História Papai - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Daddy, Incesto, Jikook, Jimin!top, Maumdonamjoon, Namjin, Namjoon!top, Surubadeleve, Taegi, Vhope, Yaoi, Yoontaeseok
Visualizações 2.338
Palavras 2.088
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá amores, como vão? Deixar de falar nos vemos nas notas finais (quero que leiam, é importante)

|boa leitura|

Capítulo 14 - Papai


Fanfic / Fanfiction Papai - Capítulo 14 - Papai

Com tudo pronto chegamos à casa de Brad, confesso que o local era um espetáculo, bem diferente da última vez em que estivemos aqui.

— Você acha que vai rolar alguma coisa? — Jungkook se olhou no imenso espelho que ficava na entrada da “casa”, meu amigo estava um arraso.

— Olha... — Suspirei a vontade de sair daquela casa só aumentava. — Não vamos fazer algo e nos arrepender depois. Você sabe que o Brad é perigoso.

— Deixa disso, se diverte sim? Se ficar assim não vai conseguir se divertir. — O menor me abraçou de lado e adentramos a grande mansão.

A música era alta em um nível quase ensurdecedor, o ar estava gélido assim como o tempo em Busan. Confesso que depois de entrar no hall na sala o desconforto foi embora.

A casa era animada, as cores simplesmente faziam qualquer pessoa desejar morar nela. Ali havia muitas pessoas conhecidas, então não me preocupei, na verdade não existia com o que se preocupar.

— Viado, vocês apareceram! — Kidoh, um amigo de infância nosso, aparece abraçando nós dois, o cheiro de cigarro estava impregnado na roupa dele.

— Idiota, olha a minha roupa! — Jungkook fez drama, mas logo caímos na gargalhada.

— Vocês não vão se arrepender, mano isso daqui está insano, tem bebidas, droga a vontade e os quartos estão liberados para a sacanagem rolar a solta. — Kidoh demonstrava o quanto aquela festa estava insana em um nível inimaginável.

Saímos da sala e seguimos até a área de lazer onde duas piscinas habitavam simplesmente umas das mansões mais lindas de Busan.

— Olha isso hyung! Ai é hoje que eu morro. — Jungkook me arrastou até uma cascata de chocolate, era imensa e estava no meio do jardim.

Meus olhos caíram em cima de um boy que estava perto dela, eu não sabia se estava babando por ele ou pela cascata.

Oh nossa Sehuna para que essa injustiça hum?

— Yuri? — Arregalei os olhos ao reconhecer o boy magia.

— Taehyung? Quem diria que aquele garotinho viraria um belo de um adolescente. — Yuri me abraçou apertado, eu podia sentir seu perfume amadeirado se misturar com o uísque que havia ingerido.

Oppa, você por aqui? — Disse abraçando meu amigo de infância, mas já tive uma aqueda pelo mesmo.

— Pelo visto vou sobrar aqui. Tchau para vocês dois, qualquer coisa estarei perto da mesa de ponche hyung. — Kookie saiu com Kidoh atira colo e me deixou lá.

O maior me olhava como se fosse me comer com os olhos, ele passava as mãos pelo cabelo e passava a língua nos lábios ressecados. Yuri era outro pecado.

— Vamos dançar? Aqui já perdeu a graça quando você chegou, e bem, ficaria melhor se você aceitasse uma dança? — Aquilo não sei se foi um convite ou algo a se pensar.

Não pensei na resposta apenas vi que já estava na pista de dança, e começamos a dançar colados, ele tinha pegada.

A música que tocava era agitada e às vezes lenta dava uma sensação de liberdade imensa, eu podia sentir isso.

Jungkook se encontrava com Brad a nossa direita, apenas um pouco atrás de onde eu estava. Eu me arrependo de ter olhado para o anfitrião da festa, o mesmo não estava nada feliz.

— Me diz aí como anda? Quero saber das novidades. — Yuri sussurrou próximo ao meu ouvido já que a música estava bem alta.

— Nada demais, apenas cresci e agora estou de férias. Na verdade muita coisa mudou, mas nada demais. — Dei de ombros, eu não ia falar: Sabe Yuri eu agora transo com meu pai e meu tio, eu amo os dois. Obvio que não.

— Sabe o que quero fazer agora? — O mais velho me encarava tão fixamente que só não caí porque estava preso a ele.

Se papai me visse assim, desse jeito, provavelmente nunca mais olharia na minha cara ou até mesmo me castigaria.

— O que? — Me fiz de zé doidinho, eu sabia o que ele queria fazer.

