História Paixão Obsessiva - Capítulo 11


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Categorias Saint Seiya
Personagens Afrodite de Peixes, Camus de Aquário, Dégel de Aquário, Dohko de Libra, Écarlate de Escorpião, Hilda de Polaris, Jabu de Unicórnio, Kardia de Escorpião, Miro de Escorpião, Mu de Áries, Pandora, Saga de Gêmeos, Shaka de Virgem, Shura de Capricórnio, Siegfried de Doube, Sonia de Escorpião
Tags Camus×milo
Visualizações 49
Palavras 1.012
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - Rendição


Fanfic / Fanfiction Paixão Obsessiva - Capítulo 11 - Rendição

     Ao término da brigar, camus vai até seu irmão ainda com Milo desmaiado em seu braços. É ver Dégel com um semblante meio indignado no chão, raciocinando o que havia acontecido ali.

-Precisa de ajudar para se levantar? - Camus estendeu a mão para o mais velho que recusou.

-Não obrigado!!! Posso me ergue sozinho. Disse ele vendo o estado de sua roupa, com um semblante inexpressivo, Dégel estava com raiva é isso não era um bom sinal.

- Eu levarei o noivo para um local mais calmo, vou aplicar uma medicação e depois vamos embora...Pode ser?

-Claro!!! Confirma ele vendo Camus se afasta com seu cunhado. -Não demore...Eu já estou estressado.

-Prometo que serei breve. Disse ele retirando Milo dos olhares curiosos é o levado para um local calmo. É Pandora assumido tudo para ele, dispersado os convidados, aquela festa já tinha dado tudo o que tinha que dar. Milo ainda estava desmaiado nós braços de Camus, que deitou ele em um espreguiçadeira na cobertura da casa é ficou alguns minutos, admirado ele com um sorriso bobo, preparado a medicação de Milo da qual ele já tinha buscado antes mesmo de separa a briga. Aplicado a medicação nele que despertou meio assustado é Camus passado a mão na cabeça dele no tom de voz calmo sorrindo retirando agulha.

-Foi somente uma picadinha.

- O que você aplicou? Pergunta ele atordoado.

-Calmante....Esquentadinho!!! Diz ele calmo olhando para Milo de soslaio com a cabeça baixa.

-Eu não posso fica aqui, os convidados. Dizia Milo levantando bruscamente e sentido uma tontura é Camus sendo mais rápido segurado ele,  olhando um para o outro nós olhos.

Os olhares dele falava a linguagem dos olhos, coisa que o corpo não conseguia fazer, muito menos expressa. O coração de ambos batia em uma forte sincronia, fazendo quase uma batida de um tango. Milo possuía uma posição desfavorável, no colo de seu médico com uma aproximação desconcertante, seus lábios entreaberto, quando Camus falou com a Voz rouca.

-Me perdoe?

-Você não fez nada! -Balbucia Milo

-Mas eu vou fazer! - É ao término da frase Camus tomando os seus lábios, em um beijo cálido sendo correspondido por Milo, que recebeu os lábios do mais velho receptivo.

As bocas dando uma trégua por um tempo para respirar, ambos com as fisionomia rubra é um sorriso contente. É Milo surpreendendo Camus, quando o beija novamente, passado os braços pelo o pescoço do Dr.Blake que agarrou a cintura do mais novo com vigor. Enquanto as línguas explorava juntas novos caminhos, era um beijo cálido, envolvente é sedutor, com lábios famintos e sedentos. Milo mordendo os lábios de Camus com os olhos fechados, enquanto ele tinha os dedos emaranhados naquelas lindas madeixas loiras, respirado ofegante em uma cena de puro escaldadiço.

-Milo a mamãe... A voz de Sônia ecoar no cômodo, porém o barulho estridente da taça de champanhe estilhaçado no chão, fez Milo e Camus desgrudar um do outro ofegante.

-O que você faz aqui...Sônia ? Pergunta Milo normalizado a respiração ofegante, olhando para sua irmã que tinha os olhos marejados, olhando para os dois.

-Mamãe mandou eu ver como você está. Disse ela numa voz meio chorosa. -Porém eu vejo que você está muito bem, acompanhado não é? A voz dela saiu embargada, arqueado uma sobrancelha para Milo.

-Sônia...Você está nervosa! Camus se aproximou usado sua eloquência para acalma a garota. -As suas ideias estão confusa, no momento.

-Sim eu estou Dr.Blake. -Abraça Camus com força encostando seu rosto no peito dele.

- Eu vou deixa vocês dois sozinhos! Disse Milo sentindo-se incomodado é saindo.

- Com licença...Eu preciso resolve uma coisa. -Camus sem pestanejar saindo atrás de Milo, mas não encontrado ele desceu as escadas e encontrou Dégel discutindo com Kardia que tentava corrigir o erro mais seu irmão estava irredutível.

-Finalmente você apareceu. -Ralhar o mais velho segurado no pulso do mais novo igual uma criança. -Vamos embora Camus, eu já estou farto desse casamento. É Camus sendo arrastado igual uma criança para o lado de fora.

-Você viu o Milo passado por aqui? O tom de voz dele era preocupado olhando para os lados, procurando Milo. -Não! Eu não vejo ele dês, dar hora que você sumiu com ele. Responde ele parado para encarar Camus que faz cara de desentendido. -Camus você está apaixonado pelo seu paciente? -Deduz Dégel.

-Não fale asneiras Dégel! Repreende ele entrando no carro.

- É claro que você está gostando dele , você não é tão solidário assim. -Entra no carro é Camus dando partida.

-Você é irritante Dégel!! Eu somente tenho apreço por ele, porque ele foi meu paciente. -Mente ele sem tira os olhos do trânsito.

- Então esses lábios vermelhos é mordido, apareceu do nada? Pergunta Dégel sorrindo malicioso e o carro dando uma super freada fazendo ele bate a testa no vidro. -Ai doeu!! Reclama ele passando a mão na testa vermelha.

-O cinto de segurança serve para isso! Revira os olhos dando um longo suspiro. -Cinto esse é o meu irmão mais velho Dégel o pateta, Dégel esse é o cinto que vai proteger você da morte súbita. - Apresenta Camus com ironia

-HA HA HA...Eu estou morrendo de rir, com essa sua piada bosta! Irritado

-Você é médico... É não usar cinto?

-Camus por que você não brincar com um bichinho bem Venenoso em? Diz Dégel com os braços cuzados

-Kkkk Não...Isso e trabalho para você! Entro na garagem do meu apartamento estacionado o carro

- Não me lembre disso eu preciso arranja um jeito de punir o Kardia. Diz Dégel com um sorriso travesso, entrando no elevador junto com o irmão.

Ao chega no apartamento Camus tomou um banho quente de banheira demorado, lembrado do beijo tocando seus lábios entreaberto de maneira nostálgica, fechado os olhos é lembrado das sensação. Os seus lábios igual ao seu corpo emanava calor, exalado excitação ,romance e desejo, estava mais do que contente. Pois  as suas suspeitas era reais, ao sair do banho Camus deita na cama, olhando para a foto de Milo no retrato e adormece como de costume.



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