História PAPARAZZI. - Capítulo 14


Escrita por: e Namsual

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtanboys, Bts, Jhope, Jikook, Jimin, Jin, Jungkook, Namjoon, Seokjin, Suga, Yoongi
Visualizações 166
Palavras 1.250
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, LGBT, Romance e Novela, Suspense, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 14 - Discovering the truth - Jm.


— M-morar com você? – pergunta ele surpreso, olhando para o lado em seguida, parecendo pensar em uma resposta.

— Sim, Jungkook... Morar comigo, – abraço ele pelo pescoço. – eu moro sozinho, as vezes tem um movimento pela casa dos meus parentes, primos... Mas nada que deva atrapalhar em nada. – ele me olha.

— Jimin, eu... Preciso pensar. – suspira. – eu acabei de falar com o Jin hyung, ele deixou eu ficar um tempo no apartamento dele, até eu achar um lugar pra ficar. – sorrio levemente.

— Já achou. – dou um selinho nele. – na minha casa. 

— Eu não sei se devo... – reviro os olhos.

— Pare de complicar uma coisa tão simples, Jungkook. – olho em seus olhos. – por favor, confie em mim. – ele retribui aos meus olhares.

— T-tudo bem, mas vamos ter que passar no Jin primeiro. – sorrio vitorioso.

— Isso é fácil. – pego em sua mão. – vamos lá falar com o Jin. 

(...)

— Jimin? Jungkook? – pergunta Jin ao abrir a porta e ver nós dois, nós nos entreolhamos.

— Oi, Jin. – digo. – podemos conversar? – ele olha para Jungkook.

— Claro, por favor, entrem. – ele dá passagem para nós. – não reparem na bagunça. – olho em volta.

— Que bagunça? – pergunto.

— Jin é assim mesmo, a casa pode estar um brilho, mas pra ele, está sempre bagunçada. – Jin ri.

— Cuidado pra não morder a língua, Jungkook. – se senta no sofá, nós também.

— Jin... Eu sei que eu cheguei hoje, mas... Eu tinha dito pra você que eu só iria ficar até arranjar um lugar pra ficar, então... – Jin balança a cabeça positivamente.

— Eu sei, você me disse isso. – ele olha para mim. – é o que eu tô pensando? – ele sorri.

— É sim. – sorrio. – ele vai morar na minha casa a partir de hoje.

— Fico feliz que vocês estejam se dando tão bem... Parece que foi ontem que o Jungkook queria desesperadamente ser seu amigo. – Jungkook olha bravo para o Jin. – mudando complementamente de assunto, Jungkook, eu fiz uma coisa que talvez você não irá gostar... – disse ele meio receoso.

— O que você fez, Jin hyung? – pergunta Jungkook sem entender.

— Eu... Meio que... – ele desvia o olhar.

— Fala logo! Estou ficando nervoso. – disse Jungkook.

— Eu matriculei você em uma escola aqui de Seul, pronto falei! – gritou a última frase.

— Você... O que? – sussurra.

— V-vai ser por uma boa causa, Jungkook... Mas pensa bem, é só um ano.

— Você não tem o ensino médio completo? – pergunto para Jungkook, ele nega com a cabeça. – será por uma boa causa, escute o hyung. – Jungkook suspira.

— Vocês sabem quanto que é um ano? São nada mais, nada menos, do que 365 dias. – Jungkook se levanta.

— Exatamente, passa voando. – Jin dá gargalhada.

— Olha... – suspira. – Eu vou voltar para a escola... Mas é só pro meu pai ver o quanto ele foi errado em ter me expulsado de casa.

— Desde que você termine o Ensino Médio, pode qualquer coisa.

— E eu vou. – disse ele.

(...)

Chegando na minha casa, o que se encontrava lá, era só o segurança, nem Hoseok e nem Jiwoo estavam em casa, devem ter ido em algum evento na cidade.

— Jimin... – disse Jungkook, ao largar sua mala. – eu... Preciso falar uma coisa seriamente com você.

— É sobre o seu pai? – ele nega com a cabeça.

— Não... – se senta na cama. – é sobre... – respira fundo. – sobre aquela ajuda que eu te pedi sobre ajudar meu pai a mudar de ideia em querer tirar programas de moda da TV.

— Ah... – me sento ao seu lado. – você ainda quer fazer a cabeça de seu pai? – me olha.

— Jimin, a questão é que... Eu menti pra você. – desvia o olhar.

