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História Par Destinado - Capítulo 8


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Notas do Autor


Aqui está o capítulo postado até que cedo comparados aos outros! Enfim, essa parte chamada "Colapso" é algo muito importante e eu posso dizer que amei escrevê-la, na parte um Eren finalmente percebeu a solidão em que se colocou e a dor não está mais aliviando nada! Então, agora fiquem com a parte dois e boa leitura!

-Capítulo não betado-

Capítulo 8 - Capítulo oito.


Capítulo 8: Colapso parte dois- Maremotos.

 

 Sorrir não significa estar bem; Chorar não significa estar triste; Respirar não significa estar vivo. -Autor Desconhecido

 

Naquele final de dia Eren percebeu o quão deplorável ele era, sendo tão dependente da dor para continuar a viver, afinal ele deveria ter tido cuidado mas ninguém o tinha dito que a dor era viciante. Agora ele estava entrando em colapso e ele sentia que estava se perdendo, será que ele conseguirá voltar a ser o menino de antes que corria para os braços de sua mãe quando sentia medo?

 

Às vezes, é fácil sorrir

Às vezes, só fecha a cara

Às vezes, é só dormir

Às vezes, não melhora

 

Eren abriu os olhos, quando foi que ele dormiu? Ele sentiu seu pescoço arder quando se afastou de onde estava encostado, não importava quantas vezes ele dissesse ele continuava a dormir apoiado em seu velho armário de cozinha. Quando se sentou reto sentindo suas costas doerem seus olhos enxergaram o sangue seco em seus pulsos, os cortes estavam sujo e ele sabia que tinha que lavar para não pegar uma infecção mas ele não se importava, as linhas finas avermelhadas em seu torso sumiam nos vários hematomas que se encontravam ali e a mancha preta em sua barriga tinha voltado a doer… como que ele tinha se machucado daquele jeito mesmo? Ele não se lembrava e então suspirou com esse último pensamento.

 

Eren sofria de vários problemas e um deles eram suas crises masoquistas que sempre vinham e batiam na porta sorrindo como aqueles missionários que pregam a palavra de Lupa, mas sempre que essas crises iam embora o vazio que sentia voltava pior do que nunca, a dor que sentia lá dentro, o sono, a fome e a tristeza voltavam em praticamente quatro vezes mais fortes. Dizem que se dormir tudo melhora como se o ato de se desligar fosse o bastante mas uma noite para sonhar é o suficiente? Ela pode fazer a dor em suas costas sumir? Ela poderia fechar e erradicar as cicatrizes de seus cortes? Põe um fim na anemia, acaba com a enxaqueca, traz os mortos de volta, apaga os erros, conserta os passados que se mantém vivos nos presentes, costura de novo todos os fios soltos de uma amizade ou faz alguém querer viver de novo?

 

 Não, ela não faz isso. A única coisa que uma noite trás são decepções… acordar no meio da noite depois um pesadelo sem um abraço quente e um afago na cabeça com um “calma, foi apenas um sonho ruim”, se sentir sozinho e sem importância, perceber que o motivo de estar se sentindo tão mal é porque você quis assim, perceber que nem mesmo a luz da lua se lembra de te iluminar, contar os segundos esperando para fechar os olhos e torcendo para nunca mais o abrir mas no fim você sempre acorda às quatro da manhã no meio da solidão, você fica por anos anos tentando e sempre falhando, escolheu andar com as próprias pernas e desde então só esta caindo, então quando você ainda se força a encarar a sociedade por ainda estar vivo você se faz do lobo mau mas não consegue parar pois no momento em que você é o vilão parece que o seu vazio é certo.

 

Eren se levantou quase num pulo, ele não queria mais ficar tendo aqueles pensamentos que nunca seriam soltos em palavras pois ele estava com raiva e o porquê? Bom, nem mesmo ele sabia, o que ele tinha certeza era de que estava ardendo em raiva. Olhou bem para faca que estava esquecida ao seu lado sobre aquele piso frio coberta por respingos de sangue e a chutou longe enquanto deixava a cozinha para trás bufando, não sabia mesmo o motivo mas estava fervilhando em raiva.

 

Ele pegou o caminho para o banheiro enquanto tirava a sua roupa de uma forma grosseira sem se importando se estava a piorar os machucados em seu corpo, a trilha de suas peças ficou no chão num mine caos, que se fodessem as feridas e suas roupas, na verdade que o mundo inteiro se fodesse! Mas assim que seus pés descalços tocaram o piso do banheiro ele não conseguiu segurar, seus lábios tremulavam, os seus olhos voltaram a ter aquele seu brilho esmeralda, logo ele estava entrando no chuveiro de cueca mesmo enquanto ria sem motivo.

