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História Papai, o que é... - Capítulo 8



Notas do Autor


Olá meus amores, como estão?

Hoje eu estou aqui com mais um capítulo do meu bebezinho! Passando para avisar que estamos chegando na reta final da história e por conta disso eu acelerei um pouco o processo dos acontecimentos!

Gostaria de agradecer a todos que estão curtindo, comentando e salvando a fanfic! Vocês são extremamente incríveis e eu não tenho palavras para demonstrar o quanto eu estou feliz por ter vocês como leitores dessa história!! E meu mais que obrigada a perfeita @MrsNovak que faz essa betagem maravilhosa!!

Boa leitura a todos!!

Capítulo 8 - Bissexual?


Manhã seguinte || Naruto Uzumaki.

 

A dor latejante no fundo do cérebro e a queimação no estômago eram um grande indicativo de que havia exagerado na bebida. Ao se sentar com dificuldade no sofá, Naruto sentiu seus músculos doloridos e um certo frio na pele. Sua mente estava uma confusão e, por mais que a forçasse, não conseguia compreender o porquê de ter dormido no sofá e... pelado? Por que ele estava pelado?

— Caralho. — Esfregou as mãos no rosto, tentando colocar seus pensamentos em ordem. — O que aconteceu por aqui?

Suas roupas encontravam-se espalhadas em um canto da sala, onde Kurama havia feito questão de deitar por cima. Certamente as peças estavam lotadas de pelo de gato. Forçando seu corpo a levantar, ele caminhou a passos rápidos até o banheiro. Estava apertado para fazer xixi e o corpo tenso implorava por um banho.

( ... )

Após um relaxante banho, o banheiro ficou nublado pelo vapor proveniente da água quente. Com a toalha presa em sua cintura, ele caminhou até o espelho e, com o canto da mão, desembaçou a superfície refletora. Dando uma boa checada em sua aparência, percebeu que sua barba já dava os primeiros sinais de vida, seus cabelos estavam um pouco maiores que o usual e... por que a área de seus mamilos tinha chupões?

Com o coração disparado, alguns flashs de memória se fizeram presentes. Sem conseguir raciocinar direito, Naruto correu até a sala atrás do telefone celular. As mãos trêmulas digitavam o nome da pessoa que por dias a fio lhe visitou em seus sonhos pervertidos. Ouvindo os próprios áudios, seus olhos encheram de lágrimas. Ele estava prestes a morrer de vergonha.

Não conseguia acreditar no que havia feito. Aquela pessoa nos áudios não era ele! Por mais que tivesse gostado do resultado daquela sem-vergonhice, sentia-se na obrigação de se esclarecer para Sasuke. Era nítido que ambos haviam aproveitado da noite passada, mas era necessário um pedido de desculpas antes que o loiro passasse uma borracha naqueles acontecimentos.

 

    — Sasuke, eu acabei de acordar... — Sua voz estava fraca e ele não se sentia confiante suficiente, porém, se ele iniciou toda aquela confusão com um áudio, ele teria que terminar tudo com outro. — Eu realmente sinto muito pela noite passada, aquele não era eu! Desculpa por ter feito você passar por tudo aquilo, eu espero que possamos esquecer tudo e permanecer sendo amigos, mas eu entenderei se quiser cortar contato comigo!

 

Passando as costas da mão sobre os olhos, Naruto limpou suas lágrimas. Se arrependimento matasse, ele estava pronto para ser enterrado. O telefone vibrou, indicando uma nova mensagem do Uchiha. Com as mãos ainda mais trêmulas, ele entrou novamente na conversa e colocou o áudio para ser reproduzido.

 

— Não acho que a noite passada possa ser esquecida sem uma conversa antes — A voz no áudio era rouca e de fundo havia o barulho da musiquinha do elevador. — Não irei te atacar e nem fazer qualquer coisa que possa aumentar seu constrangimento, apenas quero conversar. Então, por favor, abra a porta do seu apartamento, porque eu estou chegando.

