História PAPARAZZI. - Capítulo 13


Escrita por: e Namsual

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtanboys, Bts, Jhope, Jikook, Jimin, Jin, Jungkook, Namjoon, Seokjin, Suga, Yoongi
Visualizações 166
Palavras 1.246
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, LGBT, Romance e Novela, Suspense, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 13 - Come live with me - Jk.


Larguei o Jimin em casa, e depois segui para a minha, eu mais do que nunca tinha que resolver alguns problemas, inclusive sobre o acontecimento do paparazzo hoje mais cedo.

— JungHong, cadê você?! – chamo pelo mesmo e subo as escadas da casa.

— O que foi, Jungkook? – disse ele ao sair do seu quarto.

— Cadê o papai? – paro na sua frente.

— Eu sei lá. – dá de ombros, respiro profundamente logo em seguida.

— Mas que bela ajuda. – digo ironicamente. – muito obrigado. – desço as escadas e vou para a sala de estar, e foi lá que eu encontro o meu pai.

O que eu não podia imaginar, era que meu pai teria a capacidade de chegar perto de mim e me dar um soco bem no meio do meu rosto próximo ao meu nariz, fazendo-me cambalear para trás e cair no chão. Meu pai estava numa fúria que só, seus olhos mostravam muito ódio, e eu já imaginava o que era pra ele reagir dessa forma contra mim.

— Que história é essa de você tendo um caso com aquela bicha do Park Jimin?! – pergunta ele aos gritos comigo, eu não conseguia pronunciar uma palavra sequer.

— O que está acontecendo aqui? – pergunta JungHong ao descer as escadas e se aproximar de nós, me ajudando a levantar do chão logo em seguida. – Jungkook, você está sangrando.

— O que aconteceu? – pergunta meu pai perplexo. – o que aconteceu é que a Coréia inteira está sabendo que o filho do Presidente da Coréia do Sul tem um filho gay, e que está tendo um caso com um modelo. – JungHong me olha assustado.

— Jungkook... – ele me olha.

— P-pai, eu posso explicar. – digo com a voz tremula, levo uma de minhas mãos até meu nariz, e ao olhar para os meus dedos, havia sangue neles.

— Você não irá me explicar nada, Jeon Jungkook. – ele se aproxima e aponta seu dedo indicador para mim. – A partir de hoje, eu quero você fora dessa casa, você me entendeu? – balanço freneticamente a minha cabeça dizendo que não. – você tem uma hora para pegar suas coisas e se mandar daqui, e seus cartões de créditos e mesadas, pode esquecer, também serão cortadas a partir de hoje.

— Appa... – disse JungHong ao se meter na minha frente. – qual é, não precisa disso.

— Pare de bancar o superherói para proteger Jungkook, se enxerga, ele nem gosta de você. – JungHong olha pra mim. – por acaso você quer ir embora junto com o seu querido irmão? – ele de imediato nega com a cabeça. – então não se meta em assunto pelo qual você não é chamado. – ele encara JungHong, fazendo o mesmo sair da minha frente, porém não sair dalí. – e você, Jeon Jungkook, tem uma hora para ir embora dessa casa, ela não pertence mais à você. – começo a chorar.

— Pai... – ele me corta.

— Vá embora, você é uma vergonha para a família, Jeon Jungkook, nunca mais apareça dentro dessa casa. – ele me encara por  uma última vez e então sai da minha frente, indo então para os fundos da casa, onde se encontrava o seu quarto.

Sem pensar muito, eu olho para JungHong que ainda se encontrava atrás de mim, agora ele estava chorando, assim como agora eu também estava.

— Jungkook, eu sinto muito. – diz ele ao se aproximar de mim e então me abraçar fortemente.

— Eu nunca odiei você, JungHong. – digo ao retribuir ao seu abraço. – saiba disso sempre.

— E eu nunca iria te entregar para o papai e nem para ninguém que você gosta de homens. – ele sussurra. – eu só dizia isso porque sempre gostei de implicar com você. – solto uma risada fraca.

— Eu sempre soube disso. – paro de abraçá-lo.

— Obrigado por ter sido o pior irmão que eu já tive, seu monte de bosta. – nós rimos.

