História Papa - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Kai, Personagens Originais, Xiumin
Visualizações 31
Palavras 1.195
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Ficção, Hentai, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência, Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Tô nervosa.

• Espero que gostem da estória.

• Ela surgiu na minha mente enquanto conversava com minha amiga;

• Essa obra é totalmente fictícia;

• Não estou tentando incentivar nenhum tipo de violência ;

• O Kai é Mozão gente.

Sinceramente espero que acompanhem essa nova BB que estou muito empenhada desenvolvendo.

Boa leitura 😘

Capítulo 1 - Papai gosta.


Fanfic / Fanfiction Papa - Capítulo 1 - Papai gosta.

Mais um dia de minha vida entediante. Escola pra casa.

De casa pra escola.Ser atropelada ou sumir feito fumaça não parecia uma péssima ideia.

Dei mais uma ajeitada no cabelo diante do espelho grande no meu quarto.

— Uniforme ridículo. – murmurei.

— Mimi, venha tomar seu café da manhã! - ouvi mamãe gritar do primeiro andar.

— Tô indo! - gritei de volta.

Peguei minha mochila e desci até a cozinha encontrando meus pais sentados a mesa. Mamãe com seu inseparável cardigã amarelo e cabelo preso, papai vestido pronto para o trabalho; terno e gravata.

— Bom dia meu amor. - disseram em uníssono.

— Bom dia. - sorri.

— Sente-se,vamos comer antes que se atrase para aula. - falou mamãe.

— Claro. - me juntei a eles sentando de frente para papai.

Minha estória parecia mesmo o enredo de um filme que passa dia de domingo.

Fui adotada por uma família coreana quando bebê,largada num orfanato pelo homem que se dizia ser meu pai naquela noite chuvosa. Bom,foi o que ouvi até meus doze anos,pela primeira família que havia me adotado prometendo cuidar de mim.

Tudo parecia perfeito,foi perfeito. Eles me educaram dando do bom e do melhor numa casa grande com jardim e árvore com balanço só para mim. Papai,mamãe e eu Mimi... Não parece perfeito?

Mas toda perfeição foi feita em pedaços no meu aniversário de doze anos.

Papai me deu uma bicicleta rosa e mamãe me costurou um vestidinho lindo digno de uma princesinha também na cor rosa.

Ah,eu me senti uma verdadeira princesa. Girava e girava no tapete da sala segurando a barra do vestido bufante exatamente como na cena de um filme.

E também como nos filmes há sempre um vilão.


Flashback on


— Papai gosta de seu vestido,Mimi.

— Gosta?

— Muito - se aproximou — É incrível como minha bebê cresceu rápido, já é uma mocinha.

Sorri largo.

— Me sinto uma mocinha papai.

Ele tocou minha bochecha acariciando suavemente.

— Que bom, porque papai tem um presente de mocinha para lhe dar.

— Outro? - fiquei curiosa.

— Sim. Venha comigo princesa.

Sorriu tomando minha mão me levando em direção ao corredor.

— Posso chamar a mamãe para ver, papai?

— Mamãe não está, princesa. Foi até a casa da titia.

— Aah. - fiz um biquinho decepcionada.

Entrando no quarto ele fechou a porta.

— Esse presente será nosso segredo, princesa.

Com um puxão ele rasgou meu vestido.

— Papai!

— Shhh... Não se assuste. Garotas crescidas não choram.

Aquela noite fui marcada com a dor. Muita dor. Devastada e jogada no canto do quarto dos sonhos,chorei até não restar mais voz mesmo ruidosamente meu choro foi forte com gosto amargo da desgraça.

No dia seguinte não era a mesma. Me sentia suja,culpada e dolorida de muitas formas. Decidi preparar o café da manhã para meus queridos pais. Servi tudo a mesa; pães, suco, frutas e tudo mais. Eles ficaram surpresos principalmente papai.

Me sentei a mesa,na ponta.

— Você foi a casa da titia ontem mamãe?- perguntei com a voz rouca chamando a atenção de papai.

— Sim, porque? - perguntou em seguida bebericou o suco.

— Eu queria que estivesse aqui. - murmurei.

— Sua mãe não tem que viver por você!

— Ei, não seja rude com ela. Fale direito. - ela o repreendeu.

— Ela tá crescendo e ficando insuportável!- bateu na mesa

Lancei um olhar mortal a ele.

— Por que ficou tão irritado de repente?

— Ela tá me irritando com esse comportamento carente. Ontem ela teve toda atenção do mundo e mesmo assim não tá bom.

