História Paixão Selvagem - Jikook - Capítulo 12


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Drama, Jikook, Kookmin, Paixão, Romance
Visualizações 220
Palavras 6.564
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Policial, Romance e Novela, Slash, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi!
Quase 4h da manhã hfsdojasok

Boa leitura <3

>desculpem erros que com certeza terão, não revisei :( <

Capítulo 12 - Corpo quente


Fanfic / Fanfiction Paixão Selvagem - Jikook - Capítulo 12 - Corpo quente

- Esse é seu novo alvo, K-97 - meu superior me empurra um novo envelope por cima da mesa de seu escritório.

Após deixar meu cunhado trancado no meu quarto, vim o mais rápido para a base de trabalho. Queria logo acabar com isso e voltar para casa. Queria logo começar a seduzir Jimin. Quero convencê-lo a ceder ao seu desejo assim como eu cedi ao meu por ele. Isso não é sobre sexualidade, porque isso é algo bastante confuso ainda para mim, e confesso que no momento estou pouco me importando para rótulos. Se meu corpo pela primeira vez está se sentindo atraído sexualmente por alguém, foda-se que é um homem, eu só quero vivenciar esse desejo por completo.

De amor, eu sempre soube que sou incapaz de amar, aliás, eu bato sempre na mesma tecla: amor não existe. É pura ilusão mesmo, que os humanos tolos criam. Sim, eu amo meu irmão. Mas entendam que o amor que falo, que não existe, é um amor romântico. Amor fraternal barra fraternal existe, porque é um amor construtivo em cima de muitas coisas.

Então eu também pensei que estava imune a sentir desejo sexual. Até ele aparecer. Pouco me importa amar, mas desejo? Desejo é algo que eu sempre quis sentir por completo, então não vai ser na primeira oportunidade que tenho que irei desistir facilmente de senti-lo. Eu só preciso deixar Jimin louco o suficiente para fazê-lo implorar.

O que eu nunca entendi foi o fato de ter conseguido engravidar Alexa. Eu queria muito lembrar daquela noite.

- A pessoa nos deu uma semana, K-97. Você tem uma semana para fazer o trabalho. Quando falo trabalho, você sabe do que se trata.

Sr. Kang me traz de volta a realidade. Antes de abrir a pasta para ler as informações do alvo, o encaro de testa franzida.

- Senhor, como assim trabalho? Você quer dizer completo?

Ele suspira.

- Quem solicitou foi o presidente, K-97. Você sabe que é raro recebermos trabalho dele, mas que quando acontece é o trabalho completo por ele não poder se envolver diretamente com os alvos. Então sim, é para matar.

- Mas chefe, temos a pessoa mais adequada na equipe para isso.

- Vai recusar uma ordem, 97?

- Não senhor, não é isso, me desculpe. É que já faz um tempo que não me entrega mais casos assim.

- Sim, você falhou da última vez, não? Então leve esse como uma nova chance.

Porque caralho eu faço isso mesmo? Me pego pensando.

- Você vai receber um bônus. O presidente quem mandou – avisa, ao mesmo tempo que joga uma bolsa grande em cima da mesa que nos separa.

Suspiro a olhando.

Eu não preciso desse dinheiro. Porque faço isso?

Abro a pasta e pisco algumas vezes.

Meu cunhado anda me tirando realmente da realidade, até na foto do alvo eu estou vendo o rosto dele.

Sorrio internamente.

Volto a olhar novamente a foto e... Eu acho que não estou delirando. É a foto de Jimin ali?

Rapidamente leio o nome ao lado dela: “Park Jimin”.

Não pode ser.

A foto é dele saindo do avião aqui na Coréia.

Começo a ler as informações, mas diferente de todos os alvos já me passado, a pasta dele é a mais vaga.

“Park Jimin, 21 anos, universitário.

Endereço fixo: xxxxxxxxxxx

Celular: xxxx-xxxxx

Telefone fixo: xxx-xxxxx

Endereço atual: xxxxxxxxxxx

Universidade antiga: xxxxx xxxxx

Universidade atual: xxxxxxxx xxxxxx

Motivo da execução: Artigo 8.7y código vermelho”

Tento me manter neutro para meu chefe enquanto leio.

Artigo 8.7y é algo bastante pesado. Os alvos encaixados nele geralmente são assassinos, traficantes de pessoas, estupradores, sequestradores, conspiração/traição ao governo. E eu não consigo imaginar Jimin em nenhum desses casos. Não mesmo.

Código vermelho? Porque? Porque não código azul? Código azul pode revelar qual grupo do artigo o alvo se encontra e não é tão emergente sua morte. Mas código vermelho é realmente algo bastante grave. Não pode ser revelado qual o grupo do alvo é, e também é de emergência que ele seja morto o mais rápido possível.

Finalmente fecho a pasta e volto meu olhar para o Sr. Kang.

- Como pode ver, 97, ‘tá muito fácil para você esse trabalho, não? O alvo está sob o mesmo teto que você. Pode até executar o trabalho e fazer parecer que foi suicídio ou tentativa de assalto a sua casa.

- Qual o grupo que ele se encaixa? – eu o ignoro.

- Você sabe as regras do código vermelho, K-97.

Eu balanço a cabeça como se concordasse.

- Mas eu mereço saber, não? É do meu cunhado, irmão gêmeo da minha esposa que estamos falando.