— Eu também te amo, JungHong.




(...)




— Jungkook? – pergunta Jin surpreso ao abrir a porta de seu apartamento. – o que faz aqui há essa hora? – ele olha para as minhas mãos. – e essa mala? Seu... Nariz.

— Oi, Jin... – digo cabisbaixo. – Eu... Posso passar alguns dias na sua casa? Até eu arranjar um lugar pra ficar?

— Jungkook, – ele me puxa levemente pelo braço, dando-me passagem para entrar. – você pode sim, aliás, pode ficar aqui o tempo que for preciso.

— Obrigado. – me sento no sofá, Jin logo depois senta do meu lado.

— Eu nem vou te perguntar o que aconteceu, porque eu já sei de tudo. Vou pegar a mala de primeiros socorros. – diz ele se afastando, e logo em seguida voltando com a mala. 

— O mundo todo literalmente já sabe o que aconteceu – respiro fundo.

— Jungkook, não se sinta culpado nunca por isso. Amar não é errado. – ele pega um algodão, e põe soro no mesmo, logo depois passa em volta do meu nariz. 

— Pro meu pai é sim. – dou de ombros, gemi de dor quando ele passa o algodão no meu nariz. 

— Seu pai é um grande bosta, um filho da puta. – olho assustado para o mesmo. – desculpa, é que... Bom, você sabe.

— Sei sim. – meu telefone começa a tocar. – alô? – atendo.

Jungkook, onde você está? – pergunta Jimin, ele estava com uma voz de choro.

— Eu... Estou na casa do Jin. – olho para o mesmo.

Vem aqui na empresa, por favor, preciso falar urgentemente com você.

— Já estou a caminho.




(...)





Chego na Empresa do Jimin, e o mesmo já me esperava nos fundos de lá. Ele usava uma máscara preta junto com um boné da mesma cor, e ao me ver, ele faz um sinal e entra pra dentro. Vou até lá então e entro também.

— Jimin? – fecho a porta, e me aproximo do mesmo.

— Jungkook. – diz ele ainda com uma voz chorosa. – meu Deus, o que houve com você? E seu nariz?

— Briguei com o meu pai, nada demais. – dou de ombros.

— Ele... Descobriu, não foi? – pergunta meio hesitante.

— O mundo inteiro já tá sabendo, Jimin. – digo ao olha-lo. – o mundo todo tá sabendo que o filho do Presidente tá tendo um caso com o modelo mais rico e bem sucedido da Coréia.

— O que pretende fazer? – pergunta. – vem, vamos pro meu camarim. – diz ao me puxar pela mão.

— Jimin, – ao entrar no camarim, me sento em uma cadeira. – meu pai... Ele me expulsou de casa. – ele me olha sem entender.

— Como ele pôde fazer uma coisa dessas com você? – ele se agacha na minha frente, apoiando seus dois braços em minha perna logo em seguida. – expulsar o próprio filho de casa?

— Ele também cancelou todos os meus cartões, cortou minha mesada e... – respiro fundo, estava com uma vontade de chorar.

— Calma, eu... – ele olha para o lado, e depois volta a olhar pra mim. – eu posso ajudar você. – olha em meus olhos.

— Eu ainda tenho 50 mil, não preciso de ajuda no momento.

— Como conseguiu todo esse dinheiro? Ah... – ele ri baixinho. – eu esqueci complementamente...

— Eu sempre guardei uma quantia de dinheiro todo mês, e sobrou isso.

— E quanto ao seu irmão? – ele alisa o meu rosto.

— Meu meio-irmão. – corrijo ele.

— Tá, que seja... – revira os olhos. – como ele reagiu?

— Ele... Tentou me defender, mas meu pai o pressionou.

— Eu tenho uma ideia. – ele sorri levemente.

— O que? – ele se levanta, e me puxa pela mão, me levanto.

— Jungkook-ah, – ele faz com que meus braços se envolvam em seu pescoço, me dando logo em seguida um beijo, ele então leva suas mãos até minha cintura, e aperta conforme dá intensidade ao nosso beijo, puxa então meu lábio inferior e enche o mesmo de selinhos depois. – vem morar comigo. 



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