História Pais de primeira viagem. - Capítulo 4


Escrita por: e yourbbglr


Notas do Autor


oie.

voltei com mais um capítulo. era pra ter postando antes, mas eu fiquei inativa esses dias.

e pra quem gosta de diário de um ômega, hoje a tarde sai mais um capítulo.

é só isso, boa leitura.

Capítulo 4 - Capítulo três.


capítulo três: parabéns papai.

eram sete horas da manhã, e bang chan já se mantia acordado. o mesmo não podia se atrasar nenhum minuto. mesmo amando seu trabalho, chan só queria ficar deitado em casa o dia inteiro, com sua esposa e sua cachorrinha.

mas o dever lhe chama, e ele não podia deixar aquela empresa. aqueles relatórios não iam se fazer sozinhos.

chan estava bebendo seu café na cozinha, enquanto tentava ajeitar seu nó em sua gravata. quando ouviu os passos de alice, junto ao barulho das patinhas de berry pela escada, indicando que a duas estariam indo em direção ao cômodo que ele estava.


— bom dia, meu amor. 

— bom dia, ali. — tentou mais uma vez mexer em sua gravata, mas aquilo parecia impossível. apenas olhou para alice, que entendeu o que ele queria.

— você não está meio grandinho, pra não saber dar nó na sua gravata? 

— me desculpa, mamãe. — revirou os olhos, e olhou para alice por completo. — por que está com essa roupa? não me diga que vai trabalhar? amor, você não pode.

— chan, eu estou grávida, não doente. eu vou completar dois meses de gestação esse mês, e minha médica diz que é bom se exercitar. — sorriu confiante, mas conhecia bem seu marido, e sabia que ele demorava para aceitar algumas coisas.

— mas meu bem, você é professora de dança. não tem medo de sei lá.. cair e se machucar?

— a médica falou que posso trabalhar até o final da gestação, ou quando eu não me sentir mais confortável. e o felix vai estar lá comigo, não se preocupa.

— só não quero que se machuque.

— e eu não vou. — sorriu docemente. — você vai lá na casa da mamãe hoje?

— sim, e espero que seu pai não esteja lá.

— por que amor? ele ama crianças, vai adorar essa notícia.

— ah sim, eu vou chegar dizendo "oi sogro, gozei dentro da sua filha, e agora ela tá grávida", e ele me dá um soco no olho.

— e até eu daria, quem chega falando isso pras pessoas, christopher? — o olhou, indignada.

— desculpa, eu to nervoso. 

— vai tá tudo certo, ok? — beijou seus lábios, logo se afastando para ir ao trabalho.


[...]


assim que chan saiu de seu trabalho, foi até a casa de seus sogros. estacionou seu carro na frente da residência, e estranhou o outro veículo que estava ali. sabia que o conhecia de algum lugar. por hora, ignorou.

desceu do carro, e foi até a porta de entrada. tocou a campainha, logo se se assustando com quem abrira.


— mãe? 

— chris querido, quanto tempo que eu não te vejo. — sorriu para filho, que ainda a olhava duvidoso.

— jane bang, a senhora sabe que você não mora aqui, né?

— mas a kate é minha amiga, sua anta acéfala. — bufou, chan conseguia ser bastante sonso quando queria.— entra logo.

— o papai tá aqui também? — sentou-se no sofá da sala, e o gesto foi repetido por sua mãe.

— não, ele e o joey foram sei lá, pescar. quando eles dois se juntam, eu não entendo uma palavra. — a mais velha suspirou pesado. — ah, homens.

— então, cadê a kate? 

— ela foi lá dentro. está fazendo o café da tarde, daqui a pouco ela aparece aqui.


os dois ficaram na sala, conversando. chan aproveitou pra matar a saudade da mãe doidinha que ele tinha, já que fazia muito tempo que não via a mesma. até que kate apareceu, com uma bandeija com xícaras de café e alguns biscoitos.


— chan querido, quanto tempo que não te vejo. — abraçou chan, e logo recebeu um beijo na testa do mesmo. — o que te trás aqui?

— é sobre isso mesmo que eu vim falar com vocês. — levantou, encarando as duas em sua frente. — mãe, kate.. eu e a alice vamos ter um bebê.


as duas se encaram, e levantaram aos gritos. chan se encolheu pelo susto, vendo as mais velhas se abraçado empolgadas.


— aí jane, eu sabia que isso ia acontecer. — enxugou a pequena lágrima que desceu por seus rosto, apertando mais o abraço.

