História Papai Kook - Capítulo 17


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Taehyung (V)
Tags Bangtan Boys (BTS), Incesto, Jeon Jungkook, Kook
Visualizações 57
Palavras 1.965
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


*-* Espero que gostem...😘

Para quem gosta de TaeKook espero que possam ler a minha nova fic

Capítulo 17 - Quero que fique...


Fanfic / Fanfiction Papai Kook - Capítulo 17 - Quero que fique...


Ela parecia calma enquanto dormia, mesmo seu rosto estando inchado de tanto chorar eu me sentia mais aliviado enquanto ela dormia. Depois de a levar para o hospital precisamos enterrar seu bebê, o que a deixou mais triste. Logo em seguida a trouxe para casa e dei o remédio para dormir assim como o médico indicou.

- Não se preocupe, eu vou ficar aqui. Mesmo que não queira, eu não vou mais pedir sua opinião pra cuidar de você.

. . .



- Ainda está aí? - Seus olhos abrem devagar enquanto deslizo meus dedos sobre seu rosto fazendo um leve carinho.

- Eu não vou sair, não enquanto não estiver bem. - Sussurro no mesmo tom de sua voz continuando o carinho.

- Você é insistente.

- Por seu bem. - Me viro pegando a bandeija em cima da escrivaninha e coloco ao seu lado. - Coma um pouco.

- Estou sem fome.

- Isso não é um pedido, é uma ordem. - Pego uma colher e mergulho na sopa que tinha feito. - Abra a boca. Você está pálida, precisa comer. Além de que você me fez cozinhar, faz muito tempo que compro comida e não faço.

- Deve ser péssimo cozinhando.

- Eu sou ótimo na cozinha, e serei seu infermeiro por um tempo. - Arranco um sorriso fraco da mesma que logo abre a boca comendo um pouco.

- Está mesmo ótimo. Você tem muitas qualidades.

- Você não viu nada. - Sorri e continuo dando a sopa a ela que deixou mais da metade, mas ao menos consegui faze-la comer um pouco.

. . .

Entro no quarto vendo que ela ainda estava deitada encarando a parede.

- Quer tomar um banho? Coloquei um banco no banheiro caso se sinta tonta, o médico falou que é normal por conta dos remédios. - Ela assentiu e a ajudei a levantar. - Eu trouxe umas roupas minhas enquanto dormia, espero que não se importe, vou ficar no seu quarto caso precise de mim, vou deixar a porta aberta pra te escutar chamar.

- Não precisa se preocupar tanto. - Fala entrando dentro do banheiro. - Se quiser pode ir pra casa, eu estou bem.

- Não vou. Dá última vez que me disse estar bem não era verdade, não vou te abandonar agora. - Mais uma vez ela assenti para mim e fecha a porta do banheiro. - E não tranque a porta, qualquer coisa me chame.

Saiu do quarto e desço para a sala, vou até a área de serviço e pego algumas coisas pra limpar a casa, termino e vou fazer o jantar.

. . .

Abro a porta do quarto com força e olho para ela que continuava na cama encarando o nada.

- Agora já chega. Eu te falei pra não trancar as portas. - Vou até ela e a levanto com cuidado. - Vem, vamos jantar.

- TaeHyung, eu não quero.

- Você não vai ficar aqui enquanto tem uma vida esperando por você. Nós vamos descer e jantar. - A apoio em meu ombro e saímos do quarto lentamente, descemos a escada e a levo para sentar no balcão em frente ao prato que eu já tinha preparado para ela.

- Obrigado. - Começa a comer devagar.

- Quanto mais trabalho me der mais tempo eu vou ficar aqui, você sabe. - Sorri. - Eu já disse, vou ficar até ter certeza de que vai ficar bem.

- Você é diferente do que eu imaginava. - Fala sem parar de comer. - Chegou na escola com expressão de durão fazendo sucesso com todas as meninas, entrou logo pro time de futebol e virou o popular.

- Acha que eu era assim?

- Muito diferente daquele durão, depois de repente descubro que era apenas seu trabalho.

