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História Palpatine - Uma história Star Wars - Capítulo 12


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Notas do Autor


Saudações jovens jedi e sith!!!!!

O capítulo de hoje traz a continuação dos fatos anteriores, onde Palpatine teve uma visão através da força.

Sem enrolação, bora pra ação!!!!!!

Capítulo 12 - O Camponês


Palpatine correu para a área afastada do campus em direção ao bosque, até o local que vira anteriormente, mas ficou frustrado quando viu que não havia ninguém ali além dele então ele sentou-se ao lado de uma árvore e repousou seus ombros na base do tronco, observando os raios de sol que entremeavam a copa e produziam uma iluminação agradável aos olhos.

Alguns minutos depois, Palpatine ouviu um farfalhar por entre as folhagens e levantou-se para dar a volta no tronco e observar quem poderia ter chegado ali, debaixo de um manto marrom escuro, Si’Dani apareceu caminhando quase que na ponta dos pés, na tentativa de não ser notada.

Aliviado Sheev revelou-se saindo de trás da árvore e caminhou em sua direção.

— Eu sabia que você viria – disse ele timidamente.

— Sério? – Respondeu ela retirando o capuz e revelando seu rosto – Alguém te contou?

Sheev retraiu-se por alguns instantes e teve medo de contar a ela o que acontecera, tentando disfarçar o olhar, mas ao perceber que ela ainda olhava em sua direção aguardando uma resposta, recorreu a uma pequena fuga estratégica dizendo:

— Você me disse que viria aqui para alimentar os escavadores depois que as aulas acabassem, não lembra?

— É verdade – respondeu ela um tanto desapontada – me esqueci disso.

Eles ficaram em silêncio por um instante, sentados sobre a grama observando e ouvindo o canto dos pássaros, o zumbido dos insetos e o vento que fazia cair as folhas das árvores.

— Você está bem? – Perguntou ele olhando para ela.

— Eu não sei – disse ela apertando o braço e olhando para o chão – quer dizer... fisicamente estou bem, mas...

— Mas o que? – Perguntou ele curioso.

Ela então pegou em sua mão e se aproximou dele dizendo:

—Quando estávamos... você sabe... naquela situação. Eu tive uma sensação ruim.

Sheev mudou o tom e pareceu mais indiferente.

— Fale mais.

— Foi como se algo tivesse despertado... uma energia sombria.

— Eu também senti algo – disse ele levantando-se.

— E o que foi? – Perguntou ela curiosa – Me conte!

Ele deu alguns passos adiante sem falar nada, tomou fôlego, apanhou um graveto e começou a desenhar pequenos círculos na areia úmida até que caminhou na direção dela e respondeu:

— Eu tive umas... visões...

— Como assim? – Interrompeu ela se levantando e caminhando na direção dele.

— Quando eles fizeram aquilo com você... eu senti uma energia bruta percorrendo pelo meu corpo – ele olhou diretamente nos olhos dela – era como se eu pudesse fazer qualquer coisa.

— Como arremessar os dois sobre o muro – completou ela – o que sentiu.

— Me senti forte, mas ao mesmo tempo... errado.

Ele fez uma longa pausa e então prosseguiu:

— Pouco antes de desmaiar eu... vi alguém... entre as árvores.

— Quem era?

— Não dava para ver o rosto, eu nem sei se era de verdade, mas parecia me observar.

Si’Dani olhou para ele com certa apreensão e preocupação, de certa forma, o menino que ela conhecera parecia ter se transformado depois do que aconteceu, mas o despertar dessa energia carregada a fez retrair-se. Instintivamente ela se aproximou dele e pegou em sua mão dizendo:

— Foi um dia traumático... para nós dois... as férias estão chegando. Então poderemos nos recuperar.

Sheev assentiu em silêncio olhando para o horizonte enquanto ela o olhava com certa admiração e curiosidade até instintivamente dar um abraço que envolveu sua cintura contra a dele. Ambos tinham praticamente a mesma altura, mas Sheev era um pouco mais alto que ela. Confusos, eles se olharam por alguns instantes e ela envergonhada repousou sua cabeça sobre o peito dele dizendo:

— Obrigado por ter lutado para me proteger, Sheev. Foi a coisa mais incrível que já fizeram por mim.

