História Papais Dourados - Capítulo 4


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Categorias Saint Seiya
Personagens Afrodite de Peixes, Aiolia de Leão, Aioros de Sagitário, Aldebaran de Touro, Camus de Aquário, Dohko de Libra, Ikki de Fênix, Kanon de Dragão Marinho, Kanon de Gêmeos, Kiki de Appendix, Marin de Águia, Miro de Escorpião, Personagens Originais
Visualizações 90
Palavras 476
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Lírica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - O Descontrolado Pai Italiano


Fanfic / Fanfiction Papais Dourados - Capítulo 4 - O Descontrolado Pai Italiano

Máscara da Morte estava de péssimo humor naquela manhã. De braços cruzados na entrada de Câncer, ele sequer se deu o trabalho de cumprimentar Afrodite e Milo, os quais voltavam de uma missão e se dirigiam até o Salão do Grande Mestre.

_Aconteceu alguma coisa, caranguejo? – perguntou o curioso escorpiano.

Máscara da Morte simplesmente virou a cara, resmungou algo em resposta, e entrou.

_Eu não entendi o que ele falou. E você, Afrodite?

_Ouvi somente algo sobre cabeças, paredes e um miserável chifrudo filho de uma vaca.

Milo pensou um pouco. Depois, perguntou:

_O que o Debas andou fazendo na nossa ausência?

_Eu não sei, mas se ficarmos aqui fora, nós nunca iremos descobrir!

Os dois logo chegaram à sala de Câncer e encontraram Máscara da Morte sentado no sofá e com a cabeça entre as mãos, desconsolado. Era impressão ou os olhos dele estavam mesmo chorosos?

Milo sussurrou:

_Parece ser algo grave.

Afrodite, então, perguntou ao se aproximar do canceriano:

_Qual é o problema?

_Eu deixei o Guido uma tarde com o Aldebaran. E agora... Agora o Guido não torce mais para la mia Squadra Azzurra! – Máscara da Morte engolia o choro.

De repente, todos na sala escutam uma voz vinda da TV do quarto de Guido. Era Galvão Bueno narrando a final da Copa do Mundo de 1994:

Final de jogo, final de cento e vinte minutos. É sua Taffarel. Partiu Baresi, pé direito... Bateeeeeeeeeuuuu! Pra fora e muito! Os jogadores no banco abraçados, o Brasil inteiro e você, Márcio Santos. Partiu, bateu... Pegou Pagliuca! Albertini ajeita. Ele beijou a bola... Não tomou distância. Partiu. Taffarel... É gol da Itália. Momento de angústia. Partiu Romário, pé direito... Bateeeeu, é goooooool! Autoriza o juiz... Sai que é sua, Taffarel! Bateu no meio do gol... Pra que se mexer?! Lá vai Branco... Vai partir a bomba na perna esquerda... Partiu Branco, bateu é gooooool! Partiu Massaro, pé direito, bateu... Taffarel! Vai que é sua, Taffarel! Ele e o Pagliuca... Partiu Dunga, pé direito, bateu... É goooool! É goooool! É goooool! Goooooooool! Baggio e Taffarel... Vai partir. Vai que é sua, Taffarel! Partiu, bateu... Cabooooouuuuuu! Cabooooouuuuuuu! Acaboooooooouuuuu! É Tetraaaaa! É Tetraaaaa! É Tetraaaaaaaa! O Brasil é Tetracampeão Mundial de futebol!

Segundos depois, o menininho chega à sala gritando – e vestido com a camisa da seleção brasileira:

_É tetra! É tetra! É tetra do Brasil-sil-sil!

Máscara da Morte cobre os olhos com as mãos e lamenta:

_Em 94, a seleção da Itália perdeu a Copa do Mundo para a seleção verde e amarela – ele disse e depois cuspiu no chão, num gesto de desprezo. - E o Aldebaran mostrou o jogo ao Guido!

Exultante, o pequeno canceriano corria e gritava com uma bandeirinha do Brasil numa das mãos – presente de Aldebaran:

_Romário! Bebeto! Taffarel-rel-rel!

Milo e Afrodite não seguraram o riso. Máscara da Morte, então, confessou:

_Mas sabem o que é pior, infelices? É esse maldito narrador brasileiro berrando no meu ouvido! – exclamou Máscara da Morte se referindo à Galvão Bueno.



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