História Par destinado - Capítulo 1


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Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Annie Leonhardt, Armin Arlert, Bertolt Hoover, Connie Springer, Dina Yeager, Dot Pixis, Eld Jinn, Eren Jaeger, Erwin Smith, Farlan Church, Grisha Yeager, Gunther Schultz, Hange Zoë, Hannah Diamant, Hannes, Historia Reiss, Isabel Magnolia, Jean Kirschtein, Kalura Yeager, Keith Shadis, Kenny Ackerman, Kuchel Ackerman, Levi Ackerman "Rivaille", Marco Bott, Mikasa Ackerman, Mike Zacharius, Mina Carolina, Moblit Berner, Oluo Bozado, Pastor Nick, Personagens Originais, Petra Ral, Reiner Braun, Rod Reiss, Sasha Braus, Thomas Wagner, Ymir, Zeke Yeager
Tags Abo, Alfa, Beta, Erenuke, Leviseme, Mama_fujoshi, Ômega, Riren, Yaoi, Yuri
Visualizações 296
Palavras 2.680
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Lemon, Luta, Magia, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Slash, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bom, não conseguir parar de pensar nesta história então decide postar...

Capítulo 1 - Prólogo: Eren Jaeger


Fanfic / Fanfiction Par destinado - Capítulo 1 - Prólogo: Eren Jaeger

“Siga mais a intuição e escute menos o coração para se manter longe de coisas como a decepção.”

Are you insane like me? Been in pain like me?

(Você é louco como eu? Esteve sofrendo como eu?)

 

O som dos pássaros a cantar lá fora trazia a paz para os corações, os raios solares encantavam a todos de um jeito único. Como saber o que lhe aguarda amanhã? As pessoas lá fora estavam preparadas para começar seu dia, maridos e mulheres se despediam com abraços e juras de amor, as crianças se preparavam para mais um dia na escola, os adolescentes estavam espalhados por aí, alguns corriam para a escola, outros estavam vadiando por aí, outros cabulavam a aula, poucos ali brigaram com seus progenitores, muitos estavam ali pra passear em amigos. Uma ótima manhã de segunda-feira, exceto para um certo alguém... Enquanto todos se arrumavam para começar mais um dia um ser acaba de voltar para sua casa. O rapaz de pele bronzeada cambaleava um pouco, o mesmo ainda vestia o uniforme escolar, que consistia em uma blusa social branca, um palitó marrom tortilha, uma calça branca, um sapato social preto e uma gravata vermelha, o mesmo tinha seus cabelos castanhos bagunçados, seus olhos esmeraldinos estavam opacos e em baixo dos mesmos podia se enxergar grandes bolsas pretas. O mesmo tinha a roupa toda desalinhada, andava um pouco torto, sua mala de couro não era por milímetros arrastada pelo chão de asfalto, por sorte ninguém percebeu os poucos respingos vermelhos em sua blusa social, os globos oculares vermelhos denunciavam noites sem dormir. O mesmo cambaleava quase caindo várias vezes pelo percurso. Esse jovem meu caro se chama Eren Jaeger, um jovem de quinze anos e ômega.

 

Are you high enough without the mary jane like me? Do you tear yourself apart

to entertain like me?

(Você está chapado o bastante sem a Mary Jane como eu?  Você se detona todo para se entreter como eu?)

 

O castanho parou na frente de uma casa pequena mais de aparência aconchegante, na frente um pequeno jardim de camélias rosadas; o mesmo entrou e parou na frente da residência e puxou do bolso traseiro de sua calça um pequeno chaveiro do Pikachu um tanto gasto com sete chaves e destrancou a porta mais não sem antes errar umas três vezes. Ao entrar dentro do lugar o clima gostoso sumiu e entrou um clima mórbido. O mesmo fechou a porta atrás de si e tirou seus sapatos o jogando em qualquer lugar lá dentro, jogou sua maleta sobre o sofá da sala e olhou ao redor, uma brisa gélida abraçou seu corpo, mas ele não se importou. O mesmo andou com calma pela casa e entrou no banheiro, jogou no vaso sanitário tudo de ruim que colocou no corpo nestes últimos três dias que passou na rua. Após expulsar todas as impurezas de seu corpo o mesmo se levantou do chão frio do banheiro e sentiu suas pernas fraquejarem a realizar este ato. O castanho tirou seu casaco e jogou no cesto de lá e foi para a cozinha; ao parar naquele lugar olhou sua blusa e viu a marca de sangue o mesmo disse: -Tsc! Droga...

