História Palmas Ao Amor - Capítulo 2


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Categorias Naruto
Personagens Fugaku Uchiha, Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Izumi Uchiha, Jiraiya, Kabuto, Kakashi Hatake, Karin, Kushina Uzumaki, Matsuri, Mebuki Haruno, Metal Lee, Mikoto Uchiha, Minato "Yondaime" Namikaze, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Obito Uchiha (Tobi), Orochimaru, Rock Lee, Sai, Sakura Haruno, Sasori, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Shion, Shisui Uchiha, Temari, TenTen Mitsashi
Tags Amor, Romance, Sasusaku, Tragedia
Visualizações 32
Palavras 1.104
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hello...
It's me...
Episódio de hoje é um episódio musical!! Onde tiver a nota de música será a trilha sonora.

Capítulo 2 - Cair


Fanfic / Fanfiction Palmas Ao Amor - Capítulo 2 - Cair

Sakura Haruno 

Altura a qual eu me localizo, seria capaz de matar facilmente qualquer pessoa com um simples passo ou até mesmo de uma síncope nervosa aquelas que tem medo compulsivo à comparáveis alturas.

Estava prestes a encontrar meu final. Prestes a queimar o bagaço de lã que sobrara do meu coração. Um passo e, não serei mais Sakura Haruno, a menina ainda na sua mocidade dos seus 19 anos, que nunca sequer teve um namorado... 

" É eu deveria ter arranjado um..." 

Amou mas não foi retribuída, caiu e pelo chão ficou... Se retraiu até desaparecer como nada.

" Se comparada ao universo, eu sou insignificante, uma areia rosa num deserto tortuoso onde à tantos grãos de areia que se, sumisse o meu grão, ninguém notaria e ele nem se quer faria falta... " 

Um passo Haruno, apenas mais um passo... 1... 2 ... 3... E...

– EI! - o quê? Quem está falando?

Me viro, olho para baixo, para os lados, até que meus olhos pousam em um ser atrás de mim. Seus ombros estavam rígidos e suas mãos estavam em seus joelhos, seu corpo levemente encurvado para tomar fôlego e pequenas gotas de suor escorrendo de suas testas.

♪ Moça, sai da sacada

Você é muito nova pra brincar...

Seus cabelos negros levemente espetados, se ergueram junto com um perfeito par de Onix em formato de íris que me encaravam perplexos.

♪ de morrer...

– ei! Não precisa fazer isso! - disse ele se aproximando com cautela. Como se eu fosse uma aberração prestes a atacá-lo caso fizesse um movimento brusco. Hump... Patético.

♪ me diz o que há,

O quê que a vida aprontou...

— o que você quer? - perguntei próxima a beirada da enorme queda.

– saber o que aconteceu com você para ter tomado essa atitude. - disse parando atrás de mim, segurando a barra da minha camisa.

♪ dessa vez?...

Ele estava determinado a não me soltar. Sua respiração estava em minha nuca e seu outro braço se encontrava puxando meu braço para fora da ponta, me levando agora ao centro da enorme sacada.

– não te interessa. - respondi a um fio de voz que por sua vez, estava embargando.

– não precisa ser assim, eu estou tentando ajudar. - disse me soltando e parando a minha frente. - meu nome é Sasuke Uchiha, sou psicólogo. Vi o que estava prestes a fazer garota, e... Não precisa ser assim. Olha, eu... Sinto que você precisa de ajuda.

     ♪ Venha, desce daí  

Deixa eu te levar pra um café,

 pra conversar...

– eu não preciso de ajuda! - olhei para baixo tentando conter as lágrimas que queriam rolar pelo meu rosto já marcado por muitas delas. - só me deixa em paz... Eu tenho que fazer isso!

♪ Te ouvir..

– Porque a gente não senta e conversa? Eu aposto que consigo te fazer mudar de ideia. - ele sorriu e me levou a um pequeno degrau, fazendo com que eu me sentasse.

♪ E tentar te convencer...

– o que te faz querer isso? - ele perguntou se sentando ao meu lado – sua familia não deve estar preocupada com você?

