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História Paixões Perigosas ( Bakudeku - Katsudeku) - Capítulo 8


Escrita por:


Notas do Autor


Olá gente!
Voltei♡
Eu fiquei até
Com medo
De não terminar
O cap a tempo
Mas graças a Deus
Eu terminei.♡♡

Primeiro que gratidão
A todos vocês que
Estão acompanhando
A história. Amo vcs ♡

Segundo que aaaaaa
Eu tô muito feliz pelo
Ayoama, ou sera pela?

Hmm....vamos descobrir né

Hoje teremos 3 visões
Ayoama
Deku
E no final...só lendo para ver.

Boa leitura ♡

Capítulo 8 - Pedidos Perigosos



/Ayoama's POV/


Tudo ficou claro para mim.


Asui estava certa! Eu deveria ter procurado um psicólogo muito antes mesmo. Consegui encontrar o meu eu, na verdade, a minha eu.

Me lembro das palavras do professor Gran Torino:

" Sabe jovem, existe dois conceitos que todos pensam que são ligados, mas na verdade, são coisas completamente diferentes.

O Primeiro se chama identidade sexual, por quem você  sente atração. Se é  por um gênero diferente, se é por dois, se é por todos, se é  por nenhum....e assim vai. O segundo  se chama ideologia de gênero, o que você é. Ou seja, se você é mulher, se você é homem, se você é travesti e se você é transexual. O mais curioso, um transsexual é  aquele indivíduo que nasceu em um corpo, mas sua mente se identifica que ,na verdade, ele pertence a outro corpo.

Sabe jovem, a natureza também possui defeitos, mas  são esses defeitos que a tornam mais bela e fascinante. A pessoa que nasce nessa situação, com a transexualidade, vai apresentando essa sua natureza aos poucos. Ela vai rejeitando o que o corpo falso dela pede e passa a querer o que ela realmente deveria ser, com o que ela realmente se identifica. Pessoas que são "trans" ainda sofrem preconceito e também podem ser chamadas de loucas. Porém hoje, a ciência comprovou que é  real. Existem leis e procedimentos médicos que podem ajudar essas pessoas a serem quem elas realmente são. O nome disso é transição. Eu não sei se você pode ainda se considerar um trans, pois você precisa buscar isso em você. Esclareça essa dúvida e então na próxima seção a gente conversa sobre a transformação e eu vou lhe ajudar. Caso você não se identifique como um trans, podemos continuar a seção normalmente."


Eu fiquei em dúvida, mas após pesquisas, eu realmente consegui me encontrar, vendo os relatos das outras pessoas.

Eu não conseguia ver a hora de iniciar minha transição. Eu já estava tão ansiosa que fui procurar Asui, para contar tudo para ela. E por incrível que pareça, ela entendeu tudo e me apoiou. E aí...simplesmente estávamos lá, nos maqueando!

- Então...Eu ponho mais rímel? - Pergunto, ela concordou, então eu seguro o pincel e começo a passá-lo lentamente em seus cílios.

- Ain!  Você está arrasando! Está mandando muito bem nessas paradas!  - Ela diz, elogiando meu trabalho. Eu coro e agradeço.

- Obrigada Asui, obrigada de verdade por me apoiar! - Digo. E sim, no gênero feminino, pois é isso que eu sou.

- Então...E seus pais? O que você vai fazer a respeito deles? - Ela Pergunta, com o semblante sério. Eu ainda não tinha pensado nisso, mas eu já tinha algo em mente.

- Sabe Asui, eu vou me formar e me preocupar mais em mim. Depois eu vejo o que faço a respeito deles. - Digo, honestamente. Então eu guardo o rímel e pego o batom.

- Mas e no dia da visita? O que você vai fazer? - Ela volta a interrogar.

- Me disfarçar, ser o Ayoama que eles conhecem. Aí quando eles se forem, volto a ser a Ayoama. Agora feche a boca que vou passar o batom. - Digo, passo o objeto levemente pelos lábios dela e observo eles mudarem de cor,  ficando mais vivos, em um tom rosa bem mais escuro.

- Prontinho! Agora veja como ficou! - Digo, e ela se olha no espelho. Asui abre um um sorriso e fica feliz com o que ver.

- Você arrasou! Veja só! Aiin será que Mina vai gostar?

- Gostando ou não, você nao precisa da aprovação dela. Você  é perfeita do jeito que  é. - Digo, segurando seus ombros e nos olhamos no  espelho.

- Agora é a sua vez né?  - Ela diz, então sentamos na cama e ela começa a passar uma base em mim. Após isso ela dá cor às minhas  pálpebras e depois passa um rímel em meus cílios. Após isso ela segura o batom e contorna minha boca e depois disso passa os dados nas comissuras, a fim de retirar alguns borrões.

