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História Paixão imprevista - Capítulo 4


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Capítulo 4 - Capítulo IV


              S/N Praice P.V.O

Depois das palavras duras de Pansy, eu corri para dentro do castelo sem rumo nenhum e quando parei de correr, eu estava na Torre de Astronomia debruçada na grade de proteção. Por um tempo, fiquei ali sentindo a brisa fria bater no meu rosto até que alguém tocou no meu ombro.

-- Oque faz aqui sozinha ? Não devia estar com seus amigos lá embaixo?

Para minha surpresa, era meu padrinho, o professor Snape. Sim, professor Snape é meu padrinho, mas, ninguém em Hogwarts com exceção da professora Minerva e do professor Dumbledore sabem a respeito disso. Minha mãe era muito amiga do professor Snape quando eram crianças e, ela prometeu a ele que quando tivesse um filho primogênito, ele seria o padrinho.

-- Oque aconteceu S/N? Perguntou ficando ao meu lado.

-- Quando você e a minha mãe estudavam aqui, vocês também sofriam preconceito por não serem puros sangues padrinho? 

-- Sua mãe sofria mais por ser filha de trouxas, já eu, não sofria tanto por ser mestiço mas sofria, pela minha aparência não muito favorável.

-- Entendi. Suspiro.

-- Mas porque está me perguntando isso, assim de repente? Perguntou curioso.

-- Me chamaram de sangue ruim hoje. Falei de cabeça baixa.

-- Me mostre quem são esses alunos que serão severamente punidos. Falou Snape já exaltado.

-- Deixe isso de lado padrinho, não tem importância, eu tô bem. Falei tentando forçar um sorriso.

-- Venha, vamos descer.

Severo e eu descemos da Torre e caminhamos pelo corredor principal e, depois de muita insistência por parte dele, eu contei quem era a aluna que havia dito aquilo para mim. 

-- Ela pode ser da minha casa S/N, mas não vou permitir que ela e os amigos dela mexam com você. Família vem sempre em primeiro lugar. 

Dito isso, padrinho deu um beijo no topo da minha cabeça e continuou andando comigo. Muitos alunos que viram essa cena, estranharam esse ato, já que o professor Snape nunca demonstrou afeto por ninguém, mas eu, estava acostumada com esse ato, já que ele sempre fazia isso quando ia nos visitar.

-- Seus amigos estão logo a frente, da próxima vez que mexerem com você, conte diretamente para mim ou lance algum feitiço de azaração. Falou.

-- Mas isso não é contra às regras?

-- Não se for para se defender. Agora, cuide-se.

-- Obrigada padrinho.

Me despedi do professor e caminhei até meus amigos, sendo recebida por um caloroso abraço por parte do Harry.

-- Você está bem ? Perguntou preocupado.

-- Estou sim. Falei me desfazendo do abraço e o abraçando de lado.

-- Oque estava fazendo com o professor Snape? Perguntou Hermione.

-- Não contem sobre isso a ninguém, mas, o professor Snape é meu padrinho.

-- Quem diria que o Snape sabe amar e cuidar de alguém, assim como demonstrou cuidado com você agora pouco. Falou Rony.

-- Às vezes Ron, aquele que menos demonstra amor, é o que mais ama.

Depois que falei isso, os três ficaram quietos até Hermione quebrar o silêncio.

-- Está na hora do jantar, vamos.

-- Fiquei tanto tempo na Torre que nem percebi o tempo passar.

Acabamos rindo do meu comentário e, fomos conversando calmamente enquanto nos dirigimos ao salão comunal. Harry e eu, não nos separamos um minuto sequer e eu gostava disso, já que eu tinha ele como meu irmão mais velho.

    [...]
                      S/N Praice Off

                  Draco Malfoy P.V.O

Um tempo depois do ocorrido, eu estava no jardim com o meus amigos, refletindo sobre meus sentimentos frustrados por não ter encontrado S/N, até que o professor Snape apareceu nos chamando de imediato.

-- Senhorita Parkinson, Crabbe, Goyle e Malfoy, por favor me acompanhem. 

Nos levantamos e seguimos o professor até a sua sala de poções.

-- Eu só vou perguntar uma vez e quero que me respondam com clareza. Quem mexeu com a senhorita S/N Praice?

Todos ficamos quietos, até Pansy se pronunciar.

-- Foi eu professor, eu há chamei de sangue ruim.

Pansy falou como se estivesse orgulhosa por ter machucado S/N, mas pela reação do professor Snape, por algum motivo, ele não ia passar pano nesse ocorrido.

-- A próxima vez senhorita Pansy, que você ou até mesmo seus amigos ousarem falar alguma coisa que machuque e prejudique a senhorita Praice, eu esqueço que sou professor e eu mesmo, tomo às devidas providências. Agora, saia da minha frente, mas você Draco, fique.

Pansy saiu correndo e assustada da sala e, Crabbe e Goyle, não estavam muito diferentes e saíram em seguida.

-- Professor eu posso explicar.

-- Você não precisa me explicar nada Draco. Só vou te dar um conselho. Se você gosta da S/N como parece, deixe seu orgulho besta de lado. Quando alguém, fizer alguma coisa que a machuque, a defenda, porque se você ficar reprimindo seus sentimentos por medo do que seus amigos ou até seus pais vão pensar, você irá perde-lá.

Abaixei minha cabeça e não falei nada, afinal, Snape estava certo.

-- Agora saia Draco, mas não se esqueça do que falei.

Sai da sala de poções e caminhei pelo corredor e, quando estava indo para o salão comunal, avistei S/N abraçada com Potter e seus amigos.

Ver os dois abraçados daquela maneira tão próximos, mexeu comigo de uma maneira tão forte que, não consegui olhar por muito tempo e acabei indo para o meu dormitório sem jantar.



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