 

Ao ouvir os últimos segundos da mensagem, Naruto sentiu todo o seu corpo reagir. Sem conseguir evitar, ele já estava com a porta escancarada, observando Sasuke se aproximar a passos lentos. Era quase surreal: por mais que quisesse esquecer a noite passada, ao ver aquele belo par de olhos ônix, ele só tinha vontade de beijá-lo e terminar o que havia começado no dia anterior.

— Naruto! — disse, quando parou em frente ao loiro. — Posso entrar?

Sem dizer absolutamente nada, ele se afastou da porta, em um convite silencioso para que o outro entrasse. Adentrando o apartamento, Sasuke fechou a porta atrás de si. Os olhos atentos observavam Naruto, o qual estava ainda mais bonito do que na noite anterior. Porém, era visível seu olhar de puro arrependimento.

— Ontem foi um erro! — disse, após inúmeros segundos em um silêncio torturante — Não vou falar que não gostei, porque estaria mentindo. Mas tudo aquilo foi um erro! Eu estava bêbado e carente, então me desculpe por ter te envolvido nisso. Você não merecia passar por todo esse constrangimento, eu sinto muito.

— Não acho que tenha sido um erro — respondeu, com a voz era baixa e contida. — Mas reconheço que você foi induzido pelos seus instintos. — Tentou se aproximar, mas o loiro deu um passo para trás. — Você não precisa pedir desculpas ou se arrepender da noite passada, porque...

— Você não entende, Sasuke. — Suas bochechas estavam vermelhas. — Eu tenho que me arrepender daquilo, porque eu traí minha esposa!

— Você não a traiu.

— Não? Eu e você nos beijamos, Sasuke! — Aumentou um pouco a voz. — Eu deixei você me chupar e ainda implorei por mais. Então, sim, eu traí minha esposa!

— Naruto, você sabe que não traiu! — Os olhares se encontraram. — Ela não está mais aqui e eu sei que dói, mas infelizmente é a realidade! — Havia lágrimas nos olhos azuis. — Mas você está, Naruto. E agora você não pode passar o restante dos seus dias com essa sensação de culpa. Eu não a conhecia, contudo, pelo que o Boruto me disse, ela era uma mulher incrível e extremamente inesquecível, mas você não pode se sentir culpado de viver.

Escorando-se na parede, Naruto deslizou pela superfície fria, até que se sentasse no chão. Não se importava se o Uchiha presenciava seu momento de pura vulnerabilidade, ou se a falta de vestimenta proporcionava uma visão privilegiada para o homem em pé. Ele apenas se limitava a escutar as palavras duras e necessárias, enquanto suas lágrimas corriam livremente.

— Não estou dizendo isso porque quero ficar com você, mas porque você ainda é novo e tem muito chão para percorrer e muitas bocas para beijar. — Ajoelhou-se para ficar à sua frente. — Pelo que eu sei da Hinata, ver você desse jeito, se privando de sentimentos que te fazem bem, seria pior que a morte. Sabia que uma vez o Boruto me falou que ela era a mais pura luz? — A mão direita limpou as lágrimas do loiro. Os olhares se encontraram intenso. — Então raciocina um pouquinho, Naruto. Você, que a conhece mil vezes mais do que eu, acha mesmo que ela gostaria de te ver sofrendo desse jeito?

Naruto não conseguia falar absolutamente nada e, por isso, limitou-se em apenas puxar o moreno em um abraço apertado. Sasuke prontamente retribuiu o ato, aproveitando para puxar o corpo do menor contra o seu, para que ele pudesse chorar com liberdade contra si.

— Não estou dizendo que você deve esquecê-la. — As mãos afagavam os fios loiros. — Só peço que me deixe te fazer feliz.

( ... )

Após um bom tempo, o Uzumaki parou de chorar e foi para seu quarto se trocar. Quando ele voltou, ambos pingaram todos os “is” e foi combinado que eles iriam manter uma relação casual, mas que não se caracterizaria como um namoro ou algo mais sério, Eles seriam apenas amigos que se pegam e, por esse motivo, nenhum dos dois precisava se preocupar com que os outros iriam pensar, principalmente seus filhos.

 

Três meses depois || Cenas +18 – quando elas acabarem irei sinalizar em negrito!

