História Papéis Trocados - Volume I - Capítulo 1


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Categorias A Bela Adormecida
Personagens Fauna, Flora, Malévola, Personagens Originais, Primavera, Princesa Aurora
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Palavras 2.525
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Magia, Saga, Sobrenatural, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi!! Bom, eu não sei exatamente oq dizer mais eu espero q essa história possa agradar muito você! Isso aí, exatamente você aí que está lendo! Espero que goste e consiga entender pq as vezes eu Fasso a história ficar bem confusa ('-_-). Se ñ entender algo me avise nos comentários!!

Capítulo 1 - O início de um conto



Era uma vez dois Reinos inimigos, um era o Reino de criaturas encantadas e o outro um Reino de humanos. No Reino das criaturas tinha uma fada mais conhecida por Malévola que comandava o Reino e no outro Reino um rei bondoso com sua rainha gentil. Malévola tinha um passado perturbador com o rei, eles eram inimigos a tempos. Porém os dois Reinos estavam prestes a ganhar um novo membro da família real. Num reino Malévola e seu fiel companheiro corvo(que era um humano encantado) estavam esperando uma criança e no outro o rei e a rainha também estavam esperando uma criança. logo nasceu, o filho da malévola, era um menino de cabelos pretos e sua pela branca como a neve, mas oque chamava a atenção era os seus olhos cinzas que mudavam de escuro para claro de acordo com seus sentimentos, ele se chamaria Caspian. Depois de 3 meses nasceu o filho do rei, que era uma menina de cabelos loiros, pele branca e olhos azuis, uma menina que chamará muita atenção quando mais velha, ela se chamaria Aurora. Malévola previu que o rei tivera uma filha e então Malévola decidiu ir na tal festa da filha do rei e deixar um "presentinho" para a filha dele. Na festa de comemoração do nascimento de Aurora a alegria do rei não poderia estar maior, tinha doze fadas para dar presentes maravilhosos sua filha.


- será a mais bela moça do Reino - disse a primeira fada


- será a de caráter mais justo- disse a segunda


- terá várias riquezas- disse a terceira 


- ninguém terá o coração mais bondoso que o seu- disse a quarta


- sua inteligência brilhará como o sol- disse a quinta


As onze fadas já havia dado a princesa um dom, exceto uma, quando a mesma foi presentar a princesa com um dom Malévola apareceu com sombras negras ao seu redor. Fingindo-se triste por não ser convidada.


- não me convidaram? - perguntou fingindo-se triste e se aproximou do berço da criança fazendo o rei se alarmar e levantar do trono bruscamente.


- Malévola, por favor...- foi interrompido


- é uma menina muito bonita.- comentou ela


- oque quer? - perguntou com medo


- eu? Quero presentea-la!. Ao completar 15 anos, ela ira furar a ponta do dedo com um fuso de uma roca e morrerá. E ninguém pode tirar esse feitiço!- amaldiçoou


- NÃO! - O rei gritou em desespero- por favor não! - malévola riu em deboche e foi em bora, pois ñ tinha mas nada a fazer lá


- e-eu posso ajudar- disse a décima segunda fada- ainda não dei meu presente- o rei ficou esperançoso


- por favor...


- eu não posso cancelar o feitiço, mas posso modifica-lo um pouco


- sim,sim, prossiga- o rei deu a mão para a rainha


- a princesa não morrerá, mas dormirá por cem anos, porém se um beijo de amor verdadeiro acontecer, ela ira acordar imediatamente.- disse a décima segunda fada e o rei se sentiu aliviado, mas não deixaria malévola escapar, ela ia pagar bem caro por isso. Enquanto no outro reino, Malévola cantava alegremente para seu filho que estava no seu colo quase dormindo com voz doce da mãe. Logo seu pai corvo/homem chega e sorrir com a alegria da parceira.


- que alegria é essa que contagia todo o Reino?- perguntou o corvo/homem sorrindo


- um acontecimento inesquecível, meu amor! - sorriu de volta mim



- e o que é? - perguntou curioso mas com um sorriso ainda presente, porém quando Malévola contou o ocorrido seu sorriso desapareceu.


