História Paixão sem limites - Bughead - Capítulo 2


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Categorias Paixão Sem Limites / Sou Louco Por Você, Riverdale
Personagens Alice Cooper, Antoinette "Toni" Topaz, Archibald "Archie" Andrews, Cheryl Blossom, Elizabeth "Betty" Cooper, Forsythe Pendleton "FP" Jones II, Forsythe Pendleton "Jughead" Jones III, Hal Cooper, Personagens Originais, Polly Cooper, Veronica "Ronnie" Lodge
Tags Bughead, Riverdale
Visualizações 122
Palavras 964
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Capítulo I parte II


Fanfic / Fanfiction Paixão sem limites - Bughead - Capítulo 2 - Capítulo I parte II

A brisa do mar bateu no meu rosto e o cheiro salgado da praia era inconfundível. Eu nunca tinha visto uma praia. Pelo menos não ao vivo. Apenas em fotos e filmes, mas o cheiro era exatamente o que eu imaginava que seria.

– Quer dizer então que é verdade o que dizem sobre as meninas de Bama?! – retrucou ele e isso me chamou a atenção.

– Como assim? -

Ele desceu os olhos pelo meu corpo e tornou a subir até o meu rosto. Abriu um sorriso.

– Jeans justo, camiseta sem manga e uma pistola. Caramba, acho que errei de estado. -

Revirei os olhos e abri a traseira da picape. Tinha uma mala e várias caixas que precisava levar para a Legião da Boa Vontade.

– Deixe eu te ajudar. -

Ele deu a volta e estendeu as mãos para dentro da caçamba da picape para pegar a mala que a minha mãe mantivera guardada no armário para a “viagem de carro” que nunca chegamos a fazer. Ela vivia dizendo que um dia iríamos atravessar o país e subir a costa oeste. Isso foi antes de ela ficar doente. Espantei essas lembranças e me concentrei no presente.

– Obrigada, hã... Acho que não sei o seu nome. -

O cara puxou a mala e se virou de volta para mim.

– Como assim? Esqueceu-se de perguntar quando estava com a arma apontada para a minha cara? -

Dei um suspiro. Bem, talvez eu tenha exagerado um pouco com a pistola, mas ele me assustara.

– Meu nome é Sweet Pea. Eu sou... Hã... Amigo do Jughead. -

– Jughead? – O mesmo nome outra vez. – Quem é Jughead? -

O sorriso de Pea tornou a se abrir.

– Você não sabe quem é Jughead? – Ele estava achando muita graça. – Porra, que bom que eu vim aqui hoje. – Ele virou a cabeça em direção a casa. – Vamos. Vou apresentar você. -

Fui andando ao seu lado enquanto ele me conduzia até a casa. Quando nos aproximamos, a música lá dentro ficou mais alta.

Se o meu pai não estava lá, quem estaria? Glaucia era a mulher dele, mas isso era tudo o que eu sabia. Será que aquela festa era dos filhos dela? Quantos anos eles tinham? Glaucia tinha filhos, não tinha? Eu não me lembrava. Meu pai fora muito vago ao falar dela. Dissera que eu iria gostar da minha nova família, mas não mencionou quem era essa família exatamente.

– Esse Jughead mora aqui? – perguntei.

– Mora. Bem, pelo menos no verão. Ele se muda para as suas outras casas conforme a estação. -

– Outras casas? -

Sweet deu uma risada.

– Você não sabe nada sobre a família para a qual o seu pai entrou, né, Betty? - Mal sabia ele. Fiz que não com a cabeça.

– Então, rápida miniaula antes de entrarmos na loucura – disse ele, parando no alto da escada que conduzia à porta da frente e olhando para mim. – Jughead Jones é o seu irmão postiço. É filho único do famoso baterista do Slacker Demon, Forsythe Pendleton Jones. Os pais dele nunca se casaram. A mãe, Glaucia, era groupie quando jovem. Essa casa é dele. A mãe mora aqui porque ele deixa. – Ele parou e olhou para a porta bem na hora em que ela se abriu. – E toda essa gente aqui é amiga dele. -

Uma loura arruivada alta e longilínea me encarava da porta, usando um vestido curto azul-royal e um par de sapatos de salto que me fariam quebrar o pescoço se eu tentasse calçá-los. Percebi o desagrado na sua expressão mal-humorada.

Eu não sabia muita coisa sobre aquele tipo de gente, mas sabia que as minhas roupas de loja de departamento não eram algo que ela aprovasse. Ou isso, ou tinha uma barata andando em cima de mim.

– Oi, Brooke. – falou Sweet.

– Quem é ela? – perguntou a garota, olhando para ele.

– Uma amiga. Não faça essa cara de quem chupou limão, Broo; não fica bem em você – respondeu ele, estendendo a mão para segurar a minha e me puxar para dentro da casa.

A sala não estava tão cheia quanto eu imaginara. Quando passamos pelo grande saguão aberto, um arco ia dar no que imaginei ser uma sala de estar. Mesmo assim, era bem maior do que a minha casa inteira, ou melhor, minha ex-casa. Duas portas de vidro se abriam para uma vista do mar de tirar o fôlego. Eu queria ver aquilo de perto.

– Por aqui – informou Pea.

Falava comigo enquanto se encaminhava até um... Bar? Sério mesmo? Tinha um bar dentro de casa?

Olhei de relance para as pessoas ao nosso redor. Todas paravam um instante para me dar uma rápida conferida de cima a baixo. Eu estava me destacando à beça.

– Juggy, esta é a Betty, acho que talvez ela seja sua. Encontrei-a lá fora com um ar meio perdido – disse Sweet Pea.

Desviei os olhos daquela gente curiosa para ver quem era aquele tal de Rush. Ai. Ai, ai, ai.

– É mesmo? – respondeu Jughead com uma voz preguiçosa, arrastada. Com uma cerveja na mão, ele se inclinou para frente no sofá branco. – Ela até que é gata, mas é muito novinha. Não dá para dizer que é minha. -

– Ah, ela é sua, sim. Considerando que o papai dela fugiu para passar as próximas semanas em Paris com a sua mamãe... Eu diria que agora ela é sua, sim. Eu bem que ofereceria a ela um quarto na minha casa se você preferisse. Quer dizer, se ela prometer deixar a arma na picape -.

Jughead estreitou os olhos e me estudou com atenção. Os olhos dele tinham uma cor esquisita. Surpreendente e incomum. Não eram castanhos nem cor de avelã. Eram de uma cor quente, com um pouco de prateado. Eu nunca tinha visto nada como aquilo. Seriam lentes de contato?

– Nem por isso ela é minha – respondeu ele por fim, recostando-se no sofá.


Notas Finais


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😙😙


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