História Paixão - Capítulo 1


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Categorias Orgulho e Paixão
Personagens Aurélio Cavalcante, Julieta Sampaio Bittencourt "Rainha do Café"
Tags Aurieta
Visualizações 611
Palavras 2.748
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu estava com essa ideia a algum tempo, então resolvi colocá-la no papel. Eu raramente escrevo Hot, e nunca antes ousei tanto com as palavras... sejam legais comigo por favor ♥️♥️♥️

Espero que gostem e se deliciem, Eu ia sugerir que lessem escutando a musica na voz da Ana Carolina, mas a Rede Globo não nos permite este prazer... (revirando os olhos)

Capítulo 1 - Capítulo único- Um não sei que de paraíso


Fanfic / Fanfiction Paixão - Capítulo 1 - Capítulo único- Um não sei que de paraíso

“Transfigura-se em Fêmur, Brahman, disforme de tudo que se apresenta por trás dos nossos olhos e me fecunde com a engenhosidade de um espírito beijando a língua de outro.” –Amarelo Amor 

Os lábios inchados do último beijo denunciavam toda a paixão empregada naquele selar, intenso, de bocas.  O homem já havia partido a minutos e ela permanecia ali, no meio do escritório, tocando a boca, como se pudesse sentir, ainda, os lábios dele contra os seus. Tudo era intenso demais quando se tratava deles. Dos beijos, aos toques nos cabelos. Dos toques, aos sussurros ao pé do ouvido... mas que nunca passavam disso. 

Desde a cena que protagonizaram na sala, Aurélio não ousava ultrapassar seus limites. Parava-os sempre que os beijos se tornavam intensos demais para seu próprio controle, a deixando no abismo das sensações e do tesão que insistia em invadir seu corpo e se instalar em lugares que ela nem sabia que existiam. 

O copo de vinho foi deixado de lado junto às sensações de frustração. 

Depois do terceiro ou quarto copo, tudo que vier eu topo, tudo que vier, vem bem. 

Seguindo escada a cima, sentindo toda a coragem do álcool dominar suas veias, instigando-a a seguir em frente. Os saltos se chocavam com a escada e a determinação já era parte de si. 

Respirou fundo, O que raios estava fazendo? 

Quando bebo perco o juízo, não me responsabilizo nem por mim, nem por ninguém. 

Suas mãos se fecharam na terceira porta à esquerda, e adentrou o ambiente sem se preocupar em bater ou por em prática toda a educação que possuía. Qualquer coisa era culpa da bebida... sempre era. 

O frio da noite adentrava o ambiente, trazendo consigo as cortinas brancas. Seus olhos varreram o quarto e nenhum sinal dele se fazia presente. Deixou-se então ser guinada pelas cortinas, perdendo-se naquela ventania, se aproximando da varanda. O corpo escultural repousava sobre a varanda perdido na noite e na beleza que só ela era capaz de irradiar. 

–Vais acabar pegando um resfriado. -A voz da mulher arrepiou todos os peles de seu corpo, assustando-o. –Ainda mais assim, sem camisa. -Com a voz baixa e trêmula, aproximou-se, tocando-o nas costas, sentindo o calor de sua pele a queimar. 

–Julieta... -suspirou. –O que faz aqui? 

–Não faço a mínima ideia. -riu fraco. Ele permanecia fitando a noite, e ela decorando sua geografia. –Mas o álcool me trouxe até você, e nunca antes me senti tão grata por ceder à ele. -O corpo do homem virou em sua direção, e os olhos claros fitaram os escuros. 

–Está bebeda? -Ela negou.

–Estou viva, e um tanto quanto mais corajosa do que costumo ser. -Um passo mais perto. A noite já não lhe parecia assim tão fria, e os 15 graus facilmente se transformariam em 30... Ele a fazia suar só pelo tesão que os envolvia. 

Sem que pudesse se conter diante daquela troca, um último passo foi dado e Aurélio a puxou para seus braços, selando os lábios e explorando a boca pequena por completo. O corpo pequeno se encaixava ao seu, enquanto suas bocas protagonizavam um belo espetáculo... elas já eram velhas conhecidas, e era sempre um prazer se reencontrarem e explorarem cada canto da boca  do outro. 

O ar roubou a cena, e os separou brevemente, mas nada que fizesse o contato de seus corpos ser perdido. Aurélio admirava a boca rosada, pela intensidade a qual havia sido beijada. Esperava ela recuperar o fôlego, e quem sabe ter a sorte de oferecer-lhe mais um beijo daqueles, antes que a lucidez a envolvesse e ela fosse embora como da última vez. 

