História Panthère - Capítulo 15


Escrita por:

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 4
Palavras 1.961
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura💛

Capítulo 15 - Qualquer pessoa...


- Queria ter Essa coragem para enfrentar o chefe - disse a secretária baixinha, magra e com cabelos pretos na altura dos ombros 

- Nunca tive um chefe, por isso estou ainda tentando me acostumar com a ideia - Falei pegando a arma nas mãos e calibrando ela rapidamente.

- Me chamo Rose - Ela falou estendendo a mão e eu sorri de canto logo após a cumprimentei

- Capitã Rostov, mas você pode me chamar de Catharina - Falei sorrindo - Mas agora eu tenho que ir Rose, uma missão para realizar - Falei me virando para sair 

- Boa sorte Capitã - ela falou num tom amigável e compreensivo, sinto que ainda vou virar amiga dela.

- Eu... - Antes de completar ela mesma completou, acabei rindo do fato que ela acertou o que eu ia dizer 

- Não preciso de sorte... 

- Exatamente 

Chegando a SO Hector e Mônica já me puxaram e começaram a falar: 

- Achamos o endereço. Rua lockawad 1391, no bairro Amestel - Mônica falou e Hector completou 

- É um lugar abandonado, mas a entrega dessa câmera foi feita lá há um mês, é o único lugar que combina com nossas informações

- Ótimo gente, eu preciso da atenção de vocês- Falei e logo todos de viraram para mim - Philipe e Cinthia vocês entram pela frente. Saymon e Mônica vocês cuidam da proteção a distância, porque vocês são snipers perfeitos. Lucien você entra comigo pelos fundos, e Hector e James cuidem de nos informar de qualquer imprevisto ok? ESTÁ CLARO A TODOS? 

- Sim capitã - eles responderam em uníssono. Então alguém bateu na porta e percebi ser o o Agente Klent o que eu encontrei no corredor na minha última briga com o diretor 

- O diretor mandou entregar o uniforme de vocês- Ele disse com um sorriso e sorri de volta, pegando os uniformes e logo ele saiu. Pegue o uniforme  e percebi que ele era todo azul escuro com as letras em amarelo escrito FBI nas costas. O meu vinha com o detalhe a mais embaixo do FBI tinha a palavra "Capitã" deixando claro que eu comandava a equipe, e também as credenciais de todos finalmente chegaram até mesmo a minha, peguei ela na mão e quase me emocionei ao pensar que eu agora oficialmente estava seguindo o sonho dos meus pais, o porque deles terem me treinando desde de pequena,  nas credenciais dizia: "Capitã Rostov, chefe do departamento de casos especiais" vinha acompanhada de uma foto minha e o dia que comecei a trabalhar para FBI

- Peguem suas credenciais, o uniforme e vamos, antes de irmos quero que todos saibam que a segurança da Annie é nossa prioridade, mas a segurança de vocês também é minha prioridade então entrem e saiam vivos de lá ok? - E enfim vamos com dois carros, Lucien, Mônica, saymon e eu fomos em um, e os outros no outro carro. Quando chegamos ao local antes de dar a todos autorização para descerem, olhei para os membros da minha antiga equipe que agora estavam agindo como se tivéssemos voltado no passado, trabalhando juntos novamente mas dessa vez estamos do lado certo da lei - Por favor saiam com vida de lá, eu me recuso a perder vocês de novo 

- Nada vai acontecer conosco, fomos treinados pela melhor - Mônica falou e Saymon sorriu de canto demonstrando que concordava mesmo ainda estando ofendido comigo. Eles desceram do carro e foram para suas posições, me deixando sozinha com Lucien 

- Por favor garoto, sai dali com vida, eu quase te perdi uma vez, me recuso a perder novo - Falei tocando seu rosto levemente e mexendo no seu cabelo desarrumado.