— Isso. — O maior tomou meus lábios em um beijo fervoroso e afoito, eu podia sentir o que Yuri estava sentindo, o desejo dele por mim.

Afinal o que uma foda sem compromisso resultaria? Em nada, afinal papai não precisaria saber.

Eu senti algo me puxar bruscamente e caí no chão, o impacto foi forte, meu quadril latejava mais do que o normal.

— Qual foi Brad? Ficou louco?! — Yuri limpava o canto da boca, eu não sabia o que estava acontecendo, para que isso tudo?

Jungkook me olhava assustado, mas eu vi algo em seus olhos que nunca imaginaria que veria: decepção, culpa...

— Quem te mandou beijar o Taehyung? Perdeu a noção do perigo seu babaca? — E outro soco fora desferido no rosto do mais velho, eu me encontrava assustado porque ninguém estava ajudando Yuri.

Tentei me levantar e algo acertou o meu rosto. Levei a mão diretamente para o local atingido e olhei choroso para Brad, o que eu fiz?

— Você ficou maluco?! — Gritei e todos pararam o que estavam fazendo. Percebi a furada que eu havia me metido.

— Levem Yuri daqui, agora! — Brad gritou e todos me olharam apavorados, como se eles temessem por mim.

Olhei para Jungkook e ele não estava mais lá, pelo visto meu amigo me abandonou. É hoje que vou direto para o vale das bibas sem macho sem direito de voltar.

Eu tinha levado um soco de um filhinho de papai que surtou do nada. Mas eu temia pelo Yuri, sabia das coisas que Brad era capaz de fazer e ao olhar para Yuri percebi que precisava fazer alguma coisa.

A multidão nos olhava ainda curiosos, quando fui tentar tirar Yuri das mãos dos “capangas” de Brad senti meu cabelo ser puxado com toda força para trás.

— Por que você está agindo desse jeito? Me solta! — Disse com a voz embargada, estava doendo.

— Eu sabia que isso ia acontecer. Dei em cima de Jungkook apenas para ficar perto de você, observar seus passos. Taehyung, não gosto que outros te toquem, não quando o prêmio é meu. — Congelei com aquelas palavras tão duras e malvadas, pude sentir a raiva do outro.

Queria tanto não ter ido a essa festa, tudo culpa do Jungkook!

— Mas eu vou deixar você sair dessa ileso e Yuri também. Agora sumam da minha frente. — E com isso Brad saiu sendo seguido pelos seus discípulos, Yuri já podia respirar.

Só que algo não batia, apenas deixei que meus pensamentos fossem tirados dali. Isso tudo estava estranho demais, eu sentia que as coisas só piorariam.

— Você está bem? — Perguntei assim que saímos da pista de dança. O coloquei sentado em uma cadeira perto da mesa de ponche.

— Eu quem deveria está perguntando isso, afinal Brad é assim e eu acabo me ferrando. — Sorriu, mas logo reclamou de dor.

— Não se esforce muito, afinal deve esta doendo muito. — Passei a mão no canto da boca do mais velho.

— Não é como se eu já não fosse acostumado. Trabalho para Brad preciso acatar as ordens dele.

Quando ouvi aquilo eu senti um desconforto, não acredito que Yuri se misturou com o bando de Brad.

— Aonde vai?! Taehyung?! — O maior me chamou quando eu dei meia volta e estava com pensamentos de sair daquela festa a procura de Jungkook, não aguentava mais ficar um minuto aqui.

Não olhei para trás, que se foda Brad, Yuri o caralho a quatro.

Avistei Kookie dando uns pegas em alguém desconhecido por mim e cutuquei meu amigo. Sei que estaria atrapalhando o fica dele, mas o mais rápido que sairmos daqui, melhor.

— Viado, vamos embora para mim já deu. — Disse assim que o menor me olhou, mas Jungkook estava diferente. — O que houve?

— Faz o favor de nunca mais falar comigo, esse papel de bom moço já queimou faz tempo. — Eu não acreditava naquilo, ele acha que eu tenho culpa do ataque que o anfitrião da festa teve?

— O que você disse? Qual é Jungkook, fala sério... — Bufei pela atitude infantil do menor.

— Não se cansa de pegar o que é dos outros não? Taehyung vá à merda! — Jungkook saiu e não o vi mais, hoje poderia ficar pior?

Como o menor era teimoso eu deixaria para falar com ele depois, a verdade era que estava com a mínima vontade de tentar resolver alguma coisa.