- 97, você mal o conhece – não me surpreende que ele saiba de tudo, realmente tudo sobre minha vida. – Apenas faça o trabalha. Ou vai me dizer que apenas esse pequeno tempo que o conheceu já criou um laço afetivo? Eu o conheço bastante para saber que não. Então apenas faça o trabalho e pronto. Pode levar o brinde com você.

Olho para a bolsa de dinheiro e para a pasta.

Porque faço isso? Porque estou começando a duvidar sobre meu trabalho?

- Se você não pegar, tudo bem, posso tentar entender que é por consideração a sua esposa, mas saiba que outro fará de qualquer forma. Ele está condenado, K-97, você sabe o que isso significa. Não há escapatória. Então, ou seja inteligente e pegue o trabalho, com a oportunidade de subir de nível aqui dentro, ou entregue de bandeja para outro.

- Eu farei. Uma semana, sim?

Ele sorri feliz com minha resposta.

- Uma semana, 97. Você sabe que esses casos geralmente são apenas dois dias, mas te dou um desconto por ser caso dentro da família.

- Tudo bem. Até o final dessa semana você nunca mais ouvirá sobre ele.

- É o que espero e acredito em você.

<<.*.*.*.*>>

A caminho de casa, passamos em frente a uma loja que me chamou atenção.

- Namjoon, encoste ali, por favor.

- Onde, senhor?

- Naquele sex shop.

- O quê?

Meu motorista me olha rapidamente pelo retrovisor, chocado. Eu rio.

- Sim, ali mesmo.

Já dentro da loja, um casal de garotas, que algo me diz serem namoradas, logo veem ao meu encontro enquanto começo a olhar todas aquelas estantes com todos os tipos de brinquedos e objetos sexuais.

- Procura por algo em especial, senhor?

- Não exatamente. É minha primeira vez em uma loja dessa, para falar a verdade.

- Hum... Seja bem-vindo então. Bem. Podemos ajudar, só precisamos saber se é para namorada ou esposa. Porque quando é para esposa, geralmente os maridos procuram por algo para apimentar a relação.

- É para um garoto.

- Há – as duas sorriem. – Namorado?

- Não, mas será nossa primeira vez e eu quero que ele sinta o máximo de prazer.

- Então temos a coisa certa que vocês dois irão adorar.

...*...*...

...*...*...

 

Quando percebo que faltam apenas duas quadras para chegar em nossa rua, chamo meu motorista.

- Namjoon, eu irei precisar daquele favor que me deve. Você ainda tem contato com aquelas pessoas?

- Senhor... er... Claro que não, Sr. Jeon. Cortei qualquer relação com eles desde que me salvou. Mas tenho o contato de um deles ainda.

- Ótimo. Amanhã te passarei as coordenadas do que quero que eles façam. No porta malas há uma bolsa, creio que será o suficiente para pagá-los pelo trabalho, mas só depois de concluído.

- Certo, senhor.

~Atualmente~

- Me fode, Jungkook – ele sussurra em meu ouvido.

Eu já me encontro bem duro, o pau pulsando dolorosamente dentro da minha boxer, que parece ter encolhido dois números do real tamanho que visto. Tudo estimulado pelos gemidos daquele garoto, que quando gozou pensei que eu mesma iria gozar dentro das calças sem ao menos ser tocado, apenas por aquela visão dele e os barulhos extremamente sexy que fazia com aquela boca carnuda.

Mas logo depois, ao contrário do que meu pau sente e quer, meu cérebro envia respostas contrárias ao meu corpo, me fazendo ficar tenso. Sim, estou em pânico. Eu nunca transei com um homem, tudo bem que acabei de fazer um cara gozar, mas apenas segui meus instintos e, masturbar alguém é bem diferente de enfiar um pau nele.

E se eu fizer errado? Um homem sente prazer só com um pau sendo estocado dentro dele? E se eu não conseguir lhe dar prazer? Certo que um vibrador dentro dele o fez gemer bastante, mas parece que essas coisas são do capeta, porque já vem sabendo como dar prazer a alguém, não é? O pau de um cara não. Tem que saber como enfiar, onde enfiar e como seguir na penetração adiante. Bem, é o que eu penso. Claro que não sou o maior comedor de cu ou vagina da Coreia, mas também não sou santo. Vi muitos vídeos pornôs na adolescência, que foi há poucos anos atrás.

Pouco transei com Alexa, e tenho certeza que transar com homem é diferente que transar com mulher, certo? Eu estou descobrindo minha sexualidade agora caramba!

Volto a olhar Jimin, o corpo quente, exposto apenas com uma camisa aberta que mal o cobre, uma boxer na altura dos joelhos, um olhar quente que diz que me deseja por completo. Porra. Eu quero tanto esse garoto. Eu quero muito transar com ele, só de pensar em ter meu pau dentro dele, estremeço.

- O que foi, Jeon? – sua voz sai baixa, sexy, provocativa. – Vai amarelar?

E então ele leva sua mão ao meu pênis me fazendo fechar os olhos e gemer dolorosamente.

Cacete!

- Você ‘tá realmente duro, querido. Como ‘tá conseguindo se controlar? Devo lhe dar os parabéns por ter tal controle com seu corpo – ele sorri sacana ao falar sobre me parabenizar, então sem esperar por uma resposta minha, inverte nossos corpos me empurrando com brutalidade, me fazendo cair deitado de costas sob o colchão.