- Nós terminamos da última vez que eu quase morri porque você se  culpou bruscamente, na verdade quem te perdeu aquele vez... fui eu - Ele disse escorando a cabeça no banco lembrando daquele dia horrível 

Flashback on:

 Chegamos correndo no nosso hospital improvisado e assim que ele foi levado para a cirurgia me joguei no banco tremendo, chorando, ele não podia morrer, não por culpa minha. Logo Damon entrou correndo e se sentou ao meu lado, me envolvendo no seu abraço:

- O que houve com ele? - Falou calmo, quase num suspiro 

- Ele foi um tiro na cabeça Damon, NA CABEÇA, por minha causa, minha culpa, o tiro era pra ter me acertado mas ele entrou na frente - Tremia lembrando da cena dele se jogando na minha frente e do sangue respingando no meu rosto 

- Você não teve culpa nenhuma, ele se jogou na frente da bala por escolha dele Cathy, você não forçou ele a isso. Tem que parar de se culpar por tudo que acontece com todo mundo.

- EU COLOQUEI ELE NISSO! Quando eu entrei nesse mundo, eu arrastei ele junto, forcei ele a vim junto, e olha onde estamos agora! ELE TA MORRENDO DAMON, e eu fui a culpada disso - Me agarrei no colar do Yang tentando focar no fato que ele estaria com a outra metade.

1 mês depois: 

Lucien finalmente recebeu alta e agora chegou o momento que eu sabia que me destruiria por inteiro, mas era pelo bem dele eu estou cansada de machucar a todos ao meu redor, toda hora a cada minuto: 

- Luci...EU...eu te amo, mais que tudo na minha vida, você é direção nessa vida sem rumo, a solução pra minha confusão, meu sangue venenoso - Falei relembrando do que ele havia falado há 4 anos - Meu ponto de paz...E Eu não posso perder você, eu me recuso a perder você. Prefiro você longe de mim, me odiando seja o que for, desde que esteja vivo... - Falei aproximando nossos rostos e o beijando como se fosse a primeira vez, com força, com desejo, com verdade - Vai embora Lucien, acabou, a gente acabou tudo acabou, vai embora por favor Eu te imploro vai embora. -

- Cathy...por favor não faz isso com a gente, olha para mim, olha ao redor, a gente se ama, olha para mim - Ele falou segurando meu rosto com as mãos - Você tem que parar de salvar todo mundo, cuidar de todos, cuida de mim, cuida da gente, eu preciso de você, eu te amo - As lágrimas correram dos meus olhos e eu senti meu corpo todo tremer e o beijei com rapidez, calor, desejo, tristeza, amor, despedida...

- Não posso mais machucar você...Prefiro que você me odeie do que morra - Ele respirou fundo, deixando lágrimas escorregam dos seus olhos, vi seus mãos tremerem assim com as minhas e nos abraçamos com força 

- Eu vou embora...mas Eu nunca vou esquecer você  

- Sempre juntos...

- Sempre juntos 

Flashback off

- Eu fiz aquilo porque...EU... - Gaguejei sem conseguir me explicar de maneira clara,  como eu ia dizer que me culpava de tudo que acontecia com todos ao meu redor? Ou que nunca esqueci ele? O que dizer que faça realmente sentido? Percebendo meu desvaneio, ele segurou meu rosto com as mãos, acariciando minha bochecha e cabelos, logo depois levando a mão ao meu colar...nosso colar

- Sempre juntos...-  sorri ao perceber que ele ainda era o mesmo compreensivo de sempre 

- Sempre juntos- Afirmei levando a mão a sua metade do colar e juntado às duas, nos deixando ainda mais próximos, olhando firme nos seus olhos senti uma de suas mãos descer para minha cintura enquanto a outra ainda permanecia no seu rosto, ele me aproximou ainda mais me deixando a centímetros de distância da sua boca e sussurrou as palavras no meu ouvido

- Eu nunca mais vou perder você- Falando isso ele me puxou para seus braços ,me beijou e eu retribui colocando as mãos em volta do seu pescoço e rosto, tinha saudade, culpa, amor, desejo, vontade tanta coisa envolvida em um beijo só, duas pessoas Ou uma pessoa? 