- o que ouve? - Malévola se preocupou 


- você fica feliz com isso? Ela era uma criança inocente!


- ele tinha que pagar por tudo o que fez!


- isso não justifica enfeitiçar uma inocente! 


- não? Ele ter mentido para mim não justifica? Ele ter matado diversas criaturas não justifica? E as minhas asas que ELE ARRANCOU, NÃO JUSTIFICA? 


- NÃO! imagina se isso acontecesse com você? Se eles chegassem aqui e enfetiçassem o Caspian por tudo que você fez?- ela apertou o filho num abraço


- não deixaria ninguém encostar no meu príncipe!- ela ficou triste 


- então desfaça o feitiço!


- não posso! 


- porque? 


- eu... eu...vai acontecer e pronto, não dar para cancelar. - ele abraçou ela.


-eles vão querer se vingar. O Caspian...não quero que nada aconteça com ele -ele deixou cair uma lágrima 


- eles não sabem a existência dele ainda


- não poderemos esconder-lo para sempre


- mas podemos ensina-lo a se esconder


- pode ser...- malévola botou seu filho num berço que era feito de árvores e flores. 


No outro reino o rei já estava planejando sua vingança contra Malévola. Ele mandou queimar todas as rocas do Reino era proibido ter uma roca em casa, só poderá ter uma quando a princesa aurora completar 16 anos. O rei mandou queimar a floresta mágica, onde Malévola estava. 


No Reino da Malévola ela dormia tranquilamente junto com o seu bebê, Caspian, quando o seu parceiro chega desesperado e acaba acordando os dois.


- oque ouve?- Malévola pergunta tentando acalmar Caspian que começa a chorar.


- o-o rei! Mandou seu exercício para cá! Estão queimando a floresta! - disse arfando pois correu muito


- oque?! Cuide de Caspian! - malévola entregou o bebê para seu parceiro, assim que o corvo/homem pegou seu bebê o mesmo parou de chorar imediatamente.


Malévola lutou com o exercício e apagou o fogo. Com medo de o rei tentar fazer algo novamente ela criou um muro encantado no qual era feito de raízes e espinhos.


                [7 anos depois ]


Os tempos foram se passando e Caspian ia ficando cada vez mais curioso com o mundo fora do muro, pois sua mãe nunca deixou ele sair, o motivo ele não sabia qual. Ele sempre estava com machucados e arranhões, porque ele sempre subia em árvores enormes para tentar ver oque tinha além do muro, mas nunca chegava ao topo, caía antes. Ele e seu pai vivam fazendo travessuras no reino e isso irritava muito sua mãe, mas esse era o objetivo, irritar sua mãe para que ela corresse atrás dos dois. Mesmo com apenas 7 anos, Caspian era inteligente e muito, muito sapeca, um menino alegre, que estava sempre brincando com os cidadãos do reino, muitas das vezes que ele ia brincar na casa dos mesmos ele quebrava algumas coisa, pois era muito desastrado, mas quase sempre saía impune, pois saía correndo antes de alguém achar oque ele quebrou.


 No outro reino, o rei mandou três fadas cuidarem de Aurora para que ele tivesse certeza de que ela não pudesse correr nenhum risco. Ela brincava alegremente no jardim enquanto as três fadas brigavam por coisas tolas como a cor de um vestido. Aurora era linda, gentil, bondosa, inteligente e muito curiosa, ela sempre quis ver oque tinha dentro de muro não muito longe dali mas as tias(fadas) nunca deixava ela chegar nem perto, o motivo ela não sabia qual, mas jurou para ela mesma que um dia iria descobrir oque teria lá.


No outro reino Caspian estava brincando. Ele estava escalando árvores, ele subiu em uma bem grande mas antes de chegar ao topo ele pisou em falso e caiu. Ele só não se espatifou no chão porque seu pai pegou-o.


- por pouco- disse Caspian rindo 


- Caspian, tenha mais cuidado, imagina se eu não estivesse aqui? 


- seria um estrago! - ele começou a rir 


- é sério! Afinal por que sobe tanto em árvores?


- para ver o mundo! 


- o mundo está aqui dentro também Caspian


- não, eu quero ver oque tem lá! fora do muro! 