 

Naquele momento, Sasuke estava se concentrando em não queimar o arroz, enquanto Naruto cuidava da churrasqueira. Era um sábado ensolarado e o Uchiha havia chamado a família Uzumaki para uma tarde divertida na piscina de sua casa. Assim, enquanto as crianças nadavam e se divertiam, os adultos preparavam o almoço sob a supervisão da agitada Himawari.

— Acho que a carne já está pronta! — disse, enquanto mexia no espeto de carne.

— Pronta? O boi ‘tá quase ressuscitando, isso sim! — Sasuke olhava indignado, a carne parecia crua.

— Assim é gostoso. — Sorriu.

— Assim é gostoso para contrair uma Salmonella — debochou — Larga de ser preguiçoso e faça esse churrasco direito!

Naruto riu alto, enquanto se aproximava do moreno e depositava um beijo em seu pescoço. Aquele simples contato foi responsável por arrepiar o corpo inteiro do homem. Eles estavam há muitos dias sem trocar nenhuma carícia, uma vez que as crianças estavam sempre por perto. p sempre que elas se distraiam, os dois tratavam de trocar alguns carinhos simples.

— Não vou mudar a opinião sobre essa carne crua! — Virou para o loiro, capturando rapidamente os lábios. Era um beijo simples e desprovido de qualquer maldade, Sasuke amava esse tipo de beijo.

— Você é um chato. — Riu, enquanto voltava para frente da churrasqueira.

Desligando o fogão e dando uma mexida no arroz, Sasuke se distanciou para pegar o saco de batata-frita no congelador, para fazê-las na airfryer. Ajustando o time na panela e abrindo o saco amarelo, o Uchiha esperou o tempo certo para depositá-las, enquanto observava Naruto. Os fios loiros estavam molhados por causa da piscina, o peitoral estava exposto e os pés desprovidos de calçados. Ele era extremamente lindo e muito fofo.

— Você pode dar a mamadeira para a Hima? — perguntou, quando a pequena começou a dar sinais de irritação.

— Posso sim. — Depositou as batatas na panela. — Já quer chamar as crianças para almoçar?

— Acho que já pode. — Olhou as horas, enquanto Sasuke pegava a bebê da cadeirinha. — Sabe como eles são, vão se passar milênios até que saiam da piscina.

( ... )

Após o almoço, Sarada arrastou Boruto e a pequena Himawari para dentro de casa. Segundo a garota, eles iriam brincar de casinha, onde ela seria a mamãe empoderada, Boruto seria o papai dono de casa e a Himawari seria a bebê. A reação do Uchiha ao imaginar as crianças brincando de mamãe e papai foi impagável, assim como a do Uzumaki, que teve a sua bebê arrancada de seus braços para uma brincadeira inocente.

— Seu filho anda muito assanhado ‘pro meu gosto, Uzumaki! — Sasuke tinha um biquinho em seus lábios.

— Foi sua filha que sugeriu essa brincadeira, Uchiha! — provocou, enquanto terminava de lavar toda a louça do almoço.

— Sarada é um anjinho inocente — resmungou.

— Se ela for igual você... — Enxugou as mãos no seu próprio calção, enquanto se aproximava do homem. — Ela não vai ter nada de inocente.

Com um sorriso de ladino, o moreno puxou o corpo de Naruto contra o seu. Aproveitando que as crianças estavam longe e que poderiam desfrutar um pouquinho um do outro, os lábios se colaram em um beijo calmo e suave. As mãos do loiro brincavam com os fios negros de Sasuke, enquanto suas mãos se mantinham na base das costas musculosas.

Naquela altura do campeonato, a boca de um era território conhecido do outro. Entretanto, cada beijo era como se fosse único. Também conheciam as curvas dos corpos e os pontos de prazer. Sem romper o beijo, eles foram andando a passos desajeitados para trás do balcão da cozinha – onde teriam maior privacidade e menos risco de olhares curiosos.

Por causa da liberdade causada pelo calção de banho, era possível sentir a ereção de ambos. O contato das peles nuas e molhadas, juntamente com os beijos que se tornavam cada vez mais urgentes, fazia a situação ficar extremamente excitante. Sem nem raciocinar, a mão de Naruto adentrou o calção, iniciando assim uma masturbação no membro de Sasuke.