Observo ele terminar de tirar sua boxer e camisa, logo depois, com bastante pressa, começa a tirar minhas roupas até eu ficar totalmente nu.

- Se eu ainda tinha alguma sanidade, ela acabou de ir embora – comenta enquanto olha meu corpo de cima a baixo, lambendo os lábios ao parar na minha ereção.

-Ji-min... – arfo, quando sinto a palma de sua mão quente em contato com a base de meu pênis.

- Shiii – seu hálito bate na cabeça inchada de meu pau, me fazendo estremecer novamente – calma, se conseguiu se segurar todo esse tempo, consegue um pouco mais, querido.

Sua mão começa uma masturbação lenta, me fazendo querer chorar e implorar por algum alívio.

- Por- por fav-or Jim-in...

Ele apenas solta um risinho em resposta, mas seu sorriso me diz que logo vou sofrer mais. Não desvio o olhar de sua mão do meu pau em momento algum, apenas poucas vezes quando sinto seu olhar sob meu rosto, me volto ‘pra vê-lo e então nossos olhares se encontram.

Ele abaixa a cabeça e então sinto sua língua passar no pré-gozo que corre da fenda da cabeça de meu pênis.

- Porra, Jimin!

- Sim, Jeon, é porra.

Eu teria rido de sua tentativa de piada, em um momento daquele, se não estivesse com um pau duro entre as pernas, doendo pra caralho, implorando para se libertar daquele tesão.

Logo sua língua começa a lamber todo meu pênis, lambuzando tudo de saliva e do liquido branco. Apesar da tortura, aquela língua quente e aquela visão é o paraíso.

- Caralho – gemo arfando cada vez mais – isso é tão bom, Sagwa.

- Há outra coisa melhor ainda, Jeon – sua voz sempre baixa, soando sexy e quente para o momento.

Antes que eu pergunte ou adivinhe o que ele quer dizer, agarro os lençóis da cama ao lado de meu corpo, fechando os olhos involuntariamente.

- Ah...

A sensação de ter minhas bolas sendo chupadas com tanto gosto, pela boca de Jimin, é uma sensação que não dar para descrever. Porra. Eu acho que vou morrer. É possível morrer de tesão?

É demais para mim quando ele começa a chupar mais ainda, enquanto sua mão me masturba com precisão, e começa a soltar gemidinhos satisfatórios, como se tivesse se deliciando com alguma fruta prazerosa.

Meu quadril se contrai e meus olhos se fecham no mesmo segundo, enquanto eu mesmo solto gemidos cada vez mais sofridos, ao mesmo tempo que prazerosos. Começo a liberar mais gozo, sinal de que não durarei muito, logo perderei o controle – se é que ainda tenho algum – e gozarei por completo.

- Sagwa – aviso.

Ele se afasta na mesma hora, me fazendo gemer de frustração.

- Você não vai gozar ainda, querido. Ainda não terminei com você.

Respiro mais aliviado pela perda do contato de qualquer parte do corpo de Jimin com meu pau, podendo respirar agora sem aquela tortura toda.

Observo quando Jimin pega o óleo que usei nele, se posicionando em cima de minhas pernas, fazendo com que seu pau, começando a ficar duro novamente, tocar no meu um pouco, fazendo com que eu feche os olhos por um segundo e engula um som de dor.

- Porque só você pode se alimentar hoje, hum? – pergunta sapeca enquanto começa a derramar o liquido no meu tronco e espalhando com sua pequena mão.

Senti a palma da mão de Jimin me acariciando, enquanto espalha o óleo em todo meu peitoral, barriga e até no umbigo, é uma sensação gostosa. Mas logo perco esse pensamento quando sinto o líquido ser derramado sob meu pênis. Eu o olho com uma sobrancelha erguida.

- O que foi? Eu sou guloso, sabia? Não me contento apenas com uma cobertura. E isso – ele aponta para minha ereção – deve ‘tá uma delícia. – Se inclina para falar em meu ouvido – E eu vou chupar como nunca chupei nada antes, Jungkook.

- Fique à vontade, Sagwa – respondo a sua altura, sua provocação. – É todo seu, usa essa sua boca carnuda, no meu pau, como quiser.

- É o que farei – sopra as palavras antes de voltar para a posição de antes, com a boca a altura da minha virilha.

Eu fico observando suas atitudes, em dúvida. Ele realmente vai começar por ali? É óbvio que não vou durar muito tempo se ele me chupar como pretende ali, mas então porque sujar meu corpo com o óleo?

Logo sou puxado de meus pensamentos quando, sem aviso, sinto sua boca abocanhar meu pau.

- Merda, Jimin! – arfo levando as mãos aos seus cabelos.

E então ele começa a me chupar com vontade, me fazendo soltar palavrões e gemidos. Ter aquela boca, quentinha e apetitosa, me chupando com gula é a melhor sensação do mundo. O barulho que os lábios de Jimin faz em contato com a pele do meu pênis é bastante erótico. Me pego puxando mais forte os fios de cabelo dele e, quando penso que vou perder o raciocínio a qualquer momento, ainda me chupando com voracidade, começa a estimular meus testículos. Meu quadril se contrai de forma involuntária; jogo a cabeça para trás, olhando para o teto espelhado, gemendo arrastado pelo prazer obtido.

Puta que pariu!

