História Papais Dourados - Capítulo 11


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Categorias Saint Seiya
Personagens Afrodite de Peixes, Aiolia de Leão, Aioros de Sagitário, Aldebaran de Touro, Camus de Aquário, Dohko de Libra, Ikki de Fênix, Kanon de Dragão Marinho, Kanon de Gêmeos, Kiki de Appendix, Marin de Águia, Miro de Escorpião, Personagens Originais
Visualizações 115
Palavras 257
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Lírica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - Firmando os Pezinhos


O bebê engatinhava dando um sorriso ao se dirigir até o seu pai, que meditava na posição de lótus. Demorou, mas chegou. Com suas mãozinhas no chão da Casa de Virgem, ele tentou ficar de pé. Caiu sentado. O pai sequer se mexeu.

_Pá... Pá – balbuciou.

O bebê, então, engatinhou até as costas pai. Puxou-lhe os cabelos loiros de leve, tentando outra vez ganhar apoio para ficar de pé.

_Pá... Pá... Pá.

Caiu outra vez. O cavaleiro deu um sorriso, ainda fingindo que meditava.

_Pá... Pá? Mimimimi...

O bebê de olhos azuis apoiou-se agora no joelho de Shaka. Com muito esforço, foi firmando os pezinhos no chão até que... Desequilibrou-se mais uma vez.

_Bu. Bu. Bu – reclamou.

Numa tentativa decidida para um simples neném, o pequeno apoiou outra vez as mãozinhas no chão. Pendeu para um lado, pendeu para o outro, quase caiu novamente e... Ficou de pé sozinho!

Shaka abriu os olhos, feliz.

_Pá! Pá! – o bebê deu um passinho, mas caiu, fazendo beiço.

Shaka, então, o pegou no colo e falou:

_A vida é assim mesmo, Rajeev. Num momento estamos de pé, noutro nós caímos. O importante é tentar e não desistir. Nunca. Mas... Por que você só tenta ficar de pé quando eu "não estou olhando"?

_Na. Nan. Na – respondeu o bebê antes de bocejar e coçar os olhinhos.

O virginiano sorriu e disse:

_Hora do seu cochilo.

A porta de um jardim se abriu, e Shaka levou o seu filho para desfrutar do seu lugar favorito em todo o Santuário.

_Pá... Pá – balbuciou o bebê, fechando os olhos ao sentir a tranquilidade do jardim e a serenidade do seu pai.



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