História Paixão sem limites - Bughead - Capítulo 3


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Categorias Paixão Sem Limites / Sou Louco Por Você, Riverdale
Personagens Alice Cooper, Antoinette "Toni" Topaz, Archibald "Archie" Andrews, Cheryl Blossom, Elizabeth "Betty" Cooper, Forsythe Pendleton "FP" Jones II, Forsythe Pendleton "Jughead" Jones III, Hal Cooper, Personagens Originais, Polly Cooper, Veronica "Ronnie" Lodge
Tags Bughead, Riverdale
Visualizações 261
Palavras 939
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Okay kkkk
Vcs pediram e eu voltei
Boa leitura 💕

Capítulo 3 - Capítulo 2 parte I


Sweet pigarreou.

– Está de brincadeira, não está? -Jughead não respondeu. Em vez disso, tomou um grande gole da garrafa longneck que tinha nas mãos.

Seus olhos agora estavam cravados em Pea e pude ver o alerta na sua expressão. Ele iria me pedir para ir embora a qualquer momento.

Aquilo não era nada bom. Eu tinha apenas 20 dólares na bolsa e estava quase sem gasolina. Já tinha vendido tudo de valor que possuía. Ao ligar para o meu pai, explicara que só precisava de um lugar para ficar até arrumar um emprego e ganhar dinheiro suficiente para encontrar onde morar.

Ele concordara na hora e me dera o seu endereço, dizendo que adoraria que eu ficasse na sua casa. Jughead prestava atenção em mim outra vez. Estava esperando que eu fizesse alguma coisa. O que queria que eu dissesse? Um leve sorriso de ironia moveu os seus lábios e ele piscou para mim.

– Estou com a casa cheia de convidados hoje. E a minha cama já está lotada. – Ele desviou os olhos para Grant. – Acho que é melhor ela procurar um hotel até eu conseguir falar com o papai dela. -

A repulsa na sua língua ao pronunciar a palavra “papai” não passara despercebida. Ele não gostava do meu pai. Na realidade, eu não podia culpá-lo.

Afinal, aquilo não era problema dele. Quem me mandara até ali fora o meu pai. Eu tinha gastado quase todo o meu dinheiro em gasolina e comida durante o trajeto.

Por que fui confiar naquele homem?

Estendi a mão e peguei a alça da mala que Sweet ainda segurava.

– Ele tem razão. É melhor eu ir embora. Foi uma péssima ideia – falei, sem olhar para Sweet.

Puxei a mala com força e ele a soltou com alguma relutância. Conforme caía a ficha de que eu estava prestes a ficar sem casa, senti lágrimas arderem nos meus olhos. Não consegui olhar para nenhum dos dois.

Mantendo os olhos baixos, virei-me e me dirigi para a porta. Ouvi Sweet Pea batendo boca com Jughead, mas me forcei a não escutar. Não queria ouvir o que aquele cara lindo estava dizendo sobre mim. Ele não gostava de mim. Isso tinha ficado claro. Meu pai não parecia ser um membro bem-vindo da família.

– Já vai, tão cedo? – perguntou-me uma voz meio pegajosa.

Ergui os olhos e deparei com o sorriso satisfeito da menina que abrira a porta.

Ela tampouco me queria ali. Será que eu era tão repulsiva assim para aquelas pessoas? Tornei a olhar para o chão e abri a porta. Era orgulhosa demais para deixar aquela vaca mesquinha me ver chorar.

Quando estava segura do lado de fora, deixei escapar um soluço e andei até a minha picape. Se não estivesse carregando a mala, teria corrido. Precisava da segurança da picape. Meu lugar não era ali, naquela casa ridícula com aquela gente metida. Estava com saudades de casa. Da minha mãe. Outro soluço escapuliu.

Fechei a porta da picape e a tranquei.

Enxuguei os meus olhos e me forcei a respirar fundo. Não podia desmoronar agora.

Não tinha desmoronado ao segurar a mão da minha mãe enquanto ela dava o último suspiro ou quando o seu caixão fora baixado para dentro da terra fria.

Também não desmoronara ao vender o único lugar que tinha para morar. Não iria desmoronar agora. Iria sair dessa.

Não tinha dinheiro suficiente para um quarto de hotel, mas tinha a minha picape.

Poderia morar nela. Meu único problema seria arrumar um lugar seguro para estacionar durante a noite. Aquela cidade parecia segura, mas eu tinha quase certeza de que aquela picape velha estacionada em qualquer lugar durante a noite chamaria a atenção. A polícia viria bater na minha janela antes mesmo de eu conseguir pegar no sono.

Eu teria que gastar meus últimos 20 dólares em gasolina. Concluí que teria que ir até uma cidade maior, onde a minha picape passasse despercebida em um estacionamento.

Talvez eu pudesse estacionar atrás de um restaurante e arrumar um emprego por lá. Não precisaria de gasolina para ir e voltar do trabalho. Minha barriga roncou, lembrando-me de que não comia desde a manhã. Precisaria gastar alguns dólares em comida. E rezar para arrumar um emprego quando amanhecesse.

Eu ficaria bem. Virei á cabeça para olhar atrás da picape antes de engatar à marcha a ré. Olhos prateados me encaravam.

Dei um gritinho antes de perceber que era Jughead. O que ele estava fazendo em pé do lado da minha picape? Será que tinha saído para garantir que eu sumiria do seu terreno? Eu realmente não queria mais falar com ele. Comecei a desviar os olhos e a me concentrar em sair dali quando ele levantou uma das sobrancelhas para mim. O que significava aquilo?

Sabe de uma coisa? Eu não estava nem aí. Mesmo que ele estivesse sexy para caramba fazendo aquilo. Comecei a acelerar a picape, mas, em vez do ronco do motor, tudo que ouvi foi um clique e silêncio. Ah, não. Agora não. Por favor, agora não. Girei as chaves e rezei para estar enganada.

Sabia que o marcador de combustível estava quebrado, mas prestara atenção na quilometragem. Não deveria estar sem gasolina. Ainda tinha alguns quilômetros. Sabia que tinha.

Bati com a palma da mão no volante e xinguei a picape várias vezes, mas nada aconteceu. Eu estava ferrada. Será que Jughead chamaria a polícia? Ele queria tanto que eu fosse embora que tinha saído para se certificar. Agora que eu não conseguia ir embora, será que ele mandaria me prender? Ou pior: chamar um reboque? Se ele fizesse isso, eu não teria dinheiro para recuperar a picape. Pelo menos na cadeia eu teria cama e comida de graça.

Engoli em seco, abri a porta da picape e torci pelo melhor.


Notas Finais


Quando bater o número de comentários do capítulo anterior eu volto
Até mais
Bjinhos😙


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