A visão que acabo tendo é insana! Por um momento tinha esquecido daquele espelho. Jimin de quatro, entre as minhas pernas, com aquela bunda empinada, a cabeça fazendo movimentos de vai-e-vem, o som das chupadas que ecoam pelo quarto é a minha perdição definitiva. Que cena erótica do cacete! Nenhum dos pornôs gay que assisti – para aprender como fazer sexo com um cara – chegava aos pés daquela visão que estou tendo.

- Jimin... – chamo seu nome manhosamente enquanto começo a movimentar eu mesmo sua cabeça, me masturbando, e no processo o fazendo gemer. – Caralho, Sagwa, isso é tão gostoso... Você me chupa tão bem.

A única resposta que tenho é um som rouco, enquanto ele para de me estimular nos testículos, suas mãos apertam minhas coxas, tentando suportar a falta de ar pelas minhas estocadas cada vez mais fundas naqueles lábios sexys. Mas o controle que eu tinha conseguido ter sobre ele, logo é desfeito quando ele consegue se soltar e tirar meu pau de sua boca, me fazendo grunhir em frustração.

- J-jimin... – reclamo, a dor da ereção se fazendo quase insuportável e a vontade de gozar sendo interrompida me deixando frustrado.

- Calma, querido. Que apressado você. Parece até um adolescente virgem – o desgraçado se diverte com meu desespero.

- Deixe de brincadeira, não é seu pau que está doendo, porra.

Ele apenas sorri maliciosamente enquanto se arrasta mais ‘pra cima do meu corpo, posicionando a boca próximo ao meu umbigo.

- Eu vou te deixar gozar, Jeon, mas eu quero que você goze apenas quando estiver metendo dentro de mim.

- Porra, Jimin! Não fale assim, isso é mais do que torturante. Você não imagina o quanto eu ‘tô me controlando para não te dominar agora mesmo e afundar dentro dessa sua bunda apetitosa.

- Continue fazendo isso – é tudo que me responde, antes de enfiar a língua no meu umbigo me fazendo arquear as costas.

- Porra...

- É bom? – pergunta enquanto passa a língua nos lábios saboreando o óleo comestível.

- S-sim – respondo com dificuldades, pois ele não espera uma resposta, voltando a lamber aquela parte do meu corpo.

Meu pau começa a latejar ainda mais forte, quando a língua de Jimin trilha o caminho do óleo do umbigo, passando vagarosamente pela minha barriga e parando próximo ao meu mamilo esquerdo. Eu aperto mais ainda o lençol da cama ao sentir aquela língua quente passar por todo meu peitoral, sentindo meu pênis ficar ainda mais melecado do pré-gozo, que é expelido cada vez mais.

- Já foi chupado no mamilo, querido?

Eu sinto toda malicia em seu tom de voz. Ele está se divertindo em me torturar daquela forma.

- Jimin... por favor...

- Eu já te limpei aqui – arrasta as unhas curtas nos lugares do meu corpo, onde sua língua trilhou até parar. – Mas tenho uma ideia melhor de como limpar seus mamilos.

Porque porcaria a palavra mamilos, saindo dele, ficou tão pornográfica?

- Só não sei – de repente ele pega meu pau, me fazendo grunhir em desespero. Porra, aquilo ‘tava sensível pra caralho – se conseguirei ter controle suficiente para raciocinar e chupar seus mamilos como desejo.

- Caralho! Porra... – me desespero a cada aperto que ele me dá no pênis – Só faz logo o que quer fazer, mas me deixa gozar, Jimin...

- Nossa, Jeon, que bebê chorão.

Eu apenas rosno.

Vou acabar com essa palhaçada agora.

Mas não consigo; antes que eu tente mudar as posições e fazer Jimin ficar embaixo do meu corpo, ele sobe em mim, flexionando os joelhos em cada lado do meu quadril, fazendo nossos membros se roçarem, e fazendo nós dois gemer de maneira manhosa.

- Você também ‘tá duro – concluo, ao sentir aquele pau teso em contato com o meu.

- C-camisinha – agora é ele quem tem dificuldade em pronunciar as palavras. Parece que o contato de pele com pele, principalmente dos nossos pênis, finalmente traz ele ‘pra realidade que é estar imensamente excitado.

Mas antes que qualquer um de nós possa falar algo mais, ou eu possa pegar a maldita camisinha na cabeceira ao lado da cama, ele começa a esfregar sua bunda em mim, sentado na minha pelves. Fecho os olhos e agarro sua cintura, acho que forte demais, pois ele solta um gritinho de dor. Mas continua esfregando aquela enorme bunda, indo e vindo, enquanto eu o auxilio ainda com as mãos em sua cintura.

Aquela fricção é tão dolorosa para meu pau duro, mas ao mesmo tempo tão gostosa. O suor já presente em nossos corpos, só ajuda com o deslizamento de pele com pele.

- C-camisinha, Sa-gwa – consigo lembrar, de maneira arrastada.

- Onde está? Anda logo com isso, eu quero você me fodendo logo, Jeon!

- Agora você ‘tá necessitado, Sagwa? – soou irônico, embora eu também não esteja em condições no momento de ser sarcástico.

Aperto sua cintura o suficiente para ele parar com aqueles movimentos, antes que eu exploda em orgasmos. Ele parece entender, parando e respirando rapidamente enquanto me observa se inclinar o suficiente para pega o preservativo.

