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História Pantera - Novas espécies - Capítulo 25


Escrita por:


Capítulo 25 - 24


Jennifer Lewis

-Dele quem papai?

-Tim nos disse que você tinha um pretendente nova espécie.

-O que?! Não, não. Tim é boca aberta, é apenas um paciente e eu só preciso ajudar ele, ele passou por muita coisa.

-Espero que faça a escolha certa, gostaria muito de um genro fortão igual a eles para proteger minha princesinha. Sua mãe não pensa no que as pessoas estão vivendo, apenas nela. Não se preocupe, você só sai daqui se quiser.

-Obrigada, você é o melhor pai do mundo -o abraçei.

-Vamos, antes que sua mãe me mate pela demora.

-Vamos -sorri.

[...]

Passei a tarde toda com os meus pais, minha mãe não parava de falar o quanto os NEs eram lindos e bonitos, eu apenas concordava com ela, pois eu tinha alguém em especial com os olhos azuis intensos. Olhei no relógio as horas, fazia anos em que eu não ficava muito tempo com eles.

-Gente, eu tenho que trabalhar agora.

-Mas já? Mamãe vai sentir tanto a sua falta. -Me beijou na bochecha com um abraço apertado.

-Algum dia eu vou visita-los.

-espero que sim filha.

Olhei para o meu pai de soslaio enquanto minha mãe me abraçava apertado.

-Acho que já tá bom, estou.. quase sem ar. -brinquei. Em seguida abraçei meu pai. Com seu abraço aconchegante ele sussurra para mim:

-Pense no que nós conversamos, gostaria que ficasse segura aqui.

-Tudo bem papai, não se preocupe. -com um gesto de carinho ele beija a minha testa.

Acenei para eles enquanto caminhavam até o nova espécie que estava parado no carrinho de golfe.

-Hora de trabalhar.

Minha mãe não me da um ar mesmo. As vezes ela acha que eu sou de ferro, que tudo o que ela pedir eu vou realizar. Eu apenas consegui sair de casa quando tinha comprado meu apartamento sem ela saber, assim eu já havia estabelecido um lugar para mim ficar e ela não poderia dizer que eu ia tentar pagar um aluguel, por que eu não conseguiria me manter nem por dois meses. E mesmo assim trabalhei igual um camelo por um tempo e juntei o dinheiro necessário.

Passei meu crachá na recepcionistas, nem havia dado tempo de fazer amizades, quem dirá inimigos, e ela me olha com essa cara feia, vai entender?

-Olá querida, viu se o senhor Routh foi dar um passeio, ou ele está aqui? -perguntei

-Senhor Routh, bem? Não há ninguém com esse nome aqui.

-o paciente 198 -suspirei

-Aquele pedacinho de mal caminho? -me olhou enjoada- não o vi desde manhã quando a senhorita quase o derrubou.

-Claro flor, obrigada. Continue fazendo o seu trabalho de recepcionista assim, que irá subir na vida rapidinho.

Ela estalou a língua para mim, mulherzinha desaforada.

[...]

Passei a tarde o procurando, se eu fosse um NE para onde eu iria afinal? Como um ser daquele tamanho some assim? Já estava ficando estressada e cansada, e não era só pelo fato de ficar a tarde toda andando e quebrando a cabeça para acha-lo.

Era o mar vermelho que tava quase chegando, um espirro e eu parava em Nárnia.

-É melhor eu volta pra casa -olhei o céu que estava quase escurecendo. Respirei fundo assim que comecei a subir os degraus do prédio, meus pés estavam me matando.

Abro a porta e avisto um corpo enorme tomando posse do meu sofá.

-Se eu não estivesse em um lugar cercada por muros eu diria que era um ladrão -murmurei. Kalel estava estirado sobre ele, os papéis que eu havia lhe dado estavam jogados no chão, e a sua respiração estava pesada.

Mas que diabos ele sabia aonde eu morava? E por que estava dormindo no sofá?

Balanço a cabeça, e ignoro totalmente pensar em soluções para problemas inimagináveis que me ocorreu hoje. Vou até o armário para pegar um coberta e o coloco sobre seu corpo.

Subo ao quarto e só me dou o luxo de tirar as roupas pesadas e colocar uma t-shirt para dormir. Amanhã eu teria que perguntar qual o motivo dele estar aqui, e isso nem era um dos meus piores problemas.

Eu ficaria na minha cidade e não viajaria com a minha mae. Isso já estava decidido. Basta agora dar outra resposta ao meu pai.



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