História Paixão sem limites - Bughead - Capítulo 1


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Categorias Paixão Sem Limites / Sou Louco Por Você, Riverdale
Personagens Alice Cooper, Antoinette "Toni" Topaz, Archibald "Archie" Andrews, Cheryl Blossom, Elizabeth "Betty" Cooper, Forsythe Pendleton "FP" Jones II, Forsythe Pendleton "Jughead" Jones III, Hal Cooper, Personagens Originais, Polly Cooper, Veronica "Ronnie" Lodge
Tags Bughead, Riverdale
Visualizações 396
Palavras 894
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Primeiro capítulo
Espero q gostem
Boa leitura 💕

Capítulo 1 - Capítulo I


Fanfic / Fanfiction Paixão sem limites - Bughead - Capítulo 1 - Capítulo I

O que eu costumava ver estacionado em frente a uma casa onde estivesse ocorrendo uma festa eram caminhonetes com lama nos pneus, não automóveis caros e importados. Pelo menos vinte deles ocupavam o comprido acesso de carros daquela casa.

Parei a picape Ford de quinze anos da minha mãe em cima da grama para não atrapalhar a saída de ninguém. Meu pai não tinha me dito que daria uma festa esta noite. Na verdade, não tinha me dito quase nada.

Ele tampouco havia aparecido para o funeral da minha mãe. Se eu não precisasse de um lugar para morar, não estaria ali. Tive que vender a casinha que a minha avó nos deixara para pagar as últimas despesas médicas da minha mãe.

Tudo que me restava eram as minhas roupas e a picape. Ligar para o meu pai depois de ele não aparecer nem uma vez sequer durante os três anos da batalha da minha mãe contra o câncer foi complicado. Complicado, mas necessário: ele era o único parente que me restava.

Olhei para a imensa casa de três andares situada bem em cima da areia branca da praia de Rosemary, na Flórida. Aquela era a nova casa do meu pai. Sua nova família. Eu não iria me encaixar ali.

De repente, alguém abriu com um tranco a porta da minha picape. Por instinto, levei a mão até debaixo do assento e peguei a minha nove milímetros. Levantei-a e apontei em cheio para o intruso, segurando-a com as duas mãos e pronta para puxar o gatilho.

– Caraca... Eu ia dizer que você estava perdida, mas agora digo o que você quiser. Só guarda esse troço, por favor. -

Do outro lado da minha pistola estava um sujeito de cabelos castanhos desgrenhados presos atrás das orelhas, com as duas mãos para cima e os olhos arregalados.

Levantei uma das sobrancelhas e mantive a pistola armada. Ainda não sabia quem era aquele cara. Puxar a porta da picape de alguém com um tranco não era um jeito normal de cumprimentar um desconhecido.

– Não, acho que não estou perdida. Aqui não é a casa de Hal Cooper? -

O sujeito engoliu em seco, nervoso.

– Hã... Com esse troço apontado para a minha cara eu não consigo pensar direito. Você está me deixando bem nervoso, meu bem. Poderia baixar a pistola antes que aconteça um acidente? -

Acidente? Sério? O cara estava começando a me irritar.

– Eu não conheço você. Está escuro aí fora e eu estou sozinha em um lugar desconhecido. Então me desculpe se eu não me sentir muito segura neste momento. Pode confiar em mim: não vai acontecer acidente nenhum. Eu sei manejar uma pistola muito bem. -

O cara não pareceu acreditar em mim e, agora que eu estava olhando melhor, não me parecia realmente ameaçador. Mesmo assim, eu ainda não estava pronta para baixar a arma.

– Hal? – repetiu ele devagar. Começou a balançar a cabeça, então parou.

- Peraí, o padrasto novo do Juggy se chama Hal. Eu o conheci antes dele e Glaucia viajarem para Paris. -

Paris? Juggy? Como assim? Esperei mais explicações, mas o cara continuou a encarar a pistola, prendendo a respiração. Com os olhos fixos nele, baixei a arma e me certifiquei de acionar a trava de segurança antes de guardá-la debaixo do banco do motorista. Talvez sem a pistola ele conseguisse se concentrar e me explicar.

– Você tem porte de arma para esse troço? – perguntou ele, sem acreditar.

Eu não estava com disposição para conversar sobre o meu direito de portar armas. Precisava de respostas.

– Hal está em Paris? – perguntei, querendo uma confirmação.

Ele sabia que eu chegaria hoje. Tínhamos nos falado na semana anterior, depois que vendi a casa.

O sujeito fez que sim devagar e relaxou a postura.

– Você o conhece – perguntou?

Na verdade, não. Desde que ele tinha abandonado a minha mãe e eu havia cinco anos, eu só o vira umas duas vezes.

Eu me lembrava do pai que assistia às minhas partidas de futebol e fazia hambúrgueres na churrasqueira do quintal para as festas dos vizinhos do bairro. O pai que eu tivera até o dia em que a minha irmã gêmea, Polly, morreu em um acidente de carro... Quando ele estava dirigindo. Nesse dia, ele mudou e se tornou o homem que não me ligava para saber se eu estava bem enquanto cuidava da minha mãe doente. Esse homem eu não conhecia. Nem um pouco.

– Sou a filha dele. Elizabeth. -

O cara arregalou os olhos, jogou a cabeça para trás e riu. Qual era a graça?

Estava esperando que explicasse quando ele estendeu a mão.

– Venha cá, Elizabeth. Quero apresentar você a uma pessoa. Ele vai amar saber disso. -

Encarei a mão dele e estendi o braço para pegar a minha bolsa.

– Tem outra arma aí nessa bolsa? Devo avisar a todo mundo para não te irritar? -

O tom provocador da voz dele me impediu de dizer alguma grosseria.

– Você abriu a minha porta sem bater. Fiquei com medo. -

– E a sua reação instantânea quando sente medo é apontar uma arma? Caramba, menina, de onde você é? A maioria das garotas que eu conheço daria um gritinho ou alguma coisa assim. -

A maioria das meninas que ele conhecia não fora forçada a se proteger nos últimos três anos. Precisei cuidar da minha mãe, mas não tinha ninguém para cuidar de mim.

– Eu sou do Alabama – respondi, ignorando a mão dele e saltando sozinha da picape.


Notas Finais


Até mais
Bjinhos 😙


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