- garanto que não irá gostar...


- por que?


- ...espera aí- ele se transformou em corvo e saiu voando até ultrapassar o muro. Depois de um tempo ele volta com uma pedra verde no bico, ele pousa e se transforma em homem novamente.


- oque é isso?- disse quando seu pai entregou-o a pedra 


- uma pedra. Uma pedra de la de fora 


- as pedras de lá são verdes?- seu pai rui


- não, essa veio do fundo de um rio.


- ohh, ela é muito bonita


- mas ela é igual a todas as outras do nosso reino


- mas ela é diferente, pois veio de outro lugar, às daqui, sempre foram daqui, mas esta veio de lá de fora


- é uma grande observação, filho. Oque você acha de nós fazermos um acessório com ela? 


- acho incrível! Vamos esperar a mamãe, para fazermos juntos! 


- ótima ideia! Enquanto isso vamos passear no rio? 


- vamos! - ele sei correndo 


Eles chegam no rio e o Caspian começa a pular na água e jogar pedrinhas nela. Depois da brincadeira eles se sentaram para descansar.


- pai, porque eu não iria gostar de, la fora? 


- hm...é... o-os humanos, eles são cruéis


- mas você me disse que os humanos não tem nem asas, patas, penas e outras coisas, como que eles são tão cruéis se são tão inofensivos? 


- inofensivos? Haha, os humanos são cruéis e gananciosos, você iria se decepcionar com eles


- eu sou igual à eles...- disse triste 


- oque?! Não! Por que pensa assim?


- eu não tenho nenhuma dessas coisas que os habitantes do nosso reino tem e eu só faço os cidadãos ficaram irritados


- você é igual a mim e sua mãe talvez nenhuma dessas coisas apareceram porque ainda não está na hora e os cidadãos são rabugentos, se irritam com qualquer coisa!


- pai...


- oque? 


- é por isso que não posso sair?


- como eu disse as pessoas são cruéis, é mais seguro ficar aqui.


- entendo...- seus olhos ficaram escuros


Logo eles foram para casa e fizeram uma pulseira com a pedra como pingente. Ouve muita confusão porque malévola querida um cordão e o pai um 

Mas por fim fizeram uma pulseira e colocaram no príncipe Caspian. Ele adorou a pulseira e prometeu nunca tira-la. Sua mãe deixou ele brincar mais um pouco antes de anoitecer. Quando estava subindo em uma árvore ele decidiu descansar um pouco em um galho grande antes de chegar no topo. Ele conseguia ver um pouco do mundo fora do muro e ficou lá admirando.


            No outro reino


Aurora estava correndo pela floresta, aproveitou que suas tias estavam dormindo para poder se aproximar do muro. Ela correu até ver o muro alto, antes de realmente ela viu um garoto numa árvore. "Que garoto...estranho" pensou a menina ele nem percebeu ela ali parecia estar admirando o reino, de repente ele sorriu para o nada e isso fez ela dar uma risadinha

Caspian olhou rapidamente para onde ela estava e se assustou com a menina, ele ficou encarando ela por alguns Segundos admirando sua beleza e com a Guarda alta com medo de ela atacar.


- oi! - ela disse simpática 


Ele se assustou e acabou caindo da árvore. Aurora gritou preocupada com o menino e saiu correndo para perto do muro. Caspian sentiu uma dor enorme na perna esquerda e quando foi mexer a mesma sentiu a dor maior ainda e soltou um grito de dor deixando a Aurora mais preocupada.


- t-tá tudo bem? - perguntou ela do outro lado do muro


Caspian ficou com medo de responder pois pensava que ela que fez ele ficar com a dor na perna, mas tomou coragem.

Aurora ja ia desistir e ia ir embora pensado que o menino ja tinha saído.


- e-eu acho que vou m-morrer! - respondeu ele assustando ela 


- ai meu Deus! Calma eu vo...- foi interrompida


- filho! Filho oque aconteceu? - malévola chegou gritando 


Aurora saiu correndo com medo de culpa-la, ja estava mais calma pois a mãe do garoto chegou.


A mãe de Caspian pegou ele no colo e levou para seu "quarto" colocou ele na cama e enxugou suas lágrimas.