— Não precisa me agradecer, Si’Dani. Eu apenas fiz o que era certo.

— Você fez muito mais do que isso – respondeu ela abrindo um sorriso.

Após alguns instantes, os famintos escavadores se aproximaram deles, na esperança de obter seu sustento necessário e imediatamente eles se aproximaram dos dois, procurando fervorosamente por algo que lembrasse um saco com migalhas. Sem qualquer resquício de timidez, os animais esticavam seus compridos focinhos e roçavam suas patas sobre a perna de Palpatine.

— Está bem, eu já entendi que estão famintos – ele tirou de sua mochila o saco de migalhas e então espalhou em pequenas porções iguais – aqui está.

Em poucos segundos, o alimento foi devorado pelos animais e eles voltaram a se aproximar de Sheev para pedir mais.

— Por hoje é tudo que tenho, amigos – disse ele revirando o pequeno saco de pano no chão de onde caíram as últimas migalhas.

Ao ver que não haveria nada ali, os animais então desapareceram em meio ao ermo, retornando para o local onde se abrigavam contra as intemperes e eventuais predadores. Si’Dani observara toda a cena e então disse:

— Eu ainda não entendo como essas criaturas chegaram aqui.

— Nem eu..., mas eu acho que alguém pode nos explicar.

— Quem?

— Ontem, quando eu estava voltando para casa, passei pelo mercado. Um mercador de verduras e especiarias tinha um desses preso numa gaiola.

— Acha que esses podem ter alguma relação com ele?

— Eu vou descobrir isso!

— Então vamos logo! – Respondeu ela puxando Palpatine pelo braço e correndo pela trilha – Antes que escureça.

— Si’Dani espere!

Palpatine viu o exato momento em que ela estava prestes a se cortar no arbusto espinhento e com um balançar de mãos empurrou-a para o lado sem sequer tocar nela, o que fez ambos caírem assustados. Ela então se levantou preocupada ao ver que ele continuava sentado no chão olhando para as mãos trêmulas e perguntou:

— O que foi isso?

— Eu não sei – respondeu ele – foi estranho.

— Você se machucou?

— Não – Palpatine levantou-se e bateu a poeira – e você?

Si’Dani negou com a cabeça e então eles correram novamente na direção do colégio passando pelo pátio e dirigindo-se ao portão de entrada e rapidamente atravessaram as ruas próximas até finalmente chegarem ao grande mercado, onde os habitantes concentravam-se por toda a área e diversos veículos cruzavam em velocidade, trazendo e levando cargas dos mais variados tipos, pesos valores e tamanhos.

Palpatine olhou por toda a extensão do pavilhão comercial até avistar novamente a tenda do mercador, que para sua felicidade já estava aberta e com as bancadas postas sob uma tenda adornada com tecidos coloridos. Esgueirando-se por entre a multidão, os dois chegaram rapidamente até o local, onde haviam alguns caixotes de madeira com frutas frescas e algumas especiarias atrás das bancadas. Havia ali também um balcão onde provavelmente ficavam os registros das entregas e os créditos usados nas transações e dentro do balcão, um refrigerador onde ficavam mantidos os cortes de carnes e animais trazidos pelos caçadores e uma porta tampada por um corte de tecido da mesma cor da tenda na área externa.

Eles andaram pelo quiosque, observando todos os tipos de vegetais, grãos, sementes e temperos típicos da culinária de Naboo, porém haviam também espécies de planetas longínquos, tais como fruta Gapanga, nativa de Lorrd e as populares Mattberries da lua florestal de Endor, da qual extraía-se uma cerveja fermentada autêntica, através de um sistema de prensagem a frio. Finalmente, sobre uma mesa cúbica ao lado do freezer, a gaiola de metal repousava envolta por um pano desbotado.

