História Papai de um dia para o outro. - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Exo, Hentai, Kaisoo, Romance, Tao
Visualizações 21
Palavras 2.931
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Hentai, Lemon, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi meus amores, titia Anto voltou, peço desculpas pela demora, mas aqui esta o capitulo prometido! Boa leitura

Capítulo 12 - Meu querido Soo!


Fanfic / Fanfiction Papai de um dia para o outro. - Capítulo 12 - Meu querido Soo!

Mais uma vez, mais uma vez eu havia machucado ele. Até mesmo sem querer eu o machucava, nossas conversas assim na maior parte das vezes, Soo chorando ou machucado e eu me sentindo a pior pessoa do mundo, cada vez mais apavorado a cada lágrima que deixa aqueles lindos olhinhos por minha culpa, pelos meus erros.

- Soo, deixar eu ver... – Me aproximei mais do mesmo. – Foi o braço machucado, não foi? – O mesmo me parou não deixando que eu me aproximasse dele, seus olhos se fecharam por um instante, ele parecia tentar amenizar o que sentia.

- Soo, por favor, me deixar ver como está... – Ele negou com a cabeça tocando com a outra mão o local e soltando um sôfrego de dor. – Então vamos até o Luh, você precisa ir ao médico ver esse ombro e só o Luh pode nos encobrir!

- Não! – Soo disse alto e espontaneamente. – Ele vai brigar com você, não se lembra o que ele disse antes de sair?!

Impressionante como mesmo machucado, por minha causa o meu pequeno Soo ainda estava preocupado comigo. Ele sempre fora assim, desde o começo do namoro, sempre carinhoso e atencioso comigo, Soo mesmo sendo mais velho, sempre passou a imagem de que seria aquele a ser cuidado; assim mesmo sendo o mais novo, sou eu quem cuido e proteja ele, pelo menos era o que eu deveria fazer.

- Quem esta machucado é você Soo e você ainda está preocupado comigo? – Consegui me aproximar, segurando seu rosto e o beijando. – Vamos até o Luh, ele vai me ajudar a te levar no médico, você vai ficar bem e eu vou me sentir mais calmo com você bem! – O abracei com cuidado beijando-lhe a tez.

- Anya! – Soo discordou se aconchegando no meu abraço. – Vamos apenas falar com o médico particular dos tios, inventamos uma desculpa, ele arruma o meu ombro, o Luh não briga com você e eu fico bem! – Soo sorri lindamente como só ele sabe, aquele sorriso que me fez apaixonar por ele, aquele sorriso que me anima, que tira o chão e que me entrega o céu.

- OK! – sorri e o beijei, logo entrelacei nossos dedos e sai andando lado a lado com ele sem nem me importar com o fato de que alguém poderia nos ver, pra mim já estávamos tempo demais as escuras e eu não me importaria de assumi-lo para todas as pessoas que nos indagassem.

Assim que chegamos perto da entrada da casa, Soo saiu a minha frente e entrou primeiro, fomos pra sala do medico e o chamamos, assim que ele chegou logo nos atendeu; ele começou perguntando como Soo havia machucado o braço e após Soo ter contado algumas mentirinhas ele pediu ao meu namorado que retirasse a camisa para que ele pudesse examinar melhor o local. A cada faixa de pele do corpo do menor que vinha a mostra, o doutor parecia cada vez mais come-lo com os olhos; aquilo me incomodava.

O médico que nos atendia não era o tão conhecido Dr.Zhou e sim o filho dele, um rapaz muito bonito e até onde eu sei, Gay! Ele fala com o menor calmamente com uma voz tão doce, que o mais velho fica tão a vontade com ele, que até sorrir abertamente o Soo está; calma Kai, calma. Ele só esta cuidando do Soo só isso e... Aquela mão deveria estar alí?! Encarei fixamente a mão do médico que repousava no meio das costas do Soo, ela não deveria estar no braço do Soo? O que ela esta fazendo nas costas então?!

De repente, aquela mão cheia de dedos começou a se mover nas costas do Do, descendo e acariciando a depressão do meio das costas do moreno, meu moreno! Logo ela saiu dalí e foi para o local aonde devia estar desde o começo, mas não permaneceu alí muito tempo, seguiu pelos arredores do ombro do mais velho até pousar na cintura do mesmo, na CINTURA!

Aquilo fez o mais velho corar e eu senti meu sangue subir com aquele ato, meu alarme de ciúmes estava soando como louco, sai da poltrona que eu estava e me pus ao lado do Soo.