Na mesma hora  que levanto e me olho no espelho. Eu não vejo mais aquele Ayoama infeliz, eu vejo uma nova Ayoama, quem eu realmente sou, quem eu sempre fui.

E nada vai me fazer mudar. Não dá para mudar quem realmente somos, não dá para lutar contra nossa própria natureza. Não podemos modificar quem nascemos para ser.

Eu não falo de ações, eu falo de essência.

- Sou eu. - Digo e sorrio.

Feliz por ter me encontrado.

Feliz por ser quem sou.




/Izuku's  pov/


Eu sabia, eu sabia que no momento que eu o chamei para fazer aquilo, ele iria ficar no meu pé. 

Estou pensando no que faço agora. Preciso convencer ele a não dizer nada.

Não posso contar que fui forçado por Kacchan, ele viu tudo.

Se eu contar uma mentira logo de cara, ele não vai mais confiar em mim, e pior, ele pode espalhar tudo.

É  por isso que eu queria que Kacchan  me assumisse! É  tudo culpa dele! Esses negócios de esconder relação, transar  escondido... é  tudo coisa dele!

Não quero ir mais a lugar nenhum, vou morar aqui agora. Não quero saber se tem aula, não quero saber se vou ser expulso, eu não quero saber mais de nada!

Não tenho ideia do que estou fazendo. Mas eu tive uma ideia, posso ir até ele, conversar, contar a verdade, e pedir desculpas. Se eu me desculpar agora mesmo, talvez eu ainda consiga salvar alguma coisa desse desastre.

Eu menti para me proteger, não para o mal dele. Mas agora ele sabe, ele sabe que eu o usei.

Não tenho mais nada para fazer , só me resta aceitar que ele viu, que ele vai contar, Kacchan vai me largar, eu vou ficar só. E não vai demorar muito.

O fato dele ter visto, não quer dizer nada, até onde sei, ele pode muito bem esconder isso e fingir que nada aconteceu, pois lá no fundo, ele se preocupa comigo e tem medo do Kacchan.

Mas se ele contar, acho que o Kacchan ainda fica comigo. Tudo que aconteceu antes ele me perdoou e eu perdoei ele. Passamos uma borracha em nossas brigas. Ele me disse que seu eu recuasse e fugisse. ele iria insistir até eu ficar. Então eu não posso mais fugir dele? Posso?

Eu estou com medo, fiz tudo errado de novo.     

Vozes, vozes me fazem ficar atordoado...

Fuja, Izuku...

Fale a verdade, Izuku...

Minta, Izuku...

Mate-se, Izuku...

Tudo mudou, se ele vai contar, então vou ter que dizer a verdade aos dois. É justo, não é?  Sinto que falta um pouco de justiça em minha vida.

Como eu faço isso?

Bom eu vou até o Kacchan digo:

"Oi Kacchan,  então o Todoroki viu a gente meio que transando...ontem a noite e..."

MEU DEUS DO CÉU!

Esqueci que o Kacchan é explosivo de mais! Ele com certeza vai matar o Todoroki,  se bem que ele tá merecendo...

E quando ao Todoroki? O que eu faço? O que eu digo?

Nada...não diga nada, Izuku!

Apenas finja que nada aconteceu...

Não, eu não consigo...

Eu preciso ir atrás dele, eu preciso que ele me conte o que ele vai fazer, eu preciso que ele me diga o que ele realmente viu...

Bom, eu sei que o ele viu, mas não sei bem como ele interpretou...

Na mesma hora a porta foi aberta, Kacchan entrou no meu quarto.

Não acredito...descobriram, pronto, ele descobriu, agora ele vai descontar tudo em mim. Beleza, eu mereço afinal.

- Esqueci minha jaqueta! Tava tão calor que nem vi que a trouxe. - Falou-me,  ele foi até o pé da cama e pegou a peça. Então ele riu para mim, tentei fingir que estava tudo bem. Mas ele perguntou:

- O que foi que aconteceu?

- Nada...

- Não minta! O que aconteceu? - Ele voltou a questionar com um olhar reprovador.

Aconteceu algo. Não tenho ideia de como ele sabe, mas ele sempre sabe, ele me conhece muito bem. Vai ver é a maneira com que eu me comporto.

Não admiti que as coisas estavam muito mal para nós. Não contei que o Todoroki sabe da nossa relação, ele com certeza iria acabar com o menino.

- Está tudo bem! - Afirmo.

- Dá para ver nos seus olhos...o que houve, pequeno?- 

- Já disse que não aconteceu nada! Agora vá, tem que ir treinar! - Digo.