–Me beija, me beija de novo, e de novo, e de novo... -sussurrou contra seus lábios. –Me rouba o que me resta de pudor, e me beija, Aurélio. Porque talvez seja o efeito do álcool, mas eu nunca quis tanto uma coisa quanto quero lhe pertencer esta noite. 

Ser feliz é tudo que se quer

Sem muito pensar seus lábios se encontraram pela segunda vez. Aurélio a beijava com paixão, com vontade. Desenhando naquela troca o quanto a queria também, o quanto a desejava como mulher, e céus como era bom ser desejada pelo homem que amava. 

O corpo pequeno se chocou com a parede ao lado da janela. Os beijos desceram da boca para o pescoço, dando-a a chance de recuperar o fôlego, e o presenteando com a pele com cheiro de rosas que só ela possuía. Diferente da noite em que a paixão os roubou a coerência na sala, Aurélio fazia tudo com calma. A tocava aos poucos, chupava seu pescoço, escorregando a língua em seguida, provando-a com maestria, como fazia com o mais delicioso dos cafés. 

Suspiros escapavam dos lábios rosados, e o ventre se revirava dentro de seu corpo a cada novo toque daquele homem em sua pele. Era bom, e era quente como o inferno. Se só os beijos dele eram capazes de incendiarem-na desta forma, o próximo passo a deixaria em chamas. 

Suas mãos se perdiam nos cabelos grisalhos, deixando que ele marcasse sua pele, sem se preocupar com o amanhã. 

–Se formos parar a hora é agora. -sussurrou contra seu ouvido. –Queres que eu continue, Julieta? -fitou-a nos olhos. 

–Quero... preciso que continue. 

Seus braços a envolveram pela cintura a tirando do chão. A varanda foi deixada para trás e a janela brevemente fechada pelo pé dele. A Rainha envolveu os braços em seu pescoço e apoiou a cabeça em seu ombro, deixando-se ser levada e aproveitando os segundo para também embebedar-se com o cheiro dele, que parecia-lhe tão convidativo. 

Depositou-a próximo a cama de casal. Fitou os olhos castanhos, e encontrou nos dela o mesmo que sabia que ela encontraria nos seus: Paixão. A mais pura e verdadeira das paixões. Sorriu então porque sabia, que mesmo que a aquela noite fosse apenas um sonho, eles compartilhavam do mesmo. 

Deu a volta em seu corpo, parando nas costas dela. Desceu seus lábios para o pescoço dando-lhe um último selinho na região, sentindo o corpo pequeno arrepiar-se por inteiro e naquela troca a permissão que precisava para continuar. Suas mãos seguiram para o cabelo, soltando os inúmeros grampos que o prendiam vendo-os cair em cascatas sobre seus ombros, deixando-os livres, como prometera a fazer se sentir esta noite. 

Tocou-os por longos instantes, sentindo a leveza de seus fios perderem-se em suas mãos, louco para beija-lá os puxando, sentindo a língua perder-se em sua boca e as mãos nos fios castanhos... suspirou soltando-os, não precisa mais devesse, naquela noite realizaria. Voltou a deslizas as mãos pela roupa parando no feixe do vestido... 

Ah! Esse maldito fecho ecler. De repente a gente rasga a roupa, e uma febre muito louca faz o corpo arrepiar. 

Abrindo com toda delicadeza que possuía. Escorreu o pano pelos ombros, o descobrindo pra primeira vez em anos. Aonde estava suas mãos colocou os lábios tocando todo e qualquer lugar exposto, venerando-a o máximo que podia. 

O corpo vibrava em expectativa ao próximo passo, ao próximo toque. Levando-a novamente ao abismo das sensações, onde se jogar parecia tentador demais para não o fazer, e fica ali, à margem, à espera não era mais uma opção a ser cogitado por ela. 

Virou-se de frente para ele, deixando que o vestido caísse sobre seus pés, deixando-a somente com as roupas de baixo, expondo seu corpo mais do que já tinha feito a qualquer outra pessoa por vontade própria. 

–És tão bela Julieta. -Os cabelos soltos moldavam se a seu rosto, e ali jurou ver o céu na palma da mão. –Não sei se sou digno de tal dádiva. -Ela sorriu. Se ele não fosse, ninguém mais era. –Fostes desenhada a mão, é um pecado querer fundir-me a ti de todas as formas humanamente possíveis. -Seus dedos tocaram a alça a fina peça que a cobria, o viu acompanhar seus movimentos e a queimá-la ainda que tão distante de seu corpo. Deslizou as alças pelos ombros e deixou que a última peça escorregasse por seu corpo deixando-a completamente nua e entregue. 