O quarto em minutos parece ter se tornado um forno. Nossos corpos, a cada segundo, duplica as gotas de suor. O cheiro de sexo, misturado com a fragrância do óleo de maçã, é tudo que consigo sentir ao inspirar.

Jimin pega o preservativo de minha mão e, com bastante agressividade, descarta a embalagem. Sinto que foi uma péssima ideia o deixar colocar em mim, quando sua mão pequena e quente começa a deslizar o látex naquela parte do meu corpo.

Prendo a respiração, fazendo esforço para suportar a tortura sem cometer alguma insanidade.

Quando finalmente meu pênis, bastante duro e dolorido, agora revestido pela camisinha é libertado daquelas mãos, observo Jimin voltar a pegar o óleo e derramar na cabeça de meu pau; o óleo – que é de densidade pouco grossa – desliza em cascata por toda a camisinha. Minha respiração começa a acelerar quando meu cérebro adianta o que aquele louco vai fazer. Antes de completar o pensamento, já sinto seus dedos espalhando o liquido ao redor e cumprimento do meu membro. Minha cabeça cai para trás novamente, pois toda e qualquer energia, que eu tinha para manter meu tronco erguido do colchão, é direcionado em não me deixar chorar com aquela tortura toda. Minhas mãos vão, automaticamente, para as coxas torneadas e quentes, que estão em cada lado do meu corpo pela posição que eles está em cima de mim, apertando e enfiando as unhas na sua carne.

Jimin grunhe pela dor.

Mas também geme e começa a gemer manhosamente me fazendo o olhar pelo espelho do teto, pois sua mão já não está mais em meu pênis.

Logo a visão que tenho é de um Jimin suado, olhos fechados, cabeça inclinada para trás, uma mão – a que estava espalhando o óleo no meu membro – embaixo daquela bunda gostosa, enquanto ele quica nela devagar.

- Jim-in – chamo-o, implorando na verdade. – Não seja assim... Pare de foder com seus dedos ou me dê permissão para me masturbar enquanto te assisto se fodendo.

Ele abre os olhos, me encarando pelo espelho do teto, e morde o lábio inferior enquanto sorrir como uma criança fazendo travessuras; parando de quicar e tirando os dedos de seu ânus.

Antes que eu leve uma de minhas mãos ao meu pênis, ele se volta para meu corpo, desconectando o olhar do meu pelo espelho, segurando meu pulso. Logo se posiciona melhor sobre meu pau, enquanto assisto cada movimento seu ainda pelo teto, pega na base, me fazendo gemer alto e fechar os olhos quando começa a se penetrar.

- Po-rra, Jimin... – tento falar entre respiradas cortantes. – Você é tão ap-ertado.

Sinto meu pau sendo esmagado pela sua bunda, enquanto desliza pelas paredes internas. Como ele ainda pode continuar tão apertado, mesmo depois daquela brincadeirinha com o vibrador?

- Se-u pa-pau que é – reclama depois que meu pênis ‘tá totalmente dentro dele, parado esperando se acostumar com a invasão – um pouco grande demais.

Um pouco grande?

Um pouco?

- Um pouco grande, Sagwa? – nos olhamos diretamente, seu lábio inferior sendo maltratado pelos seus dentes, enquanto seus olhos estão lacrimejando.

Jimin está praticamente sentado no meu pênis, o corpo pouco inclinado sobre mim, enquanto as mãos estão espalmadas no meu peito. Eu estou totalmente deitado, com minhas mãos apertando cada coxa gostosa dele, mas minha posição não me impede de estoca-lo sem dó. E é o que faço, tendo como resposta um grito, surpreso e de dor, acompanhado de um arregalar de olhos castanhos.

- S-eu filho da mãe – ele bate em meu peito e, porra, doeu.

Eu sorrio em vitória.

Quando penso que iria receber outro tapa ou mais algum xingamento, o vendo respirar com dificuldades, e pronto para começar a me movimentar dentro dele – já não aguentando mais aquela tortura dele me apertando tanto -, ele começa a se movimentar devagar, me arrancando gemidos altos.

Levo as mãos a sua cintura e o ajudo a se movimentar, enquanto ele sobe e desce aumentando o ritmo aos poucos.

Ele e tão gostoso... porra!

- Hum... – o escuto gemer prazerosamente, enquanto agora rebola no meu pau.

- Caralho, Jimin... Você é tão fodidamente gostoso...

- Jungkook...

Quando ele começa a quicar novamente, meu quadril se contrai o estocando mais fundo. Nossos corpos pegando fogo, literalmente, enquanto já banhados de suor, nossos gemidos altos se misturam e a pressão das minhas mãos na cintura de Jimin se intensifica.

- Tão bom – acabo pensando alto demais.

Merda. Como transar se tornou, de repente, a primeira maravilha gostosa do mundo? Em que planeta eu vivia? Nunca senti nem metade do prazer que estou sentindo agora, nas poucas vezes que transei com Alexa.

Nunca me passou pela cabeça que uma transa poderia ser tão quente, pensei que era mera ilusão, exagero de casais que realmente curtem fazer sexo, ou apenas ficção pornô para serem vendidos as mãos solitárias. Mas também nunca pensei em transar com um homem.

Seria isso? Transar com outro cara é mais prazeroso e selvagem que transar com uma mulher?

Jimin começa a me cavalgar de forma insana, enquanto permanece de olhos fechados, cabeça inclinada para trás, mordendo o lábio na tentativa falha de contar seus gemidinhos gostosos. Sorrio em prazer com aquela visão no espelho. Meu corpo entrando em colapso com aquele contato alheio e prazer todo que nos dava.

