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História Paixões insaciáveis - Tmj - Capítulo 9


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Notas do Autor


Gente eu gostaria de avisar pra vcs, que mudei o enredo da história e editei algumas coisas. Portanto vou começar a trabalhar no DC e na Magá, n se preocupem q vai ter cascali, pra quem gosta kkkk Eu era mt cascali shipper mas dps q li uma fic Docali, confesso q shippei mt kkkkkkkk ent n se preocupem em relação ao shipps, pq vou tá investindo nisso (Docali é um casal impossível mas eu shippo) KKK Vai ter mts shipps acho q vcs vão goxtah neah, masss enfim fiquem com esse cap, e se quiser comentem oq tão achando (Isso me ajuda mttt)

Capítulo 9 - Good Talks


Fanfic / Fanfiction Paixões insaciáveis - Tmj - Capítulo 9 - Good Talks

[Mônica narrando]

 

— Eu sei que terminei sem te dar explicações concretas, e quero falar sobre isso abertamente aqui, com você— Comecei, sentando- me no sofá.—No começo achava que você não queria assumir nosso relacionamento, mas acontece que eu também estava confusa em relação aos meus sentimentos.

 

— Eu ia assumir  nosso relacionamento, só precisava de tempo, eu ia te pedir em namoro Mônica e você é a mulher da minha vida e eu ainda te amo— Disse ele.

Aquelas palavras ditas por ele, me deixaram um pouco surpresa, confesso.

Mas eu não poderia insistir em algo onde eu não sou sincera comigo mesma e com meus sentimentos.

Eu não o amo como namorado...

Desculpe, por te iludir, de verdade. Mas eu não posso mentir aqui dizendo que sinto o mesmo por você, me perdoe — Disse me levantando do sofá, indo em direção a porta.

Ao sair de dentro casa dele, sentiu seu braço ser puxado bruscamente pelo moreno que segurando em sua cintura,  surpreende com um beijo.

Em questão de segudos ela retribuí, mas logo se afasta.

— Cebola...por favor...entenda, a gente não da mais certo, me perdoa— Diz ela se soltando do garoto correndo em direção a sua casa.

O garoto sem reação, fica ali parado na porta de sua casa.

 

      Uma semana depois, bairro do limoeiro...

As coisas pareciam ter mudado.  A polêmica que gerou grande confusão a alguns dias atrás, parece ter sido esquecida pelos adolescentes do Bairro do Limoeiro, parecia que tudo tinha voltado ao normal.

Cebola ainda não se conformara com a decisão de Mônica, e com as palavras ditas por ela.

Após as coisas serem esclarecidas, Cascuda reatou seu namoro com Cascão.

Já Magali ainda parecia triste, ela e Quim terminaram definitivamente. A comilona ia da escola para casa, não saia para nenhum lugar, o que preocupava os amigos.

    Colégio, 11h58 min, sexta-feira...

Magali!— Chamava a voz quase como um sussurro atrás da garota— O magaliii— Chamou a voz masculina novamente.

A garota que já não prestava atenção na aula, não como antes, bufa revirando os olhos e olha para trás.

— Oi DC, o que quer?— Responde.

— É que acabei de ler o livro que você me emprestou semana passada, queria saber se dava pra passar na sua casa hoje pra pegar outro— Disse o moreno.

— Hoje não dá— respondeu com a voz baixa.

— Ué, por que? Você tem compromisso hoje? Vai sair de casa ?— Perguntou.

— Sim eu tenho compromisso, dormir  o dia inteiro na minha cama — Respondeu o que fe o garoto rir.

— Grossa.

— Sou.

— Ué, cadê a Magali doce e legal que eu conheço?— Disse ele ainda rindo da atitude grosseira e repentina da garota.

No instante em que pergunta isso, o sinal toca, e todos os alunos que ali estavam presentes, agora começam a se retirar da sala de aula.

Na sala ficam somente alguns alunos, incluindo Magali e Do Contra.

A comilona começa a organizar seu material, para se retirar também.

Já fora da sala, ela começa a procurar por sua amiga dentuça, que parecia ter desaparecido sem antes espera-lá, vendo que Magali já havia saído da sala, Do Contra decide ir atrás dela.