 

O sorriso enorme em seus lábios não saia dali mesmo enquanto ele escovava os dentes, era estranho e ele não conseguia explicar mas se sentia feliz de um jeito quase insano. Ignorando o fato de que iria molhar todo o chão que pisava ele foi do mesmo jeito que saiu do box para o seu quarto, abriu seu armário e jogou todas as roupas para trás indeciso em qual ele deveria usar então ele pegou a primeira que viu, um blusão branco que ficava bem largo em seu corpo e pegava no meio de suas coxas, se pôs alguma coisa por baixo? Mas é claro que não, ele queria sentir os ventos em seus países baixos, essa ideia o deixa muita mais feliz. Ele percebeu que mesmo prendendo os cabelos a franja úmida grudava em suas testa e aquilo incomodava, como ele poderia apreciar bem sua bela manhã com aquilo justamente a lhe atrapalhar?

 

Futucou as suas coisas e pegou uma xuxinha que estava jogada por lá e prendeu a parte irritante de seu cabelo para o alto mesmo, uma crise de risos e ele não conseguia a conter, ele deveria estar a cara daquele Pokémon que era uma galinha… com era mesmo o nome dele? Bom ele não se lembrava e estava com preguiça de dar um Google então ia chamar ele de pintinho mesmo!

 

O Ômega encarou a bagunça que ele fez em sua casa e percebeu que a mesma estava um chiqueiro, então sorrindo largo decidiu que para que aquele belo início de dia ficasse mais bonito ele daria uma faxina na casa inteiro ou o seu nome não era Eren Jaeger. Praticamente saltitando ele sumiu pelos corredores indo em busca de seus produtos de limpeza e vassouras, aquela casa ficaria um brinco!

 

Às vezes, é fácil ouvir

Às vezes, é gritaria

Às vezes, é um poço sem fim

Às vezes, é uma escada


 

Para o Jaeger sempre existiam dias e dias, tinha dias em que o silêncio que o  rodeava era tão grande que ele conseguia ouvir o som de uma agulha caindo no chão mas em outros as vozes em sua cabeça pareciam gritar e ele não conseguia formular frases ou pensar e isso o deixava com uma puta dor de cabeça. As vozes… ele ainda tinha que perguntar para Luc e Mira o que eles tanto enrolavam para dizer, sim ele que parecia tão arisco com aqueles dois sentia-se mal quando não os ouvia com frequência.

 

Eren jogou os produtos de limpeza de qualquer jeito na área de trabalho, ele estava meio cabisbaixo, tinha limpado a casa do jeito que pretendia mas agora se sentia tão triste e vazio… se uma pessoa não tem ao menos o grupo da família em seu celular, será que ela existe? Ele se jogou no sofá, abraços as pernas e tocou sua testa em seus joelhos, os olhos lentamente iam ficando úmidos, era nessa hora que ele iria chorar.

 

Da raiva a alegria, de felicidade a tristeza, seu emocional e mentalidade possuiam muitos altos e baixos, talvez as drogas finalmente tinha acabado com sua cabeça ou será que ele tinha feito isso sozinho? Para ele sua vida era complexa e chata, ele estava dentro de um poço sem fim caindo livre, triste, sozinho, com medo e tendo uma crise suicida no meio das tantas que tinha e depois estava como uma escada subindo degrau por degrau sorrindo, rindo, cantando, limpando e dançando tenta cada pensamento bobo que o fazia rir mais ainda. E era justamente isso que o fazia estável, cada riso, cada lágrima, cada grito, cada sussurro, cada dor, cada sorriso eram um passo na direção oposta, uma hora subia e na outra descia… aonde ele iria parar assim?

 

Calma, vai passar

Espera a tempestade clarear

Os maremotos de química surgem

Bagunçam tua cabeça a todo vapor

 

O normal é que toda pessoa  tem alguém que lhe abrace apertado enquanto lhe da um carinho e diz baixinho no pé do ouvido “calma, vai passar”, bom, pelo menos na tese. Tudo é como se dependesse de uma tempestade torrencial que logo passaria e levaria toda dor embora como se tudo pudesse ser tão fácil e simples mas nós sabemos que não é assim.  

 

Agora o ômega tinha se jogado na cozinha, sentia sua barriga se contorcendo como se tentasse auto devorar de tamanha que era a fome que sentia mas assim que olhou sua geladeira ele murchou sabendo que seria impossível saciar sua fome afinal a única coisa ali dentro era água  e um vazio tão grande quanto o que tinha e seu estômago. Talvez um pouco de água enganasse sua fome. Quando abriu a mesma seus olhos se arregalaram com o que viu no interior do eletrodoméstico, aquilo eram garrafas de leite? Minha Lupa, aquilo eram ovos? Céus ele tinha bacon e sua gaveta estava cheia de frutas, verduras  e legumes… a que santo ele rezou para aquela fartura? Seria obra de Gregory? Nhé, que isso se fodesse, ele iria comer até explodir.

