sei porque eu quis fazer isso aqui, mas deu vontade~
Era pra ter saído ontem, mas aconteceu uns imprevistos >_<

Bom, aproveitem, e boa leitura meus Kookies!!

Capítulo 26 - Especial: velhos amigos!


Fanfic / Fanfiction Painting Flowers - Capítulo 26 - Especial: velhos amigos!

Jungkook (oito anos) 

Eu já estava nessa escola a um tempo, desde que comecei os estudar para falar a verdade, mesmo assim, com os meus dois anos de estadia, não conseguia fazer amigos não importava as maneiras que tentava, tudo parecia ser muito difícil, eu ficava facilmente nervoso perto de pessoas novas, me fazendo ter um pouco de medo de me aproximar das mesmas, me tornando “tímido e um pouco solitário” como ouvia os professores sussurrar, mas ao contrário do que poderiam estar pensando, era confortável pra mim ficar sozinho, apenas conversando e me divertindo comigo mesmo, não sei se era por não saber muito bem como seria se tivesse alguém comigo ou por realmente gostar, de qualquer forma, não posso esquecer quando conheci meu primeiro amigo, o garoto divertido com um sorriso estranho, mais alto e um pouco mais velho que brotou ao meu lado como se alguém o tivesse invocado, sabe, igual a aquelas séries de desenhos animados americanas que às vezes passam na tv?

Nesse dia eu estava desenhando alguns tipos de criaturas fantasiosas no meu caderno de desenho, como sempre durante a aula, por como todo mundo da minha sala achar a mesma extremamente entediante, me distraindo muito por estar muito concentrado na MAGNÍFICA arte que estava criando, não prestando atenção no sinal batendo ou nas crianças desesperadamente correndo para o pátio, continuando ali, já que também não havia regras dizendo que não podia.

-ei, garoto!- um menino tenta chamar minha atenção, eu acabo olhando para ele, não o reconhecendo, provavelmente ele nem seria da minha sala, mas porque estaria aqui então?

-sim?- respondo ao ver que não iria embora, ele se aproxima olhando atentamente meu desenho.

-você desenha bem, mas mesmo assim tá feio- diz me surpreendendo, isso não parecia ser um elogio mas também não estava ofendido.

-obrigado eu acho...-o vejo se aproximar um pouco de meu rosto, eu recuo minimamente e ele me encara com seus olhos negros me deixando curioso.

-hum... seus olhos são bonitos, eu gosto da cor marrom escuro que eles têm, me lembram os de cachorros...- comenta, e eu deito um pouco minha cabeça para o lado, mostrando que estava confuso, esse menino era esquisito, mas eu gostei dele, é a primeira criança que talvez esteja se esforçando pra falar comigo -hum... porque você fica aqui dentro em vez de sair pro pátio com todo mundo?- 

-eu prefiro lugares vazios e calmos,  e você também está aqui, porque?- pergunto não me segurando, já que como ele não parecia ter vergonha de disser ou questionar nada, eu também não deveria ter.

-não sei, quando bateu o sinal acabei me distraindo com um pássaro que estava na janela, e quando olhei de volta para a sala todos já haviam saído, então passei por aqui e te vi- conta mostrando que também estava indo ao pátio e que parou ali comigo por acaso.

-ah... entendi- não sei si tava parecendo muito, mas não sabia muito bem o que dizer ou como agir, e como só éramos apenas eu e  ele, não estava nervoso, só com um pouco de medo de ser rejeitado a qualquer palavra que disse-se.

-você não parece ser de falar muito... gostei, quer ser meu amigo?- pergunta erguendo um sorriso quadrado que nunca havia visto em outra pessoa antes.

-hum? é assim que as amizades funcionam?- pergunto um pouco impressionado por ser fácil demais, já que me falaram uma vez que o normal seria conversarmos e brincar um pouco para podermos ser amigos de verdade.

-claro que é! Bom, ao menos agora comigo e com você vai ser!- 

-ah... tudo bem então, eu aceito- respondo o vendo sorrir largamente, nunca havia visto alguém com um sorriso assim antes, era um pouco retangular ou até quadrado, era como os adultos dizem... “peculiar”, não sei muito bem o que essa palavra significa, mas sinto que ela caberia bem no sorriso dele, ou até ele completo.

Depois desse dia ele acabou sempre me procurando no recreio pra me fazer companhia e às vezes me levava para para brincar com ele, nos acabamos virando como melhores amigos! Mesmo que só descobrimos os nomes um do outro uma semana depois de haver começado a passar tempo juntos, acho que coisas desse tipo não importavam tanto quanto quando estávamos nos divertindo, mas de qualquer jeito, seu nome era Taehyung, eu sempre o chamei de Taeh por ser mais fácil ou como aprendi, Hyung por ser mais velho que eu. O hyung era bem popular e é impressionante a quantidade de amigos que tem, ao contrário de mim ele conseguia fazer amizades a cada passo que dava, e insistiu em me apresentar cada uma delas com animação, o que me fazia sentir feliz por ver que entre tantas pessoas ele escolhia passar todos os dias a maior parte do tempo comigo.