Se dirigiu para os fundos tirando sua camiseta e pondo sobre o tanque que tinha lá. Em seus braços finos e delicados podia se enxergar cortes por toda extensão, algumas cicatrizes cobriam suas costas e seu peitoral. O jovem suspirou pesado e voltou para o cômodo azul claro, com um fogão velho de quatro bocas, uma geladeira que parecia vir da primeira geração na cor branca, um armário marrom cooffe e uma mesa de centro de granito. O mesmo se dirigiu até o refrigerador e pegou no mesmo uma garrafa de água natural, a única coisa que tinha lá dentro. Ele bebeu o liquido e voltou para seu quarto, que era preenchido por uma cama de solteiro, um armário preto pequeno, o mesmo se jogou na cama olhando as paredes cinzas do quarto e pegou em baixo de seu travesseiro uma cartela de aspirinas e tomou uma. Olhar para o teto seria o que pretendia fazer até tudo parar de girar e a ressaca passar...

 

And all the people say
You can’t wake up, this is not a dream
You're part of a machine, you are not a human being

 (E todos dizem
Você não pode acordar, isso não é um sonho
Você é parte de uma máquina, você não é um ser humano
)

 

O mesmo se levantou, estava com fome. Voltou para cozinha e foi em direção ao armário o abrindo. Estava vazio, exceto por um pacote de biscoito recheado, o mesmo o pegou e se dirigiu até a sala onde ligou a televisão e se jogou no sofá, o mesmo comeu um dos biscoitos, se estava na validade? Duvidava, afinal nem sabia que marca de biscoito era aquela...na TV passava um noticiário que reportava sobre desaparecimentos de ômegas em Paradis , se o castanho se importava? Não, ele não se achava no direito de se igualar aos outros ômegas, sabia que eles eram melhores que si... uma voz grossa disse em sua cabeça: -Sério isso? Com tanta coisa pra ver tu preferes ver noticiário?

Eren suspirou pesado, e as vozes voltaram a perturbarem lhe, uma voz fina e irritante falou: -Qual é! Deixa o garoto em paz, se ele quer ver essa bosta o problema é dele!

Uma terceira voz, desta vez sendo doce e suavemente lente se fez presente:

-Chega pessoal, parecem até que são crianças... sabemos muito bem que essa TV só pega este canal e Eren... Que diabos é este biscoito que está comendo? A última vez que vi desta marca minha vó ainda usava fraldas!

-Já chega! *Gritou o jovem: -Será que nem um minuto vocês podem ficar quietos?

A primeira voz disse revoltada: -A culpa disso é sua! Quem mandou não escutar a gente?

-É isso mesmo! Se escutasse a gente nada disso estaria acontecendo! *Interveio a voz chata. A suave disse: -Me desculpa Eren, mas desta vez estou com eles...

-Grrr! *Rosnou o castanho, como estas vozes lhe tiravam do sério. O mesmo colocou mais um biscoito na boca, sério? Onde ele errou para ter que passar isso? Não tentem responder, ele já sabe... O mesmo ouviu a marcha fúnebre soar em teclas de piano, era só o que lhe faltava. Quem estava lhe visitando em plena quatro da tarde? Quem ele devia agora? O mesmo se levantou e andou arrastando os pés, o ânimo de ver seja lá quem fosse, não existia o mesmo gritou ao ver que o som não parava: -Já vai porra!

-Despois eu sou o mal-educado... *Disse a voz grossa e o adolescente respondeu: -Não enche, droga!

O mesmo então abriu a porta e viu um ser encapuzado, só se podia enxergar seu par de olhos laranjas que disse: -Oi!

-Que merda faz aqui, Greg? *Perguntou rolando os olhos, o homem misterioso disse: -Isso é jeito de tratar teu belo e mais querido fornecedor, Eren?

-Tá! *Disse desinteressado o ômega, colocou uma mão no bolso traseiro de sua calça e pegou uma nota de cinquenta reais e estendendo ao intitulado Greg disse:

 -Tô sem bico nenhum e gastei minha grana no bar então só posso pegar seis comprimidos de ecstasy e nada mais...

-Que isso meu bebê, eu não sou seu melhor fornecedor à toa não... *Respondeu pegando a nota e continuou: -Te dou doze comprimidos de ecstasy e ainda te dou cinco comprimidos e umas paradas que tô testando, capiche?

-Até parece, da última vez me fez ingerir um quilo de veneno! Mas deu sorte deu tá duro e precisar disso...