–Se tu não és digno, então ninguém mais é. -Sorriu sincera. –Tome meu corpo e minha alma para ti, com a vontade e a sede de um homem perdido no deserto ao encontro da única fonte de água, mas com a delicadeza de um jardineiro ao cultivar sua primeira flor. -Seus olhos se fitavam com intensidade. –Estou longe da perfeição que vê, mas ainda assim entrego a ti toda a minha imperfeição, e só peço que de a esta mulher todo o amor que carrega em si e seja o primeiro a amá-la. Porque ela nunca foi amada antes, e anseia para que sejas o primeiro a usufruir de seu corpo por amor, por desejo e por vontade de ambos. 

Ele a analisou por minutos decorando toda sua geografia, queria decorar-lhe com as mãos, com a língua... perder-se em sua beleza e no meio de suas pernas. 

Desfez de todas as roupas que cobria seu corpo e deixou que ela o olhasse por instantes. Voltou a diminuir o espaço que os separava, e pela primeira vez seus corpos se tocaram livres de todas as roupas que insistiam em os separar. As mãos dela voaram para suas costas, enquanto as dele se perdiam nos cabelos longos e as bocas se reencontravam, sedentas se cumprimentando, se redescobrindo. Ele os girou posicionando seu corpo em direção a cama e com cuidado a deitou ali. 

Amo tua voz e tua cor, e teu jeito de fazer amor. Revirando os olhos e o tapete, suspirando em falsete coisas que eu nem sei contar. 

Sua boca deixou a dela, e passou a desenhar-lhe o corpo que tanto desejava conhecer. Só as mãos não lhe era o suficiente, queria perder-se, queria a conhecer. A tomar na boca, sentir seu gosto, marcar a pele, dar tudo à ela, e receber o mesmo em troca. 

Deslizou a língua pelos seios, e a sentiu prender a respiração acelerada. As mãos se prendiam aos lençóis brancos, e os dentes mordiam os lábios impedindo que os sons que vinham de sua garganta ecoassem pelo quarto. 

Vou ficar até o fim do dia decorando tua geografia

Chupou-a com delicadeza inicialmente, apenas provando a pele cor de leite e se deliciando com o bico rosado que pedia por atenção, que pedia para ser chupado. Envolveu os dentes envolta dele mordiscando-Os brevemente, sentindo a mulher contorcer-se, e sorriu. 

–O que queres com isso? -perguntou sem fôlego. 

–Provar-te. -Fitou-a ainda com o seio na boca. –Te fazer perder a razão e entregar-se ao prazer de sermos um só. Não vou invadir seu corpo antes de saber que ele está completamente rendido ao meu, como o meu está à ele. 

–Oh ele está. -confessou em pausas. 

Seus olhos voltaram a ficar frente a frente, e ele sorriu selando seus lábios brevemente. 

–Julieta... me diga o que sentes? -perguntou deslizando uma das mãos pelas pernas dela parando na coxa. –Sem puderes, sem amarras, hoje és somente a minha mulher, e eu quero ouvir tudo que sentes. -seus lábios se morderam com força ao sentir um leve aperto na parte de dentro de suas pernas. O ar se tornava mais quente e sentia o suor escorrer pelo Vale de seus seios conforme o aperto na coxa se tornava mais forte e localizado. 

–Sinto o ar sendo roubado de meus pulmões... -suspirou. E as mãos voltaram a descer perna a dentro. – E aaah - mordeu os lábios ao sentir-lhe próximo de sua intimidade. 

–Continue. 

–Sint...o Oh meu deus... faz este aperto parar -suplicou sofrida, rendida. Suas pernas se fecharam ao redor das mãos dele esfregando-se uma na outra procurando por alívio no meio daquela loucura de sensações e vontades que invadiam suas veias e que a fazia querer gritar, gemer, suplicar pelo corpo dele. 

Aurelio riu, e beijou-lhe o pescoço. Sussurrou no ouvido dela o pedido para que abrisse as pernas, e ainda que relutante o fez. Ele se encaixou entre ela, fazendo as intimidades roçarem e ambos suspirarem em expectativa. Suas mãos voltaram para meio de suas pernas, tocando-a sem receios a sentindo encharcada sobre seus dedos. Ela estava pronta para recebê-lo, e ele louco para tomá-la. 