O moreno gemia baixo, por conta do movimento de vai e vem. Aquilo estava tão bom que ele nem conseguia se concentrar para beijar os lábios inchados do loiro. Com apenas uma mão, Naruto abaixou a única vestimenta de Sasuke, deixando-o exposto ao olhar de puro desejo do mais novo.

— Naruto... você... perigoso... — Não conseguia formular palavras, uma vez que a mão de Naruto e os beijos molhados que agora eram depositados em seu pescoço, deixavam seus pensamentos dispersos.

— Como? — indagou inocentemente, logo passando a língua no mamilo já durinho de Sasuke.

— As crianças — disse, por fim.

— O que tem elas? — perguntou. Seus beijos desciam do mamilo para a barriga definida. Ele já estava ajoelhado no chão.

— Elas podem ver alguma coisa! — Soltou um gemido um pouco mais alto, quando sentiu os lábios macios roçarem a glande.

Mesmo estando juntos há três meses, o único contato a mais que tiveram foram boquetes. Não porque não se desejavam a ponto de fazerem sexo, mas sim pela insistência do Uchiha para transarem de camisinha e com produtos que ajudassem com a lubrificação do ânus. Como eles nunca tinham tempo de comprar os produtos, o sexo sempre ficava para outra hora, mesmo que eles se desejassem muito.

Naruto era o mais insistente quanto a transa, chegando até a se oferecer para ser o passivo da relação – mesmo não tendo uma conversa a respeito de quem comeria quem, era nítido que o Uzumaki era o ativo, e Sasuke não se importava nem um pouco com isso, por mais que ele gostasse da relação flex. Porém, o Uchiha era extremamente resistente quanto a relações sexuais sem a camisinha, uma vez que ele não queria correr o risco de contrair ou passar qualquer doença sexualmente transmissível.

Chegava até a ser levemente irônico o homem não querer transar por conta da camisinha, já que através do boquete diversas doenças também poderiam ser transmitidas. Porém, infelizmente ele não conseguia se privar de escutar os deliciosos gemidos que Naruto soltava quando ele o chupava.

 

Fim da parte +18

 

( ... )

Quando era três horas da tarde, as crianças apareceram carregando uma neném chorosa. Os três estavam com fome e imploravam pelo café da tarde. Assim, enquanto Naruto dava mamadeira para a filha, as crianças comeram o bolo de cenoura que Sasuke havia pedido por delivery. Após o café, as crianças foram para a piscina, parando de brincar apenas na hora da família Uzumaki ir embora.

Era quase nove horas da noite quando chegaram ao apartamento. Naruto estava cansado de cuidar de duas crianças extremamente hiperativas na piscina, Himawari estava capotada no bebê conforto e Boruto estava enjoadinho por conta do sono e do rostinho levemente queimado pelo sol.

— Filho — chamou, enquanto colocava o bebê conforto sobre o balcão. — Vamos tomar banho?

— Eu quero dormir! — choramingou, com o cansaço estampado no rostinho delicado.

— Você passou o dia todo na piscina, filho. — Aproximou-se da criança e a pegou no colo. Por mais que já tivesse 6 anos de idade, ele ainda era pequeno ao ponto de caber sem quaisquer dificuldades no colo do pai. — E o tio Sasuke falou que a água tinha cloro!

— Eu não quero tomar banho — resmungou, mas o mais velho pouco deu importância.

Deixando o filho tomar banho sozinho, Naruto foi tratar de cuidar de Himawari. A pequenina já havia tomado banho na casa do Uchiha, uma vez que ela teve dor de barriga e precisou de um banho. Então, o mais velho apenas se limitou a trocar a fraldinha dela e dar uma pequena porção da papinha de maçã. A bebê havia começado com sua introdução alimentar na semana passada e, após descobrir a maçã, ela amou.

— Papai? — Boruto saiu do banheiro apenas de roupão e com uma mãozinha coçando os olhos.

— Sim? — Não olhou para a criança, uma vez que estava concentrado em dar a comida para a filha.

— Você e o titio Sasuke são namorados? — Naquele momento, Naruto pensou que morreria.