Já que era assim decidi não ir embora, eu não poderia ir sem Jungkook, então fui atrás de Kidoh este que estava com a nargilha na boca, a fumaça que ele soltava era inebriante.

— Você precisa experimentar isso. Prova. — Kidoh me ofereceu e eu traguei, a sensação era estranha, mas logo depois de duas ou três foi melhorando. Aquilo era maconha pura.

As pessoas que estavam ali começaram a brincar de verdade ou consequência, todos um bando de idiotas. Estávamos felizes, a hora voava e nós permanecíamos ali.

Sorri ao olhar para Yuri e não sabia mais porque estava com raiva dele. Minha mente estava uma nevoa e eu apenas queria beijar.

— Vamos beber, aqui tem muita gente. — Yuri me levou até a mesa de ponche batizada, eu só sabia rir o tempo todo.

— Seu rosto esta engraçado hyung, parece um balão. — Nessa altura já estava falando coisa com coisa.

Yuri apenas ria do meu estado então apontou para o copo com o ponche, aquilo desceu doce na minha boca.

Eu bebi uns dois ou três copos não me lembro bem, mas no último senti que algo não estava certo. Minha cabeça começava a pesar e eu cambaleei um pouco.

Sinto que ter aceitado aquela bebida agora não tenha sido uma boa ideia. A quentura no meu subconsciente é grande, sinto minhas pernas fraquejarem e a imagem de Yuri se apagar.

— O que você me deu? — Essa foi umas das últimas coisas que me lembro ao ver tudo escuro, minha boca estava seca.

Sinto alguém arrastar meu corpo, algo não está certo. Não consigo abrir meus olhos, mas meu corpo está todo em alerta, ouço vozes ao meu redor e uma voz conhecida falar com Yuri.

Entrei em desespero por não sentir meu corpo e muito menos abrir meus olhos.

Ouvi algo como um chute em alguma coisa, talvez porta?

Depois disso entrei em um abismo.

(...)

— Acorda Tae... — Abri os olhos apavorados, mas não me consegui mexer, meu corpo estava deitado sobre uma mesa de sinuca e meus braços amarrados atrás de minhas costas. Senti o pavor tomar conta do meu ser ao ver que não estava aonde deveria estar.

— Onde estou? Soltem-me! — Gritei sentindo as lágrimas banharem o meu delicado rosto, droga! No que me meti?

— Calma anjo, vamos nos divertir. Espero tenha gostado da minha festa, Yuri simplesmente é um ótimo ator. — Pude ver melhor o desgraçado que falava, sabia que Brad não ia desistir sem ter um plano em mente.

O maior se aproximou mais e sua mão tocou meu rosto limpando algumas lágrimas, meu corpo todo tremeu em pavor.

Yuri? A bebida, havia alguma coisa nela, eu posso ter certeza disso. Olhei bem o quarto e vi na enrascada que havia me metido.

Será que Jungkook está atrás de mim? Quanto tempo passei aqui?

— Quietinho TaeTae, não precisa chorar, ainda nem te fodi como queria. Apenas sinta e você nunca mais se esquecerá. — Brad sussurrou perto demais do meu ouvido, senti repulsa, não podia acreditar no que aquilo se transformaria, aquilo não poderia está acontecendo comigo.

Brad abaixou minhas calças com força, eu estava imóvel amarrado à imensa mesa de sinuca. Os braços doíam pelo aperto da corda, eu gritava para ver se alguém me ouvia. Porém a música impediria qualquer um de ouvir meus apelos.

O mais velho se posicionou atrás de mim e eu só podia esperar o pior. As gotas grossas banhavam meu rosto um pouco machucado pelo soco de mais cedo, os olhos inchados e o ódio que eu sentia pelo Brad só aumentavam a cada segundo.

Ele apertou meus braços e eu gemi de dor, eu estava machucado pela noite anterior, eu só queria morrer agora.

— Por favor, papai, me ajuda... — Sussurrei encostando a cabeça no veludo da mesa, eu preciso que alguém me ajude, você poderia me ajudar?


Notas Finais


Ai, bem sad eu sei. Amores, por que muitas não comentaram no capítulo passado? Eu fiquei triste pensando que estava ruim ;-;

Não deixem de comentar, isso é importante para mim amores... E agora o que será de Taehyung? Jungkook deveria ter mais cuidado...

Deixarei o link do grupo do whatsapp aqui. Da uma passadinha por lá. Perdoem o horário de postagem, mas é a vida.

https://chat.whatsapp.com/7kUZlFm2zed6t1GEdsq10r

DASHI RUN RUN RUN <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...