E essa aventura em carne e osso deixa marcas no pescoço faz a gente levitar

–Vou aos poucos deslizar por teu corpo, invadir-te, nublar teu raciocínio e torná-la minha... -A fala sussurrada ao pé do ouvido trazia consigo os movimentos do corpo, e como dizia fazia. Encaixou-se entre as pernas dela, enfiando aos poucos seu membro na entrada molhada, sentindo as paredes se abrirem e receber-lhe. –Sem pudores meu amor, geme pra mim. Nos temos todo o tempo do mundo, e eu não vou te amar com pressa... Geme pra mim Julieta, só pra mim. -Deslizou por inteiro, preenchendo-a como nunca antes havia sido preenchida. Aurélio era enorme e grosso, e ela apertada. Ambos precisavam se acostumar com o novo território que estava sendo explorado. Um tempo passou sem que se movesse. Deixou que ela se acostumasse, e quando a sentiu respirar fundo moveu-se lentamente, entrando e saindo aos poucos, torturando a ambos que esperavam por mais. A pressão então se tornou maior, ainda que lentamente, ele metia com mais força, com mais vontade. 

Os primeiros gemidos escaparam de sua boca e aquele fora o convite para perder-se completamente. 

Lento e forte, rápido e fundo. Juntos ditavam o ritmo que melhor servia-lhes... e no auge daquele deleite, ela só se perguntava o porque de não ter se entrego antes. 

Rodeou-lhe a cintura com as pernas, se agarrou ainda mais ao corpo suado do homem e deixou-se deleitar naquela troca de amor e prazer que nunca tinha sentido, mas que esperava  vir a sentir todos os dias pelo resto de sua vida. 

Tens um não sei que de paraíso e o corpo mais preciso que o mais lindo dos mortais. 

Aurélio investiu mais duas vezes sobre seu corpo, e o deleite veio intensamente. O no em seu ventre se desfez e o grito na garganta reprimido por toda a preliminar escapou de seus lábios no mais rouco gemido.

Os olhos fechados, a boca entre aberta e todo seu corpo desfalecido naquele instante de puro prazer. Não sentia mais Ele a invadir, não sentia mais o fino lençol sobre seus dedos... só sentia seu corpo e aquele instante de completo êxtase. 

Não demorou para que ele sentisse sua libertação chegar, caindo ao lado dela deixando o silêncio falar. 

–Céus... -sussurrou. Seus olhos permaneciam fechados e a boca entre aberta. Ele se aproximou, tocou-a nas bochechas admirando a bagunça que ela havia se tornando, e como aquela era sem duvidas a sua Julieta favorita. Os cabelos emaranhados, a pele rosada e a boca pedindo para ser beijada. Se deitaria com ela todos os dias, só para ser abençoado com a pintura a sua frente. 

–Me ama de novo, Aurélio... -sussurrou. 

–De novo? 

–Disse que tínhamos a noite toda...

–E temos.

–Então me ama de novo. -Abriu os olhos fitando os mares azuis a sua frente. –Estou pedindo, me da tudo que eu tenho direito... 

 E sem permitir que ela continuasse puxou o corpo nu em direção ao seu, beijando-a com ainda menos pudor do que fizera antes, começando a sentir o efeitos da paixão os dominar de novo. 

–Oh Aurélio! 

Tens uma beleza infinita, e a boca mais bonita que a minha já tocou

–Julieta! Julieta acorde! -O homem a balançava preocupado com a situação a qual se encontrava a mulher. –Julieta! -Aos poucos os olhos castanhos foram se abrindo e ela perdeu o fôlego ao perceber onde estava. –Graças a Deus! -respirou aliviado. 

–O que houve, Darcy? -perguntou assustada, tocando os cabelos os sentindo presos e o corpo dolorido sobre a cadeira de couro do escritório. 

–Você estava tendo um pesadelo, cheguei a pouco e você suava e falava palavras desconexas. -Sua mente vagou pelo sonho e um rubor atingiu-lhe a pele. 

–Oh sim... um pesadelo. -O homem a olhou sem entender. –Obrigada por me acordar, não sei o que me deu, talvez o vinho tenha sido um pouco demais. -Ele sorriu compreensivo desejando boa noite. A mulher voltou a fechar os olhos e imagens invadiram sua mente. A respiração acelerou, e o desconforto entre as pernas veio... 

–Céus Aurélio, o que está fazendo comigo? 

“É como se fosse uma maresia do sangue... não há entre os idiomas um só fonema de quando eu traduzi Deus em sexo... Dancemos, sem nenhum pino de ferro impedindo a fluidez da coluna vertebral das nossas cores” –Amarelo Amo

 

 


Notas Finais


E eeeeeeeeeeeeeeeentão??? Espero que tenham gostado e me contem o que sentiram.

Eu não sei pq mas eu to rindo muito desse final kkkkkk espero mesmo que tenham curtido foi só um mimo ;)

VAI ESCREVER A FIC DO CIÚMES!! Eu vou gente, eu vou kkkkkkkkkkk
Twitter: @The1977LP

Ps: Um agradecimento especial a Carolina, minhas fics não seriam nada sem o seu apoio de sempre.


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