- Tudo bem Soo? – Apoiei o corpo do mais velho como meu. – Licença Dr, mas o machucado dele é no ombro, não na cintura. – Disse simplista fazendo o outro parar de apalpar o que me pertence.

O exame seguiu sem mais “apalpadas” e depois que o médico nos deu algumas indicações e nos liberou, seguimos para o quarto do mais velho, pois ele afirmou estar cansado demais para voltar para a festa; meu pequeno se sentou na ponta da cama deixando seus braços pensos ao lado do corpo enquanto encarava um ponto qualquer na parede do outro lado do quarto, me senti curioso e incomodado para saber no que ele pensava naquele momento então fui até o mesmo e me agachei em sua frente colocando as mãos em seus joelhos.

- No que está pensando bebê? – Chamei sua atenção para mim. – Soo está me ouvindo moreno?

- Ãhn? – ele me olhou surpreso parecendo sair do transe que estava. – Desculpa Nini, disse algo?

- Perguntei sobre o que você está pensando bebê, pode me dizer, você está muito calado?!

- Aquele era o filho do Dr.Zhou? – Ele me olhou calmo me respondendo com outra pergunta. ah como eu odeio isso, esse costume de... Pera quê?! Ele me perguntou sobre aquele doutorzinho?

- Devia ser, porquê? – Olhei irritado e levemente enciumado.

- Não me lembro dele daquele jeito! – Ele deu de ombros enquanto encarava as unhas.

- Claro, nós o conhecemos ainda garoto, um garoto mimado e mitidinho! – complete o tentando findar aquele assunto.

- É mesmo, além de que ele não era tão bonito assim quando ainda era menino! – Soo continuou o assunto me deixando bravo pelo elogio feito ao mais novo.

- Soo, por favor né! – Bufei me levantando de sua frente. – Me respeite!

- Ué, eu não estou te desrespeitando, apenas disse que ele se tornou um homem muito bonito! – O encarei completamente ofendido e enciumado.

- Como é que é?! – bufei novamente andando de um lado pro outro e parando em sua frente. – Mais bonito que eu?

- Ãhn? – ele me olhou e fez uma careta. – Claro que não Nini, pare com isso, não há motivos pra ciúme.

- Mas é claro que é! – fiz biquinho magoado. – ele ficou te apalpando e você ainda diz que ele é bonito!

- Ah JongIn, menos né?! – ele se levantou colocando as mãos na cintura e me encarando com uma das sobrancelhas erguida.

- Ele estava de asinha quebrada pro seu lado e apalpando onde não era pra apalpar. – defendi o meu direito de ficar com ciúmes. – Queria que eu visse isso e ficasse quieto? – Cruzei os braços a frente do peito.

- Aish, como você é ciumento! - ele veio até mim, colocou seus braços ao redor do meu pescoço e sorriu. – Não seja assim pretinho... – eu apenas o olhei e virei o rosto com um bico nos lábios.

- As vezes acho que eu sou o sem e desta relação sabia? – ele gargalhou me fazendo olha-lo perplexo.

- O quê?! – Bufei com sua afronta. – Do KyungSoo, eu sou seu seme, você me respeite! – Agarrei forte sua cintura, colando mais nossos corpos e o beijei aproveitando para morder o lóbulo da orelha do mais velho.

- Nini, não me provoque! – ele inclinou mais o pescoço me dando mais acesso ao local que eu brincava.

- Mas porquê? – RI divertido. – Foi você que começou Soo!

- Eu não comecei nada, você é que é ciumento demais! – Ele se soltou dos meus braços e eu me sentei na cama.

- Você reclama, mas gosta desse meu jeito ciumento! – Sorri de lado e o Vi se aproximar de mim para me dar uma bronca provavelmente, mas eu o peguei de frente o trazendo para o meu colo e o beijando intensamente.

- Nini, não... – O valeu com mais um beijo, mais necessitado e afoito que o anterior.

- Shhhhiii! – acariciei seu rosto com o polegar, mordi seu maxilar e acariciei seu pescoço com a ponta do meu nariz, fazendo o mais velho se arrepiar e soltar um sôfrego manhoso.

Afroixei sua gravata a retirando e a jogando em um canto qualquer do quarto, abri aos poucos os botões da camisa social dele enquanto me divertia com a área de sua clavícula, deixando-a marcada pelos chupoes e pelas mordidas que eu deixava alí.

- Nini... Nós... – ele suspirou por contar das carícias mais logo conseguiu sair do meu colo se jogando para o lado e caindo deitado na cama. – Nós não podemos, estamos na casa dos tios!