 

Então ele preparou algo bem simples, uma montanha de ovos mexidos, umas doze fatias de bacon, uma pilha de panquecas, uma garrafa de café e outra de suco de laranja e não podia esquecer dos três mistos quentes, seria que aquilo era suficiente? Se não fosse ele tinha mais na geladeira de qualquer forma. Em menos de meia hora ele já tinha terminado de comer e juntou a louça num amontoado sobre a pia e logo estava fuçando pelos armários de sua casa ele futicava tudo torcendo para que ele não estivesse certo e que ainda tivesse um pouco de droga em sua casa ele precisava chapar, ele precisava se desligar pôr o vazio em seu peito tinha ficado maior.

 

E naquele momento em que ele estava sem os maremotos de química em seu sistema ele estava dando início outra vez ao seu colapso.  Andando e sentando, murmurando e gritando, ele tinha saído da época “poço sem fim” e entrando na “escada” onde ele escolhia para que lado ele iria e tudo estava caindo e ruindo ao seu redor como uma pura e  bela representação de Pompéia. Os seus pensamentos estavam uma desordem e ele não sabia mais o que realmente pensava, ele precisava urgentemente dos seus amiguinhos coloridos afinal sua mãe nunca o proibiu e seu pai estava nem aí contanto que ele ficasse quieto como o “Ômega de merda” que era estava valendo.

 

Calma, vai passar

Espera a tempestade clarear

Os travesseiros derretem à noite

Todos que cobram você, não sabem a dor

 

O problema real era que um maremoto sempre sai do controle, uma onda raivosa e direcionada que cobre furiosamente sua cidadezinha chamada “sanidade” como um tsunami, as águas turvas do falso prazer jogariam as pessoas de lá dentro para longe, as afogando para sempre, elas que representavam sua felicidade no meio do caos que criou em sua cabeça.

 

Mas quem realmente se importava? A maré alta já passou da costa há muito tempo e sua mente estava inundada e por isso ele também não se importava mais , tudo o que ele tinha lá dentro tinha sumido, se desmanchado na água mas e se ainda restasse alguma coisa intacta sli dentro? Ele lutava para encontrava mas ele nunca achou nada. “Calma vai passar”, não vai, nunca passa e essas palavras doem pois não ajudam em nada na prática, a tempestade ainda iria cair sem nunca clarear. As pessoas que ele devia em nome do genitor, seu pai que a muito não via, sua mãe que continuava deitada naquela cama… todas ainda estariam lá no fim.

 

Eren já não queria mais fugir tendo que sempre deitar sua cabeça no seu travesseiro duro como pedra, viver trancado em casa sobrevivendo a base de seus vícios, sendo o “Beta” que ninguém ao menos olhava, mas é tão fácil falar. A verdade é que o quê o mundo pensa de si fazia muita diferença, ele não podia mais viver sem seus tantos vícios, eles eram a gasolina que o fazia andar como ele andaria sem eles? Não poderia apenas frear e ficar estagnado no mesmo lugar. A crença humana de que o defeito está em si mesmo e não no mundo é a pior droga que existe porque é a razão mais simples e fácil para dizer que um problema terminou: mude a si mesmo que tudo mudará. Uma doce mentira.

 

O Jaeger estava de saco cheio se sentindo vazio e solitário, pessoas queriam que eles voltassem a ser como antes, outras o seu dinheiro, muito o seu corpo e vários muito menos sabiam que ele existia… no final ele não valia nada.

 

Às vezes, esconde de si

Às vezes, dá a cara a tapa

Às vezes, não dá pra fugir

Às vezes, tu só viaja

 

O castanho tinha uma mania estranha de nunca se abrir, falar com ninguém dos problemas que tinha, tinha medo de dizer tudo e no final jogarem bem no meio da sua cara que a culpa sempre foi sua e era esse o motivo de dizer tudo que achava para as pessoas, seria tachado de grosso? Seria! De ruim? Seria! De monstro? Com toda certeza que seria, mas não seria ele a se quebrar primeiro! Ele era estranho, estranho como um belo desatino.

 

Queria se manter solitário em seu pequeno mundinho ao mesmo tempo que detestava a sua solidão, a solidão com qual ele mesmo se presenteou estava o sufocando, o engolindo por inteiro como um mar revolto, talvez quebrar a cara não fosse tão ruim no final… é difícil de entender mas é isso mesmo, sua mente é uma confusão quase poética, um doce problema e uma perfeita loucura.