Palpatine ouviu o animal sibilar por baixo da gaiola, como se estivesse intimidado com a presença deles, Si’Dani alertou para que eles saíssem dali e aguardassem do lado de fora, mas a curiosidade de Palpatine falou mais alto e quando ele estava prestes a puxar o tecido da gaiola, um braço metálico bateu sobre sua mão usando um panfleto de papel grosso enrolado, fazendo com que ele recolhesse seu braço instintivamente.

— Vocês não estão cadastrados no sistema de clientes, devo eliminar os intrusos – dizia um droide auxiliar de quatro braços que caminhava a passos lentos, focando seus fotorreceptores na direção de Sheev e Si’Dani repetindo as palavras com sua voz robótica arrastada – devo eliminar os intrusos.

Si’Dani escondeu-se atrás de Sheev, que recuou alguns passos para trás, derrubando algumas latas pelo caminho. O droide seguia na direção deles de forma ininterrupta, girando seus braços na tentativa de apanhá-los com suas brilhantes garras de metal.

Sem perceber, Si’Dani e Sheev afastaram-se de costas para a porta e ela bateu contra a volumosa barriga do homem que comandava aquela loja, empurrando Palpatine para frente com um solavanco.

O homem então puxou os dois pelos ombros de forma grosseira, quase arremessando os dois para fora da loja dizendo:

— Digam-me o que faziam em minha tenda ou eu chamarei a polícia.

“Mais confusão” – Pensou Palpatine ficando em silêncio enquanto ele lançava um olhar intimidador sobre os dois. Sheev então tomou fôlego e com uma coragem notória posicionou-se à frente de Si’Dani e disse:

— Peço desculpas, meu bom senhor. Minha amiga e eu estávamos passando por sua tenda e ouvimos o barulho de um animal. Pensamos que ele poderia estar causando estragos à sua propriedade e, como não vimos ninguém decidimos entrar para investigar, mas fomos interceptados pelo seu autômato.  – Ele então curvou-se de forma calma diante do homem e prosseguiu – Não tínhamos intenção de roubá-lo.

O homem fitou os dois em silêncio por alguns instantes e em seguida fez um aceno de mãos ao droide dizendo:

— Retorne para o compartimento, eles não são uma ameaça.

O ser robótico virou-se e desapareceu por trás das cortinas e o homem voltou suas atenções a eles.

— Peço desculpas pelo susto, mas ele é necessário para intimidar os ladrões que aparecem aqui.

— Então... – interrompeu Si’Dani ainda acanhada – ele não ia matar a gente?

O homem gargalhou de modo que sua avantajada barriga tremulava por baixo de sua camiseta e respondeu:

— É claro que não... TC-12 é um droide de relações humanas adaptado com braços de carga, mas é inofensivo. – O homem pôs alguns créditos no balcão que ficava do lado de fora e então acendeu um charuto dizendo – Pelos céus, se eu tivesse um droide assassino aqui, teria problemas com a polícia. Os Naboo são contrários à política armamentista.

— É – murmurou Palpatine.

O homem fitou os dois pré-adolescentes, que ficaram em silêncio por alguns instantes e então voltou-se para eles dizendo:

— Onde estão meus modos? Permitam que eu me apresente: Me chamo Zeel Dontrhax, eu represento um dos pontos comerciais das fazendas Veruna aqui em Naboo. E vocês?

Si’Dani sentiu-se mais confortável e aproximou-se do homem dizendo:

— Sou Si’Dani Whart, aluna de Intercâmbio.

— Uma Umbarana? – Disse ele avaliando com curiosidade – Seu povo não havia recusado o tratado da república?

— Eu nasci em Atoa, apesar dos meus pais serem Umbaranos, mas o senhor está certo. O Sumo Conselho de Umbara faz uma propaganda anti-intervencionista pois não aceita uma submissão às leis da República. Atoa, por sua vez, é um lugar de pouco desenvolvimento e tem sido amparado pelo governo galáctico.

Zeel concordou com a fala de Si’Dani e então levantou-se, olhou para ela e falou impondo suas mãos sobre seus ombros.

— Sábias palavras, minha jovem! Anos atrás Naboo me acolheu como seu filho quando ninguém mais o fez. Espero que encontre aqui o que procura.