Então de repente lembro sobre o que li em um fórum gay. Sim, eu realmente pesquisei muito sobre transa gay. Minha insegurança em temer não dar prazer, para Jimin, falou mais alto. Um dos anônimos me disse que, se eu queria fazer meu parceiro realmente ver estrelas e ter uma transa inesquecível, eu teria que acertar o ponto dele. Esse ponto nada mais era que a próstata. Eu confesso que fiquei um tempo digerindo aquela informação. Um homem sente prazer ao ter a próstata tocada? Logo minhas dúvidas foram esclarecidas, quando em um dos vídeos pornô, o passivo gritou – não de dor, mas de prazer pela sua expressão – e logo em seguia pediu por mais. Detalhe: ele estava de quatro enquanto o ativo metia até o talo no buraquinho dele. Logo conclui que aquelas estocadas o tinha atingido na próstata.

- Jung-kook... – Jimin geme meu nome, de forma dengosa, me fazendo o encarar delirar e meu pau pulsar ainda mais dentro dele.

O suor descia por todo o tronco dele, os cabelos – agora molhados de suor – estavam colados em sua testa, as bochechas vermelhas e a boca levemente aberta em busca de oxigênio pelo esforço que fazia, quicando e rebolando no meu pau, era a imagem perfeita do pecado.

Jimin era a imagem perfeita de um anjo pecador.

Antes que eu gozasse só com aquela visão, em um movimento preciso – graças aos treinos ‘pro meu trabalho – eu reversei nossas posições, o colocando deitado na cama, de costas no colchão, enquanto ficava por cima dele. O movimento fez meu membro sair de maneira brusca de dentro dele, arrancando protestos de ambos, pela falta do contato necessitado de nossos sexos.

Ambos já ofegávamos bastante por todo o esforço daquela noite. Jimin mais suado do que eu, pelo esforço a mais.

Peguei suas pernas, uma por uma, e as coloquei sobre meus ombros, uma de cada lado, suas coxas ficando apoiadas em meus braços e antebraços, o fazendo ficar com o quadril pouco inclinado pra cima, a entradinha redonda, cor de caramelo, totalmente exposta para mim.

Meu pau, totalmente duro e ereto para cima, colado em meu abdômen, mostrava a camisinha agora branca pelos pré-gozos expelidos, me avisando que precisava aliviar aquela ereção toda logo; e o ânus de Jimin, piscando enquanto ele gemia meu nome, implorando para ser preenchido novamente logo, assim como o pau dele também estava bastante ereto e expelindo pré-gozo pela cabecinha toda molhada, era mais um lembrete que precisávamos bastante um do outro, fodendo logo até atingirmos um orgasmos.

Com as pernas dele bastante abertas sobre meus braços e ombros, levo uma das mãos ao meu membro e o guio a sua entrada. Enquanto ele geme e agarra os lençóis da cama lado a lado de seu corpo, fazendo os dedos ficarem brancos pela força colocada, eu prendo a respiração sentindo meu pau sendo esmagado mais uma vez enquanto é forçado a entrar no buraquinho de Jimin. Começo a me movimentar, sentindo um prazer intenso naquela posição, por dar mais acesso e me acomodar melhor dentro dele.

- Je-on... hanm... – o nome sai da boca dele mais como um gemido de prazer; os olhos pequenos fechados e a expressão pornográfica que faz a cada entrada e saída de meu pênis dele.

Me inclino em direção ao seu corpo para chupar aqueles mamilos durinhos e suados.

Estou desejando fazer tantas coisas com Jimin, coisas que nunca pensei fazer antes com ninguém.

- Porra – o palavrão sai sofrido daquela boca carnuda.

Passo a lingua sentindo o mamilo durinho, o gosto salgado do suor e a essência de maçã do óleo misturados. Aquele gosto excêntrico só me faz abocanhar e o chupar forte, me fazendo ouvir um gritinho fino dele, ao mesmo tempo que sinto suas pernas saírem dos meus ombros e circularem meu quadril, enquanto suas mãos agarram meus cabelos.

Eu continuo chupando seus mamilos, mordiscando e lambendo enquanto o estoco cada vez mais rápido, mas não fundo o suficiente por medo de atingir o tal pondo do prazer dele. Quero apenas atingir aquele lugar no momento certo.

- Jungkook – me chama choroso, quando levo uma de minhas mãos ao seu membro duro.

- Sagwa – respondo, com a respiração acelerada por toda a atividade física de meu corpo estocando o corpo dele. – Você sabe como é gostoso, Jimin? – minha voz sai roupa, enquanto começo a estocadas fundas.

- Jung-

Suas mãos vão de encontro as minhas costas e sinto suas unhas afundarem em minha carne, enquanto faço uma caretinha pela dor. Acho que atingi sua próstata.

Olho para seu rosto, antes de estocar novamente daquela forma, mais fundo e forte. As unhas de Jimin afundando mais ainda em minha pele, a boca aberta em busca de ar e os olhos revirando levemente, me dão indícios que sim, estou fazendo certo.

- Jungkook – chora enquanto arranha minhas costa. – M-mais, por-

Eu não o deixo completar, penetrando novamente meu pau em seu interior, de maneira crua dessa vez, enquanto masturbo seu pau apertando levemente algumas vezes. Seus olhos começam a escorrer algumas lágrimas.