— Como assim... Mentiu? – pergunto sem entender.

— Meu pai realmente não gosta desses programas de TV, mas ele nunca disse sobre tirar do ar nenhum programa. Eu... Eu sou um idiota. – olho-o surpreso.

— Jungkook, por que você mentiu pra mim? – levo minha mão até seu queixo e faço-o olhar pra mim. – responda-me...

— É que eu fiquei apaixonado por você, e tentei arranjar uma maneira de me aproximar de você. – ele estava com lágrimas nos olhos. – eu sou um idiota mesmo, meu pai tem razão em tudo que ele diz sobre mim. – nego com a cabeça.

— O que importa é que o sentimento é recíproco, não é? – limpo suas lágrimas com o meu polegar. Ele balança levemente a cabeça positivamente.

— Você... Gosta de mim do mesmo jeito que eu gosto de você? – balanço a cabeça concordando.

— Confesso que no início eu te achava um maluco, mas hoje... – respiro fundo. – não consigo ficar muito tempo longe de você. – ele sorri levemente, dou-lhe um selinho em seus lábios.

— Eu deveria ter inventado uma desculpa melhor pra me aproximar de você.

— Se você fosse sincero comigo... Tudo teria sido diferente.

— Você se arrepende de ter ficado comigo? – me olha.

— Não. – nego. – eu estou feliz ao seu lado, Jungkook.

— Você se lembra quando nos conhecemos? – pergunta sorrindo.

— Lembro. – dou risada. – você deu encima de mim no primeiro dia que nos conhecemos. – ele ri.

— E depois eu menti pra você. – ele abaixa a cabeça.

— Não lembre disso, já passou, é o que importa. – beijo o seu rosto.

— Faz quanto tempo que nos conhecemos? – pergunta.

— Já fazem quatro meses. – sorrio. – bom... – me levanto. – você deve estar cansado... Vamos dormir. – pego um edredom de casal e começo então a cobrir o mesmo.

— Você é tão cuidadoso. – sorri levemente, enquanto o mesmo se ajeitava na cama.

— Eu gosto de cuidar pessoas pelo qual eu gosto muito. – apago a luz do meu quarto, me deito em seu lado logo em seguida. – e eu gosto muito de você.

(...)

Passou-se uma semana, e Jungkook teve que obrigatoriamente ir para a escola que o Jin o matriculou. Eu já conhecia aquele lugar, era uma das escolas mais caras de Seul, nela só tinha alunos de gente importante, como políticos, famosos, filhos de jogadores de basquete e entre outros.

Levei Jungkook de carro até a mesma.

— Você vai ficar bem? – pergunto, ele olha pra mim.

— Sim... Eu irei, eu acho... – ele olha para dentro de lá.

— Serão apenas um ano, eu sei que você irá conseguir. – ele sorri.

— Espero que sim. – respira fundo, abrindo então a porta do carro, mas eu o puxo levemente pela manga.

— Espera... – digo. – antes... Eu queria te perguntar uma coisa. – ele para mim.

— Aqui? Agora? – olha para o relógio. – não me atrase no primeiro dia de aula. – ri baixinho.

— É rapidinho, eu prometo. – respiro fundo. Jungkook fica então me olhando, esperando que eu falasse algo.

— Pode falar. – sorri.

— Você... Quer ser meu namorado, Jungkook? – ele desfaz o seu sorriso e então desvia o olhar, logo depois ele brota um sorriso no rosto e me abraça então fortemente.

— Você está falando sério? – ele sussurra no meu ouvido.

— Mais do que tudo. – o aperto em nosso abraço.

— Eu... Aceito. – ele enterra seu rosto no meu pescoço, dando em seguida beijos por alí, me deixando completemente arrepiado.

— Meu amor... – sorrio, ele então me olha nos olhos de novo.

— Eu... Queria ficar mais aqui com você, mas eu irei me atrasar. – suspira.

— Tudo bem. – aliso o seu rosto. – mais tarde nos vemos. – ele concorda. – irei te buscar assim que você sair.

— Tá legal, – lhe dou um selinho. – até logo. – ele agradece pela carona e sai do carro. – eu te amo. – ele sussurra enquanto se distancia e me olha pela janela do carro, eu apenas mandei um beijo em forma de selinho em resposta.

— Eu sou o homem mais sortudo desse mundo e não sabia disso. – sussurro para mim mesmo, ligo o carro, dando partida logo depois.




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