Si’Dani sorriu e agradeceu o gesto do homem de forma tímida, mas Palpatine ficou ainda mais curioso sobre aquela figura que se apresentava diante deles e então perguntou:

— Então quer dizer que o senhor não é daqui? – Sheev observou com mais atenção as feições daquele homem, estudando cada detalhe de sua anatomia. Os longos cabelos brancos entregavam sua idade avançada e sua constituição física volumosa, bem como sua barba espessa e rústica, denotavam pouco apreço à vaidade ou os cuidados com a aparência. Os dentes amarelados pelo tempo revelavam uma personalidade compulsiva pelo fumo, mas apesar de todos esses traços ele era um homem alto de postura imponente, a qual deveria ser cautelosamente respeitada. Sheev aprendeu com a educação que herdara de seus pais a sempre respeitar os mais velhos, mas a persuasão com que ele conseguiu acalmar o homem foi espantosa. Durante toda a sua vida ele aceitava a vontade alheia contra a sua vontade para não ser notado, mas dessa vez usou isso a seu favor, fingindo contrição em prol da aceitação do homem. Depois da pergunta invasiva ele adotou um tom mais moderado e inocente, a fim de extrair a informação que lhe interessava – Isso explica a qualidade de suas mercadorias.

O Velho Zeel sorriu pela gentileza de Sheev e pensando ter a vantagem sobre a situação respondeu com um afago sobre os ruivos cabelos do jovem Palpatine, desmanchando parte do seu penteado dizendo:

— Nenhum vegetal é mais belo do que os cultivados no fértil solo de Naboo, meu jovem. Se eu trouxesse vegetais de Kuat para cá, provavelmente seria preso, eles são horríveis. – Ele apanhou duas frutas redondas de coloração avermelhada e jogou para eles – Provem! Garanto que nunca comeram algo melhor.

Os dois deram uma generosa mordida no doce fruto que crescia próximo ao território dos gungans e em poucos segundos o néctar preencheu suas papilas com seu sabor suave e adocicado, fazendo com que eles devorassem tudo em poucos segundos.

— Muito delicioso! – Exclamou Si’Dani.

— Realmente – completou Palpatine – Que fruto é esse?

A inocência do menino o pegou desprevenido e então foi a vez do homem fita-lo com curiosidade dizendo:

— Ora, ora! O jovem Naboo não conhece os pêssegos campestres?

— Nunca ouvi falar – respondeu ele dando de ombros.

— É claro que não, são comidas de operários. Os nobres da Casa Real utilizam apenas para fazer óleos aromáticos.

Palpatine sentiu-se envergonhado por saber menos sobre seu próprio planeta do que o Kuatano e Si’Dani percebeu sua variação de humor. O homem então observou os trajes de Palpatine e disse:

— Não me disse seu nome, garoto.

— Sheev – respondeu ele em tom seco e indiferente.

— Nome forte! – Avaliou Zeel – Deixe-me ver se estou fluente na simbologia Naboo: Sheev significa “Renovador”, não é? – Palpatine assentiu com a cabeça e ele prosseguiu – Bem, Sheev... a qual família você pertence?

Palpatine pensou por alguns instantes sobre a pergunta, pois temia uma eventual desvantagem sobre ele, mas sem hesitar respondeu:

— Sheev Palpatine.

— Hum... – murmurou o homem avaliando cautelosamente – nunca conheci um Palpatine, não que eu me lembre. Fazem parte da Casa Real?

— Minha mãe foi diplomata – respondeu ele de forma grosseira para encerrar o assunto. Palpatine queria evitar que o homem soubesse quem era o seu pai, pois sabia que um eventual concorrente poderia significar uma ameaça aos negócios – agora está licenciada.

— Compreendo. – Assentiu o homem – A diplomacia de Naboo é tão importante quanto a monarquia em Naboo. Tenho certeza de que ela exerceu bem.

Palpatine deu de ombros e então perguntou:

— Que tipo de animal invadiu sua loja, Sr. Zeel?