- mamãe... não deixa eu morrer! - suplicou enquanto o pai examinava sua perna 


- você não vai morrer! - ela respondeu fazendo carinho em seus cabelos


- Caspian... oque aconteceu? - seu pai perguntou 


- eu caí de uma árvore...


- porque? - sua mãe perguntou 


- ele quebrou a perna- respondeu calmamente 


- tem como concertar?- perguntou Caspian desesperado e seu pai riu


- ela se concerta sozinha- disse seu pai


- mas tem que deixa-la parada! - disse sua mãe


- bem... acho melhor você dormir Caspian, vai ser melhor! - disse seu pai saindo mas antes de sair disseum boa noite.


- boa noite, filho - sua mãe beijou sua testa 


- ai! Eu não vou conseguir dormir assim, mamãe! Meus morrinhos incomodam! 


- morrinhos?


- sim! Eu tenho dois morrinhos nas costas! Quer ver? 


Sua mãe o ajuda a se sentar e tira sua blusa vendo ali dois calombos um pouco grandes nas suas costas e ela sorri orgulhosa.


- filho, não são morrinhos são suas asas, elas estão crescendo! 


- EU VOU TER ASAS? - perguntou feliz


- vai!  


Ele riu alto e abraçou a mãe. Depois de um tempo ele acabou dormindo e malévola saiu do quarto.


                     Enquanto isso

Aurora chegou em casa muito cansada suas tias perguntaram o porquê mas ela apenas disse q correu muito oque era verdade, ela não quero contar para elas sobre o menino que encontrou, elas poderiam brigar com ela por ter ido até o muro sendo que ja a proibiram. Suas tias a deram jantar e depois a botaram para dormir.


                 [6 anos depois]


Caspian estava voando pelo reino enquanto jogava bolas de lama em seus amigos, ele ria muito alto quando ouviu eles dizerem que isso era injusto e que voar não valia. Ele ainda subia em árvores mas voando era mais fácil. Sua mãe o procurava para ensina-lo como cuidar do Reino mas ele sempre escapava. 


                       [¤¤¤]

     

 Aurora estava colhendo frutas para fazer uma torta, ela cantava alegremente pela floresta quando viu o muro e se lembrou do menino que encontrou quando era mais nova.


- será que ele morreu? - ela perguntou para si mesma e ficando triste com o pensamento.


Depois de colhe muitas frutas voltou para casa. Fizeram a torta e quando foram comer as tias começaram a conversar.


- soube que o rei convidou a malévola para uma "conversa"! - disse uma


- malévola? Aquela bruxa da história que vocês me contaram? - perguntou Aurora 


- s-sim...


- ela realmente existe?!- perguntou Aurora assustada 


- sim... ela vive dentro do muro...


- e... que conversa é essa entre o rei e ela?


- a-acho que o rei vai executa-la...


- ah... e ela sabe? 


- creio que não... será um ataque surpresa.


                       [¤¤¤]


- Caspian, eu e seu pai iremos sair. Sabe as regras não é? - disse sua mãe depois das aulas 


- sim


- recite-as


- não devo sair do muro, manter o controle aqui dentro e me controlar, ser responsável e esperar vocês chegarem pra poder me diverti.


- faltou uma 


- se vocês não voltarem em três dias assumi o cargo de rei... não entendo, vocês vão para uma guerra? 


- quase isso- seu pai respondeu


- m-mas... vocês vão voltar! Eu sei que vão! - disse lacrimejando 


- eu te amo muito, Caspian- disse sua mãe e seu pai o abraçou 


- para! Não vou deixar vocês saírem se continuar assim! - disse


- nós vamos voltar! Só estamos nos prevenindo, fazemos isso toda vez que saímos.- disse seu pai


- o-ok... vão logo! - disse 


E então eles foram e Caspian foi em cima de uma árvore e viu seus pais entrando em um castelo..."que estranho. Meus pais não sao inimigos do rei?" Pensou ele.


Notas Finais


Nessa história eu usei um pouco da história original, do filme' Malévola' (assistam é mt bom) e da minha imaginação. Até o próximo! Adios!


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