— C-como? — Retirando a colherzinha da boca de Himawari, virou-se para o filho.

— A Sara me disse que vocês estão namorando. — Ele coçou os olhinhos com o cansaço aparente.

— Eu e o titio somos apenas amigos! — Era notável a apreensão na voz do pai.

— Mas ela disse que vocês se beijaram! — Naruto achou que teria algum tipo de mal súbito de tanto que seu coração estava disparado. — Eu até gosto da ideia de você e o titio juntos, porque aí a Sara vai ser a minha irmãzinha!

— C-como?

— Uai, papai, ao invés de ter só a Hima, eu vou ter duas irmãzinhas! — O pequeno não estava entendendo o porquê do pai estar tão vermelho.

— Então você não vê problema do papai namorar o titio? — Foi acalmando aos pouquinhos.

— Problema? Como assim, papai? — A criança estava confusa.

— Nenhum, papai só está surpreso. — Deu um sorriso mínimo para a criança.

A criança sorriu para o pai e depois rumou para o seu quarto, que já havia acabado com a reforma. Enquanto o filho mais velho se preparava para dormir, Naruto tentou organizar seus pensamentos e terminou de arrumar Himawari, que àquela altura do campeonato já estava dormindo. Ele estranhamente sentia que um peso tinha sido liberto de sua consciência com a aprovação de seu filho a respeito do relacionamento informal com Sasuke.

Após colocar a bebê no bercinho e ajustar a babá eletrônica, o homem foi até o quarto do filho para dar boa noite. A criança já estava de pijama trocado e estava lendo o livro da Branca de Neve. Todos os dias antes de dormir o pequeno insistia em ler pelo menos um pouquinho, para treinar sua leitura, que por enquanto estava péssima.

— Vamos dormir, Boruto? — O pai se sentou na beirada da cama.

— Posso só terminar essa página? — perguntou e em resposta recebeu um afirmativo. Demorou cerca de cinco minutos para ele acabar a leitura do dia. Fechando o livro e com um sorriso angelical no rosto, ele disse: — Terminei!

— Gostou da leitura? — Pegou o livro e depositou na mesinha de cabeceira.

— Sim! Mas estou triste porque a princesa foi envenenada. — Fez um biquinho fofo e em resposta o pai bagunçou os cabelos loiros.

— Não fique triste, todo livro termina com um final feliz.

— Sério? — Naruto concordou com a cabeça.

Logo após isso, a criança se deitou na cama e o pai a cobriu. Ambos rezaram, agradeceram o dia bom e pediram para Deus abençoar o dia seguinte. Após a conversa com os anjinhos, Naruto acendeu o abajur de formato de bola de futebol – Boruto tinha medo do escuro – e ele deu um beijo na testa do pequeno. Se preparando para ir embora para seu quarto, o mais velho se despediu.

— Papai, você não respondeu à minha pergunta! — As sobrancelhas arquearam em confusão. — Você e o titio são namorados?

— Não, meu filho. — Foi sincero. — Mas estamos nos conhecendo.

— Papai, você é gay? — perguntou curioso.

— Não...

— Mas você gosta de homens. — Ele estava confuso.

— Sim, eu gosto de homens, mas eu não sou gay — explicou. — Eu sou bissexual. — A criança ficou por alguns segundo tentando assimilar a nova palavra.

— Papai, o que é bissexual? — perguntou, após um tempinho.

— É a pessoa que tem atração romântica tanto por mulheres quanto homens.

— Por isso você gostava da mamãe e agora gosta do titio? — Sorriu ao notar que havia compreendido mais ou menos o que aquilo significava.

— Isso mesmo, filhão! — Bagunçou os fios loiros da criança. — Agora vamos dormir, porque já está tarde.


Notas Finais


Olá pessoal, o que acharam da história? Gente, eu não sei se vocês repararam, mas no decorrer da história eu esqueci da Kurama (KKK), mas eu prometo que vou tentar colocá-la nos últimos capítulos!! Eu espero do fundo do meu coração que tenham gostado da história! Caso se sintam confortáveis, não deixe de comentar o que acharam e no que eu devo melhorar!!!


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