-Que isso, eu te ajudo e é assim que me trata? Toma logo isso antes que magoa mais meus sentimentos! *Disse fingindo um choro na última parte, puxou de seu sobretudo preto uns três pacotes com diversos comprimidos coloridos jogando logo após na direção de Eren que disse: -Valeu...

-Que isso! Amanhã passo pra ver se ainda tá vivo... *Disse Greg se virando e se retirando dali. O mesmo ao passar pelo portãozinho da casa disse acenando ainda de costas: -Nós vemos outra hora, boboca suicida!

-Espero te ver no inferno, bundão! * Responde entrando em sua casa. Se dirigindo a cozinho abriu uma gaveta onde se encontrava vários utensílios nela puxou uma gilete nova, o mesmo sentou sobre o chão gélido e olhou seus braços, é... talvez, estivesse na hora de novos cortes. Ele então estendeu o braço e começou. A pequena navalha entrava e saia da pele com maestria, os filetes de sangue saindo e manchando levemente o seu corpo e o piso. Como era bom sentir-se aliviado, a dor lhe ajudava tanto. O mesmo parou e contemplou sua obra de arte com orgulho. Ele então olhou o outro braço, estava tão “limpo” sem pensar duas vezes ele repete o ato no outro, ele parecia até um violinista perdido em seu show. Depois disto se levantou e saiu dali.

 O castanho entrou na sala e viu a televisão ligada, mas não se importou e subiu pro quarto se jogando na cama. Como precisava daquilo, sem aquelas pílulas coloridas as vozes nunca se calariam. O mesmo se preparava pra dormir até pegar sobre a cômoda ao lado de sua cama seu celular buscando de imediato seus contatos ao acha-lo o abriu o mesmo. Tinha tão poucos... uma era “Pai”, outro “Mãe”, “Mikasa”, “Armin”, e por algum motivo desconhecido até do Greg ele tinha, mas nenhum deles eram precisos agora. O mesmo observou o nome “mãe” no ecrã e pensou: -Por que infernos ainda tenho seu número? Talvez se a senhora ainda estivesse aqui tudo seria diferente... ah, há, há, há, há! Até parece, seria só mais uma para humilhar o merda do Jaeger!

Se deitando de lado pensou em seus amigos, e é que podia os chamar assim... as vezes é preciso afastar as pessoas importantes pra si... depois de um tempo a solidão é bem amigável, o silêncio um ótimo conselheiro e a noite uma bela ouvinte.

Tomou duas pílulas direto sem água, já estava acostumado com os efeitos de qualquer modo. E sem temer se entregou no mundo dos sonhos...é como dizem, não se pode acordar de um belo sonho ou de um pesadelo se ambos te perseguem mesmo acordado. Ser alguém nesta sociedade é difícil mais difícil do que aparenta...

 

Do the people whisper ‘bout you on the train like me?

Saying that you shouldn't waste your pretty face like me?

(As pessoas sussurram sobre você no trem como eu?

Dizendo que você não deveria desperdiçar seu rosto bonito como eu?)

 

Eren despertou com os raios do sol em seu rosto, o mesmo se levantou pronto para mais um dia no inferno de sua vida. O mesmo foi para sala perfeitamente vestido, sorte que tinha muitos uniformes extras. O mesmo saiu de lá indo ao encontro de seu pesadelo. O mesmo já estava no trem a caminho da escola quando os murmúrios começaram. “Nossa, olha aquele garoto...coitado...”; “sei que ele é um beta, mas devia ter mais cuidado com a aparência”; “mãe, quem é aquele moço?”; “não olhe querida, pode ser perigoso”; “xiu...fale baixo ele pode te ouvir amor!”; “quero mais que ouça mesmo, ele vai se tornar mais um inútil...”nossa... como alguém tão bonito pode ser tão acabado?” e não paravam por aí. O jovem apenas suspirou pesado, não de tristeza e sim pelo fato de sempre lhe confundirem com um beta, sabia que não se parecia em nada com um ômega mais a confundir com um beta era um pouco demais. Como se não bastassem as vozes em sua cabeça ainda tinha que aguentar isso toda amanhã, isso não era muito encorajador não. Depois de um tempo saltou do mesmo sendo seguido por olhares de tesão, julgamento, repreensão, pena, mas nenhum deles parecia querer confortá-lo...