- Tão gostoso. – Me inclino em seu ouvido. – Tá gostando, babe? É gostoso quando faço isso – e novamente o atinjo, dessa vez me fazendo gemer também. – Caralho, Sagwa, você é muito gostoso.

Me inclino para trás, fazendo-o soltar minhas costas enquanto levo as mãos a sua cintura e a aperto. A posição me faz ter mais facilidade de o estocar melhor. E é o que faço, aumentando a velocidade e nos fazendo murmurar palavras desconexas entre gemidos altos e respirações aceleradas.

- Jungkook eu vo- Hunm... Aaah... Jungkook...

- Olhe para mim, Jimin. Eu quero que você goze olhando para mim, quero que veja quem está lhe dando prazer. Veja quem está lhe fazendo gozar, Sagwa.

Com muita dificuldade, ele tenta manter contato visual comigo.

- Jungkook – choraminga.

- Sim, Sagwa, eu – brinco só para irritá-lo. Devo ter um fetiche por isso durante o sexo.

- Des-graça-do – me xinga com dificuldades, a voz saindo baixa e mais como um sopro de palavras.

- Um desgraçado que tá te comendo bem, Sagwa – e então estoco ao mesmo tempo que levo uma mão ao seus testículos, fazendo uma pequena pressão.

- Ah – grita. – Jungkook!

Então Jimin fecha os olhos e agarra com força os lençóis, enquanto inclina a pelves para cima, contraindo o quadril e consequentemente apertando fortemente meu pau dentro dele, enquanto jatos de liquido branco são expelidos pela cabecinha de seu pau melando sua barriga e peitoral.

Fecho os olhos e mordo o lábio inferior com força, tentando me movimentar naquele aperto, sendo quase impossível, pela força involuntária que ele está fazendo enquanto goza. Meu pau lateja dentro dele pela sensação tão dolorosa e gostosa, mas sinto dificuldade em atingir o orgasmo pelos poucos movimentos que consigo.

Sou pego de surpresa quando Jimin se senta, sem deixar que eu saio de dentro dele, e me agarra pela cintura, me empurrando e nos colocando, de alguma forma, sentados. Ele sentado em mim, com cada perna em cada lado do meu quadril, enquanto eu ainda permaneço dentro dele, o pau latejante, implorando para o alívio demorado. Ele passa os braços ao redor do meu pescoço e começa a se movimentar, o corpo quente e extremamente suado, o rosto vermelho e os fios de cabelo colados como se tivesse tomado um banho de chuva.

A posição em que estávamos agora, faz com que nossos rostos fiquem tão próximos, que nossas respirações descontroladas se misturem. Nossos troncos se tocando pelos movimentos dele quicando em meu colo, me fazendo sentir como nossas peles estão pegajosas por todo o suor e óleo passado anteriormente.

- Eu disse que iria chupar seus mamilos, não disse? – sua voz sai baixa, enviando hálito quente ao meu rosto.

Ele não espera uma resposta, apenas desce a cabeça para meu peito e passa a língua em um de meus mamilos, me arrancando um suspiro gostoso e arrepios por minha pele, ao mesmo tempo que continuava quicando.

Aquilo era bom. Bom demais, na verdade. Mas logo mudei de ideia quando sinto os lábios carnudos chupar forte o meu mamilo esquerdo. Minhas mãos que estavam em sua bunda, apertando a carne ali, se contrai apertando ainda mais e enfiando as unhas, recebendo um grunhido de prazer dele.

Porra!

Aquilo era muito gostoso. A boca de Jimin chupando meu mamilo e fazendo barulhos estalados, entrou pra minha lista de melhores maravilhas prazerosas da vida, que eu acabei de criar naquela noite insana.

Logo sua boca vai pra meu outro mamilo fazer o mesmo, mas dessa vez ele leva uma das mãos para o mamilo esquerdo, agora molhado por sua saliva, e começa a brincar com ele enquanto chupa o direito. Suas quicadas em meu pau se tornando mais rápidas.

- Jimin – dessa vez sou eu quem chora seu nome.

Eu morreria feliz agora mesmo, sem precisar gozar, só por ter e estar sentindo todas aquelas sensações naquele sexo quente com outro cara.

Com aquelas sensações estimulantes em meus mamilos, correntes elétricas são passadas por todo meu corpo, me avisando que vou gozar.

- Hum – Jimin geme me chupando no mamilo, como se provasse algum doce.

No quarto só se ouvia barulhos de sua boca em meu peito, seus gemidos com os meus e o barulho maravilhoso do meu pau em sua bunda.

- Eu vou gozar – o aviso, enquanto sinto meu corpo esquentar mais do que já estava, enquanto meu cérebro parece entrar em pane.

Jimin levanta a cabeça me encarando, enquanto passa a língua sob os lábios. Não resisto por mais tempo sem o beijar, e tomo aquela boca deliciosa na minha. O beijo é bruto, selvagem, quente. Minha língua logo entra em sua boca, sem pedir permissão alguma, apenas invadido com força, logo encontrando a língua quentinha dele. O beijo tem gosto de tudo daquela noite, um gosto misturado com o salgado do suor um do outro, o óleo de maçã e nossos hálitos naturais, fazendo minha boca ter mais fome ainda da dele. Eu começo a contrair o quadril, estocando mais e mais enquanto ele continua quicando. O barulho do meu pau cada vez mais forte entrando nele.