— aí amiga, nem me fala. agora já somos avós, olha que lindo. — jane sorriu meiga, e foi até o filho, o abraçando. — ah meu filho, parabéns. diga a alice que eu desejei sorte pra ela, que ser mãe não é fácil.

— nem me fala. — suspirou, indo abraçar chan. — parabéns meu anjo. olha, tenham bastante paciência, ok? parece o fim do mundo, mas vale a pena.

— obrigado, sogra. 

— e durmam bastante. — a mesma continuou. — por que depois, vocês não vão ter mais tempo pra dormir.

— transem bastante também. 

— mãe??? — chan se assustou, pela simplicidade da fala da bang.

— o que foi, filho? tô errada kate?

— errada você não tá, amiga.

— então, vocês não vão ter tempo pra nada mais, inclusive transar meu filho. transa bastante.

— parece que eu to conversando com adolescentes, o que deu em vocês?


[...]


assim que chan abriu a porta da frente, pode ouvir duas risadas completamente escandalosas, vindo da sala de estar de sua casa. fechou a porta atrás de si, e foi a procura do motivo tão engraçado assim.

assim que pisou na sala, pode ver felix espalhando roupas de bebês coloridas pelo sofá, e changbin brincando com alguns brinquedos infantis, que ele retirava de uma sacola. chan estranhou a atitude de seus melhores amigos em sua casa, até ver a berry deitada na barriga um urso gigante, no canto da sala.


— e olha quem chegou, o futuro papai. — felix desceu do sofá, indo abraçar chan.

— o sol da rihappy vomitou aqui, ou é só impressão minha? — ditou chan, e viu o casal changlix rir em uníssono.

— chan, quando alice nos disse que vocês teriam um bebê, e eu o felix resolvemos comprar uns presentes pro seu filho. — changbin abraçou rapidamente, voltando a dar atenção aos brinquedos.

— mas as roupas compramos são todas coloridas. seu filho é apenas um feto, acho que não se importaria de usar uma roupa de cada cor por dia. — estendeu o pequeno objeto de tecido, na direção do mais velho. — olha esse pijama, é do pikachu. 

— mas vocês não acham que não compraram muita coisa? nem preparamos o quarto do bebê ainda. onde que a gente vai enfiar isso tudo?

— somos os padrinhos desse bebê, futuro papai. nós vamos encher ele de presentes.

— e quem denominou vocês os padrinhos do bebê?

— an, nós mesmo? — changbin ditou simples, vendo felix assentir junto.

— cadê a alice? — chan perguntou, fingindo do assunto.

— ela tá lá em cima, disse que ia no quarto de vocês.


chan deixou o casal de lado, e subiu as escadas, indo para o segundo andar. foi para o seu quarto, e percebeu que o mesmo estava vazio. saiu para o corredor, a procura de sua esposa, e percebeu que a porta ao lado de seu quarto estava aberta.

assim que entrou, viu alice observando o lugar por completo. era um quarto hóspede, que alice usava pra guardar algumas coisas de sua escola de dança. foi em direção a garota, a abraçando por trás.


—o que tanto olha aqui, meu amor? — beijou o ombro da mesma, a abraçando mais forte.

— eu estava pensando, que tal esse quarto ser o do bebê? não é muito longe do nosso, e eu acho que ficaria perfeito.

— e você já tem algo em mente?

— acho que o quarto podia ser em tons pastéis. um amarelo com branco, talvez. ali ficaria o berço, e ao lado uma cômoda pra ficar as fraldas e os produtos deles, tipo um fraudario. ali.. — apontou para o canto da parede —, poderia ter um armário branco. e no chão, um tapete pra ele brincar.

— que tal se colocássemos alguns quadrinhos na parede? algumas fotos de ensaios de bebê, talvez. — apontou chan para a parede. — alguns com frases.

— minha mãe tem a minha primeira ultrassonografia emoldurada na parede lá de casa, podíamos fazer um desse também.

— ficaria perfeito. — chan sorriu, abraçando sua esposa. até ouvir um barulho de algo quebrando, vindo do primeiro andar.

— devemos nos preocupar? — perguntou alice.

— o changbin e o felix estão lá em baixo, é claro devemos nos preocupar.


Notas Finais


prometo que vou tentar atualizar minhas histórias, mas por enquanto só temos esse e diário de um ômega, me desculpem.

até o próximo capítulo :-)


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