 

With your face all made up, living on a screen

Low on self esteem, so you run on gasoline

(Com seu rosto todo maquiado, vivendo em uma tela

Com a auto-estima baixa, então você funciona com gasolina)

 

Ele entrou na escola se sentindo com um nado, apenas mais um pedaço de lixo há ocupar o espaço de pessoas decentes... É nessas horas que ele precisa de algo para impulsionar seu corpo, algo como um fogo, um desejo... uma gasolina. Ele colocou a mão em seu bolso e puxou um dos comprimidos não testado, esta era vermelha como bolinhas pretas, era bem bonitinha para ser uma droga capaz de matar alguém... Ele o engoliu no seco mesmo pronto para mais um dia, o mesmo tinha acabado de entrar no colégio quando sentiu ser jogado na parede com tudo. Ao olhar para cima viu um ser bem mais alto que si, pele morena, olhos azuis claros, o mesmo tinha os cabelos roxos bagunçados e vestia o uniforme sem o casaco; esta era Andrew, o alfa que perturbava Eren todos os dias na entrada e saída do colégio com sua trupe de betas ativos. O mesmo segurou o ômega pela camisa e disse: -Olha só se não o Jaeger?

-O que quer, Andrew? *Perguntou o castanho, se tinha medo? Longe disso. Fazia tanto tempo que isso acontecia que nem ligava mais. Antes que o alfa pudesse dizer algo uma voz feminina disse:

-Solta ele bastardo!

Ambos olharam para frente e avistaram uma mulher de cabelos curtos negros, usava o uniforme completo feminino, que no lugar da calça era uma saia branca. A mesma usava no pescoço um cachecol um pouco velho vermelho, seus olhos cinzas ardiam em fúria; a morena estava acompanhada por um loirinho pequeno de olhos azuis, o mesmo usava um uniforme um pouco largo; este disse: -É Andrew, não estamos mais no jardim para aguentar suas basbaquices!

-Olha só, a cavalaria chegou para ajudar a merdinha do Jaeger... Sério, por que se importam? * Disse de pele morena se virando pros mesmos. Antes que pudessem responder uma loira, apareceu. A mesma estava com o uniforme sem o casaco; seus olhos azuis claros demonstravam desinteresse, ele disse: -Aconteceu algum problema aqui, Mikasa?

-Nadam Annie... *Ditou a morena sem demonstrar muita coisa. O alfa vendo a loira soltou um “tsc” e disse soltando Eren que caiu no chão: -Deu sorte, Jaeger...mais duvido que tenha tanta sorte na próxima vez!

Claro que Andrew paraou de ameaçar o castanho, se Annie descobre que ele estava aponto de fazer alga a Mikasa ele estaria frito. Nem morto gostaria de ver aquela ali furiosa e ainda mais consigo. Depois que ele se retirou o nosso Jaeger se levantou se arrumando e estava prestes a sair quando o loirinho disse: -Estas bem, Eren?

-Hum... *Respondeu simples e disse: -Já estou indo... Mikasa e Armin.

Antes que ele pudesse se retirar a alfa loira ditou: -Que mal-agradecido, o Armin e a Mika te ajudam e você sai assim... realmente não presta, Jaeger...

Mikasa a reprendeu com olhar.

 

Well my heart is gold and my hands are cold

(Bom, meu coração é de ouro e minhas mãos estão frias)

Neste mesmo estão ele olhou a alfa com seus olhos esmeraldinos sem vida alguma e respondeu: -Sei que não presto, com também sei que não pedi para me ajudarem... minha vida está tão fudida que só morrendo ela pode dar uma melhorada...

Viu Mikasa o olhar triste e Armin desviar o olhar para o chão e Annie engolir em seco e prosseguiu: -Sabe, do que adianta ter um coração de ouro se sente suas mãos frias? Eu já morri, só não percebi ainda... Se me permitem tenho que descobrir onde minha vida deu errado... ah, é mesmo! Desde o início...

Ele se virou e ao começar andar Mika disse: -Eren

-Antes que em esqueça...foi bom revê-los, Mikasa e Armin!

Oh ooh oh ooh oh oh

I think there’s a flaw in my code

Oh ooh oh ooh oh oh

These voices won’t leave me alone

(Oh ooh oh ooh oh oh

Acho que há uma falha no meu código

Oh ooh oh ooh oh oh

Estas vozes não me deixarão sozinho)


Notas Finais


Bem qualquer coisa é só me dizer... e me digam por favor se a música no decorrer da história ficou confuso
A música é: Gasoline-Halsey
Link =>https://www.letras.mus.br/halsey/gasoline/traducao.html


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