Subitamente o homem se levantou e correu na direção da mesa cúbica ao lado do freezer dando um grito estridente:

— Pelos céus! Eu me esqueci dele – O homem apanhou uma das mesmas frutas que havia dado para Si’Dani e Palpatine, pegou uma pequena faca e filetou alguns pedaços e em seguida retirou o pano que cobria a gaiola, revelando o escavador que ali vivia – Você deve ter sibilado por estar com fome, não é?

Sheev fitou o animal que era exatamente idêntico aos que ele alimentava no bosque e observou o modo como o homem tratava dele. Percebeu que em seu dorso haviam algumas pequenas cicatrizes, que pareciam ter vindo de duelos anteriores. Curioso ele perguntou:

— O que são essas marcas?

— Ninguém sabe. Os escavadores são territoriais e sempre promovem disputas violentas pelo comando do bando. Você conhece a espécie?

— Eu sei que ela vem de uma das luas de Yavin.

— Muito bom, garoto! – Disse ele acariciando o animal – Essas criaturinhas são inteligentes, mas agressivas se tiverem que disputar territórios. E elas só obedecem a um poder maior.

— Como assim?

— Se um deles conseguir ferir você, os outros irão te atacar, mas se você ferir um deles, ou se garantir a subsistência deles, será o seu alfa para sempre.

Palpatine fitou o animal por alguns instantes e seus pensamentos foram interrompidos pelo bater de palmas do homem que dizia:

— Mas aqui não existem essas criaturas, Veruna acabou com todas quando construiu as novas fazendas. Naboo exporta mais do que importa.

Veruna era um conhecido da família Palpatine, durante os anos como conselheiro, Pol Palpatine trabalhou com Veruna, sendo ambos aliados em alguns assuntos e opositores em tantos outros e por alguns instantes, Palpatine cogitou fazer uma visita até a fazenda das planícies, a fim de obter mais informações sobre como os animais chegaram até ali.

Mudando rapidamente seu semblante, Sheev dirigiu-se à porta e falou ao homem:

— Obrigado pela conversa, Sr. Dontrhax, mas minha amiga e eu temos um compromisso agora.

— Temos? – Perguntou ela surpresa.

— Temos! – Palpatine respondeu olhando firme para ela, como se enviasse um sinal.

— Ah sim! Eu havia me esquecido. Foi bom conversar com o senhor!

— Sempre que quiserem uma refeição camponesa sabem onde me encontrar – gritou o homem – até mais!

— Até!

Eles correram pelo paço do mercado em direção à escola, algumas horas haviam se passado após a saída alguém poderia sentir a falta deles no campus. Ao chegarem até o Local, Si’Dani parecia exausta e suas veias em tom azul esverdeado pulsavam em seus finos braços enquanto Sheev, por outro lado, parecia mais preocupado com as informações recebidas do que com o cansaço pela corrida.

— Você viu aquele animal? – Perguntou ele pondo as mãos sobre os ombros dela entusiasmado.

— É óbvio que eu vi – respondeu ela ofegante – parecia maior que os “seus”.

— Um líder – Sheev fez uma pausa e passou a ponta de seus dedos pelo queixo – Precisamos ir até a fazenda Veruna.

— E vamos fazer o que lá?

— Quero ver se tem mais deles, como chegam aqui, qualquer coisa.

Si’Dani riu achando que ele estava fazendo algum tipo de brincadeira, mas ao ver sua expressão séria ela ficou confusa e questionou sobre a possibilidade disso coloca-los em uma situação mais embaraçosa. No entanto, quando Sheev esboçou uma resposta  eles foram interrompidos pelo professor Schaar, que portava um pequeno livro em mãos e disse:

— Sr. Palpatine, Srta. Whart. Os conselheiros querem vê-los com urgência. 


Notas Finais


Esse capítulo não teve tanta interação com o narrador, hein?
Estão atentos à essa quebra de padrão?
Espero que estejam hehehehe
O que será que vai acontecer na sala do conselho?
Cenas do próximo capítulo.

Espero que tenham gostado deste capítulo.
Essa semana sai o capítulo final da Trilogia Darkwalkers e o desfecho do arco urbano de Star Wars vs. Marvel, muita ação e aventura estão por vir.

Até a próxima, meus amigos!!
E que a força esteja com vocês!


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