— Eu realmente devia ter ficado o resto do dia com você querida. - pegou minha mão por cima da mesa mas,me afastei de seu toque.

— Papai me deu um presente de mocinha ontem. - falei com olhos marejados e dor dilacerante no peito.

Ele me olhou  horrorizado bebendo todo suco com apenas um gole.

— Além da bicicleta?

— Sim,mas eu não gostei mamãe.

— Por que?- crispou as sobrancelhas.

— Mimi, vá para seu quarto - apontou para o corredor. — Agora!

— Deixe a menina falar!

— Ela vai dizer besteira! COF COF - começou a tossir.

— Mimi - colocou a mão na boca para tossir - Nossa, qual o presente que - COF COF — Papai lhe deu?

— Papai me machucou, mamãe. Muito.

Seu olhar de espanto quando levantei a manga da blusa mostrando as marcas.

— Mimi...


Flashback off


Assisti os dois morrerem sobre a mesa com o veneno de rato que havia  colocado no suco de laranja.

Com a roupa do corpo sai da propriedade, lágrimas grossas inundando meus olhos enquanto caminhava trêmula pela rua.

Fui encontrada por um carro da viatura de polícia que me levou para o lar de menores. O único orfanato da cidade,onde havia sido deixada ainda bebê.

Algum tempo depois fui adotada por esse casal sentado a minha frente. Eles não sabiam do meu passado já que a equipe do orfanato decidiu limpar minha ficha e eu tive de fingir nunca ter sido adotada antes.

— Já terminei mamãe.

— Seu pai vai te levar para escola. Vou passar o dia fora e chegar possívelmente de madrugada. Papai vai te buscar também e preparar o almoço.

— Já tenho dezesseis anos,posso me virar com o almoço. Não vai trabalhar papai?

— Meio período,sua mãe quer que eu cuide de você.

— Não quero atrapalhar seu trabalho papai.

— Tudo bem, meu amor. - sorriu — Eles vão sobreviver sem o gerente por hoje. Vamos? Não quero que se atrase.

Mamãe me deu um beijo na testa.

— Tenham um bom dia.

— Você também,mãe.

Seguimos de carro para minha escola que ficava há alguns minutos do meu bairro. Observava papai dirigindo.

Extremamente sensual. Era um homem bonito de deixar as vizinhas de queixo caído.Cabelos sedosos e brilhantes,rosto bem esculpido,boca de lábios cheinhos... Ele estava em minhas fantasias nos últimos meses. De repente me vi imaginando como seria trepar com papai.

Esse pensamento fez uma lâmpada se acender em minha cabeça. Talvez uma de minhas fantasias pudesse acontecer...

— Appa,o que vamos fazer hoje a tarde. - perguntei apertando sua coxa por cima da calça preta e justa.

— Tudo que quiser. - sorriu olhando de relance.

Oh, tão bonito!

— Hmmm,isso parece legal.

Ele parou na porta da escola olhando através dos vidros fumê, os alunos se aglomerando para entrar.

— Venho te buscar,até mais tarde.

Se aproximou para beijar minha bochecha mas, virei o rosto na direção oposta fazendo nossos lábios roçarem.

Seus olhos se arregalados em espanto.

— Vou te esperar papai. - sorri e sai do carro fechando a porta atrás de mim.

Pensei em seus lábios o dia todo.

Como seria beijá-lo?

(...)


— Mimi?

— Que é Joon?

— Trouxe o que me pediu. - o garoto de cabelos rosados veio tirando um pequeno frasco do bolso do uniforme.

— Tá louco, porra! - sibilei tomando de sua mão. — Alguém pode ver.

Ele rolou os olhos.

— Quando vai me pagar?

— Quando o intervalo terminar,pode ser?

— Okay e toma cuidado com isso,uma gota é o suficiente.

— Pode deixar. Talvez eu nem precise.

— Vai usar isso pra quê,Mimi?

— Para conseguir o que eu quero,Joon.

Ele balançou a cabeça negativamente.

O sinal tocou e seguimos de volta para sala de aula.

— Aqui. - enfiei as notas amassadas em seu bolso frontal.

— Isso ai. - esfregou as palmas.

— Bico fechado, hein.

— Sou seu único amigo,jamais faria fofoca de você e se fizesse acabaria com meu negócio.

— Não tem medo de ser pego?

— Não e você tem?

— Nunca tive.


Notas Finais


Me deixa saber se devo continuar ou esquecer que postei.

Obrigada se leu até aqui.

😘


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