— Espera aí Magali!— Chamou ele enquanto corria atrás da garota que estava um pouco em sua frente.

A Menina ao ouvir pelo chamado, decide parar e espera-ló.

— Tá fugindo de mim por que?— Perguntou o menino ao alcança-lá.

— Não, tô fugindo de você DC... Me perdoa se fui grossa com você ou algo do tipo.. é que realmente eu não tô afim de receber visitas esses dias, me desculpe se te tratei mal.. não foi minha intenção, enfim,— Respondeu a garota massageando  suas  têmporas— Preciso achar a Mônica, você viu ela saindo?

— Ah não vi, acho que ela já foi embora— Dissertou Do Contra.

— Estranho, ela não me esperou nem nada, mas obrigado, Valeu!— Despediu-se a Comilona indo embora.

         [Magali narrando]

Chego em casa, cansada. Não fisicamente, mas sim emocionalmente.

Hora ou outra, vinham lembranças sobre as coisas horríveis que o ex namorado a quem tanto ela amava, lhe tinha dito...

Subo até as escadas e vou diretamente pro meu quarto, onde lá retiro minhas coisas e vou direto para minha suíte, tomar um bom banho, depois de mais um dia.

Depois, me enrolo na toalha e vou até meu guarda-roupa,procurar alguma peça de roupa confortável.

Pentiei meus cabelos e então pego meu celular que estava dentro da minha mochila.

Mônica tinha ido embora mais cedo e nem me avisou, então pensei que ligar para ela seria uma boa ideia.

— Alô? Mônica? — Perguntei ao perceber que ela tinha atendido a chamada.

Oi, Magá, tá tudo bem com você? Então, me desculpa de verdade não ter te esperado na saída, é que minha mãe tinha ligado pra mim dizendo que precisava da minha ajuda com as compras... então tive que ir direto pro mercado.

Ah, entendi, já ia cobrar explicações sobre esse sumiço repentino— Disse brincando.

Amiga, mais tarde te ligo, to ajudando a mamãe a fazer o almoço, se preferir bem que você poderia sair desse seu quarto e vir até aqui né Magali? Já faz uns dias que você não saí de casa...

Tá tudo bem mônica, eu também não tô nem um pouco afim de sair de meu quarto, prefiro ficar aqui em casa, no meu cantinho... tá agora vai ajudar sua mãe, que mais tarde te ligo— Disse por fim.

— Então tá né, Magali sendo Magali. Bom eu vou ter que desligar, beijinho amiga tchauu me liga mais tarde— E desligou a chamada.

Depois disso, me joguei na cama igual uma pedra cai no chão.

Eu realmente não tinha ânimo para nada.

Fiquei ali encarando o teto, por alguns minutos, quando de repente ouço algo estalando no vidro de minha Janela.

Pensei que poderia ser qualquer coisa, então resolvi ignorar, pois já estava quase caindo no sono.

E mais uma vez o barulho na janela me incomoda.

Decidi que o melhor seria ir lá verificar o que era.

Arregaço a cortina, e me deparo com Ninguém mais ninguém menos que Do Contra, com uma mão no bolso e outra prestes a jogar outra pedra.

Ao me ver ali, ele desiste da ideia de jogar outra pedra.

Abro a janela, tentando entender o motivo de toda aquela palhaçada.

— Ficou louco, Maurício?! A minha janela é de vidro! por que diabos você estava jogando pedras?— Perguntei furiosa.

Ele pega a escada que fica do lado da garagem, e começa a escalar.

— Do Contra?? Meu deus...—  Eu havia lhe dito mais cedo de que não queria receber visitas em casa?  Acho que sim se não me engano, e agora ele estava ali, prestes a entrar em meu quarto pela janela.

— Calma— Diz ele já adentrando em meu quarto— Só vim entregar seu livro, você nem esperou pra eu te entregar na saída...saiu igual uma desesperada.

Respirei fundo e massageei minhas têmporas, Ele estava me tirando do sério...

— Tá irritada assim por que?— Perguntou, retirando os fones de ouvido sem fio.

—  Eu não tô irritada...

— Tá sim.

— Não tô irritada, Do Contra, eu...

— Olha a sua cara de irritada.