Eu não sei porque mas quando ele disse a palavra família... Foi como o estopim para minhas lágrimas jorrarem, como uma pequena cascata salgada.

Família... Eu gostaria de pertencer a uma. De verdade.

♪ Que a vida é como mãe...

– minha família se foi... - disse em meio a fungadas e lágrimas. - TODOS SE FORAM! - gritei e me agachei em meio aos meu joelhos com as mãos na cabeça chorando copiosamente. Por tristeza e por estar dizendo isso a um completo estranho.

♪ Que faz o jantar e obriga os filhos a comer os vegetais
Pois sabe que faz bem...

— Eu sinto muito... Você... - o cortei me levantando.

— o que você ganha conversando comigo?! - disse severa e duramente.

Ele suspirou.

— nada... Nada mesmo. - ele deu uma pausa e parou para me olhar - mas você ganha...

                        ♪ E a morte é como pai...

— o que eu ganho - o olhei para ele com olhos de dúvida e frieza.

Ele se levantou e veio até mim. E com quase nenhuma voz ele proferiu.

— a chance de viver de novo...

♪ Que bate na mãe e rouba os filhos do prazer de brincar
Como se não houvesse amanhã...

Havia paralisado. Meu cérebro estava cogitando deveras variáveis perguntas sobre o porquê exatamente. O porquê de eu estar praticamente conversando com um estranho.

— você não sabe o que eu passei. - disse olhando seus belos onix cativante.

– realmente eu não sei... Mas pense na sua situação e veja que muitas pessoas já passaram por piores e estão vivas e alegres hoje. Felizes e reconstruídas.

♪ Moça, não olha pra baixo

Aí é muito alto

Pra você se jogar

Vou te ouvir

E tentar te convencer...

Isso era verdade. Mas eu não queria aceitar. Eu não era outra pessoa. A situação era complicada demais para seguir em frente. Simplesmente não dava

♪ (Somos programados pra cair)...

– pense bem... Sua vida vale a pena se você quiser mudar... E também você não sabe o que a espera no fim do túnel, não é mesmo? - ele disse junto a um sorriso ladino.

Neguei com a cabeça.

– minha vida não vale a pena. - sussurrei.

♪ Que a vida é como mãe

Que faz o jantar e obriga os filhos a comer os vegetais

Pois sabe que faz bem...

– então faça-a valer. - com aquelas palavras me desmanchei. Minhas lágrimas caíram mais densas. Mas minha muralha ainda não se mexia.

– não dá.

♪ E a morte é como pai

Que bate na mãe e rouba os filhos do prazer de brincar

Como se não houvesse amanhã...

– o que você vai fazer agora está em suas mãos. Sua vida está em suas mãos. Mas a pergunta é - disse ele se afastando - a morte seria capaz de pagar o preço da sua vida? - e nas sombras ele desapareceu acenando um breve adeus.

♪ Mas, tudo bem, nem sempre estamos na melhor...

Olhei mais uma vez para a grande altura e repensei a pergunta em minha mente. Cheguei a conclusão de que... Detestei esse estranho. Porque ele me fez pensar quando isso era a coisa que eu menos queria fazer.

Olhei para cima desejando que papai me visse agora... Então a resposta veio a minha mente como uma dúvida. "a morte seria capaz de pagar o preço da sua vida?" É minha resposta foi... "Não?" Eu ainda dúvidava sobre o meu valor. Por mais um momento eu quase pulei. Mas disse a mim mesma "quem sabe na próxima". 

♪ Moço, ninguém é de ferro

Somos programados pra...

Talvez minha vida tenha mais alguns tempos dela mesma. Pela primeira vez em meses eu me permiti... Sorrir com meu paranóico pensamento.

♪ cair.

O ponto final de Sakura Haruno ainda não chegou.

Continua?...




Notas Finais


Capítulo xoxo mais ta aí kkkkkk
Foi mal não ter postado mais. É que eu passei mal e estava internada. Nada grave só tomei soro mesmo kkkkk
By❤


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