Jungkook (catorze anos)

-Hyung... o que estamos fazendo?- pergunto ao sentir o braço de Taeh me empurrar mais contra a parede.

-shiuuu... eles vão te ouvir se falar tão alto- diz com a voz incrivelmente baixa.

-porque você não vai falar com eles de uma vez? São seus amigos hyung...- pergunto sussurrando para não causar-lhe problemas.

-neh, eu prefiro voltar pra casa com você como sempre, se eles me verem agora vão me arrastar pra algum lugar e não me deixarão fazer isso- fala dando a mesma desculpa de todos os dias.

-mas ir com eles uma vez não vai te matar, ainda mais que você prometeu um dia desses- ele da uma risada sem graça quase imperceptível por tampar a boca.

-eu sei, mas eu tava distraído lendo um mangá, acabei prometendo sem pensar... você tava vendo!- fala um pouco alto, ficando imóvel logo em seguida por saber que fez merda já que seus amigos estavam quase literalmente do outro lado da parede o procurando.

-Taehyung?- ouço a voz de uma garota o chamar, se aproximando, ele rapidamente agarra meu braço e me puxa o mais rápido possível para o final do corredor onde havia uma porta de duas mãos que levava a mais corredores, com certa esperança de que não o vissem, o que não aconteceu levando à tona que antes que pudéssemos abrir-la ouvimos de novo a voz alta vindo da garota- Taehyung! Você prometeu fazer o trabalho de português com a gente seu idiota!!- 

-corre Jungkook! CORRE!- manda ainda me puxando correndo a toda velocidade não parando até ultrapassar todos os corredores que nos levariam a saída, arfando pesadamente ao chegar na mesma, nos apoiando em nossos joelhos por haver sido um longo percurso e ainda termos carregado as mochilas que poderíamos dizer que pesavam como se estivessem cheias de tijolos, aí está a resposta para todos os conhecidos que vivem perguntando como consegui ter um bom estado físico e até um pouco de músculos sem fazer nenhum exercício e passar um bom tempo desenhando ou pintando.

-meu Jinsus... essa foi quase!- diz ao recuperar o ar, olhando para mim.

-hum... verdade, mas você devia fazer o trabalho de português, vai acabar ganhando outro zero... e hyung, o que é Jinsus?- pergunto por nunca haver ouvido isso em toda minha vida, mesmo sabendo que Taeh gosta de inventar palavras.

-meus sentidos especiais dizem que é uma referência disfarçada do futuro- fala com um olhar confiante, e eu decido deixar isso de lado, acho que não intenderia nem se ele explicasse.

Começamos a caminhar normalmente até nossas casas, que por obra do destino eram quase do lado uma da outra, Taeh cantarolava alguma coisa meio baixo enquanto se equilibrava na esquina da calçada, era evidente que ele gostava de cantar e sua voz também era boa para isso, o dando uns pontos extras.

Ao chegar em casa e me despedir de Taeh, fiz meus deveres e tomei um demorado banho por apenas ter sentido vontade, logo me deitando na cama, entediado e sem vontade de desenhar, escrever ou leer, um daqueles típicos momentos em que não a nada novo a acontecer, então você apenas fica parado vendo os minutos passarem diante de seus olhos, comecei a ter varios desses ultimamente, já me disseram uma vez que era común por conta da idade, mas não deixa de ser chato e incômodo se for pensar em todas as coisas que você poderia estar fazendo de útil enquanto só está quieto em um canto qualquer.

Decido ir dar uma volta por onde quer que seja, meus pais não estavam em casa então não iriam reclamar, e mesmo que caminhar não mudaria nada do “momento” já citado, seria um pouco útil para distrair a mente.

Começo a descer pela rua sem muito rumo mas com conciencia que não poderia ir tão longe, tive vontade de chamar Taeh para se aventurar comigo, mas provavelmente está brincando com seus irmãos agora e tenho ideia de o quão ele gosta disso, então não vou interromper por algo tão inútil, saio de meus pensamentos meio vazios ao ouvir o estrondo do carro tentando freiar a todo custo, seguido pelo barulho de alguém batendo no ferro e caindo no chão, um acidente? Assim, na minha frente?! Ainda mais em uma rua tão vazia?De forma desesperada vou até a frente do carro, vendo um garoto de cabelos pretos sentado no chão por haver caído, com a mão apoiada na cabeça como se quisesse afastar a dor de alguma maneira.

-você ta bem?- pergunto meio assustado o ajudando a levantar, vendo a pele incrivelmente pálida de um de seus braços ficar um pouco arrochada.

-o que parece? Esse idiota acabou de me atropelar!- ele grita para o carro, que abaixa o vidro mostrando um homem despreocupado.

-sinto muito, mas você também estava atravessando no sinal vermelho, tente prestar mais atenção- fala calmo o homen fazendo o garoto de cabelos escuros o olhar com fúria, querendo se aproximar, não podendo por ainda estar apoiado em mim, ele não parecia em muitas condições em andar sozinho.