- Por dentro eu sou uma manteiga derretida. - Me sinto bem ao vê-la sorrir.

- Quer dizer que já é um velho.

- Trinta e quatro anos não é ser velho.

- Você tem a mesma idade que o JungKook. - Seu sorriso desaparece. - Em pouco tempo é o aniversário dele, não acredito que vai passar na...

- Coma, vai esfriar. - A Interrompo voltando a comer.

. . .

Depois do jantar a fiz assistir um pouco, mas o filme inteiro ela lembrava do JungKook. Qualquer coisa a fazia lembrar-se dele, seja apenas o fato de estarmos assistindo a um filme, ou algo que o personagem fazia. Ela apenas parou quando lhe dei o remédio e logo em seguida caiu no sono. A levei para o quarto, coloquei na cama e a cobri.

- Durma bem, S/n. - Beijo sua testa e saio do quarto indo para o outro e me deito tentando dormir.

. . .

- TaeHyung, pega. - Quando me viro sinto a água molhando meu rosto e me levanto rapidamente.

- Não tem como pegar a água. - Coloco as mãos na cintura a encarando com aquele lindo sorriso. - Solta isso ou vou entrar todo molhado na casa e você vai limpar.

- Não, você está cheio de terra, vai sujar tudo lá dentro. - Ela larga a mangueira e volta a plantar a última muda.

- Nós fizemos um ótimo trabalho, não é? - Olho em volta as rosas coloridas que tínhamos plantado no jardim antes sem vida e volto a encara-la ao ver a mesma pegar algumas rosas e caminhar até o fundo do jardim já sabendo o que iria fazer e a segui. - Está bem?

- Estou. - Fala forçando um sorriso e coloca as rosas encostadas na pequena lápide. - As flores estão lindas, meu pequeno Jeon.

A cada dois dias ela vinha até aqui e trocava as rosas conversando com o pequeno Jeon. Depois que tive a ideia de fazer o jardim de alguma forma tinha sido algo que a consolou colocar rosas na lápide. Ela deixou de apenas se culpar por não ter ido ao médico durante a gravidez, se alimentado melhor, ou até ter feito o acompanhamento médico todo mês. Também com a ajuda dos médicos e terapeutas que eu a forcei a ir algumas vezes, eles sabiam a história e consolavam a S/n falando que mesmo tendo ido ao médico provavelmente não conseguiria fazer o bebê sobreviver, por conta de algumas complicações as quais o feto tinha sido exposto pelo DNA.

- Acho que ele gosta dessas rosas, o jardim está ficando cada vez mais lindo.

- Meu Jeon descansa bem quando tem rosas bonitas. - Sorri e a ajudo levantar.

- Acho que precisamos de um banho, estamos cheios de terra. - Pego um dos meus dedos sujos e passo em seu nariz.

- Vamos. - Entramos sorrindo.

. . .

Estava escutando algo, mas o meu sono era tanto que não dei importância e voltei a dormi. Mas não demorou muito para escutar um grito e corri para o quarto ao lado.

Vi S/n sentada na cama chorando enquanto agarrava os joelhos e me sentei ao seu lado enxugando suas lágrimas.

- Foi apenas mais um sonho, vai passar.

- Ele estava bravo comigo, TaeHyung. Ele estava com quatro anos e brigava comigo, ele me culpava por não ver o pai dele, falava que estava sofrendo e eu não ia o ver, ele me culpava, me culpava por tudo. - A abraço fortemente.

- O bebê Jeon está descansando S/n, foi apenas um sonho. Ele teria orgulho de você, saberia que foi o JungKook que te pediu para não ir, ele também está bem, o NamJoon está cuidando dele.

Não acontecia sempre, mas como em algumas noites a consolei e a fiz voltar a dormir indo de volta para o outro quarto. Mesmo tendo se conformado um pouco S/n ainda tinha pesadelos, principalmente com o bebê e JungKook.

. . .