- Não é como se nós nunca tivéssemos transado aqui Soo, nossa primeira vez foi aqui e algumas outras depois dela também! – Subi em cima dele terminando de retirar sua camisa que teve o mesmo destino que a gravata.

- Mas Nini... – comecei a beijar o peito dele, deixando uma trilha de saliva por onde eu passava meus lábios.

- Relaxa amor, apenas relaxe, eu sei que você quer! - sussurrei enquanto o olhava sensualmente colocando meu lábio inferior sobre a pele da sua barriga.

Subi meus lábios para os seus enquanto escorregava uma das mãos para tocar seu membro por cima da calça do mesmo que arfou.

Recolhi minha mão dalí e levei até sua cintura onde eu apertei enquando friccionava meu membro ao dele, ambos ainda cobertos pela calça, desci minha boca para seu pescoço e clavícula deixando o lugar bem marcado sob os protestos do mais velho que agarrava-se aos meus cabelos e apertava meu ombro descontando o que sentia.

- Nini... Ahh... – Soo gemeu arrastado assim que eu rodeei seus pequenos e rosados botõezinhos que já demonstravam o seu desejo naquele momento.

Sorri brevemente e segurei seu biquinho entre os dentes carinhosamente enquanto massageava o outro com meus dedos, Soo gemia abaixo de mim apalpando meu corpo em resposta a provocação que eu lhe fazia. Seus dedos chegaram até os botões da minha camisa e ele tentava fracassadamente desabotoa-los e retirar a peça do meu corpo.

Vendo sua dificuldade e o quão afoito ele estava eu segurei suas duas mãos sobre a sua cabeça com uma das minhas e travei seus joelhos com as minhas pernas, deixando-o imobilizado e a mercê dos meus lábios e da minha mão livre; que agora se concentravam em seu pescoço e em apertar a nádega do mais baixo.

- Nini... Eu quero te tocar... – Soo se contorcia abaixo de mim querendo me tocar, mas eu não lhe dava chance para isso, fazendo-o gemer manhosamente.

- Vamos Nini, não seja mal comigo! – ele apelava e eu ia mais fundo e pesado nas carícias, garantindo que cada pedaço de pele dele se lembra e dos meus toques.

Levei a minha mão livre de suas nádegas a frente de sua calça, colocando minha mão dentro da mesma e da boxer tbm, tocando o membro do menor, o apertando levemente e vendo Soo curvar suas costas consecutivamente seu volume cresceu ainda mais.

- Nossa Soo... – RI sapeca. – Pra quem não queria, seu membro já esta alegrinho em?! – o encarei sacana.

- Nini, por favor... Chega... Eu quero você! – O mais velho implorou e eu resolvi soltar seus braços e seus joelhos, apenas para desabotoar sua calça e a descer.

Afastei um pouco sua boxer com uma mão e com a outra comecei a masturba-lo enquanto ele gemia alto e afoito estourava os botões da minha camisa.

- Que feio amor, como você pode estragar minhas roupas? – fiz cara séria. – você sabe que essa função é minha e no caso são as suas! – falei e apertei mais os dedos ao redor do seu membro recebendo um gemido alto e sofrido.

- Nini... Por... Por favor... – Ele falava completamente ofegante e eu já estava ficando com um pouco de dó confesso.

Deixei de apertar seu membro e voltei a beija-lo enquanto apertava suas coxas ao mesmo passo do beijo necessitado e ele retirava a pobre camisa maltratada do meu corpo a jogando em qualquer lugar daquele quarto; Soo nos virou na cama ficando por cima, apoiando suas duas mãos em meus ombros e rebolando sobre meu colo foi impossível não agarrar suas nádegas fortemente ao mesmo tempo que gemíamos os dois pelo contato.

- Você esta duro Nini! – Soo fez uma cara fofa indo pra frente e para trás sobre meu colo. – Nini ele continua crescendo?! – ele fingiu estar surpreso e levantou um pouco se sentando sobre as minhas coxas e abrindo o botão da minha calça a abaixando até onde ele estava sentado.

Ele olhou para o volume dentro da minha boxer já molhada pelo pré gozo e colocou o invadir em cima fazendo uma leve pressão me levando a soltar um sôfrego. Ele me olhou e riu, desceu seu rosto ainda com os olhos cravados nos meus até minha intimidade e o beijou sobre o pano úmido.

- Porra Soo! – xinguei sentindo minha situação piorar.

Ele riu de novo e apertou o volume me torturando, me deixando louco, então se levantou e terminou de retirar minha calça completamente antes de voltar e se sentar sobre minha excitação.