- Tudo bem, qualquer coisa, você sabe que eu estou aqui né? - 

- Será que você sempre vai estar? - Questiono, não sei, força do hábito.

- Por que essa pergunta? Você sabe que sim. - Ele diz, assenti com a cabeça. Então ele me beija na testa, acena e sai.

Assim que ele fecha a porta, o meu sorriso desaparece e me sento  na cama.

Não me lembro mais quando comecei a acreditar que poderia aguentar todas essas mentiras, toda essa discrição, que iríamos ser felizes após nossa formatura. Mas, a partir de agora,  eu passei a duvidar de tudo, talvez o Kacchan nunca mais queira me olhar, ele vai parar de mandar mensagem, vai parar de telefonar. Pois sou motivo de vergonha. Está claro para mim agora,  eu deveria ter esperado nossa formatura, eu não deveria ter me envolvido com o Todoroki para provocar ciúmes nele, eu não deveria nem ter o chamado. Mas ele foi tão gentil, pensei que seria fácil enganar ele, pensei que seria fácil enganar os dois. Só que agora eu sei que as coisas não são tão fáceis assim.

Não sou um namorado modelo, eu nunca fui, e nunca  tentei ser...ainda mais escondido.

Eu só queria que ele me assumisse! Mas aquilo virou um obsessão. Mas eu sei que qualquer pessoa que estaria em minha pele também faria o mesmo né?

Afinal...ninguém aguenta viver tanto tempo em meio a tantas mentiras, uma hora  precisa agir.

Eu poderia muito bem me levantar e seguir em frente. Mas eu não quero...eu quero me sentir pior.

Não me sinto tão ruim como eu deveria me sentir. Afinal eu estraguei minha relação com o Kacchan, estraguei minha vida, estraguei a vida do Todoroki.

Eu não consigo falar nada...um nó se forma na minha garganta. O quarto ainda está abafado, apesar daquela maldita janela ainda permanecer aberta.

Então eu ouço mais passos, não era Asui...não era Ayoama, muito menos Kacchan, eu tinha certeza que era ele.  E eu estava certo.

- Oi, Izuku, - Ele abre a porta. E fala, ao mesmo tempo que  adentra no meu quarto.

- Me diz o que você viu? - Pergunto, diretamente no assunto.

- O que eu vi? Eu vi uma mentira...por que você não me contou que dava em segredo ao Katsuki? Não...por que você me chamou para fazer amor naquele dia? Vamos ver...Naquele dia o Bakugou não podia pois estava muito cansado, aí você me viu e resolveu tirar proveito de mim, certo? Mas aí...você se lembrou que iria me magoar e resolveu mentir! E eu aceitei sua mentira! Aí no dia seguinte eu venho aqui conversar com você...quem sabe até mesmo te dar mais coragem para ter sua "primeira vez". Mas acontece que era tudo mentira! - Ele suspirou profundamente: - Estou certo? - Perguntou por final.

Eu mal consegui olhar para ele, minha cabeça estava tão baixa que quase encostava no peito.

- Não conta para ninguém! - Digo, e eu então me sinto péssimo. Eu não estava ajudando, só havia piorado a dor dele. Então eu começo a chorar de mansinho.

- É melhor eu ir embora! - Ele fala, mas não...não posso deixar ele ir, com toda a minha vida nas mãos dele.

- Não vá ainda! - Pedi, a voz baixa. Ele não chegou a ficar de pé. Ainda estava a minha frente na cama, sentado.

- Você não vai mesmo contar né? - pergunto, Ele deu uma risada, mas quando ele percebeu que eu estava falando sério ele me olha e diz:

- Vou pensar no assunto...Mas saiba, não é só a sua relação com o Katsuki que foi destruída, a minha visão sobre você também foi.

- Tem que ter algum jeito de tudo ficar bem! De você me perdoar! - Falo, segurando a sua mão. Ele a tira da minha. Com raiva, no entanto, ele pensa um pouco...observo sua expressão...Ele abre um sorriso e diz:

- Sabe...O Bakugou não vai te fazer feliz se ele continuar nessas mentiras...

- O que você quer dizer?

- Fique comigo, Izuku, eu posso fazer você feliz.

- Não...Eu não posso..o Kacchan...

- O Kacchan...não precisa saber.












/Todoroki's POV/

 

  Me dei conta que estou com a coisa mais preciosa do meu inimigo nas mãos.


Notas Finais


Ódio de um pavê né? Kzkzkz


Gente link da fic nova:https://www.spiritfanfiction.com/historia/desejos-sombrios-bakudeku--katsudeku-21746564

Pra quem gosta de safadeza ela vai tá cheinhaaaaaaa.

Até...♡


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