História Papeis Perdidos; Minsung - Capítulo 7


Escrita por:

Postado
Categorias Stray Kids, TWICE
Personagens Han Ji-sung, Lee Min-ho, Personagens Originais
Tags Minsung
Visualizações 44
Palavras 1.043
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, LGBT, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - Capitulo sete: Novas situações estranhas


Fanfic / Fanfiction Papeis Perdidos; Minsung - Capítulo 7 - Capitulo sete: Novas situações estranhas

"Será que isso daria certo?"

Jisung estava preso nesse pensamento, e com isso, o fazia pensar no pensamento que ele pensou. Confuso, não? Pois é, Felix também achava isso. 

Certo, vamos começar pelo começo.


- - - - - - - - Jisung ♡.°‧


Depois que a gente saiu da cafeteria, demos de cara com a mãe do Minho e com a sua irmã, Jeongyeon, que foram citadas em um dos capítulos anteriores, lembram? 

Eu pude ver que quando a senhora Lee bateu os olhos no filho, os mesmos brilharam, assim como os olhos de Jeongyeon. Brilharam tanto que saíram até lágrimas. Sem se importarem com a minha presença, as mesmas acabaram por dar um grande e caloroso abraço no qual estava em sua frente. Não sei o que realmente aconteceu naquela casa, mas a senhora Lee estava se desculpando e implorando para que Minho voltasse, que todos estavam preocupados e arrependidos.

É, depois de todo aquele drama, quando finalmente notaram a minha presença, me comprimentaram e foram embora logo depois pois tinham compromissos à serem resolvidos e que já estavam atrasadas.

"— Nos vemos em casa." — Jeongyeon soltou, se virando e seguindo em frente ao lado de sua mãe.

Depois fomos para praça, e adivinhem? Agradeço, pois havia sim pessoas vendendo picolé, e como é óbvio, pedi para que Minho comprasse para mim. 

Pedi de chocolate com morango, que na minha opinião é o melhor entre todos os sorvetes já vendidos na Coreia, quem concorda respira. 

Como era de se esperar, eu tinha me melecado todo de picolé, okay, eu não sei tomar um picolé sem me sujar e ele zomba da minha cara por isso.

Foi aquela típica cena clichê que quase todo filme romântico tem: ele disse que no canto da minha boca estava sujo, e ao invés de irmos para o bebedouro que tinha alí perto para buscar água e me limpar adequadamente, ele simplesmente me beijou. 

Repetindo:

>Ele me beijou<

Não sei o que deu nele, mas não posso mentir que eu gostei da sua atitude.
Essa simples ação fez meu coração querer sair pela boca. 

Diferente dos outros toques, que eram apenas abraços, apertos de mãos e entre outros que ocasionava nos meus batimentos cardíacos acelerados, somente. Mas, dessa vez, meu corpo todo tinha congelado; foi uma nova sensação, eu nunca havia beijado ninguém e Minho foi o meu primeiro, e nesse caso, o beijo deve ter saido meio confuso e desengonçado.

Felix diz que eu sou muito trouxa e pergunta o porquê de eu não dizer logo o que eu sinto, porque que está na cara que é recíproco, mas eu não sei... Talvez ele só tenha feito isso por impulso.

Falei também que planejava contar tudo de uma vez, no sábado à noite na praia, mas como era de esperar, minha insegurança atacou novamente e cá estou eu pedindo conselhos para o Felix, que no momento se encontra mais confuso e nervoso que tudo. 

Nervoso? Bem, decidi contar também que Hanna quase me beijou e que Minho viu, e foi um dos motivos para que ele dissesse mais uma vez que era recíproco e ficasse com raiva comigo já que neguei a sua afirmação.

Mas então, depois do beijo, ele pediu desculpas e mudou de assunto. 

Quando foi à tarde, tipo quase duas horas da tarde, ele voltou para a sua casa e eu para a minha, e agora Felix está aqui me ajudando com os seus conselhos.

— Eu ainda acho que você deve falar tudo de uma vez. — insistia. — Depois você 'tá aí, sofrendo por ele com uma outra pessoa. — pegou um biscoitinho do pacote que havia achado em um dos meus armários, jogou na boca e mastigou, fazendo aquele barulho de comida crocante. — E é horrível. — comentou de boca cheia. — Já passei por isso e não recomendo.

— Mas eu já te disse, mas se não for recíproco?! E não fala de boca cheia, é nojento. 

— Eu tenho certeza absoluta que é. — deu uma pausa, buscando por mais daqueles biscoitinhos de chocolate e levando à sua boca.— Aliás, você sabe que têm varias mulheres e principalmente, homens de olho na raba dele. 

— Porque ele gosta do cara que manda as cartinhas. — respondi em imediato, fitando o tapete do chão. 

— Ou seja, de você? 

— Sim. — roubo um de seus biscoitos, que fez cara de indignação

— Ei, é meu! — Disse Felix, fingindo estar bravo.

— Você o encontrou no meu armário, aquieta o fogo aí. — disse pegando mais um. — Mas então, você vai me ajudar na praia com o Minho? 

— Você não vai contar que é você quem escreve? 

— Pretendo, mas eu queria levar umas comida, sabe? — Felix assentiu. — Aí, no meio das comidas ele encontraria uma cartinha e boom! Ele descobriria.

— Ih não sei, não. — hesitou. — Minho é muito lerdo, duvido muito que "boom ele descobriria" na hora, no mínimo seria três leituras. 

— Não exagera, Felix. Ele pode ser, mas não nesse ponto... Eu acho. 

— Certo, mudando de assunto. — se levantou do sofá. — Precisamos de um papel e uma caneta. — caminhou até aos armários do raque. — Aqui por acaso tem papel e uma caneta? — indagou olhando os potinhos de enfeites, nos armários pequenos à procura dos dois objetos.

— Pra quê? — questionei curioso, levantando também.

— Pra anotar as comidas que vamos comprar amanhã, né meu filho? — me encarou, e novamente, sem paciência. — Vai lá logo pegar as coisas, 'tô aqui te esperando. — caiu no sofá.

— Aahh sim, é claro. Okay, 'tô indo.

Saí da sala apressado até o meu quarto, e subindo as escadas como furacão passando, e Deus, só esses poucos degraus fizeram minhas pernas cansaram. Credo, preciso fazer mais exercícios físicos. Também estava descalso e o chão frio, fazendo com que uma parte do meu corpo ficasse fresco.

Entretanto, quando estava prestes a abrir a porta do meu quarto, meu telefone que situava-se no bolso da minha bermuda começou a vibrar. Peguei logo, e olhando a tela vi que se tratava-se de uma ligação, mas estranhei pois era uma ligação de um desconhecido.

— Alô?







Notas Finais


desculpem se o capítulo ficou u.m.a m.e.r.d.a e decepcionei vcs, pq sinceramente, eu me decepcionei comigo mesma e esperava mais KK
prometo que vou tentar fazer uma escrita melhor, detalhada e que seja fácil de captar

ok a partir de agora as coisas vão começar a pegar fogo 🌚

enfim meninez vcs viram a nova capa da fic???? Perfeito né? Isso porque quem fez foi a Yura, minha friend talentossisima :) vamos apreciar essa belezura

Também já deram views em double knot hoje???? pois vão dar, vão votar no skz pq eles merecem

será que alguém leu isso até o final???? Se sim por favor comentar "vão dar views em double knot"

Feliz dia das crianças!

eh isso, até a próxima pessoal <333


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...