Jimin chupa minha língua, segurando meus ombros com as mãos, buscando apoio para subir e descer mais rápido e forte em meu membro. Levo minhas mãos aos quadris dele, apertando ali.

Então finalmente sinto o orgasmo. Tombo a cabeça para frente, encostando minha testa na dele, enquanto os jatos do meu gozo o preenchem. Fecho os olhos e Jimin continua com os movimentos, fazendo com que meu prazer se multiplique.

Acho que vou morrer. Enfio as unhas em sua pele onde minhas mãos estavam, tentando gritar ou gemer algo. O nome “Jimin” ficando preso na minha garganta, pela falta de força ou sei lá o quê, enquanto continuo gozando forte dentro daquelas paredes quentinhas e apertadas; e finalmente consigo gemer quando termino e ainda assim, Jimin continua rebolando no meu pau, prologando um prazer, até então, nunca sentindo daquela forma.

- Jimin – sopro seu nome, tão baixo e sem forças, quando o sinto parar de rebolar em mim.

Abro os olhos e encontro seu olhar me encarando, os olhos pequenos brilhando e então um sorriso se forma em seu rosto suado e cansado. Quando me vejo, estou sorrindo também, levando uma das mãos ao seu rosto e fazendo um carinho ali; ainda dentro dele, nenhum de nós revelando qualquer movimento de quer se mexer ou se afastar um do outro.

Ficamos nos encarando assim, sorrindo, o olhar penetrado um no outro, enquanto esperamos nossas respirações normalizar.

Me inclino e dou um selinho nele.

- Obrigado – falo com a boca colada na dele.

- Pelo o quê? – sua voz sai rouca e baixinha também.

- Por me mostrar o que é prazer.

E selo sua boca de novo, e de novo e de novo, até transformamos os selinhos em um beijo calmo e prolongado, provando o gosto um do outro.

- Precisamos de um banho – ele comenta, a voz agora saindo mais alta, mas ainda rouca.

Antes que ele saia de cima de mim, eu o seguro pela cintura o mantendo ali. Ele me olha confuso.

- Sinto muito dizer, mas minha bunda não aguenta mais outra essa noite não.

Eu rio.

- Eu só quero mais um beijo.

Ele arqueia uma sobrancelha. Então logo nossas bocas se juntam mais uma vez naquela noite. Me aproveito dessa vez e dou algumas mordidinhas em seu lábio, puxando e sugando, recebendo gemidinhos dele e suas mãos na minha nuca e cabelo.

- Pronto – se afastas me fazendo grunhir em protesto. – Realmente precisamos de um banho, Jungkookie.

Algo dentro de mim esquenta pela forma que ele me chama. Mas ignoro.

- Tudo bem – finalmente me rendo, o deixando se levantar, e me arrancando um gemido baixo quando meu pau sai de dentro dele.

Então como se fosse puxado pra realidade, eu começo a pensar em como só próximos dias vão ser um verdadeiro inferno naquela casa.

- Tem algum chuveiro por aqui?

Olho para ele e me perco em seu corpo.

Caralho, como o corpo de um homem pode ser tão bonito, tão... gostoso?! Jimin é gostoso. E muito. E eu fodi aquele corpo, ele foi todo meu naquela noite. Sou tão sortudo assim?

- Jungkook?

- Hum... Ah, sim! Tem – sou trazido de volta – aquela porta é um banheiro.

- Obrigado – sigo o movimento do rebolado daquela bunda enquanto ele caminha ‘pro banheiro, mancando um pouquinho, até sumir depois da porta.

Suspiro e me levanto, também nu, tiro a camisinha encharcada de gozo e jogo na lixeira ali perto. Depois pego meu celular e checo as mensagens.

RM

Senhor, fiz o que me pediu

Entrei em contato

O trabalho será feito quando o senhor solicitar

Esperarei pelos comandos do senhor, como me falou que passaria amanhã

 

Meu coração acelera de repente. Porque estou assim? Olho para a porta fechada do banheiro. É só um trabalho, Jungkook! Nunca fiquei apreensivo fazendo isso antes, porque agora?


Notas Finais


Olha só quem apareceu nãoémesmo?
Gente, mil perdões, sério.
Mas ultimo semestre de faculdade realmente é uma vaca parindo!
Felizmente formada e com tempo, agora que sou desempregada e vagabunda que não faz nada mais da vida "choro"

Eu iria atualizar dia 16, mas culpem o lemon - que tá uma bosta mesmo! Podem ser sinceros! - que eu travei nele.
Sou uma negação em cenas hots, galero, *carinha chorando* acho que vou pular todos lemons dessa fic e ficar só nó "eles transaram, fizeram oral" e pronto. Sem detalhes. :(

Podem comentar meus erros - eu gosto - para que eu possa tentar consertar, mandem dicas também - de lemon :(

Eu ia jurar "não vou demorar postar o próximo capítulo" pq minhas promessas tão valendo de nada, némesmo? :|

É isso. Até a próxima! Desculpa a hora, mas desde as 19h que eu me obriguei a terminar esse capítulo pra postar, pq se não eu iria ficar mais uma vez "ah, amanhã tento continuar" e ia ficando nesse ciclo.

Beijos :*

Link da fic no wattpad: https://www.wattpad.com/story/120132011-paix%C3%A3o-selvagem-jikook


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