 

O jovem se deixou cair escorregando para baixo encostado no armário se sentindo frustrado, como ele poderia não ter nem ao menos uma aspirina? Ele segurou os fios amarronzados sentindo lágrimas se formarem em seus olhos, estava sem sua válvula de escapa, ele sempre dizia que precisava fugir do mundo mas no final era dele mesmo que fugia. Sua mente era a única coisa no mundo que nunca o deixaria e a mesma estava enlouquecendo lentamente, ele sentia que estava se perdendo e é aí que entram as drogas.

 

Na primeira vez apenas um gole da cerveja que seu pai tinha esquecido sobre  a mesa, na quinta uma garrafa inteira de vodca, na décima ele tentou algo mais forte e então a química fez a sua mágica. não se lembra o nome da primeira coisa pesada que tomou apenas que foi a mais maravilhosa de todas. Ele bateu forte a cabeça contra o armário se convencendo de que ele não poderia mais fugir… estava preso consigo mesmo. Ele lentamente deixou seu corpo cair para o lado pronto para desmoronar e foi quando percebeu algo grudado no estrado de sua cama. Como não viu aquilo antes?

 

Ele engatinhou até ali e  puxou o mesmo dali, era uma caixa de madeira até que grande e retangular, pesava um pouco mas o que realmente lhe chamava a atenção era aquela caixa. A madeira alaranjada coberta por poeira, estava escrito bem no que deveria ser sua tampa talhado de um modo totalmente profissional: “Em caso de emergência me abra! -Gregory”.

 

Ele procurou um fecho ou uma fechadura, seus olhos mesmo triste se focavam em sua tarefa, aquilo era algo de Gregory então não deveria ser tão legal. Ele enfim encontrou a abertura e quando a caixa estava aberta seus olhos brilharam. Dentro dali estava um garrafa fechada de conhaque francês, ele segurou a mesma em sua mão, sua pele guardava a sensação do vidro levemente áspero contra ela. Um papel cartão estava sobre o forro vermelho da caixa, nele dizia numa letra cursiva bem detalhada: “Para não dizer que nunca te dei nada -G” .

 

No final aquele traste realmente se importava, deixaria de lado o fato de não ter certeza quando foi que o homem teve tempo de lotar sua geladeira e invadir seu quarto pois apreciava aquela bebida de grande teor alcoólico. Diferente dos outros vícios o conhaque ainda era o único que ele desfrutava e assim ele faria. Ele abriu a garrafa e logo deu uma golada demorada, o gosto do álcool com um “q”  amadeirado no final desceu rasgando e delicioso. Agora ele poderia viajar para fora de si mesmo e ignorar os problemas que tinha aos montes.

 

O eu de dentro sempre fica enterrado

Pra conhecer, você precisa cavar

Nossas sementes sempre ficam isoladas

Pra conhecer, você precisa plantar

 

Nossos espinhos sempre ficam afiados

É proteção pra não se decepcionar

Os nossos medos são os nossos papagaios

Pesam os ombros e repetem mantras infernais

 

Eren se encontrava confuso, o seu “eu” de dentro ainda estava vivo? Ou estava tão enterrado lá dentro que nem ele mesmo o podia encontrar por mais que cavasse? As sementes de seu próprio “eu” estavam separadas e jogadas pela sua mente e talvez ele nunca mais o consiga plantar pôr inteiro, o Ômega se sentia tão vazio  e pequeno dentro de sua mente tão embaralhada e distorcida.

 

O Ômega vivia com “espinhos” apontados em um alerta que nunca o abandonava, sempre com medo de se decepcionar, uma proteção de dois gumes que mais lhe feria do que o outro.  Estava tão fatigado de ter que andar com os próprios medos pesando em seus ombros enquanto o sono não vinha e as vozes se mantinham despartas. Era por isso que ele queria sumir na maioria das vezes.

 

Ele sempre afiava os “espinhos” que a vida pôs em seu corpo, para proteger o seu interior que sozinho já se quebrava, ter que escutar de seus medos que eram como papagaios infernais com mantras incansáveis  que ele não era nada. Seu coração já estava tão quebrado ele não precisava o quebrar mais mas ele continuava o quebrando.

 

Calma, vai passar

Espera a tempestade clarear

Os maremotos de química surgem

Bagunçam tua cabeça a todo vapor 

 

E naquela noite de sexta-feira eren se deu conta de que caminhava em direção ao seu próprio abismo, que seria ele mesmo a oferecer a caneta para mão que assinaria o seu atestado de óbito e que era ele mesmo que quebraria de uma vez seu coração afinal não tinha mais como voltar atrás em seus colapso, não depois de ter aceitado os seus “maremotos”.


Notas Finais


Esse foi o capítulo e espero que tenham gostado! Qualquer coisa é só deixar nos coments!

Música usada no capítulo: Maremotos-Supercombo(minha banda nacional favorita! Amo tudo deles!)
Link: https://youtu.be/Us7kEfLf5rY

Até sexta-feira que vem!


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