-você também tem que ir em menor velocidade seu retardado!- responde rapidamente, com a língua afiada.

-eu não estava tão acima da velocidade permitida, então não havia problema- continua o homem, parecendo não querer aceitar que também estava errado.

-É FÁCIL DIZER ISSO QUANDO NÃO FOI VOCÊ O ATROPELADO!- e assim começou o que podemos chamar de briga, ele gritava fortemente com o homem que sempre tentava se fazer de desentendido, eu até sentia vontade de interromper e dizer algo, mas não achava que podia intrometer, ainda mais com os olhares predadores que me mandava o garoto machucado sempre que siquer pensava abrir a boca.

Depois de um tempo a discussão acabou, como já esperado não resolvendo nada, o homem foi embora nos deixando pra traz sem no mínimo pedir desculpas.

-ah, que merda! Odeio esse tipo de gente!- comento o menino grunhindo.

-é, mas a muitos assim andando por aí, e então... o que a gente faz? Eu te levo pra um hospital?- pergunto mesmo sabendo que era o lógico, apenas me preocupando com o fato do mais próximo ser meio longe e eu não ter um centavo.

-nem vem, só foi uma batida, não é pra tanto- 

-mas você não tá conseguindo nem se sustentar direito- 

-tanto faz! Não quero ir pro hospital, se eu for minha família vai descobrir, e eu não to afim de mais gritaria- fala me fazendo ficar curioso, mas sem perguntar nada, afinal, aviamos acabado de nos conhecer.

-tá... então... eu vou te levar pra minha casa ela não é muito longe daqui, lá tem algumas coisas que podem te ajudar- digo a primeira ideia que passa pela minha cabeça.

-sua casa? Nem sei quem é você! Óbvio que não vou!- retruca desviando o olhar.

-do jeito que tá, tem que ir a algum lugar, minha casa, sua casa ou hospital, você decide!- 

-tá, pra sua casa então! Prefiro morrer que voltar pra minha nesse estado!-

Sem disser muita mais coisa, descemos a rua virando mais algumas até chegar no destino, onde com muito cuidado passo pomada em seus hematomas arroxados, que não tenho certeza se são pelo choque ter sido muito forte ou pela sua pele ser branca e sensível demais, provavelmente uma combinação dos dois.

-valeu- o ouço sussurrar, chamando minha atenção -acho que nem todo mundo faria o que você ta fazendo, sabe, cuidar de um estranho- 

-não precisa agradecer, não é nada, só gosto de ver as pessoas bem- 

-interessante... bom, você tem nome?- 

-Jeon Jungkook- respondo simples.

-o meu é Min Yoongi-

E foi ai que conheci meu outro hyung, nos trocamos números esse dia já que nos demos bem ao passar quase todo o resto da tarde e noite juntos, até ele estar um pouco melhor e menos dolorido (meus pais o aceitaram de bom grado) não pensei que passaria disso, mas após alguns dias o encontrei tocando minha campainha com sua cara entediada, claro que o deixei entrar, apenas para descobrir que só veio reclamar da vida e desabafar, isso se repetiu varias vezes, eu já sabia que era porque ele não tinha mais ninguém para fazer isso, pois por incrível que pareça ele conseguia ser até mais solitário que eu, não tendo nenhum amigo fora da minha casa e indo de mal a pior com sua família, acho que foi principalmente por isso que me esforcei ao máximo para deixá-lo menos sozinho, já que ele não parecia feliz daquela maneira, também o apresentando Taeh, para que tenha mais uma pessoa com quem contar, mesmo que não seja o tempo todo já que Yoongi morava longe e estudava em uma escola diferente da nossa, uma bem cara por observação, e só foi atropelado aqui por perto, por fazer classes de piano em uma “academia” super cara que estava a dois quarteirões dali, ele virou um dos meus melhores amigos, mas às vezes me pergunto o que teria acontecido se eu não estivesse lá na hora do acidente... acho que é a única vez que vou agradecer por ter tido um momento de vazio e precisar sair para caminhar.


Notas Finais


Vcs provavelmente nem querem saber mas eu to muito traumatizado mano, tipo eu hoje fui pra casa do meu primo e prima e nois tomo banho de piscina, aí depois tivemos que ir nos trocar e tals, tinha dois banheiros, eu ia em um e minha prima em outro, enquanto meu primo esperava tomando sorvete, claro que eu enrolei um pouco e comi junto com ele também, e nessa enrolada minha prima já tinha entrado no banheiro, eu não sabia em qual ela tava então entrei no mais próximo... meu Jinsus que arrependimento! Eu acabei abrindo a porta e vendo ela nua, tipo... ok, ela num é feia ou algo assim mas mano, ela é minha prima! Mesmo n tendo nada de errado eu fiquei mo traumatizado que a primeira menina que eu vi nua na minha adolecencia (tirando mãe e irmã porque n conta) foi minha prima! Não que eu tivesse preparado psicologicamente pra ser outra pessoa kkk, mas sl, meu primo ficou me suando a tarde inteira por isso ;-;


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