-Nini....– ele se remexeu novamente. – porquê ele está duro assim Nini?

- Por sua causa Soo... – respirei fundo o vendo se remexer cada vez mais. – Você deixar ele assim...

- Por minha causa? – ele deu uma de inocente.

- Sim e você como culpado vai ter de se responsabilizar por seus atos! – disse serio e recebi um sorriso sapeca dele.

O mais velho começou a baixar minha boxer a retirando e deixando que meu membro saltasse para fora, Soo riu e o segurou pela base acariciando o corpo com o polegar, logo sua mão subia e descia pela extensão do meu membro, tocando algumas vezes a glande e me enlouquecendo; Soo sabia fazer aquilo muito bem. Fechei meus olhos aproveitando daquela situação de prazer, até que senti algo quente e molhado passar pela base e subir até a pequena fenda, parando ali e se demorando, contornando a mesma, abri os olhos e só estava com os lábios bem próximos ao meu membro; ele me olhou e não se demorou em abocanhar o mesmo.

- ahhhnn... – gemi sentindo tomar lugar em sua boca quentinha e molhada que agora me sugava. – Porra KyungSoo! – Xinguei sentindo os mesmo iniciando os movimentos de vai e vem.

Toquei seu ombro fazendo movimentos circulares ali e apertava os lençóis gemendo, eu queria que ele fosse mais rápido, mas se havia uma coisa que eu aprendi durante esses anos de namoro com o Soo é que ele tinha o ritmo dele nessas coisas e odiava que eu o apressasse ou algo do tipo, principalmente que ditasse a intensidade que ele me masturbasse, Soo tinha um ódio profundo e promissor da “mãozinha” e mesmo com o ritmo dele ele conseguia me levar as alturas, senti que estava perto, meu membro pulsava ainda mais dentro da boca do menor e a onda de prazer só aumentava; Soo parou o que fazia e voltou para meus lábios recebendo um gemido de desaprovação como resposta.

O beijo era ávido, voraz; nós devorávamos um os lábios do outro com urgência criando um ósculo necessitado onde nossas línguas travavam uma batalha. Em meio a tudo isso nos virei novamente ficando por cima e levando dois dos meus dedos a sua boca, os quais ele chupou deixando bem lubrificados, levei meus dedos a sua entrada, colocando um a um para maior conforto do mais velho, comecei com movimentos de vai e vem e depois os de tesoura, ouvindo gemidos e sôfregos manhosos do Soo.

- Nini... Eu... Quero... Quero você! – ele se remexia abaixo de mim soltando palavras avulsas e mal tonalizadas por conta das carícias.

Tomei seus lábios nos meus e o penetrei devagar, me colocando por inteiro em seu interior, gememos juntos por entre o beijo, comecei a me movimentar com estocadas lentas, mas logo se foi necessário mais intensidade, mais contato. Minhas estocadas se tornaram rápidas e fundas nos levando a gemer alto entre nossos beijos e as frases incoerentes que apenas faziam sentindo para outro.

Trocamos de posição e o Soo logo subia e descia em meu colo enquanto eu segurava seu quadril e me concentrava em apertar sua coxa, quando ele cansou eu tomei o controle novamente indo ainda mais fundo e forte em seu interior, um ritmo frenético e nosso, apenas nosso; quando senti que ele estava quase lá comecei a masturba-lo na mesma intensidade que as estocadas.

Com um gemido alto, Soo chegou ao seu ápice se libertando no meu abdômen, mas algumas investidas e eu cheguei ao meu ápice também; caímos os dois um de cada da cama exaustos.

- Nunca me canso disso... – RI recuperando o meu fôlego.

Ele riu e se aconchegou mais no meu peito provavelmente ele ia pegar no sono, me Movi um pouco.

- Soo eu tenho q ir pro meu quarto... – disse tristonho.

- Dorme aqui... – ele disse calmamente e eu me surpreendi, ele nunca deixava eu dormir com ele quando isso acontecia na casa dos tios ou dos nossos amigos.

- Vou trancar a porta! -Eu sorri e me levantei indo fechar a porta.

- Kim JongIn eu não acredito que você não tinha trancado a porta! – ele me deu um tapa no braço assim q eu voltei pra cama. – podiam ter pegado a gente!

- A essa altura só me importa ficar juntinho com você! – O abracei ele esperando que o sono nos capturasse.


Notas Finais


Assim, me perdoem pelos erros, pelo capitulo em geral, eu acho q ele não ficou a altura, mas peço q me perdoem pq é meu primeiro yaoi.
Kissos da tia Anto.


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