— EU NÃO TÔ IRRITADA—  Disse em alto e bom som— Quer dizer, só um pouco...

— Bom, acho melhor eu ir embora—Disse ele, me entregando o livro em minhas mãos.

Quando ele ia indo em direção a janela, aquilo me cortou o coração, não sabia o porquê de trata-ló com tamanha grosseria, por pura impulsividade, descontar minhas mágoas em meus amigos não iria resolver meus problemas.

— Ei, espera— Chamei — Pode ficar me fazendo companhia?

 Ele olhou para mim, depois para janela, e depois pra mim de novo.

—Er... se quiser é claro— Terminei a frase.

— Tudo bem, eu fico— Disse ele finalmente

De repente, comecei a ouvir o barulho dos pingos de chuva caindo sobre o telhado, o dia já estava nublado desde cedo, e a chuva caiu somente agora.

— Você decidiu ficar aqui por mim ou pela chuva que tá caindo lá fora?— Não resisti em perguntar, querendo rir.

— Por você ué, eu não tenho medo de chuva igual o Cascão — Respondeu rindo.

 Repentinamente nós dois começamos a rir, por um motivo meio idiota.

Ficamos ali, ele sentado em uma ponta da cama, e eu em outra, conversando enquanto a chuva caía.

Do Contra e eu nunca fomos próximos, na verdade acho que seria mais provável  eu e Nimbus virarmos amigos do que eu e ele.

Naquele instante eu pude perceber o quanto ele era engraçado, falava coisas aleatórias durante toda a tarde, e tudo que eu conseguia fazer era rir.

 Durante essas poucas horas com ele, por incrível que pareça eu consegui esquecer tudo que estava me torturando durante todos aqueles dias.

As horas se passaram tão rápido que nem pude perceber que já estava anoitecendo, até a chuva já tinha ido embora.

— Bom, acho melhor eu já ir indo...— Disse ele se levantando da cama.

— Ué, mas já?

— Não era você que não me queria aqui? — Ironizou o menino.

—Realmente... mas você me fez mudar de ideia— Falei cruzando os braços.

E começamos a rir de novo, parecemos dois palhaços.

— Então tá né, você está admitindo que gostou da minha companhia, magrali — Atiçou, colocando apelido, o qual eu nem me importei.

—Agora falando sério, eu já vou— Caminhou até a janela, e abriu.

— Do Contra vai pela porta da frente, Jesus.

— Eu não gosto do Politicamente correto.

— Da próxima vez, se não vier pela porta da frente, você não entra— Debochou.

— Que seja, eu também não venho mais aqui se não for pela janela.

— Ai vai embora logo, garoto— Comecei a rir, pelo jeito estranho que aquele menino tinha de se comportar.

 

    Duas semanas depois...

Desde a visita de Do Contra a sua casa, os dois já não se desgrudavam mais.

Ele frequentemente ia visitar ela, comiam juntos na escola, ficavam horas conversando na pracinha, ou na biblioteca.

Todos perceberam a amizade e o grude que aqueles dois começaram a ter de repente. Inclusive Mônica, que já estava estranhando a aproximação. Não que a comilona tivesse a abandonado, ela sempre tinha tempo pra ela, e pro Do Contra.

 

  Sala de aula, 10H40min, AM...

Mano olha aqueles dois Cascão... do nada viraram os melhores amigos para sempre— Ironizou Cebola analisando Magali e Do Contra, que estavam sentados do outro lado da sala conversando — O Do Contra ainda não me desce—Acrescentou.

— De repente assim é até meio bizarro, sei lá, mas eles parecem ser bem amigos — Disse Cascão.

— Vai ver ele tá querendo pegar ela, já que ela terminou com o Quim— Disse Cebola.

—Vira essa boca pra lá careca, pelo que eu conheço a Magali nunca que ia ficar com qualquer um assim, terminou o namoro faz nem um mês— O sujinho parecia incomodado com a insinuação do amigo.

— Ué, e o que impede? Eles tão solteiro e... você tá com ciúmes?— Perguntou o careca, o que deixou  Cascão em silêncio por algum tempo.

 


Notas Finais


Será q ficou com ciúmes KKKKKKK


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