- O CAFÉ ESTÁ PRONTO. - Gritei terminando de colocar o café na mesa de centro da sala. Eu e S/n estávamos mal acostumados, estávamos tomando nosso café todos os dias na sala enquanto assistíamos, era algo que ela gostava, e confesso que tudo que a fazia sorrir me deixava feliz.

- Você está me deixando mal acostumada, sempre cozinha pra mim.

- Eu gosto de te fazer feliz. - Sorrimos e nos jogamos no sofá ligando a Tv e tomando nosso café.

Sempre depois do café continuavamos assistindo.

- Não vai trabalhar? - Pergunta sem tirar o olho da Tv.

- Não, tenho umas coisas pra fazer.

- Quais coisas? - A olho.

- Quer saber agora? - Seu olhar agora vem para mim.

- Sim.

- Acho que está na hora de ir embora. - Falo de uma vez e noto que ela parecia pensar e me aproximo mais dela ficando ao seu lado.

- Fica.

- Ficar? Eu já estou aqui a cinco meses. - Falo com um sorriso enorme, estava feliz por ela me pedir para ficar, algo que eu nunca imaginei que fosse acontecer. - Além disso você já está melhor. Eu te falei que ficaria até melhorar, você até engordou um pouquinho comendo as minhas comidas.

- Mentiroso. - Me dá um tapa no braço.

- Estou brincando, você está linda.

- Eu gostaria que ficasse mais um pouco.

- Pedindo assim mais um pouco eu posso até ficar. - Durante esses cinco meses eu estava apenas preocupado com ela, preocupado em cuidar dela que não investi nenhum momento em minha paixão. Em todos os momentos que estive aqui estava ao seu lado para tudo apenas em um instinto inocente de protegê-la e garantir que ficaria bem. Mas nesse momento vendo o quanto me encara lindamente me pedindo para ficar está me trazendo de volta a aquela paixão intensa que sinto pela mesma.

- Fica, mais um pouco.

- Fico. - Sorri de lado e me aproximei ainda mais. Acaricio suas bochechas com os dedos e puxo seu rosto um pouco para mim e sem pressa alguma encosto nossos lábio lentamente.

Por alguns segundos achei que não corresponderia, mas assim que senti abrir seus lábios lentamente senti meu coração acelerar. Por mais que eu quisesse intensificar aquilo eu teria que respeitar o espaço dela, e mesmo lento seu beijo era viciante.

- Tae-Taehyung... - Ela separou o beijo sem me afastar segurando minha blusa na altura do meu peito. - Eu quero que fique aqui, mas eu não posso te amar, TaeHyung.

- Eu sei. - Meu coração doía, mas de certa forma estava acostumado. - Não precisa me amar, mas enquanto eu estiver aqui, se eu puder ter os seus beijos me sinto melhor.

- TaeHyung, eu não quero te iludir. Um dia o JungKook vai sair, e eu estarei aqui esperando por ele.

- Eu sei. Eu também não te amo, apenas sou apaixonado, e os seus beijos são viciantes, me deixe tê-los por esse tempo. - Ela assentiu mostrando estar em dúvida, mas eu insisti tanto que acabei a deixando contra a parede, e era isso que eu queria. Além de estar mentindo para ela, era óbvio que eu a amava, eu não estaria fazendo o que fiz todo esse tempo se não a amasse, e também era óbvio que sairia machucado. Mas eu queria tanto uma chance, apenas uma chance de ser seu, de tê-la em meus braços enquanto me perco em seus beijos. Ela estava certa, um dia JungKook iria sair e eu ficaria sobrando ali, mas até lá eu ainda tenho nove anos para fazê-la mudar de ideia, para fazê-la se viciar em meus beijos assim como sou viciado nos seus, para fazê-la se apaixonar por mim, e talvez quem sabe, em menos de nove anos já estaríamos casados e com filhos. Mesmo que eu não conseguisse fazer isso, nesse momento eu apenas quero mais desses beijos viciantes.

A puxo novamente para mim e início outro beijo um pouco mais intenso sem deixar de ser delicado, permitindo que nossas línguas se encontrassem.

       


Notas Finais




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