- Temos que ir - fiz sinal para que Philipe e Cinthia fossem para suas posições e logo após saímos do carro, peguei nosso comunicador e coloquei na orelha, perguntando - Estão todos me ouvindo? - O sim de todos venho logo em seguida e então olhei para Lucien que se posicionou do lado direito da porta enquanto eu me posicionei do lado esquerdo- Nós vamos entrar - Fiz o sinal de ida para Lucien e entramos, apontei a arma para todos os lados e aparentemente nada de incomum, ouvi o barulho de Cinthia e Philipe e percebi que eles haviam entrado, então começamos a analisar a casa - Eles não esconderiam ela em um lugar tão aparente, procurem lugares improváveis, coisas inimagináveis são os locais mais propícios. A casa possui 3 andares, andamos de cima abaixo e não achamos nada, até que chegando no primeiro andar novamente pisei em falso e percebi que o chão ali era oco - Tem mais um andar aqui embaixo, o chão é oco, procurem entradas subterrâneas, eles estão lá embaixo. Saymon, Mônica estão me ouvindo? 

- Sim capitã - Os dois afirmaram no mesmo instante 

- Ficaremos fora do campo de visão de vocês por algum tempo, então é melhor estarem preparados para entrar caso algo saia do controle - O meu tom de voz de liderança me impressionava, achei que não podia ficar tão firme assim depois de tantos anos sem liderar oficialmente. Depois de algum tempo procurando entrada e não achando, Eu afirmei - Vou tirar a madeira aqui do chão, vai fazer barulho por isso estejam preparados para uma visita inusitada de alguém - Arranquei a madeira e quando estava quase terminando, ouvimos passos vindo do último andar e percebi que vinha de um lado onde não havíamos examinado, havia chego a visita inusitada - Se escondam e esperem pelo meu sinal - Lucien se escondeu atrás de um sofá antigo e eu me escondi atrás de um pilar. Dois homens desceram e vieram na direção donde estávamos. Olhei para Cinthia e fiz sinal para que no momento em que eu derrubasse o primeiro, ela se jogasse no segundo, não poderíamos usar as armas naquele momento, chamaria muita atenção e o elemento surpresa é nosso único aliado agora. Assim que o homem mais alto e robusto chegou na minha frente e ia avisar o outro que havia encontrado um buraco no chão, tirei o cordão do meu cadarço e rapidamente enrolei em seu pescoço, ele cambaleou e caiu ajoelhado no chão - Onde está a garota? - Falei aumentando a força do cordão em seu pescoço - Diga logo seu imundo ou vou fazer sua morte ser lerda - Afirmei puxando a faca que eu escondia na meia e cravando em sua porta, rasgando um pouco sua pele e quando ele ia gritar de dor, chutei seu rosto - Se gritar você morre - Avisei apontando a arma bem na frente de seus olhos - Eu vou perguntar pela última vez. ONDE ESTÁ A GAROTA? 

- Último quarto, no fim do corredor, está amarrada e sangrando muito, só estou porque fui pago, não tenho nada contra você ou aquele garota por favor não me mate - Ele falou choramingando. Eu tenho família, não faça isso por favor

- Qualquer pessoa ficaria com dó de você - Falei rindo forçadamente com deboche na voz - Mas eu não sou qualquer pessoa  - E rapidamente quebrei seu pescoço, colocando seu corpo já sem vida  no chão. Olhando ao redor percebi que Cinthia havia imobilizado o outro homem, ele estava provavelmente desmaiado porque ela ainda não tinha coragem para matar alguém, não como eu...Cinthia e Philipe estavam atordoados de ver um homicídio pela primeira vez, porém Lucien sorria discretamente - Podemos Descer - Afirmei olhando para o buraco agora pronto no chão, e então descemos...



Notas Finais


Catharina cada dia mais plena, ameiiii
O que acharam?


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...