História Papais Dourados - Capítulo 3


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Categorias Saint Seiya
Personagens Afrodite de Peixes, Aiolia de Leão, Aioros de Sagitário, Aldebaran de Touro, Camus de Aquário, Dohko de Libra, Ikki de Fênix, Kanon de Dragão Marinho, Kanon de Gêmeos, Kiki de Appendix, Marin de Águia, Miro de Escorpião, Personagens Originais
Visualizações 136
Palavras 506
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Lírica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Coelhinho


Fanfic / Fanfiction Papais Dourados - Capítulo 3 - Coelhinho

Lin estava numa fase bastante "artística" da sua vida. Tanto que as paredes da Casa de Libra estavam repletas de desenhos feitos com canetinha e tinta guaxe. Dohko sempre estimulava a criatividade da sua menininha. O que ele não sabia era que Lin acabaria por expressar essa criatividade também em outras das Doze Casas.

_Lin, eu vou ter que ir até o Templo de Athena. Você fica quietinha? – perguntou ele ao vê-la concentrada em sua última "obra de arte".

_Eu fico quietinha, papaizinho – ela respondeu enquanto misturava tinta guaxe com os dedinhos.

_Certo – disse Dohko ao tomar o caminho para o Templo.

E Lin realmente ficou quietinha. Isso até não encontrar mais espaço para desenhar nas paredes de Libra. Mesmo ficando na pontinha dos pés, ela não alcançava a parte que ainda não estava pintada.

_E agola?

Ela esperou... Esperou... E nada do pai. Cuidadosa, juntou suas coisas dentro de uma caixinha e desceu devagar até Virgem. Chegando lá, encontrou Shaka meditando na posição de lótus, e teve uma ideia.

_Tio?

Refletindo sobre as complexidades existenciais da vida, o virginiano não notou a presença da menina.

_Tio? – chamou de novo.

Nada. Sendo assim, Lin começou a tirar suas canetinhas e tintas da caixinha rosa. Cantando, ela começou a pintar:

"De olhos vermelhos, de pelos blanquinhos, de passo ligeilo eu sou coelhinho... Sou muito assustado, polém sou guloso por uma cenoula já fico manhoso. Eu pulo pla flente, eu pulo pla tlás, dou mil cambalhotas, sou florte demais. Comi uma cenoula com casca e tudo... Tão grande ela ela... Fiquei balligudo!"

_Acabei – Lin disse, já guardando as suas coisinhas antes de reiniciar a descida pelas Doze Casas.

Algum tempo depois, Shaka terminou a sua meditação. Ele deixou a Casa de Virgem após ouvir o chamado do Grande Mestre, que também queria ver Máscara da Morte, Kannon e Milo.

O escorpiano fez alarde assim que viu o virginiano:

_Que é isso, Shaka? Você tá curtindo maquiagem agora? – caiu na gargalhada.

Kannon foi o próximo a chegar:

_Era para vir fantasiado? Não recebi essa parte da mensagem – o geminiano chorou de tanto rir.

Máscara da Morte também chegou. Distraído, ele quase esbarrou em Shaka e...

_Mas que droga é essa no seu rosto, infelice? – riu até rolar no chão.

Shaka não compreendia o que os três queriam dizer. Obviamente, pois ele não estava vendo a própria cara.

_Do que vocês estão falando? Qual o motivo para tanto riso? – perguntou seriamente.

Gargalhadas e mais gargalhadas foram as únicas respostas. Até Shion não aguentou ao ver as pálpebras fechadas de Shaka pintadas de vermelho – olhos de coelhinho.

O virginiano também estava com bigodinho de traços feito com canetinha preta. Tinha ainda dentinhos desenhados no queixo e, como se não fosse o bastante, corações de tinta azul na testa.

Dohko apareceu. Reconhecendo os "dons artísticos" da filha, sugeriu:

_Acho melhor você abrir os olhos mais vezes, Shaka. Não, brincadeira. Desculpe por isso – sorriu.

O "coelhinho", então, passou a mão no rosto. Inicialmente, ele ficou sério. Depois, acabou sorrindo.

Algumas Casas abaixo...

Aldebaran dava o seu cochilo após o almoço, no sofá da sua sala. Lin, tirando a tinta verde da sua caixinha, começou a cantar:

"O sapo não lava o pé..."



Notas Finais


Zoar o Shaka é tão bom! E o Debas.. Oww..kkkkk


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